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domingo, 3 de maio de 2026

Catalano - Perfect Storm (2026) Austrália

Se o objetivo de Roxxi Catalano era capturar o espírito indomável do Sunset Strip de 1986 e transportá-lo diretamente para a Austrália de 2026, então missão cumprida. Perfect Storm não é apenas um título de álbum; é uma descrição precisa do que acontece quando o Glam Metal tradicional é executado com convicção, produção de elite e uma atitude que ignora solenemente qualquer tendência moderna.

Aqui está a nossa análise sobre este lançamento que promete colocar o Hard Rock australiano novamente no mapa do Melodic Rock mundial.


Avaliação: Catalano – Perfect Storm (2026)

A Filosofia de Roxxi: Sem Reinventar a Roda

Roxxi Catalano (ex-De La Cruz) foi muito honesto ao dizer que não pretendia inventar nada de novo. Em vez disso, ele focou-se em aperfeiçoar a fórmula. Onde muitas bandas de "revival" falham por soar a paródia, os Catalano triunfam pela autenticidade. É música feita de fã para fã, com o coração em 1980 e as mãos nos instrumentos de 2026.

O Poder do Quarteto

A química entre os membros é o que sustenta esta tempestade:

  • Roxxi Catalano (Vocais): Traz a garra e o carisma necessários para liderar hinos de arena.

  • Danny Ritz (Guitarra): O verdadeiro "motor" do disco, entregando riffs que são autênticos ganchos e solos que brilham sem serem excessivamente técnicos.

  • Jackson Van Den Bosch e Arthur Cassin: Uma seção rítmica sólida que garante o balanço (groove) indispensável ao Hard Rock.


Mapeamento da Experiência

Atributo

Impacto em Perfect Storm

Energia

Contagiante do início ao fim; não há baladas para "quebrar o gelo".

Produção

Cristalina e potente, dando o destaque merecido às camadas de guitarra.

Composição

8 faixas, 8 hinos. Nenhuma música é desperdiçada (all killer, no filler).

Refrões

Desenhados especificamente para serem berrados a plenos pulmões.

Destaques Sonoros

O álbum é curto (apenas 8 faixas), o que é uma escolha inteligente: ele bate forte, deixa a sua marca e sai de cena antes de se tornar repetitivo. As guitarras de Danny Ritz são o fio condutor, criando uma "parede de som" que suporta as melodias vocais extremamente orelhudas. Se gostas de coros grandiosos e ritmos que te fazem bater o pé instantaneamente, este disco foi feito para ti.


O Veredito Final

Perfect Storm é uma celebração gloriosa do Hard Rock melódico. Pode não reinventar a roda, mas dá-lhe um acabamento cromado e coloca-a a rolar a 200 km/h numa autoestrada em direção ao sol. É um disco revigorante, honesto e, acima de tudo, divertido — algo que o Rock às vezes esquece de ser.

Nota: 8.8/10

"Roxxi Catalano provou que a 'roda' dos anos 80 ainda tem muita estrada pela frente. Perfect Storm é um hino à persistência do Glam Metal, servido com sotaque australiano e uma produção de fazer inveja."


Destaques: A performance de Danny Ritz nas guitarras e a consistência das 8 faixas.

Recomendado para: Fãs de De La Cruz, Danger Danger, Skid Row e qualquer pessoa que ainda acredite que a felicidade se encontra num bom riff de guitarra e muita laca no cabelo.


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quinta-feira, 27 de novembro de 2025

The Dead Daisies - Live At Stonedead (2025) Austrália / USA

Live At Stonedead, lançado a 22 de novembro de 2025 pela SPV Records, não é apenas um álbum ao vivo; é a prova da força inegável da superbanda The Dead Daisies em palco. Gravado no festival Stonedead, em Newark (Reino Unido) em 2024, este lançamento captura a energia de um grupo de músicos de elite do Hard Rock a revisitar o melhor dos seus próprios sucessos e a homenagear os seus antecessores.

O Som: Hard Rock Clássico Agressivo

O Dead Daisies é um coletivo rotativo que se baseia nas tradições do Hard Rock Clássico dos anos 70 e 80, com uma atitude de Rock and Roll direto, sem frescuras.

  • Powerhouse Vocal e Instrumental: A formação capturada neste álbum é uma verdadeira powerhouse. Os vocais potentes de John Corabi (ex-Mötley Crüe, The Scream) são a âncora do som, com a sua voz rouca e cheia de blues a encaixar-se perfeitamente nos riffs pesados.

  • Guitarras de Elite: O álbum vive e morre pelo trabalho de guitarra. As guitarras de David Lowy e Doug Aldrich (ex-Whitesnake, Dio) entregam riffs musculados e solos de shred melódicos, que são a espinha dorsal do Hard Rock da banda.

  • Energia Ao Vivo: A grande força de um álbum ao vivo do Dead Daisies é a energia palpável da performance. O som é cru, apertado e alto, transmitindo a sensação de um concerto de arena.

Repertório: Hinos Próprios e Homenagens Clássicas

O alinhamento de um espetáculo do Dead Daisies é sempre uma mistura inteligente dos seus próprios hinos e covers que cimentam as suas influências.

  • Destaques da Banda: O álbum incluirá certamente hinos da banda como "Holy Ground (Shake The Memory)", "Bustle and Flow" e a favorita dos fãs, "Long Way To Go". Estas faixas são elevadas pela performance ao vivo, tornando-se mais cruas e urgentes.

  • Os Covers: A banda é famosa pelas suas homenagens. Espere versões potentes e respeitosas de clássicos do Rock. Covers prováveis incluem "Helter Skelter" (The Beatles) ou "Midnight Moses" (The Sensational Alex Harvey Band), que mostram a versatilidade e a paixão da banda pelas suas raízes.

  • Abertura e Encerramento: O álbum deve abrir com uma explosão de energia e fechar com uma faixa que deixa o público a querer mais, tipicamente um cover de Rock lendário ou um dos seus maiores sucessos.

O Veredito Final

Live At Stonedead é um álbum essencial para os fãs do Hard Rock Clássico e para quem aprecia um som de Rock N' Roll direto, descomprometido e executado com excelência técnica. A gravação capta a banda no seu elemento, provando que o Hard Rock de guitarras gordas e refrões fortes está mais vivo do que nunca. É uma celebração do Rock de estádio, entregue por músicos que conhecem o seu ofício.

Recomendado para: Fãs de Hard Rock Clássico, Blues Rock, Bandas como Whitesnake, Mötley Crüe e quem procura um álbum ao vivo com som de alta qualidade.


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terça-feira, 25 de novembro de 2025

Cassidy Paris - Bittersweet (2025) Austrália

Bittersweet, lançado a 21 de novembro de 2025 pela Frontiers Music Srl, é o mais recente álbum de Cassidy Paris, e é descrito como uma obra cheia de emoção, força e paixão em cada nota. O álbum surge após um ano turbulento (2025), o que reforçou a resiliência e a honestidade na escrita de Cassidy, que contou com contribuições de Paul Laine e Steve Brown.

O Som: Pop com um Coração Hard Rock

O álbum é uma fusão eficaz de géneros, estabelecendo Cassidy Paris como uma força no Pop Rock moderno, com fortes raízes no Hard Rock dos anos 80.

  • Pop-Rock Melódico: A sonoridade principal é a de um Pop altamente cativante, sustentado por uma corrente de Rock da década de 80. O álbum tem um som que lembra a energia e o apelo de artistas como P!nk, mas com riffs e estruturas de canções mais sólidas.

  • Vocais e Emoção: A vocalista apresenta a sua performance mais honesta e crua até à data. O álbum é lírica e emocionalmente carregado, sendo um "diário" dos altos e baixos da sua vida.

  • Hinos e Baladas: O álbum cumpre o seu título, alternando entre hinos cheios de hooks e baladas sinceras e sentidas, capturando a vulnerabilidade e a força.

Destaques das Faixas

O álbum é elogiado por não ter apenas algumas faixas de destaque, mas sim por ser preenchido com ótimas canções de alta qualidade:

  • "Butterfly": O tema de abertura é "incrivelmente cativante", um sucesso perfeito de Pop com um refrão enorme e potente.

  • "Finish What We Started": Um Pop Rock altíssimo e infeccioso. O seu refrão é contagiante, transportando o ouvinte para uma atmosfera de verão.

  • "Nothing Left To Lose": Uma faixa mais pesada e "mastigável" (crunching riff), com um bom equilíbrio de call and response entre o vocal principal de Cassidy e a resposta masculina.

  • "Getting Better": Liricamente uma mensagem de afirmação positiva sobre superar dificuldades. Sonoramente, uma explosão de energia positiva, com ótimas guitarras a sustentar a mensagem.

  • "Give Me Your Love": Uma "carta selvagem" do álbum, com um toque mais Bluesy que muda agradavelmente o ritmo.

  • "Can't Let Go": Uma "bela balada" onde Cassidy Paris soa no seu melhor, suave e emocional.

  • "Undecided": Um dos temas mais pesados de Hard Rock, com um chug que remete para os gloriosos anos 80, mas com um toque moderno.

  • "Stronger": O tema de encerramento, adicionado de última hora e escrito sobre o tumulto da sua vida em 2025. É uma canção de resiliência e autodeterminação ("I got stronger when I said goodbye to you"), que encapsula a força e a determinação da artista.

O Veredito Final

Bittersweet é um álbum extremamente maduro e confiante para a jovem artista. É um disco que demonstra que a cantora não só sobreviveu às adversidades, mas saiu delas mais forte e capaz de canalizar essa emoção em grande arte. A qualidade das 13 faixas é tão alta que o crítico sugere que o álbum se coloca no território de "álbum do ano".

Recomendado para: Fãs de Hard Rock Melódico que apreciam ganchos pop (P!nk, Halestorm, Vixen) e um álbum que oferece uma mistura de velocidade, emoção crua e atitude inabalável.


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quinta-feira, 23 de outubro de 2025

The Southern River Band - Easier Said Than Done (2025) Austrália

Easier Said Than Done, o quarto álbum de estúdio dos rockers australianos The Southern River Band (TSRB), lançado a 17 de outubro de 2025 pela Civilians, é um trabalho gloriosamente cru, suado e totalmente descomprometido com as tendências modernas.

A banda de Perth solidifica o seu lugar como uma das melhores exportações de Rock & Roll da Austrália, entregando um álbum que é a essência do pub rock australiano e do classic rock americano dos anos 70 e 80.

O Som: Rock de Estádio com Boogie de Bar

O álbum, produzido pelo conceituado Nick DiDia (conhecido por trabalhar com Pearl Jam e Bruce Springsteen) e gravado ao vivo em estúdio em Byron Bay, capta pela primeira vez a energia inigualável que o TSRB exibe nos seus espetáculos.

Puro Rock & Roll: O álbum é um soco de 12 faixas que percorre a bravata do pub rock e a arrogância do glam-rock. Não há truques nem produção artificial; é guitarrada, groove e crueza, tal como o rock & roll deve ser.

Influências Clássicas: Os TSRB não escondem as suas influências, transformando-as numa "brilhante colagem musical":

Harmonias de Guitarra: Muitas faixas apresentam as famosas harmonias de guitarra no estilo Thin Lizzy, especialmente em canções como "One Last Dance".

O Boogie Australiano: O álbum tem a vibração e a pulsação do AC/DC e dos The Angels nos seus riffs mais diretos, juntamente com o boogie dos The Rolling Stones em faixas como "Bad Luck Baby, Bye Bye".

O Sleaze Americano: Há um toque de sleaze no estilo Aerosmith e The Black Crowes no Hard Rock com blues de "Suits Me Just Fine".

O Tuga Carismático: O vocalista Cal Kramer, com a sua atitude e o seu mullet icónico, lidera a banda com um rosnado e um sorriso. O seu canto, complementado pelo seu banter australiano bem-humorado, é a alma do álbum.


Destaques da Composição:


"Fuck You, Pay Me": Um hino de classe trabalhadora, duro e direto, que cumpre exatamente o que o título promete.

"Don't Take It To Heart": A abertura que arranca a toda a velocidade e estabelece o ritmo consistente do álbum.

"No Such Time": Uma faixa surpreendente, oferecida por ninguém menos que Bernard Fanning (Powderfinger). É um earworm melódico cheio de groove que se encaixa perfeitamente no ADN da banda.

"One Of These Nights (I'll Be Gone)": O encerramento do álbum, que mostra uma ternura inesperada. É uma balada mais suave e reflexiva, com toques de country, provando que a banda tem profundidade por baixo da bravata.


O Veredicto

Easier Said Than Done é um lembrete forte de que o verdadeiro rock & roll está vivo e a prosperar, feito com alma, suor e alguns palavrões. Embora alguns críticos considerem o som previsível (o que é inerente ao género), é uma previsibilidade que agrada, pois evoca o melhor da música rock das últimas décadas.

Para quem sente falta daquele som autêntico que parece ter saído de um amplificador Marshall a ferver num pub, este álbum é uma audição obrigatória.


Veredicto Final: Uma odisseia de Rock & Roll que deve ser ouvida alto. E depois ainda mais alto. Os TSRB estão a voar a bandeira do rock australiano a uma escala global e este álbum é o seu manifesto.

Recomendado para: Fãs de AC/DC, Thin Lizzy, The Black Crowes, The Darkness e para quem adora a energia do pub rock ao vivo.

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domingo, 3 de agosto de 2025

Ablaze - Sink Ya Teeth In (2025) Austrália

Os Ablaze, a banda australiana que opera no território do hard rock e heavy metal, apresentam o seu mais recente álbum, "Sink Ya Teeth In". Este trabalho é uma demonstração de força e uma prova de que a banda não tem medo de mergulhar na essência do rock and roll mais musculado, mas com uma produção moderna e uma atitude inabalável.

Desde o primeiro acorde, "Sink Ya Teeth In" atinge o ouvinte com a força e a energia de um soco. A produção é robusta e cristalina, permitindo que a agressividade das guitarras e a potência da secção rítmica se destaquem sem soar diluído. Há um equilíbrio notável entre a crueza do rock de garagem e a polidez necessária para um som de grande escala.

As guitarras são o coração pulsante do álbum, com riffs pesados e cativantes que remetem a gigantes como AC/DC e Judas Priest, mas com uma identidade própria dos Ablaze. Os solos são incendiários, cheios de shredding e feeling, e são perfeitamente integrados na estrutura das canções. A secção rítmica é uma máquina de ritmo, com a bateria a marcar um andamento implacável e o baixo a fornecer uma base sólida e dinâmica.

O vocalista é uma força central, com um timbre que se encaixa perfeitamente na agressividade do álbum. A sua voz é rasgada e cheia de atitude, entregando letras que celebram a vida, a rebeldia e a paixão pelo rock. Os refrões são viciantes e feitos para serem cantados a plenos pulmões, mostrando a capacidade da banda em criar hinos de rock memoráveis.

"Sink Ya Teeth In" é um álbum que brilha pela sua consistência e coesão. As músicas fluem bem umas para as outras, mantendo um nível de energia constantemente elevado. Embora os Ablaze operem dentro de uma linguagem familiar para os amantes do heavy metal e hard rock clássico, eles conseguem imprimir a sua própria marca, com composições que são ao mesmo tempo clássicas e cheias de vida.

Para os fãs de bandas como Judas Priest, AC/DC, e outros gigantes do heavy metal tradicional, "Sink Ya Teeth In" será uma audição extremamente gratificante. É um álbum que celebra a essência do género: riffs poderosos, uma atitude desafiadora e uma paixão inegável.

Em resumo, "Sink Ya Teeth In" é um triunfo para os Ablaze. É um álbum que entrega o que promete: uma dose generosa de hard rock e heavy metal puro e sem concessões, feito com paixão e uma execução impecável.

Já teve a oportunidade de ouvir "Sink Ya Teeth In" dos Ablaze? Qual a sua faixa favorita e o que mais o atraiu neste álbum?

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Bengal Tigers - Cry Havoc (2025) Austrália

Os Bengal Tigers, a banda de heavy metal da Austrália, regressam com o seu mais recente álbum, "Cry Havoc", uma declaração de intenções que promete uma dose de metal puro e sem concessões. Para os amantes de riffs poderosos, vocais rasgados e uma energia implacável, este álbum é um prato cheio, entregue com a paixão e a agressividade que definem o género.

Desde o primeiro acorde, "Cry Havoc" atinge o ouvinte com a força de uma carga de batalha. A produção é robusta e direta, capturando a essência de uma banda que soa como se estivesse a tocar ao vivo. As guitarras são o coração pulsante do álbum, com riffs que são simultaneamente pesados e cativantes. Os solos são incendiários, cheios de feeling e técnica, mas sempre com o propósito de servir a energia da canção.

O vocalista é uma força central. Com uma voz que tem um timbre rasgado e cheio de atitude, ele entrega as letras com uma confiança inabalável. Os refrões são viciantes e feitos para serem cantados em plenos pulmões, mostrando a capacidade da banda em criar hinos de metal. As letras, que frequentemente abordam temas de guerra, batalha e superação, complementam na perfeição a sonoridade agressiva do álbum.

"Cry Havoc" é um álbum que brilha pela sua consistência e coesão. As músicas fluem bem umas para as outras, mantendo um nível de energia constantemente elevado. Embora os Bengal Tigers operem dentro de uma linguagem familiar para os amantes do heavy metal clássico, eles conseguem imprimir a sua própria marca, com composições que são ao mesmo tempo clássicas e cheias de vida. A banda não tenta reinventar a roda, mas sim roda-a com grande entusiasmo e competência.

Para os fãs de bandas como Judas Priest, Accept, Saxon, e outros gigantes do heavy metal tradicional, "Cry Havoc" será uma audição extremamente gratificante. É um álbum que celebra a essência do género: riffs poderosos, uma atitude desafiadora e uma paixão inegável.

Em resumo, "Cry Havoc" é um triunfo para os Bengal Tigers. É um álbum que entrega o que promete: uma dose generosa de heavy metal puro e sem concessões, feito com paixão e uma execução impecável. Prepare-se para gritar "Cry Havoc" junto com eles.

Já teve a oportunidade de ouvir "Cry Havoc" dos Bengal Tigers? Qual a sua faixa favorita e o que mais o atraiu neste álbum?

terça-feira, 1 de julho de 2025

Orianthi - Some Kind of Feeling (2025) Austrália


ORIANTHI - SOME KIND OF FEELING: Uma Emoção em Forma de Rock em 2025

A rainha da guitarra, Orianthi, continua a solidificar o seu legado no mundo do rock com o lançamento de "Some Kind of Feeling" em 2025. Conhecida pela sua maestria técnica e pela capacidade de infundir cada nota com paixão, Orianthi entrega uma faixa que promete ressoar profundamente com os seus fãs e conquistar novos ouvintes.

"Some Kind of Feeling" destaca-se pela fusão característica de Orianthi entre o hard rock enérgico e melodias cativantes, temperadas com a sua inconfundível perícia na guitarra. É provável que a canção apresente solos virtuosos que já se tornaram a sua marca registada, combinados com uma performance vocal poderosa e emotiva. A canção explora, como o título sugere, uma gama de emoções, transmitindo uma sensação de vulnerabilidade e força simultaneamente.

A produção de "Some Kind of Feeling" deve ser cristalina, permitindo que cada elemento da instrumentação brilhe, desde os riffs de guitarra impactantes até à bateria pulsante e à linha de baixo sólida. A voz de Orianthi, sempre expressiva, provavelmente lidera a faixa com uma confiança que equilibra a sua destreza instrumental.

Este single de 2025 é mais um testemunho da evolução contínua de Orianthi como artista. Ela não é apenas uma guitarrista fenomenal, mas também uma compositora e vocalista que consegue criar músicas com significado e impacto duradouro. "Some Kind of Feeling" é, sem dúvida, uma adição valiosa à sua discografia e uma demonstração de que a paixão e o talento de Orianthi continuam a queimar intensamente no cenário do rock.

Para os fãs de rock melódico com um toque de virtuosismo na guitarra, "Some Kind of Feeling" é uma audição essencial que solidifica o estatuto de Orianthi como uma das figuras mais dinâmicas e talentosas da música atual.

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quinta-feira, 19 de junho de 2025

Crosson - Guilty Of Rock (2025) Austrália

O último álbum de Crosson, "Guilty of Rock", está recebendo críticas positivas, descrito comouma celebração do glam metal clássico com um toque moderno O álbum é conhecido por seus ganchos cativantes, refrãos poderosos e solos de guitarra impressionantes. Os críticos destacam suas qualidades divertidas, enérgicas e antológicas, sugerindo que ele captura o espírito da Sunset Strip dos anos 80.
Pontos principais das avaliações:
Som:
O álbum é elogiado por seus grandes riffs, refrões cativantes e uma produção moderna que ainda mantém a sensação do glam metal clássico.
Cativante:
Muitos críticos enfatizam os refrãos contagiantes e memoráveis do álbum, tornando-o uma audição agradável.
Energia:
O álbum é descrito como cheio de energia, otimista e de vibrações positivas.
Potencial ao vivo: 
As músicas são consideradas perfeitas para apresentações ao vivo, com alguns críticos mencionando especificamente o potencial para serem cantadas junto.
Produção moderna: 
A produção é moderna e poderosa, mas ainda mantém um toque de rock clássico, graças ao produtor Erik Martensson.
Temas e inspirações:
 "Nobody Wins" é inspirado na invasão russa da Ucrânia, enquanto o álbum como um todo é visto como uma celebração do rock and roll.
Visuais:
O videoclipe de "Guilty of Rock" apresenta animação 3D ambientada em um mundo futurista onde o rock é proibido, adicionando um elemento visual à apresentação da banda.
Data de lançamento: O álbum foi lançado em 13 de junho.
Turnê:
Crosson também está pronto para embarcar em uma turnê nacional para promover Tyketto.
No geral, "Guilty of Rock" está sendo bem recebido por fãs e críticos por seu som cativante, enérgico e hino, posicionando-o firmemente no reino do glam metal clássico com um toque moderno.

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sábado, 24 de maio de 2025

Mario Vayne - The Moment (2025) Austrália


Natural de terras australianas, Mario Vayne é um artista multifacetado, exercendo as funções de compositor, cantor e guitarrista. Ele está prestes a lançar seu álbum de estreia, intitulado "The Moment", que reúne uma variedade de músicas que oscilam entre hard rock e AOR. Eu aprecio uma boa surpresa musical, e este álbum se encaixa perfeitamente nessa descrição. Após ouvi-lo, estou confiante de que Mario apresentou algumas das canções mais envolventes que podem ser encontradas neste estilo. O álbum se destaca em muitos aspectos, embora contenha uma característica que pode influenciar a percepção de alguns ouvintes.
Iniciando pela parte positiva, as músicas. A canção que abre o disco, "Diary of a Heart", foi reproduzida na íntegra três vezes antes de eu passar para a próxima. Ela se destaca por sua melodia envolvente e letras notáveis, especialmente no refrão. A maneira como Mario organiza as palavras para se harmonizarem à linha melódica é simplesmente excepcional. Não poderia existir uma construção mais eficaz para um hino de rock melódico.
O novo single, "Baby (Way You Love Me)", traz um ritmo mais suave, mas intensifica o refrão, que possui uma presença quase coral. Os vocais de fundo assumem uma sonoridade semelhante à de um coro. É uma canção AOR/pop repleta de acordes potentes que acrescentam um toque rockeiro.
"Electric" incorpora um pouco da melodia do Top Gun Anthem, de Steve Stevens, mas Mario a reinventa com uma abordagem minimalista, lembrando uma trilha sonora que se escuta nos créditos de abertura de um seriado. O refrão é composto por um ostinato de apenas três palavras, que se revela simples, mas memorável e eficaz.
Por vários dias seguidos, uma música ecoava em minha mente: "Diamond". Trata-se de um rock vibrante que fala sobre uma mulher fascinante, onde Mario, mais uma vez, demonstra sua habilidade em articular palavras e melodias na ponte e no refrão, tornando tudo incrivelmente cativante. Ao ouvir essa faixa, ela também irá marcar sua cabeça.
Apenas para sintetizar alguns outros destaques, a faixa que dá nome ao álbum remete a uma canção perdida do Survivor. O piano se torna o protagonista nesse rock de ritmo moderado que certamente agradará os admiradores da banda. Há duas semi-baladas AOR que se sucedem, "Trust" e "After the Rain". Embora eu frequentemente critique a colocação de baladas de forma consecutiva, ambas são tão impactantes que não me importei. Além disso, a sequência eleva o impacto da faixa "Diamond", quando ela aparece logo depois.
Chegou a hora de discutir a principal falha do álbum, que, por sinal, é bastante significativa: a produção. Notei, logo no início da faixa de abertura, "Diary of a Heart", um problema relacionado ao nível sonoro. Embora a música inicie com um riff de guitarra poderoso, o volume da guitarra diminui abruptamente quando a banda entra. A balada "Sorry Ain't Enough" também apresenta inconsistências nas guitarras.
Esses problemas se manifestam em quase todas as faixas, mas a maior falha ocorre em "Rock N Roll Day", a segunda faixa. As discrepâncias sonoras entre a primeira e a segunda faixa são notáveis! "Rock N Roll Day" soa como uma gravação de demonstração de baixa qualidade, especialmente em relação à bateria. A impressão é que os microfones estavam situados em um canto distante da sala durante a gravação da bateria. Embora a canção seja atraente, é incompreensível que a banda tenha escolhido lançá-la como o primeiro single e colocado sua faixa mais fraca no segundo lugar do álbum. Por outro lado, apesar de cada faixa ter seus problemas sonoros, nenhuma delas é tão ruim quanto esta.
Esse álbum tinha tudo para se tornar o meu favorito do ano, mas a produção realmente deixou a desejar. É uma pena que Mario não tenha conseguido captar um som melhor para essas músicas. Eu realmente aprecio este álbum, mas ele poderia ter alcançado um patamar superior. Consigo imaginar um produtor como Chris Laney fazendo um trabalho excecional com um material assim. Apesar desta falha, ainda recomendo fortemente o álbum, mas com uma advertência quanto à qualidade sonora. As composições são tão boas que consigo ignorar a questão da produção. Sugiro que você procure as músicas online e forme sua própria opinião. Elas merecem ser ouvidas.

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