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domingo, 28 de maio de 2023
Sirenia - 1977 (2023) Noruega
Explorando um novo estilo como nunca antes - os ícones do metal sinfónico SIRENIA revolucionam seu estilo melódico Darkness no novo álbum de estúdio, '1977', na Napalm Records. Tem o objetivo de transportar o ouvinte para a época em que as melodias groovy do synthwave dominavam o mundo da música.
A banda internacional funde os estilos pop rock do final dos anos 70 e 80 com synthwave e suas melodias sinfónicas marcantes e enérgicas - sacudindo profundamente o ouvinte. Mais uma vez, o compositor Morten Veland produziu o 11º disco, enquanto HK no Vamacara Studio, na França, cuidou da mixagem.
Aproveitando a magia dos sons cativantes dos anos 80, o quarteto entroniza sua nova obra, abrindo com a cativante 'Deadligh', num cenário de violinos em movimento e linhas frágeis de piano. Isso cria uma atmosfera enérgica, sublinhada pelos ares nostálgicos da voz mezzo soprano da cantora francesa Emmanuelle Zoldan.
Em seguida, o ritmo rápido de 'Wintry Heart', dá um lado mais dos anos 90 com guitarras rugindo, enquanto 'Nomadic' representa o lado sombrio e pesado, característico de SIRENIA, riffs de guitarra estridentes alternam com interlúdios de fusão, enquanto a bateria implacável define o ritmo às notas eletrónicas e sinfónicas andam de mãos dadas, da melodia.
"A Thousand Scars", com riffs de rock, contrasta maravilhosamente com a voz de Emmanuelle.
Transportando seus fãs diretamente para casas noturnas enfumaçadas e iluminadas por neon, a mistura eclética de '1977' abre novas facetas emocionantes de elementos sinfónicos, eletrónicos e groove na música dos SIRENIA.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021
Sirenia - Riddles, Ruins & Revelations (2021) Noruega
Da Noruega vem o décimo álbum dos veteranos do Goth Metal Sirenia intitulado Ruins, Riddles & Revelations. Conhecidos por seus vocais femininos líricos e apoiados por guitarras pesadas e etéreas, com produção excelente, Sirenia nos deu mais um lançamento sólido. A banda foi formada em 2001 por multi-instrumentista (guitarras, baixo, teclados) e o agressivo vocalista Morten Veland (ex Tristania ) que teve uma mão na fundação do Gótico Metal como o conhecemos hoje. A banda é liderada pela suprema vocalista Emmanuelle Zoldan, sua voz hipnótica movendo-se facilmente dos sons pop à ópera enquanto ela entoa melodias fortes e refrões tipo hino. Completando essa formação sólida está Nils Courbaron na guitarra e Michael Brush na bateria.
Ruins, Riddles & Revelations tem uma sensação mais Techno-Metal às vezes do que trabalhos anteriores, já que os sintetizadores se misturam perfeitamente com os riffs cativantes e poderosos e a bateria forte. Embora não seja tão simples quanto o Techno, a batida subjacente tem o mesmo pulso e tempo em várias faixas. Os valores de produção são altos, pois a banda mistura efeitos sonoros, coros etéreos e sons sinfónicos com riffs pesados que saltam junto com um ritmo de dança. O efeito geral dessa mistura de sons adiciona profundidade e carácter ao álbum, tornando-o divertido de ouvir.
Algumas das faixas de destaque incluem “Towards an Early Grave” com sua fórmula de compasso de 6/8, Heavy Metal shuffle e killer middle 8 enquanto Morten Velan rosna agressivamente. Outra faixa divertida é “Into Infinity”, com seus tons sinistros de ficção científica e melodias assustadoras acompanhadas por um refrão pop. Não perca “We Come to Ruins” com seus grunhidos agradáveis e pesados, bonitos efeitos sonoros e ritmo progressivo que mostra o talento do baterista Michael Brush.
Os Sirenia passaram por muitas mudanças na formação ao longo dos anos, mas encontraram um grupo sólido de músicos que estão no caminho certo à medida que ficam um pouco melhores a cada álbum. A banda oferece uma mistura de Metal Gótico, Rock Melódico com orquestrações clássicas, além de elementos mais do Metal Extremo que os tornam uma ótima audição. Para os fãs de Melodic Gothic Metal com um toque quase Techno, Ruins, Riddles & Revelations é uma escolha sólida para a tua colecção.
Ruins, Riddles & Revelations tem uma sensação mais Techno-Metal às vezes do que trabalhos anteriores, já que os sintetizadores se misturam perfeitamente com os riffs cativantes e poderosos e a bateria forte. Embora não seja tão simples quanto o Techno, a batida subjacente tem o mesmo pulso e tempo em várias faixas. Os valores de produção são altos, pois a banda mistura efeitos sonoros, coros etéreos e sons sinfónicos com riffs pesados que saltam junto com um ritmo de dança. O efeito geral dessa mistura de sons adiciona profundidade e carácter ao álbum, tornando-o divertido de ouvir.
Algumas das faixas de destaque incluem “Towards an Early Grave” com sua fórmula de compasso de 6/8, Heavy Metal shuffle e killer middle 8 enquanto Morten Velan rosna agressivamente. Outra faixa divertida é “Into Infinity”, com seus tons sinistros de ficção científica e melodias assustadoras acompanhadas por um refrão pop. Não perca “We Come to Ruins” com seus grunhidos agradáveis e pesados, bonitos efeitos sonoros e ritmo progressivo que mostra o talento do baterista Michael Brush.
Os Sirenia passaram por muitas mudanças na formação ao longo dos anos, mas encontraram um grupo sólido de músicos que estão no caminho certo à medida que ficam um pouco melhores a cada álbum. A banda oferece uma mistura de Metal Gótico, Rock Melódico com orquestrações clássicas, além de elementos mais do Metal Extremo que os tornam uma ótima audição. Para os fãs de Melodic Gothic Metal com um toque quase Techno, Ruins, Riddles & Revelations é uma escolha sólida para a tua colecção.
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
Sirenia - Arcane Astral Aeons (2018) Noruega
Dois anos depois de "Dim Days Of Dolor", o mentor Morten Veland apresenta o nono álbum do Sirenia, "Arcane Astral Aeons", mais uma vez refletindo o amor do norueguês pelas aliterações de título e conseguindo infundir a noite mais escura com as cores mais brilhantes. Quem poderia resistir a uma abertura sinfônica e desenfreada como "In Styx Embrace"? A voz do mezzo-soprano etéreo do vocalista Emmanuelle Zoldan conecta todas as 11 composições variadas e espirituosas. O insanamente melódico "Into The Night" mostra suas habilidades e flui para o cativante "Love Like Cyanide", que não tem medo de usar um punhado de marcas de black metal. O lendário produtor dinamarquês Jacob Hansen conseguiu harmonizar o lado mais tranquilizador dos Sirenia com sons de metal nervosos e oferece um passeio selvagem perfeitamente equilibrado. O lançamento mais atraente até agora, cortesia de Morten Veland!
Fonte: Sirenia
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Sirenia - The Seventh Life Path (2015) Noruega
A banda norueguesa Sirenia chega a seu sétimo trabalho, The Seventh Life Path, já não precisando provar nada para mais ninguém. E mesmo assim, são capazes de impressionar. Depois do bom Perils Of The Deep Blue (2013), o quarteto mostra que mantém seu estilo metaleiro sinfônico e gótico, os mesmos timbres de guitarra e a mesma alternância entre vocais limpos, líricos e guturais, mas deixando a estrutura musical mais livre.
Das 11 faixas do álbum, apenas três têm menos de 6 minutos de duração. Além disso, apenas a última música, “Tragadienne”, é mais lenta. O restante é uma paulada atrás da outra, cheio de orquestrações bem encaixadas e de corais góticos que engrossam a sonoridade do grupo. Mas quase todas as faixas possuem seus momentos mais lentos e, não raro, mais bonitos e emocionais, o que compensa a falta de baladas.
Após a introdução climática “Seti”, “Serpent” abre o álbum trazendo o heavy metal inspirado do grupo e os lindos vocais de Ailyn, em contraste com a voz gutural Morten Veland. Uma das melhores faixas do trabalho, congregando o clássico e o barroco do metal nórdico. “Once My Light”, música de trabalho, passa dos 7 minutos e apresenta um ataque combinado de bateria, guitarra e baixo que garante a agressividade da música. Cada instrumento tem seu lugar de destaque e soam muito bem na gravação. “Elixer” é a faixa mais acessível do trabalho, com acordes mais diretos (fugindo das bases cheias de riffs), proeminência dos vocais de Veland e uma base eletrônica nas partes menos pesadas.
Não há nenhuma faixa instrumental em The Seventh Life Path, mas fica clara a ênfase na instrumentação, na criação de solos bonitos e no aproveitamento dos elementos sinfônicos para complementar o som, e não para roubar totalmente a cena. “Sons of the North” é um metal mais tradicional, mas com um breve interlúdio bastante interessante com narrações sobre uma linha de piano digna de filme de terror e outra passagem sinfônica mais colorida, completada pelas baterias insanas de Jonathan Perez.
“Erendel”, que é do tipo voz-lenta, instrumental acelerado, coloca uma valsa romântica no meio da faixa, criando um clima quase medieval antes de voltar com tudo ao metal. “Concealed Disdain” alterna entre passagens power metal com outras mais pulsantes abusando da boa interação entre baixo e bateria, colocando a participação dos violinos em momentos estratégicos da faixa, trazendo um colorido diferente à vertente gótica do Sirenia. “Insania” tem riffs mais progressivos, mas não se desenvolve para esse lado. Ela se mantém ainda dentro dos limites do death metal, contendo também um interlúdio eletrônico em sua metade e seu final. “Contemptuous Quitus” tem ares de épico, o que justifica os vocais mais líricos de Ailyn. Entre um power metal e outro, “The Silver Eye” não se destaca tanto no álbum, mas foi feita para soar grande.
Como é característico nesse tipo de obra, o metal ganha ares de trilha sonora também, mais uma características da ênfase na instrumentação. Veland, praticamente o único compositor do Sirenia, soube pegar pesado e oferecer momentos de respiro em todas as faixas, tornando o som da banda, no geral, um pouco mais complexo. Além de vocais masculinos e guitarras, ele também é o responsável pela gravação dos teclados, baixos, programações eletrônicas e produção do disco. Menos deslumbrado com as orquestrações clássicas do que Tuomas Holopainen, do Nightwish, soube manter The Seventh Life Path equilibrado entre o metal tradicional, o sinfônico, o power e gótico. Qualquer excesso dura apenas alguns segundos, sendo logo trocado por outra parte da canção, o que mantém o interesse do ouvinte. Seu vocal gutural não é o melhor que o metal europeu apresentou, mas cria um contraste com a voz mais vivaz de Ailyn que funciona.
Apesar dos sete álbuns lançados, o Sirenia não é uma banda grande e rica como o Nightwish ou outros medalhões do metal europeu. Embora cantem em inglês na grande maioria das faixas, ser uma banda da Noruega também dificulta um pouco as viagens e o acesso a novos mercados – visto que o metal sinfônico é um nicho. Ainda assim, há preocupação de ir propondo coisas novas dentro do velho estilo do grupo. Relativamente pouco dinheiro para investir não é desculpa para uma produção desleixada ou falta de ideias. A banda não é enorme, mas The Seventh Life Path soa grande e vai satisfazer os fãs.
Por Lucas Scaliza
Fonte: https://escutaessablog.wordpress.com/2015/05/04/sirenia-the-seventh-life-path-2015/
Temas:
01. SetiBanda:
02. Serpent
03. Once My Light
04. Elixir
05. Sons Of The North
06. Earendel
07. Concealed Disdain
08. Insania
09. Contemptuous Quitus
10. The Silver Eye
11. Tragedienne
Ailyn - Vocals
Morten Veland - Harsh & Clean Vocals, Guitars, Bass, Keyboards, Drums, Programming (ex-Mortemia, ex-Tristania, ex-Elusive)
Jan Erik Soltvedt - Guitars
Jonathan A. Perez - Drums (Carpathian Forest (live), ex-Tristania (live), ex-Trail of Tears)
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