quinta-feira, 19 de março de 2015

Organ Thieves - Somewhere Between Free Men And Slaves [Deluxe Edition](2012) Canadá


Somewhere Between Free Men And Slaves. Não somos todos? Felizmente, um título estranhamente sem sentido, é o único momento de imitação de politização do álbum de estreia de Organ Thieves. Para a maior parte são pessoais, canções despretensiosas, mesmo o chamado " Just Another Gun in the War Machine." E é a minha favorita, uma música alt-country elogiando a voz emotiva e rouca de Chuck Coles. " False Flag " similarmente olha para um assunto controverso de um terra a terra, perspectiva humanista.
O registo está situado entre o mais leve grunge dos Nickelback e do estilo dos anos 90 de preguiçoso Treble Charger (cujo vocalista Greig Nori produziu este trabalho). Se isso soa como coisa sua, você não ficará desiludido. Ouvindo as músicas num conjunto de auscultadores em vez de, por exemplo, no tipo de bar onde ninguém usa camisas irónicas dilui o impacto um pouco. Mas eu não tenho dúvida de que Organ Thieves fazem do seu género escolhido de rádio rock um bom serviço.
Mesmo para os críticos abafados e crianças snobe indie há momentos de lucidez criativa; o grupo fecha com canções como "Come On Down", o groove misterioso de " False Flag " a acústica sincera " Your Princess is in Another Castle." Se você é velho o suficiente para obter a referência no título, você provavelmente vai ver o recurso.


Temas:
CD1
01 Simon’s Wine
02 Daddy’s Little Girl
03 Kids
04 False Flag
05 Phoebe
06 Question
07 Just Another Gun In The War Machine
08 Come On Down
09 Pale Horse
10 Fix The Hearts Of The Hollow
11 Workers
12 Your Princess Is In Another Castle

Bonus Disc
01 Kids (Live)
02 Simon’s Wine (Live)
03 False Flag (Live)
04 Phoebe (Live)
05 Come On Down (Live)
06 Credit




quarta-feira, 18 de março de 2015

Whitesnake - Forevermore (2011) UK


O Whitesnake entrou em uma máquina do tempo antes de gravar Forevermore, seu décimo-primeiro álbum de estúdio. Porque eu digo isso? Simples: as treze faixas do disco trazem para 2011 o que de melhor o grupo de David Coverdale fez em seus primeiros álbuns. O hard embebido no blues de trabalhos como Trouble (1978), Lovehunter (1979) e Ready an' Willing (1980) dá a tônica de Forevermore, um disco que irá cair no gosto de qualquer fã do Whitesnake.
Coverdale tem como principal parceiro em Forevermore o guitarrista Doug Aldrich, no grupo desde 2003. A dupla é responsável por todas as faixas, e se mostra afiadíssima. Completam o time Reb Beach (guitarra), Michael Dewin (baixo) e Brian Ticky (bateria). Sem exageros, esse é um dos melhores line-ups da longa carreira do Whitesnake. Basta ouvir o CD para não ter dúvidas disso.
“Steal Your Heart Away” abre o play atualizando o embalo do Whitesnake do final da década de 1970 e apresentando-o para os ouvintes atuais. “All Out of Luck” traz um riff meio funkeado e David Coverdale cantando divinamente. O primeiro single, “Love Will Set You Free”, é Whitesnake safra Slide It In da melhor espécie. Um sonzão!
O álbum é uma sucessão de ótimas músicas, mostrando a solidez da atual formação. “Tell Me How” é um hard repleto de classe e bom gosto, com ótimo refrão. “I Need You (Shine a Light)” tem um grande riff temperado pela dose certa de malandragem, enquando “One of These Days” é uma ótima balada com sonoridade acústica, perfeita para pegar a estrada com o coração partido e fugir de tudo.
Além de Coverdale, que tem uma performance sensacional em todo o disco, o principal destaque de Forevermore são as guitarras de Doug Aldrich e Reb Beach. Seja nos riffs ou nos solos, a dupla rouba a cena em diversos momentos. “Love and Treat Me Right” é um exemplo disso: uma faixa baseada nos riffs das guitarras e com ótimos solos, como um bom hard rock deve ser. Além disso, “Love and Treat Me Right” tem, provavelmente, a melhor interpretação de Coverdale em todo o álbum.
“Dogs in the Street” difere um pouco das demais por ser a mais pesada do CD, com certas características que nos levam a álbuns como o clássico 1987. O hard furioso de “My Evil Ways” é outro momento que irá agradar em cheio os fãs de sons mais pesados. Já “Whipping Boy Blues” tem um groove empolgante, e é daquelas faixas que você tem vontade de deixar no repeat por um bom tempo. A bonita e épica faixa-título encerra os trabalhos deixando um gostinho de quero mais, comprovando a ótima fase do quinteto.
Forevermore me surpreendeu positivamente. Gostei muito do álbum anterior, Good to Be Bad, de 2008, mas Forevermore é ainda melhor. A escolha de trazer à tona as raízes blues do grupo foi pra lá de acertada, pois é uma das principais responsáveis por fazer o disco soar tão contagiante. Para mim, Forevermore é o melhor álbum do Whitesnake desde Slide It In (1984) e se equivale a 1987.
Por Ricardo Seelig
Fonte: http://www.collectorsroom.com.br/2011/03/whitesnake-review-do-album-forevermore_18.html


Temas:
01. Steal Your Heart Away (05:18)
02. All Out Of Luck (05:28)
03. Love Will Set You Free (03:52)
04. Easier Said Than Done (05:12)
05. Tell Me How (04:41)
06. I Need You (Shine A Light) (03:49)
07. One Of These Days (04:53)
08. Love And Treat Me Right (04:14)
09. Dogs In The Street (03:48)
10. Fare Thee Well (05:18)
11. Whipping Boy Blues (05:01)
12. My Evil Ways (04:33)
13. Forevermore (07:22)
14. Whipping Boy Blues (Swamp Mix) (05:59)

Whitesnake:
David Coverdale – vocais
Doug Aldrich – guitarras
Reb Beach – guitarras
Michael Devin – baixo
Briian Tichy – bateria



Driver - Countdown (2012) USA


Originalmente formado das cinzas de curta duração do super grupo M.A.R.S. no final dos anos oitenta e alcançou o cult status com base na força de uma grande circulação do EP cassete de 1990, cinco músicas com que a banda ganhou seguidores dedicados em todo o mundo, DRIVER voltou à vida com um estrondo, em 2008, através do seu álbum de estreia apropriadamente intitulado, "Sons Of Thunder ". Contendo versões recentemente gravadas dos temas clássicos do EP, além de sete composições inéditas, a banda ressuscitou a sua marca única de estilo melódico ainda contundente de metal que fez dos DRIVER uma das mais subestimadas bandas de heavy rock do seu tempo. Centrado em torno da potência do vocalista Rob Rock (Impellitteri, Warrior, Joshua, Avantasia, Axel Rudi Pell) e aclamado guitarrista / produtor Roy Z (Bruce Dickinson, Rob Halford, Tribe Of Gypsies) e com o baterista original Reynold 'Butch' Carlson (Jag Panzer, Joey Tafolla, Tribe After Tribe), juntamente com musicos experientes como Ed Roth (Glenn Hughes, Ronnie Montrose, Impellitteri) nos teclados e Aaron Samson (Odin, George Lynch, John 5) no baixo, Driver foi recebido de braços abertos pela comunidade hard rock, culminando com a banda pela primeira vez a viver um prestigiado festival Europeu na Alemanha Bang Your Head! Festival no verão de 2009. No Outono de 2011, os principais escritores Rob Rock and Roy Z renovaram sua parceria de longa data criativa e começaram a trabalhar em um follow-up para "Sons Of Thunder". Como foi o caso com o seu antecessor, 'Countdown' é uma mistura de material novo e vários gemas resgatadas de demos, incluindo 'Destiny', 'Thief in the Night' e" Always on my Mind ", que é uma interligação perfeita para um álbum de driver de estilo clássico, auxiliado pela ênfase Roy Z na produção, valores antigos que estam de volta aos dias de glória do início dos anos 80 o heavy metal. Principalmente gravado e mixado no estúdio Roy Z, com sede na Califórnia, a dupla mais uma vez trouxe Carlson, Roth e Samson para dotar a maior parte das faixas, com contribuições adicionais provenientes dos baixistas Ray Burke (Life After Death, Bruce Dickinson) e Daniel Cordova (Shades Of Crimson, Vengeance Rising), bem como Mark Boals vocalista veterano (Yngwie Malmsteen, Royal Hunt). Dominando as gravações foram novamente tratadas por Maor Appelbaum (Halford, Sepultura, Yngwie Malmsteen).



Тemas:
01. Return To The Sky
02. Rising Son
03. Countdown
04. Hollywood Shooting Star
05. Thief In The Night
06. Cry Of The Wounded
07. Always On My Mind
08. Feel The Fire
09. Destiny
10. Running From The Darkness
11. Babylon (Exclusive European Bonus Track)




Banda:
Rob Rock – Vocals (ex-Impellitteri, ex-Axel Rudi Pell, Firs Of Babylon)
Roy Z – Guitars (Bruce Dickinson, Halford, W.A.S.P., Rob Rock)
Ed Roth – Keyboard (ex-Impellitteri, Glenn Hughes, Sebastian Bach, Laudamus, Ronnie Montrose)
Aaron Samson – Bass (Odin, George Lynch)
Reynold “Butch” Carlson – Drums (ex-Jag Panzer, Rob Rock, Tribe After Tribe)


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terça-feira, 17 de março de 2015

Nightwish - Endless Forms Most Beautiful (2015) Finlândia



Endless Forms Most Beautiful é o oitavo álbum de estúdio da banda finlandesa de metal sinfônico Nightwish, que será lançado em 27 de março de 2015 na Europa pela Nuclear Blast e também para Argentina pela Del Imaginario Disco. O disco será o primeiro a contar com a nova vocalista Floor Jansen, bem como Troy Donockley como membro oficial. É também o primeiro álbum sem o baterista Jukka Nevalainen, que teve que fazer uma pausa temporária da banda devido ao sofrimento de forte insônia, levando-o a afastar-se tanto do álbum como de sua subsequente turnê. Todas as partes de bateria do álbum foram, consequentemente, desempenhadas por Kai Hahto do Wintersun e Swallow the Sun; devido a isso, este álbum apresenta apenas cinco membros do Nightwish, apesar de ser seu primeiro álbum lançado com a banda sendo um sexteto.
O álbum foi inspirado principalmente pelo trabalho do naturalista Charles Darwin. Segundo o tecladista e principal compositor/letrista Tuomas Holopainen, a inspiração veio mais especificamente de uma citação do seu livro A Origem das Espécies, que inclui o termo que corresponde ao título do álbum e que se refere à teoria de Darwin sobre a possibilidade de todos os seres vivos conhecidos terem um ancestral em comum.
Tuomas afirmou que o álbum é mais pesado que seus dois antecessores, citando as canções "Weak Fantasy", "Yours Is an Empty Hope" e a faixa-título como exemplos.
O primeiro single "Élan" é sobre "o sentido da vida, que pode ser algo diferente para todos nós. É importante se render à 'queda livre' ocasional e não temer o caminho menos percorrido".
"The Eyes of Sharbat Gula" é um instrumental originalmente planejado com letras. Tuomas se inspiriou a escrever a canção alguns anos atrás quando ele comprou uma edição da National Geographic que trazia uma reprodução da famosa foto da garota afegã. Tuomas explicou que a foto "causou um grande impacto em mim. Aqueles olhos, aqueles olhos selvagens, não domesticados e ao mesmo tempo destemidos e temerosos. Eu quero capturar a essência daquela foto em uma das canções". Originalmente, era para a faixa tratar de crianças nas guerras, mas Tuomas teve dificuldaded com as letras devido à delicadeza do tema. Após um conselho de Troy, ele decidiu não usar nenhuma letra além de vozes distantes e um coral infantl.
"The Greatest Show on Earth" é a faixa mais longa da carreira da banda e se refere à "vida e evolução por seleção natural". O título foi inspirado por um livro de Richard Dawkins. Tuomas também disse que a banda dificilmente tocará a música inteira ao vivo, mas há uma "sessão de banda" no meio da canção que eles pretendem apresentar em shows.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Endless_Forms_Most_Beautiful


Тemas:
01. Shudder Before The Beautiful
02. Weak Fantasy
03. Elan
04. Yours Is An Empty Hope
05. Our Decades In the Sun
06. My Walden
07. Endless Forms Most Beautiful
08. Edema Ruh
09. Alpenglow
10. The Eyes of Sharbat Gula
11. The Greatest Show On Earth

Banda:
Floor Jansen - Vocals (ReVamp, Star One, ex-After Forever)
Emppu Vuorinen - Guitars (Brother Firetribe, ex-Almah, ex-Altaria, ex-Darkwoods My Betrothed)
Marco Hietala - Bass, Vocals (Tarot, Northern Kings, Sapattivuosi, ex-Conquest, ex-Sinergy)
Tuomas Holopainen - Keyboards (For My Pain..., ex-Nattvindens Gråt, ex-Timo Rautiainen & Trio Niskalaukaus (live), ex-Furthest Shore, ex-Darkwoods My Betrothed, ex-Timo Rautiainen)
Troy Donockley - Uillean pipes, Tin whistle, Vocals
Kai Hahto - Drums (Wintersun, Swallow the Sun, Trees of Eternity, ex-Cartilage, ex-Vomiturition, ex-Wings, ex-Rotten Sound, ex-Arthemesia, ex-Enochian Crescent)




segunda-feira, 16 de março de 2015

REACH - Reach Out To Rock (2015) Suécia



Os roqueiros suecos Reach lançaram seu álbum de estreia, "Reach Out To Rock', no dia 4 de março pela Sun Hill Produção / Cargo Records.
"Reach Out To Rock' foi misturado pelo maestro Pontus Norgren de Hammerfall e Poodles, gravado e produzido pelo duo de Erik Modin e Johannes Hennoks, com a obra de arte da capa tratada por Morgan Hassel. Em março, a banda vai se juntar Gus G (Ozzy Osbourne guitarrista) na sua turnê sueca e em seguida, juntar-se com Eclipse em sua caminhada pelo Reino Unido - para não mencionar um slot no HRH AOR 3 Festival.
Reach foi criada em 2012 pelo baterista Marcus Johansson e guitarrista Ludvig Turner. Juntos, começaram a procurar os membros da banda para completar o grupo, e encontraram as peças do puzzle restantes o baixista David Jones e o vocalista Alex Waghorn. A primeira coisa que Reach fez para revelar esta nova formação foi a de organizar uma cover de hard rock do super hit dos Avicii "Wake Me Up", em agosto de 2013. A cover foi um enorme sucesso, e cerca de um ano depois, o vídeo tem mais de um milhão de visualizações.
A música de Reach pode ser descrita como clássico rock, com melodias e hooks fortes, complementados por sua jovem energia. Tu podes ouvir nas canções influências de Whitesnake, Scorpions, Europe e Gary Moore. Ludvig Turner também colocou o melódico rock no mapa na televisão sueca em 2014, fazendo suas próprias interpretações de grandes sucessos e ficar entre os quatro finalistas no concurso Idol sueco.
No início de 2014, a banda lançou um single, " Black Lady ", para mostrar sua habilidade para escrever canções e provar que não era apenas uma banda de covers. Em dezembro de 2014, tendo assegurado um acordo com a Sun Hill Production, Reach lançou um primeiro single, "You Called My Name", a partir do álbum "Reach Out To Rock '.
Apesar da sua tenra idade, o Reach já são experientes em festival, tendo tocado no HRH (UK), Fronteiras (IT), Vasby Rock (SE), e Skogsrojet (SE).



Temas:
01. You Called My Name
02. Fortune & Fame
03. Tell Me
04. We Are
05. Someone Like You
06. The Beast
07. Make Me Believe
08. Reach Out
09. Looking For Love
10. Coming Home
Banda:
Alex Waghorn – vocals
Ludvig Turner – guitars
David Jones – bass
Marcus Johansson – drums


Baltimoore - 1.1 (2015) Suécia



Um dos músicos que mais trabalha na Suécia ao longo das últimas três décadas tem que ser Bjorn Lodin. Com 12 álbuns sob a bandeira de Baltimoore, pelo menos mais 10 com ele por trás do microfone para outras bandas e muitos outros créditos como produtor, ele se tornou um dos nomes mais respeitados na história rock da Escandinávia.
"1.1" é um CD com 18 canção acabado de lançar abrangendo toda a carreira de Baltimoore, mas todas as faixas foram recém-mixadas e masterizadas, algumas músicas também são recém-gravadas com a presente formação.
Apesar de sua origem ser puro Scandi AOR, agora o grupo soa muito mais contemporâneo e rock, algo já mostrado no último álbum de Baltimoore no ano passado apresentado aqui no blog.
As faixas mais novas existentes em "1.1" são neste estilo, embora remixadas numa gama mais enérgica.
O que é realmente divertido de ouvir são as primeiras canções AOR de Baltimoore regravadas com esta nova abordagem musical.
Faixas como o maravilhoso "My Blue Moon", "Ballerina" ou "In Love" foram retrabalhadas e embora agora sejam muito mais nervosas, mas ainda mantêm a elegante sensação escandinava, atualizada para a época.
Ao contrário, "Memories Calling", um tema de segundo CD do Baltimoore de 1990 recebeu um tratamento acústico, resultando num temperamental, bluesy mid-tempo convincente.
As músicas remisturadas do passado ainda preservam os originais de estúdio, gravadas por nomes como Ian Haugland (Europe - bateria), Jamie Borger (Last Autumn's Dream, Treat - bateria), Mats Olausson (Yngwie - teclados), Thomas Larsson (Glenn Hughes - guitarras) e muitos mais.
"1.1" é uma boa montra de Bjorn Lodin das suas habilidades como cantor, compositor e produtor, e onde sua criação Baltimoore é agora intensificada.
É difícil realmente fazer comparações, a banda tem seu próprio som que é baseado nas influências que tu podes ser capaz de identificar, mas estão firmemente plantados no campo do hard rock Europeu.
É uma coleção forte e sólida de músicas que leva algum tempo para apreciar (tens 18 faixas e 75 min.) muito bem gravado, remixado e masterizado. Muito interessante a enigmática capa do álbum (tenta encontrar o que a imagem esconde).



Temas:
01 - Full Speed Ahead
02 - My Blue Moon
03 - Sunshine in the Rain
04 - In the Name of Love
05 - Wellaway
06 - How Sick Is Ok?
07 - Day to Come
08 - Kahlua Confusion
09 - To the Bone
10 - Say It Like It Is
11 - 'Til the End of Day
12 - Little Bye
13 - Back for More
14 - Ballerina
15 - My Number One
16 - Cumgum
17 - In Love
18 - Memories Calling

Músicos:
Björn Lodin - vocals, guitar
Mats Attaque - guitar, backing vocals
Weine Johansson - bass
Mårten Ronsten - drums
Ian Haugland (Europe) - drums
Jamie Borger - (Last Autumn's Dream, Treat) - drums
Mats Olausson (Yngwie) - keyboards
Nikolo Kotzev - guitars, keyboards
Thomas Larsson (Glenn Hughes) - guitars
Stefan Bergstrom (Alfonzetti) - guitars
and many more




Universe - Mission Rock (2015) Alemanha


Os fãs de todos os tempos de melodic Hard Rock conhecem bem UNIVERSE, a banda alemã que lançou dois estupendos álbuns do género durante os anos 90. UNIVERSE continuou como banda com algumas mudanças na formação e um novo disco em 2004, e agora está de volta com seu quarto álbum de estúdio gravando corretamente intitulado "Mission Rock" com a data marcada para 20 Março, via Avenue of Allies label.
Eu disse corretamente intitulado porque "Mission Rock" faz o que promete; oferece elegante puro Melodic Hard Rock com todos os ingredientes que fizeram esse género tão grande. A missão de UNIVERSE é resgatar o verdadeiro som dos anos 80 e início dos anos 90, e eu estou falando sobre o som Europeu / Alemão MHR.
Parecido com Bonfire e Mad Max, Skagarak ou o lado mais rock de Casanova, todas as músicas de "Mission Rock" tem os inconfundíveis melódicos riffs e hooks germânicos, refrões melódicos e uma produção polida em geral.
Tu podes ouvir os anos de experiência a partir desses músicos, gente que conhece o seu ofício e faz boa música.
Há frescas melodias cativantes de melódico hard rock com grandes melodias e linhas vocais de hino, que se instalam imediatamente nos ouvidos.
Rock crocante como o tema de abertura "Gravy Train", o mega cativante "Up To The Sky", a faixa-título fornecida com um grande coro para cantar junto, a nítida "Lies" ou a Groovy " Brain Collector " são temas verdadeiramente agradáveis que te fazem bater o pé.
O tema "Welcome The Night" é fortemente reminiscente da estreia de Universe, enquanto "Criminal" é um dos temas mais hard que trazem à mente os primeiros tempos de Skid Row. Tem uma bela balada acústica em "Broken Wings", antes de fechar com o épico midtempo de sete minutos "Tomorrow", muito ao tipo de sonoridade Europeia anos 90.
Verdadeira classe soando a Euro Melodic Hard Rock é sua onda, Universe e "Mission Rock" é uma compra obrigatória. Este álbum se sente como se fosse gravado em 1991, no entanto, a banda adicionou alguns elementos mais contemporâneos na linha de Gotthard. O som sente-se bem todo o tempo, com uma brilhante melodiosa produção polida.
Tradicional melodic Hard Rock está vivo na Europa, e "Mission Rock" é uma prova clara disso.


Temas:
01 - Gravy Train
02 - Up To The Sky
03 - Mission Rock
04 - Innocence
05 - Now Or Never
06 - Lies
07 - Brain Collector
08 - Welcome The Night
09 - Criminal
10 - Shame
11 - Broken Wings
12 - Tomorrow

Banda:
A. H. Son - vocals
George Dalino - lead guitar
Stanley Sparrow - guitar, vocals
Holger George - bass, vocals
H.H. – drums



sábado, 14 de março de 2015

Post da Semana on Roxx 2 Metal Radio


POST DA SEMANA

IMPELLITTTERI - VENOM (2015) USA



Esta semana saíram alguns discos dignos de registo, mas Impellitteri trás sempre algo por demais 
apelativo. Quem não conhece este shredder, devia. E devia mesmo, "Stand in line" é um dos melhores discos de heavy metal com atitude neoclássica que alguma vez puderão ouvir. Penso que existe já esse disco nest blog, mas no caso de não existir, fica a promessa de que em breve cá estará.
2015, vê a edição da sua mais recente criação, "Venom". Um novo àlbum com 10 temas para o décimo disco de originais. Instrumentalmente, quem conhece Chris, já sabe o que esperar; potentes riffs com muito groove e hard rock misturados com muito sentimento neo-clássico. E quando digo sentimento é mesmo isso, há que sentir a musica para se encontrar nesse ambiente. Chris continua seguríssimo na guitarra e nada deixa a dever a ninguém na arte técnica da mesma, sem dúvida um dos melhores. Um potente disco de heavy metal melódico com todos os predicados já referidos. e falando em predicados, Rob Rock, a voz do metal volta de novo a comandar as tropas com John Dette, e James Amelio Pulli no baixo.
Gostaria de dizer que Chris Impellitteri não pára de me surpreender; lembram-se de Animetal USA com Mike Vescera, Scott Travis e Rudy Sarzo? Pois, essa foi uma enorme surpresa; mas neste caso, Chris volta ao seu ambiente natural; e aí, apenas nos podemos congratular com mais 2 punhados de fantásticos temas do nosso género musical preferido.
Sempre bons de se ouvir e de repetir vezes sem conta, mas apenas fica como ,... uma saga, em que a única surpresa é mesmo ser um novo disco. Ainda assim, super recomendado e merecedor da sua aquisição. É sempre bom refrescar a nossa memória com o que de melhor o metal tem, e Chris Impellitteri é mesmo um dos melhores da nossa geração.
McLeod Falou!


Temas:
1. Venom
2. Empire of Lies
3. We Own the Night
4. Nightmare
5. Face the Enemy
6. Domino Theory
7. Jehovah
8. Rise
9. Time Machine
10. Holding On

Banda:
Chris Impellitteri - Guitars (ex-Vice, Animetal USA)
Rob Rock - Vocals (Driver, Rick Renstrom, Rob Rock, ex-Fires of Babylon, ex-M.A.R.S., ex-Vice, ex-Axel Rudi Pell, ex-Joshua Perahia, ex-Mistheria, ex-Warrior, ex-Angelica)
James Amelio Pulli - Bass
Jon Dette - Drums (Killing Machine, Anthrax (live), Iced Earth (live), Metal Machine (live), ex-Apocalypse, Animetal USA, ex-Temple of Brutality, ex-Testament, ex-Terror Heathen (live), ex-Slayer (live), ex-Chaotic Realm, ex-Evildead, ex-HavocHate)


Crystal Ball - Dawnbreaker (2013) (Limited Edition) Suiça



A banda suíça de hard'n'heavy Crystal Ball edita hoje o seu novo àlbum, "Dawnbreaker", pela Massacre Records. O disco foi produzido, misturado e masterizado por Stefan Kaufmann (ex-U.D.O. e Accept), no ROXX Studio, em Solingen, Alemanha.
Thomas Ewerhard, que já trabalhou para bandas como Kissin' Dynamite, Rage, Avantasia e Edguy, ficou responsável pela criação da capa. A edição retail do CD terá 11 faixas enquanto que a limitada em digipak incluirá mais duas.
Mark Sweeney foi durante 12 anos o frontman desta banda, que pegou na sonoridade de uns Gotthard ou China dos primeiros discos e prosseguiu-a. Euro Hard'n'Heavy melódico com um vocalista muito Andi Deris, e por aqui já estão a ver o que vos espera, uma imagem sonora muito Pink Cream '69.
 O disco é terrivelmente bom, este Steve Mageney não será um ilustre desconhecido porque militou nas fileiras de JK Blackmore; exacto, o filho de Richie Blackmore; mas é um vocalista soberbo. os restantes musicos são por assim dizer, autênticos cronómetros suiços, perfeitos. este já é o 7º disco de originais desde o início deste projecto musical em 1998, tem um jogo de guitarras fabuloso conjugado com uma produção polida e bem aberta, deixa-nos presos a várias repetições. Temas bem construidos e com bons arranjos, também muito simples mas eficázes, é impossivel não se gostar de discos como este, tem muito de hard rock e ao mesmo tempo uma sonoridade metálica e pujante com riffs destemidos e musculados, tornou-se um dos meus preferidos. podem os puristas dizer "comercial", eu digo bom material e merecedor; ouçam "Back For Good" e vão ficar de boca aberta. outro tema que me chamou a atenção foi o intro "Zarathustra" de Strauss, uma versão poderosa do épico imortalizado no filme "2001: odisseia no espaço" de Kubrick. uma curiosidade sobre esta banda, é que começaram em 95 como Cherry Pie, muito após o sucesso Warrant e já em pleno movimento Grunge, quem disse que o metal tinha morrido então?
Estas passadas duas semanas tivemos várias edições de altissima qualidade, desde "Misha" Schenker a BloodGood, Stryper, China, Chastain e Benedictum, Royal Hunt e Rhapsody Of Fire, Lion Twin e estes Crystal Ball, sem esquecer os Colossais Barclay James Harvest de quem falarei a seguir; muitos poderão achar estes nomes muito aborrecidos, mas são sem dúvida alguns dos nomes mais aclamados do mundo como profissionais do ramo, génios na sua arte e que irão ficar para a posteridade, e se isso não vos chega, enfim, eu e muitos é que estamos errados e ficaremos assim porque esta religião não é feita de fé, mas sim de metal!!!! FUCK YEAH!!!
McLeod Falou!



Тemas:
01. Zarathustra
02. Break Of Dawn
03. Anyone Can Be A Hero
04. The Brothers Were Wright
05. Eternal Flame
06. Skin To Skin
07. Walls Fall Down
08. Back For Good
09. Power Pack
10. Stranded
11. Sun Came Out
12. Touch The Sky (bonus track)
13. Bond Of Love (bonus track)

Banda:
Markus Flury - Lead, Rhythm Guitar
Marcel Sardella - Drums
Steven Mageney - Vocals
Scott Leach - Lead, Rhythm Guitar
Cris Stone – Bass




sexta-feira, 13 de março de 2015

Eden's Curse - Live With The Curse (2015) UK



O primeiro álbum ao vivo de Eden's Curse soa bem. A banda que começou como um projeto de estúdio lançando entretanto quatro discos de estúdio. O último saiu em 2013 e tinha o nome de "Symphony of sin".
Este álbum também foi o primeiro com o vocalista Nikola Mijic. O vocalista tem uma grande voz e tem uma gama de sons mais ásperos nos altos gritos melódicos. Isso se encaixa muito bem com a música de Eden's Curse - algo que pode ser ouvido no álbum ao vivo.
As músicas que tocam neste disco são uma mistura de novas e velhas. Não é uma grande surpresa que as músicas de "Symphony of sin" talvez sejam as mais representadas. Foi a turnê para promover este disco. Mas também canções mais antigas, como "Judgement day" e "Trinity" foram tocadas e gravadas neste disco.
Em geral, quando ouvi o álbum tinha a impressão que as músicas soavam mais hard do que no álbum de estúdio. Às vezes, especialmente no começo com "Break the silence" e "Masquerade ball", podemos falar sobre puro melódico metal como o conhecemos de bandas como Pretty Maids.
O som é sempre algo importante com um disco ao vivo. Desta vez, não há nada a reclamar. Sabendo que Dennis Ward fez o mix deixa claro por que o álbum soa bem. Ainda há essa atmosfera ao vivo que é bem transferida.
Vale uma curta nota extra é a introdução. Nestes últimos tempos não vês isto muitas vezes, uma banda que é introduzida por um "apresentador". Isso aconteceu no show de Eden's Curse, que foi gravado na Escócia. Muito bom e muito melhor do que apenas "luz para fora e introdução da fita".
"Live with the curse" será amado pelos fãs da banda e os recém-chegados terá uma visão perfeita sobre os destaques musicais de Eden's Curse.



Temas:
CD1:
01. Symphony Of Sin
02. Break The Silence
03. Masquerade Ball
04. Black Widow
05. Trinity
06. Fly Away
07. Just Like Judas
08. Fallen From Grace
09. Jerusalem Sleeps
10. Guitar Solo
11. Time To Breathe

CD2:
01. Rock Bottom
02. Devil In Disguise
03. Wings To Fly
04. No Holy Man
05. Unbreakable
06. Judgement Day
07. Band Introductions
08. Evil & Divine
09. Angels & Demons

Banda:
Paul Logue - Bass, Vocals (2006-present)
Thorsten Köhne - Guitars, Vocals (2006-present) (Attack, Code of Perfection, ex-Aterial, ex-Demon Drive, ex-Hardline)
John Clelland - Drums (2013-present) (ex-Code of Silence)
Steve Williams - Keyboards (2013-present) (Iron Mask (live), ex-Power Quest, ex-David Shankle Group, ex-Mercury Rain, ex-DragonHeart)
Nikola Mijić - Vocals (2013-present) (Alogia, Dreyelands, Expedition Delta)



WE ARE LEGEND – RISE OF THE LEGEND (2013) ALEMANHA




Só pelo facto de que a melodia de piano inicial reporta ao "tubular bells" de Mike Oldfield; (banda sonora do filme "o exorcista"); deixa antever que este disco vai ser, pelo menos, de qualidade garantida.
Banda formada em 2010 com musicos cujas referências passam por Stormwitch; Thunderbolt e Abraxas; bandas de 2º plano na cena metálica alemã, mas com uma qualidade de 1ª linha, estes We Are Legend acabam deeditar o seu àlbum de estréia e digo-vos, têm um auspicioso futuro pela frente. A qualidade está confirmada, o profissionalismo dos musicos também e as composições têm muito que se lhe diga, são de extrema genialidade; até o sino do Big Ben aparece! Existem interludios musicais dentro das próprias composições que nos aludem directamente a outras bandas, como Candlemass no refrão de "hungry mirror". Conhecem Brainstorm? Pois é isso mesmo aquilo o que vos apresentam estes WAL, power metal, prog, bastante compassado com um pouco de dark. O piano tem nesta obra muita relevância, porque os interludios são fabulosos, até Queen aparece aqui. Experimentem este metal eclético, garantida a sua qualidade!
Mcleod Falou!


Temas:
1. Hungry Mirrors
2. This Holy Dark
3. Enemy Within
4. Birth of the Legend
5. Rise of the Legend
6. God is Dreaming
7. Out!
8. Only Time Can Tell
9. March of the Living

Banda:
Selin Schönbeck - Vocals, Piano (ex- Thunderbold)
Dirk Baur - Guitar, Backing Vocals (Coronatus)
Siggi Maier - Guitar, Backing Vocals (ex-Stormwitch; Abraxas)
Dominik Burgdörfer - Bass
Heiko Burst - Drums (Abraxas)




Almah - Unfold (2013) Brasil


Eis-nos então com uma das mais esperadas edições deste ano. E esperada porquê? Edu tornou-se num dos mais conceituados vocalistas da actualidade; seja no Brasil, sua terra natal, seja a nível internacional, mais específicamente na europa; apesar de que nos estados unidos a sua performance a solo, com os Angra ou nestes Almah seja muito bem aceite, e prova disso é a entrevista feita aos musicos do Project: Roenwolf, que tive o previlégio de fazer e postar aqui neste vosso blog.
Edu é visto por grandes musicos como um possível suporte para qualquer projecto que estejam a preparar e isso é o melhor sinal da sua capacidade profissional. Tão profissional a cantar como a compôr. E assim chegamos ao seu novo trabalho, que ainda está a preparar a sua edição oficial mas que já vazou na net.
Power\prog metal melódico, com um livre-trânsito alternativo, um disco poderoso! Apenas acho que o tom está excessivamente baixo o que abafa a exposição geral dos instrumentos e torna tudo um pouco confuso, como se fosse preciso repetir aqueles momentos em que falhamos a percepção, logo de imediato para interiorizar e perceber o que deixamos passar. Realmente, aqui o titulo poderia dar uma ajuda, unfold=desvendar; era isso mesmo o que deveriam ter visto na produção. Mas isso é uma percepção minha, provávelmente poucos de vós serão aqueles que pensarão como eu; e daí...
mais uma vez, o lado social está nas composições. Coisa natural, cada vez mais somos oprimidos pela força do dinheiro e de alguns que estão sentados em pilhas de dinheiro que nunca irão gozar, mesmo que a inflação subisse milhões por cento, são eles que a fazem subir e descer, por isso nada de mau lhes acontecia. Infelizmente não são capazes de deixar de fumar charutos enrolados de notas é um prazer demasiado poderoso para perder com pensos de nicotina. Decididamente concordo com aqueles analistas económicos que dizem que o castigo deles e nosso será vê-los sentados em cima dessa pilhas de dinheiro sem qualquer valor depois de uma revolução mundial que vai levar muita gente inocente para o mundo dos mortos. Mas será que somos mesmo inocentes? Se vivê-mos em sociedade temos que contribuir para ela, por obrigação e por convicção, e é nesta ultima parte em que não somos tão inocentes assim, votar é um dever e não deve de ser feito levianamente como se de um jogo de futebol se tratásse, ou de uma ferverosa escolha religiosa, é o nosso bem estar e o dos nossos filhos que está em causa, há que ver por entre todos os mentirosos quais são aqueles que nos dão mais garantias de um futuro mais estável. É dificil, eu sei mas necessário, vejam até onde a preguiça nos levou. Voltando à musica que é disso que se trata agora, apesar de que na musica tudo isto está implicito nas palavras e sentimentos dos artistas com consciência e que deste modo choram conosco; temos aqui algo de muito interessante até porque era uma incógnita saber se Edu iria expandir o projecto Almah ou passar despercebido até encontrar algo possante para reaparecer após a saída dos magnificos Angra. Eis a resposta! Almah é mesmo para levar a sério e atrevo-me a dizer que vai ficar ao lado de Angra para não dizer algo mais. Noto ambientes e melodias que vi no último disco de Within Temptation, potentes compassos alternativos, e uma força progressiva demasiado consistente para se deixar passar. 12 temas num disco que recomendo a todos os niveis e que certamente estará na linha da frente para muitos e positivos comentários, para não dizer prémios durante este ano de 2013, que está a pouco menos de 2 meses de terminar. Edu nem precisa de palavras para descrever a sua prestação, merece um projecto destes e maior ainda. Técnicamente sem falhas, grupo de musicos perfeito!
McLeod Falou!



Тemas:
1. In My Sleep (4:17)
2. Beware the Stroke (5:32)
3. The Hostage (4:02)
4. Warm Wind (4:58)
5. Raise the Sun (5:06)
6. Cannibals in Suits (4:59)
7. Wings of Revolution (4:47)
8. Believer (5:39)
9. I Do (5:06)
10. You Gotta Stand (5:04)
11. Treasure Of The Gods (9:47)
12. Farewell (3:40)

Banda:
Edu Falaschi (Angra) - vocals
Marcelo Barbosa - guitars
Gustavo Di Padua - guitars
Raphael Dafras - bass
Marcelo Moreira – drums





quinta-feira, 12 de março de 2015

DAMN YANKEES - UPRISING LIVE! 1992 (VIDEO) USA


"Uprising Live!" foi gravado num concerto na cidade de Denver, capital do estado de Colorado, no Canadá, durante a turnê norte-americana (também passaram pelo Japão para divulgar o recém-lançado disco) que se deu em 1992.
Até o mais arcaico se impressiona com a performance energética e impecável do supergrupo. Nenhum erro ou desafinação, execuções exuberantes, máxima interação com o público e boa escolha de repertório - o essencial para um verdadeiro show, seja de Rock ou não.
Jack Blades é um baixista eficiente, um ótimo vocalista e um perfeito showman. Tommy Shaw simplesmente canta muito e segura a guitarra muito bem. Ted Nugent, um dos meus guitarristas prediletos, debulha as seis cordas com competência sem perder o feeling, além de assumir os vocais em algumas horas. E Michael Cartellone comanda as baquetas de forma impressionante: não é a toa que, algum tempo depois, se consolidou no Lynyrd Skynyrd.
O repertório conta com rock e baladas dos dois primeiros discos e, por fim, três covers das antigas bandas de Blades (Night Ranger), Shaw (Styx) e Ted Nugent (carreira-solo): "(You Can Still) Rock In America", "Renegade" e "Cat Scratch Fever", respectivamente. Sobra espaço ainda para destacar o hino "Coming Of Age" e a cativante semi-balada "Where You Goin' Now", mas bom é ver e ouvir este video do início ao fim.



Тemas:
01. Damn Yankees
02. Uprising
03. High Enough
04. Don't Tread On Me
05. Where You Goin' Now
06. Fifteen Minutes Of Time
07. Come Again
08. Coming Of Age
09. Renegade
10. Cat Scratch Fever
11. Rock In America

Banda:
Ted Nugent – lead & rhythm guitars, backing & lead vocals (ex -The Amboy Dukes & solo)
Tommy Shaw – rhythm & lead guitars, backing vocals (ex -Styx)
Jack Blades – bass guitar, lead & backing vocals (ex -Night Ranger)
Michael Cartellone – drums, percussion, backing vocals (ex -Lynyrd Skynyrd)

Prowler - Stallions of Steel (2015) Alemanha


Aqui está mais uma viagem ao início dos anos oitenta. Banda alemã Prowler revisita os dias de tradicional metal que nasce da New Wave of British Heavy Metal, apenas com um toque Teutonic. Agora assinaram contrato com a Pure Steel Records da Alemanha, Stallions Of Steel é o primeiro álbum da banda.
Para ser honesto, eu tenho sentimentos mistos e reservas sobre este álbum. Prowler certamente entende o género escolhido. Seu som é um pouco acentuado, com um lado cru e notável nos riffs. Eles dão a algumas das suas canções um pouco de velocidade, como Out Of The Night and Paranoia, fazendo seu estilo semelhante ao início de proto-power metal. Os temas líricos são quase obsessivos, principalmente acerca do heavy metal. Na verdade, com o coro de Stallions Of Steel parece que o vocalista está dizendo "scallions" of steel ("cebolinha" de aço), você sabe, como a cebola verde.
Honestamente, os PROWLER têm os seus momentos em " Stallions Of Steel", provando que este grupo é dedicado o suficiente para crescer com o tempo, o que cria um potencial para melhorar.
Como alternativa, há algo em Prowler que faz a banda soar como nos velhos tempos, a sua apresentação, mesmo que forçada. Eu não posso dizer que não há uma única música que realmente me chama a atenção. Possivelmente, o ultimo tema, A Maiden's Funeral, que tem um instrumental interessante no meio, e uma agradável harmonia de guitarra no final. Se este ângulo musical for desenvolvido com mais frequência, eu poderia ter uma opinião diferente sobre Stallions Of Steel.
"Out of the Night" e "Freedom" também propõem uma promessa semelhante de orgulho Metal anos 80, ainda com melodias cativantes, eles poderia ser mais suaves e um pouco sofisticados em vez de genéricos.
Mesmo depois de quase sete anos no mercado, PROWLER ainda soam como uma banda que só aprendeu a pisar as águas negras da música Metal. Não há dúvida de que, através de várias notas na sua música percebi que eles não são estranhos ao talento, mas há um longo caminho a percorrer. O potencial está lá, tudo que tem que fazer é manter a posição e seguir em frente com a mesma carga de motivação e convicção.



Temas:
1. Motorcycle Of Love
2. Freedom
3. Mind And Might
4. Stallions Of Steel
5. Mexican Story
6. Out Of The Night
7. Paranoia
8. Prowler
9. A Maiden´s Funeral

Banda:
vocals - Ronny Dietrich
bass - Marvin Mehrländer (Steelclad)
drums - Michael Czernik (Caroozer, ex-Draist Avagnon)
lead- and rhythm guitar - David Junold
lead guitar - Clemens Richter