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sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Amon Amarth - The Great Heathen Army (2022) Suécia


Vikings saqueadores e assassinos do mais pesado dos metais Amon Amarth regressam em 5 de agosto com seu décimo segundo álbum de estúdio 'The Great Heathen Army' via Metal Blade Records.
Falando sobre o álbum, o vocalista Jonas Hegg afirmou que "'The Great Heathen Army' é um dos álbuns mais pesados que fizemos". e essa afirmação é evidente nas notas de abertura de 'Get In The Ring'. É um tema sombrio e pesado, seu peso do cacete atinge o ouvinte enquanto Jonas clama por uma luta, uma música escrita para seu amigo e lutador Erick 'Redbeard' Rowan, que muitas vezes ostenta as camisetas da banda no ringue.
Apesar do peso da abertura, as marcas tradicionais dos Amon Amarth ainda são evidentes. A faixa-título do álbum 'The Great Heathen Army' tem um riff de abertura carregado de grooves que leva tanto a banda quanto o ouvinte à batalha, ondas de guitarras batendo em cima de ti enquanto tu é envolvido por este álbum.
Excluindo a faixa de abertura, o tema do álbum é como sempre entrelaçado com o folclore viking, indo para a batalha e contos de guerra total. O som corajoso que se tornou sua marca registada ao longo de muitos anos é predominante e liga perfeitamente a narrativa à música.
Com Andy Sneap na cadeira de produção e uma banda com o objetivo de revisitar as raízes de seu som, Amon Amarth gravou uma peça marcante de excelência musical pesada. É tão bom quanto ‘Twilight of the Thunder God’? Talvez não, mas não está longe! 'The Great Heathen Army' é o trabalho de uma banda que completou o círculo, refinando seu som e sua imagem quase à perfeição.
Com uma turné marcada para o Reino Unido nos próximos meses, mal podemos esperar pelo próximo capítulo da história brutal dos Amon Amarth.

domingo, 5 de maio de 2019

Amon Amarth - Berserker (2019) Suécia



É ao fim de quase 30 anos de existência que os Amon Amarth (suecos vikings com nome retirado do universo de Tolkien) utilizam o termo berserker para um título ou conceito. De facto, este décimo primeiro álbum é uma fúria incontrolável, mas ao detalhe pode, infelizmente, não passar apenas disso, mesmo que se incluam novos elementos como guitarras acústicas na faixa inaugural “Fafner’s Gold” ou piano na última “Into the Dark”.
Habitualmente épico a toda a largura e com a patente sonora bem impregnada que nos leva a dizer ‘isto é Amon Amarth’ ao fim de poucos segundos de um riff, “Berserker” sofre de um mal que tinha de surgir a qualquer momento: tirando os dois novos ingredientes assinalados atrás, a novidade dos suecos é mais do mesmo. As ideias estão audivelmente batidas e já foram ouvidas vezes sem conta ao longo de mais de 25 anos, sendo que algumas faixas, como “Wings of Eagles”, dão a entender que foram feitas à pressa e sem grande paixão – o que é um grande abalo para os fãs mais acérrimos. O tal riff/lead de marca de Amon Amarth existe, claro que sim, mas ao fim de três audições começa a ser perceptível que o álbum carece daquele murro na cara, daquela fertilidade que é imaginar um guerreiro viking na proa da sua embarcação a levar com vagas, chuvas e ventos enquanto clama por Odin.
É sempre um erro querer que as nossas bandas preferidas repitam ou assemelhem na actualidade aquilo que de muito bom fizeram anos antes, mas a verdade é que “Berserker” necessitaria de um punch que facilmente fora encontrado em temas como “The Pursuit of Vikings”, “With Oden on Our Side”, “Twilight of the Thunder God” ou “Raise Your Horns” e agora não é - ou quase nada. Após tantos anos não se pode estar ininterruptamente no topo, e quando na estrada se ganha muita popularidade, é possível que o trabalho de estúdio sofra - é o que parece estar a acontecer, e “Berserker” poderá enfim, nos anos vindouros, passar despercebido numa discografia vasta e rica.
Fonte: ULTRAJE


quinta-feira, 24 de março de 2016

Amon Amarth - Jomsviking (2016) Suécia



Os suecos titãs do metal Amon Amarth estão de volta com o seu 10º álbum Jomsviking. Primeiro disco conceitual da banda na sua longa carreira, este conta-nos uma história de amor trágico e de vingança, apoiado pela marca melódica e hino metal dos suecos, que foi produzido e misturado por Andy Sneap (Megadeth, Testament, Accept). A história original épica é ambientada no mundo dos Vikings de jomsborg, a lendária ordem dos Vikings mercenários.



Temas:
01. First Kill
02. Wanderer
03. On A Sea Of Blood
04. One Against All
05. Raise Your Horns
06. The Way Of Vikings
07. At Dawn's First Light
08. One Thousand Burning Arrows
09. Vengeance Is My Name (bonus track - for digibook, digital, LP, and viking ship editions)
10. A Dream That Cannot Be (feat. Doro Pesch)
11. Back On Northern Shores
Banda:
Olavi Mikkonen - guitars
Ted Lundström - bass
Johan Hegg - vocals
Fredrik Andersson - drums
Johan Söderberg – guitars






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