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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Death Dealer - Reign Of Steel (2026) USA

O regresso dos Death Dealer em 2026 com "Reign Of Steel" é exatamente o que se espera de um supergrupo composto por veteranos do Metal: um ataque frontal de Power e Speed Metal que não pede desculpa por ser barulhento, épico e tecnicamente avassalador.

O Supergrupo do Aço

Liderados pela voz estratosférica de Sean Peck (Cage, The Three Tremors) e pelas guitarras lendárias de Ross the Boss (ex-Manowar) e Stu Marshall (Night Legion), os Death Dealer mantêm a sua missão de preservar a chama do Heavy Metal tradicional. A adição de Mike LePond (Symphony X) no baixo e Steve Bollinee na bateria eleva a secção rítmica a um nível de precisão cirúrgica.

Sonoridade: Uma Parede de Som Implacável

O álbum é uma evolução natural de Conquered Lands, mas com uma produção que favorece ainda mais a agressividade das guitarras.

  • Vocal de Sean Peck: O homem continua a ser um fenómeno. Os seus agudos cortantes e a sua capacidade de alternar entre rosnados graves e gritos de "partir o vidro" são o motor dramático do disco.

  • Duelos de Guitarras: A química entre Ross e Stu é o ponto alto. Enquanto Ross traz o feeling e o peso do metal clássico, Stu injeta uma velocidade e tecnicismo modernos que tornam os solos de Reign Of Steel autênticos duelos de gladiadores.

Destaques das Faixas 

  • "The Heretic": Uma abertura furiosa que estabelece o tom do álbum. Velocidade pura e um refrão que fica gravado na memória logo à primeira audição.

  • "Vengeance Is Mine": Uma faixa que remete aos melhores tempos de Manowar, mas com uma dose extra de adrenalina. O trabalho de baixo de Mike LePond aqui é fenomenal.

  • "Steel Against Steel": O hino definitivo do álbum. É Power Metal de arena, feito para ser cantado a plenos pulmões, com uma cadência épica que prepara o ouvinte para a batalha.

  • "Wings of Fury": Destaca-se pela complexidade rítmica e pelas mudanças de tempo, mostrando que a banda não tem medo de flertar com o metal mais técnico.

O Veredito Final

Reign Of Steel não tenta reinventar o género; ele tenta dominá-lo. É um álbum feito para quem acha que o metal atual se tornou demasiado "limpo" ou moderado. Para o mim, este é um disco que "exala fumo e óleo de motor", mantendo a integridade do género intocada.

Embora o estilo vocal de Sean Peck possa ser intenso para ouvidos menos habituados ao Power Metal extremo, a qualidade instrumental é inquestionável. É, sem dúvida, um dos lançamentos de Heavy Metal mais sólidos de 2026.

Nota: 8.8/10 

Destaques: "The Heretic", "Steel Against Steel", "Vengeance Is Mine". 

Recomendado para: Fãs de Manowar, Judas Priest, Cage e qualquer pessoa que acredite que o Heavy Metal deve ser tocado a 11.


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sábado, 3 de outubro de 2015

Death Dealer - Hallowed Ground (2015) USA



Hallowed Ground é o segundo álbum da banda de power metal Death Dealer. Um super grupo com membros e ex-membros de bandas como Manowar, Cage, Lizzy Borden, Halford e Empires of Eden, o álbum tem um novo baterista Steve Bolognese, ex-Into Eternity e actualmente também com Baptized in Blood, no lugar do ex-Manowar Rhino.
Hallowed Ground continua o estilo de power metal que foi ouvido no álbum de estreia do grupo War Master em 2013. Um estilo que combina os elementos de power metal europeus e americanos, mas no geral a maioria está no lado do último. Ross the Boss e Stu Marshall oferecem riffs rápidos e os poderosos vocais de registo alto de Sean Peck estão novamente na ordem do dia, criando um som power metal directo e intenso. Ele às vezes faz o uso de teatro, como nas faixas Plan of Attack e Seance e um pouco de outras formas de música experimental, como o interlúdio de Llega El Diablo. O ritmo abrandou para algumas faixas, mas Hallowed Ground é principalmente o que eu esperava ouvir após a estreia. Eu não diria que eles desbravam qualquer novo terreno exactamente, mas eles entregam uma abundância de boas faixas neste álbum. Este é o tipo de músicas que só gritam "isto é metal!" sem ser demasiado extravagante com isso.
Com tudo isso dito, eu encontrei Hallowed Ground a ser mais produzido que era War Master. E há momentos em que eu prefiro a estreia de Hallowed Ground, temas como Gunslinger, K.I.L.L e Corruption of Blood, me fazem pensar se Death Dealer estão melhor agora ou deram um passo para trás. Eu acho justo dizer que os dois álbuns são bons, mas eu recomendo a quem não conhece a banda começar por ouvir War Master porque eu acho que este é o álbum que mais nos agarra imediatamente, mas com um pouco de paciência Hallowed Ground também é igualmente gratificante ouvir. Death Dealer continuam a provar que são uma força a ser reconhecida.



Temas:
01. Gunslinger 05:49
02. Break the Silence 03:32
03. Plan of Attack 04:21
04. Séance 03:44
05. Llega el diablo 01:01
06. The Way of the Gun 05:25
07. K.I.L.L. 03:35
08. I Am the Revolution 04:53
09. Total Devastation 05:32
10. The Anthem 04:13
11. Corruption of Blood 04:52
12. Skull and Cross Bones 04:57
13. U-666 06:18
Banda:
Mike Davis - Bass (2012-present) (Halford, ex-B.O.W.A., Dramarama, ex-Lizzy Borden, ex-Ozzy Osbourne, ex-Dogma, ex-Terriff)
Ross the Boss - Guitars (2012-present) (Ross the Boss, ex-Brain Surgeons, ex-Manitoba's Wild Kingdom, Manitoba, Shakin' Street, The Dictators, ex-Manowar)
Stu Marshall - Guitars (2012-present) (Paindivision, Ronny Munroe, Saint Lucifer, Empires of Eden, Stu Marshall, ex-Dungeon)
Sean Peck - Vocals (2012-present) (Cage, Warrior)
Steve Bolognese - Drums (2013-present) (Baptized in Blood, ex-Into Eternity, ex-Beyond the Embrace)