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quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Wolfpakk - Rise of the Animal (2015) Alemanha\Internacional




Novidade? originalidade? Nem por sombras! Puro e simples hardrock melódico cheio de emoções fortes com muitas incursões no metal e power como é o caso do 1º tema, vocalmente a cargo de Andi Deris. Bem, já lá vou, mas antes quero dizer-vos que este já é o 3º disco de originais da dupla Michael Voss e Mark Sweeney. E desta dupla, pouco mais há a dizer além de que todos os temas foram compostos e produzidos por ambos, e está claro, também executados tanto vocal como instrumentalmente.
Mais uma vez, a prole de participações especiais mais parece uma procissão de figuras espaciais no mundo do hard'n'heavy, os melhores, por assim dizer; ou mais correcto será, dos melhores da indústria. E para não estar a repetir, porque as letras são caras; eheheheh; verifiquem a lista abaixo, até dá arrepios de ver concentrada tamanha realeza. Mas Será que isso resultou em algo de "espantástico"? Bom, tudo depende do ponto de vista. A musica é 80's hard rock com a respectiva actualização, como no caso flagrante do 4º tema, "Highlands"; com um refrão bem Freedom Call. E se existe alguém capaz de fundir essas épocas na perfeição, esse alguém é Michael Voss. Porquê? Voss, vem desses tempos, desde Mad Max, Casanova; ele percorreu e viveu desde o início dos anos 80 toda a saga do hard'n'heavy, enquanto se tornava num dos mais conceituados musico\compositor\produtores da actualidade. Verdade verdadinha, não é um caso único nem singular, mas é de uma elite que não mais voltará a surgir. Ainda assim não resisto a aborrecer-vos com um punhado de nomes que participam neste disco, Kiske; Deris; Ted Poley; Don Dokken; JL Turner; D. Reece; Rick Altzi; Marc Storace; Charlie Huhn; isto só nos vocais. Bob Daisley; Al Barrow; Barend Courbois; no baixo. Jeff Watson; Ryan Roxie; Bernie Torme; John Norum; Doug Aldrich; Axel Rudi Pell nas guitarras. Mike Terrana; Mark Schulman; Simon Philips; e Chris Slade na bateria, e só para nomear os mais conhecidos. Realmente poderia-mos esperar por um disco daqueles de ficar de queixo caído; o que acontecerá àqueles que gostam e aplaudem este género musical. Para aqueles mais exigentes e críticos como eu; às vezes, eheheh; poderia a dupla ter-se esforçado um pouquinho mais em criar temas que ficassem para a posteridade como clássicos. De qualquer modo, é um excelente disco, cheio de surpresas, com 11 temas de alto nível e com participações de grandes músicos, em que no meio de tanta virtuosidade, ninguém se destaca. 
É um disco equilibradíssimo, onde a procissão de estrelas nada mais é do que um apoio à dupla vocal de Voss e Sweeney. Mesmo assim, carregam este disco com um fulgor que fascina, onde os solos de guitarra ainda assim se exprimem superiormente.
Um disco recomendado a todos aqueles que apreciam o melhor do hard'n'heavy vindo expressamente para vós, do passado, Da golden Era; em que cada tema é estruturado à medida do vocalista convidado, cortesia do "meister" Voss. Mais americanizado que o habitual, muito pelo facto queresponde aos nomes vocais em questão, é um disco que pode bem ser uma sensação.
É daqueles que podem gastar o dinheiro sem receios porque é bem empregue. Não é para todos, mas merece ser ouvido por uma larga audiência, visto que nos trás o melhor do que ainda se faz baseado na matriz original criada nos anos 80.
Extremamente recomendado!!!
McLeod Falou!


segunda-feira, 25 de maio de 2015

WOLFPAKK – CRY WOLF (2013) ALEMANHA


Segundo disco de originais para os irrequietos Mark Sweeney e Michael Voss no seu projecto internacional Wolfpakk. Gostei imenso do primeiro e agora depois de ouvir este segundo, e com tantas individualidades envolvidas, o que acho um exagero; fica-me um sabor a pouco. Porquê a pouco? O global da obra tem muitos momentos divergentes, boas malhas, bons temas, boas prestações, ora metálico, ora hardrocker, ora glam ora pop, um facto que só dignifica Michael Voss e a sua genialidade musical, mas não leva uma linha musical. Por um lado isso é bom, não existe compromisso, só bons tempos passados a gravar com os amigalhaços e a dar-nos um pouco do seu ser menos profissional no sentido de que estão a trabalhar para eles como querem e lhes apetece sem pressões editoriais. Mas para quem compra sabe que vai comprar um bom disco, mas no final de algumas audições ficam as escolhas tipo uma busca para uma colectânea de autorádio. Assim sendo, recomendo-vos que olhem para este "Cry Wolf" como um disco diferente e não algo de expectável e assim serão mais felizes. É difícil destacar temas, Michael Voss é actualmente um dos melhores musicos\compositores a nivel mundial e com tanta sabedoria coloca cada musico no seu espaço natural o que torna o disco um a peça obrigatória de audição porque não existem temas melhores ou piores, boas ou fracas prestações porque tudo está equilibrado, como já referi, apenas não existe um fio condutor, simples conjunto de temas com muito revivalismo da "golden era" em que o hard 'n' heavy era rei e senhor e que valem bem o dinheiro. Dokken, Accept, Victory, Bonfire ou Sinner são algumas das conotações que poderão encontrar aqui. Além das referidas prestações vocais de Sweeney e Voss, temos também Tony Mills, Goran Edman, Johnny Gioely, Doogie White, Ralf Scheepers, Piet Sielck, Amanda Sommerville, Blaze Bayley e Jean Marc Viller. Em contrapartida na parte instrumental outros gloriosos guerreiros do rock se apresentam com soberbas prestações, e Roland Grapow, Kee Marcello, Mandy Meyer, Brian Tichy, Don Airey e Tony Carey, entre outros fazem um cartaz de respeito. E de respeito se fala na versão do tema "run with the wolf" dos Rainbow, muito bem feita! Desejo-vos uma boa audição, porque eu,... bem, ainda estou a divagaaaaar........
McLeod Falou!



Temas:

01. Moonlight (4:35)
02. A Matter of Time (4:34)
03. Dark Revelation (3:33)
04. Cold Winter (4:41)
05. Palace of Gold (5:02)
06. The Beast in Me (4:35)
07. Wakken (4:39)
08. Pressure Down (4:05)
09. Run With the Wolf (5:29)
10. Cry Wolf (10:02)
11. Kid Raw (3:55) 
Músicos:
Mark Sweeney – Lead and Backing
VocalsMichael Voss – Lead Vocals / Lead Guitar
Vocals:
Amanda Somerville (Kiske/Somerville)
Ralf Scheepers (Primal Fear)
Göran Edman (Ex-Yngwie Malmsteen)Johnny Gioeli (Axel Rudi Pell, Hardline)
Doogie White (Ex-Rainbow, Michael Schenker)
Tony Mills (Shy, TNT)
Blaze Baley (Ex-Iron Maiden)
Piet Sielck (Iron Savior)
Jean-Marc Viller (Callaway)
Bass:
Mike Winkler (Session Musician)
Guitars:
Kee Marcello (Ex-Europe)
Mandy Meyer (Krokus, Ex-Gotthard)
Roland Grapow (Masterplan)
Martin Rauber (Top4tea)
Keyboards:

Don Airey (Deep Purple)
Tony Carey (Ex-Rainbow)
Drums:

Gereon Homann (Eat The Gun)
Brian Tichy (Whitesnake /Ozzy)
Hermann Rarebell (Ex-Scorpions)
Roland Jahoda (Ex-Paradox, F.U.C.K.)



SINNER – TOUCH OF SIN 2 [BEST OF] (2013] ALEMANHA


Existem algumas coisas na vida que não devem de ser mexidas, e o legado sinner, a não ser que tenha uma abordagem correcta, é uma dessas coisas. Quem não conhece Sinner, o projecto de Matt Sinner, um agente musical que dispensa apresentações, musico, compositor, produtor e outras coisas mais, é um dos mais reputados nomes do heavy metal mundial. Hoje em dia, entre outras coisas é o director musical e baixista da banda Primal Fear. A sua carreira começou no final dos anos 70, mas o seu impacto no metal começou em 1982 com a criação da banda Sinner. Sinner tornaram-se um icone no hard'n'heavy melódico, e como poucos serão aqueles que não conhecem esta fabulosa banda desta vez vou partir do principio que isso já é matéria sabida e quase esquecida, por isso vou continuar com a minha desilusão. Como matt deve de andar com uma grande preguiça decidiu pegar em alguns dos melhores temas de Sinner e dar-lhes uma nova roupagem. Erro! Os temas recuperados para este disco foram escritos para a posteridade e com um impacto que pedia a sinner que os levásse mais longe com a actual tecnologia e não uma descompressão mais hardrocker para motards. Mas isto é a minha opinião, porque esperava exactamente que um dia Sinner fizesse o oposto do que fez aqui neste caso, e desse mais força a temas como germany rocks, concrete jungle entre muitos outros, tirando-lhes mesmo pitch!
Passado o meu amuo, este best of recuperado em novas roupas é um disco muito bom, hard rock melódico com uma atitude vocal mais gutural a arranhar o hard, apesar de que esse é o tom de Matt. As musicas foram bem escolhidas, mantendo a escrita original fazendo apenas arranjos devido às mudanças sonoras, dá para os mais novos ficarem curiosos e pedirem por mais, procurando a discografia original deste fantástico grupo por onde passaram muitos dos musicos de top do heavy metal germânico. Mesmo assim e depois de 4 audições desde que estou a escrever esta resenha; hoje estou muito lento; prefiro cada vez mais os originais que já tardam em saír remasterizados; será este disco um sinal dessas tão esperadas edições? A ver vamos. Não vale a pena dissertar sobre a musica porque a produção é do melhor que há, os musicos idem idem, e o produto final excelso; mas eu continuo a preferir os originais, meu! O gajo é surdo! Eheheheheh....
enfim, um regresso ao passado, descomprometido, popalhado ou punkalhado, é bom? ....é.... raios...
recomendado a todas as idades credos e clubes de futebol, eheheheheh
McLeod Falou!


Temas:
01. Born To Rock (4:38)
02. Comin' Out Fighting (3:04)
03. Bad Girl (3:50)
04. Knife In My Heart (4:28)
05. Concrete Jungle (3:08)
06. Don't Believe A Word (3:53)
07. Shout (3:37)
08. Germany Rocks (3:48)
09. Danger Zone (3:16)
10. Emerald (3:52)
11. Blood On The Sand (3:13)
12. Lost In A Minute (2:36)
13. Masquerade (3:21)
14. Heat Of The City (2:58)

Musicos:
Mat Sinner – Bass & Vocals (Primal Fear, Cans, Voodoo Circle)
Henny Wolter – Guitars (Primal Fear, Viva, Thunderhead)
Christof Leim – Guitars (The Traceelords, The New Black)
Klaus Sperling – Drums (Primal Fear, My Darkest Hate, Wasteland)




sábado, 4 de abril de 2015

Joker – Ecstasy (1992) Portugal


Nascidos em 1992 e constituídos por Paulo (guitarra), Hugo (baixo), Luís (bateria), José (teclas) e Tiago Gardner (voz). Bons executantes tecnicamente, assinaram contrato com a Polygram mas, embevecidos com o sucesso obtido pelo hit "Easy Come and Go", uma balada melosa tipo Rock FM, afastaram-se dos apreciadores clássicos do heavy metal mais melodioso.



Temas:
01. All She Wants Is More
02. Comin’ Round To See Ya
03. Boys And Girls
04. Ecstasy
05. Easy Come And Go
06. Lust For Change
07. Funky Child
08. Little Susie
09. Devil Eyes
10. Holding On For Keeps



segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

WICKED SENSATION - ADRENALINE RUSH (2014) ALEMANHA



Conheço esta banda desde o 1º disco em 2001. Os seus temas, vão fazendo parte das mix playlists que vou colocando em CD's , ou últimamente em PenDrives e Cartões de Memória para ouvir na grafonola da bicicleta, sim porque agora o meu Lancia Delta HF já se modernizou e tem um cantante com leitor de Memory Cards e PenDrives; coisa fina!
Esta é para mim uma das melhores bandas de hard rock melódico da alemanha, e não só. A sua qualidade musical é de outro nível; de referir que Dennis Ward é neste disco o produtor e vocais de suporte, mas já foi membro activo da banda. Infelizmente Robert Soeterboek sofre de graves problemas de saúde e teve que deixar as vocalizações para outro grande vocalista convidado, David Reece que não deixou o nivel caír, até pelo contrário, David está quase irreconhecível neste disco, e isto no bom sentido. Para acompanhar David nos vocais de suporte, Michael Klein, guitarrista \compositor e fundador da banda; convidou Harry Hess dos Harem Scarem. Outros 2 convidados especiais são Eric Ragno nos teclados e Mathias Don Dieth nas guitarras. 
Se gostam de Hard rock melódico com classe, em composições sem defeitos onde tudo é colocado no local exacto com uma perfeição só mesmo ao alcance de grandes músicos, então Wicked Sensation vai ser uma excelente surpresa para todos vós. O som é compacto, com ambientes preenchidos por teclados e outros arranjos que retiram o vazio à voz de David Reece e a transformam de um modo que fica quase irreconhecível para muitos e desatentos apreciadores. 
Esta banda tem sofrido graves contratempos que a têm colocado a meio da escada e com enormes dificuldades em alcançar o topo, não pela sua falta de qualidade, que nessa área a coisa nem se discute; mas por muitos pormenores colaterais que atrasam aquilo que hoje poderia ser uma referência maior a nível musical vinda das terras dos nibelungos. Acabam por ser algo referêncial e de notório, mas por desconhecimento da maioria são ultrapassados por nomes como Frontline, Dark Sky, Jaded Heart, entre outros. Aqui a orientação é mais americanizada, vinda de semelhanças com Van Halen, Extreme (admito que sinto alguma dificuldade em encontrá-las, mas naquele groove até que se pode dizer que sim); mas posso dizer outras coisas como House Of Lords (no tema Angel in Black), Open Skyz (no tema Blue Painted Sky); e muitas outras coisas que agora não me recordo mas talvez vocês sim. Adrenaline Rush, o tema titulo do àlbum, é um potente momento metálico, com o impacto de um meteoro. David Reece está fabuloso neste ambiente, Também em parte Harry Hess é o culpado, a sua duplicidade harmónica nos coros e linhas vocais é fantástica; assim gosto bem mais do seu trabalho.
Um "Monstro" de disco. Algo fora do habitual mas extremamente cuidado e sem ter uma produção polida; se assim fosse estragava a obra e perdia a sua magia rocker; mas de uma qualidade quase sem referências, é mesmo um disco de topo; e quando digo topo não estou a exagerar nem a restringir, fica ao nível dos melhores no planeta. E acima de tudo, muita classe. Espero que agora consigam o reconhecimento que merecem.
Este disco é obrigatório, não só este como os anteriores. deveria tê-lo colocado como post da semana ou do mês. Por falta de tempo fui deixando para depois a audição porque sabia que ia ter que arranjar uma boa parte do meu tempo para o ouvir vezes sem conta como agora, e por isso perdi a oportunidade de o destacar como verdadeiramente o merece. Mas vocês sabem reconhecer isso e por isso lhe vão dar o destaque que merece ao ser um dos posts mais vistos do blog. 
O-B-R-I-G-A-T-O-R-I-O!!!! Dos melhores do ano!
McLeod Falou!



Temas:

01. King Of The World
02. Same Old Situation
03. Misery
04. Leave Me Like A Fool
05. Blue Painted Sky
06. Angel In Black
07. Living On My Madness
08. Desperate Nation
09. Adrenaline Rush
10. No More Lies
11. This Time

Músicos:

David Reece – Lead Vocals
Michael Klein – Guitars, Backing Vocals
Sang Vong – Guitars, Backing Vocals
Bernd Spitzner – Keyboards
Martin Mannhardt – Bass
Dirk Bruinenberg – Drums

Dennis Ward – Backing Vocals, Producer

guests:
Jan Knopf – Lead Vocals on 5
Harry Hess (Harem Scarem) – Harmony / Backing Vocals
Eric Ragno – Keyboards
Mathias Dieth (Sinner, UDO) – Guitar


NEONFLY - STRANGERS IN PARADISE (2014) UK




Fantástico AOR numa forma de Melodic Hard & Metal. Segundo àlbum de originais para este grupo de jovens ingleses. A experiência adquirida após o lançamento do seu Debut que teve excelentes vendas, e por arrast uma melhor promoção que os levou a dividir o palco com Magnum e Dragonforce, entre outros nomes de 1º linha do rock pesado britânico. Desta vez, o poder musical aumentou e quase Heavy Metal, editam uma coleção de 10 temas que merece a vossa melhor atenção.
Quero destacar primeiro as duas power ballads, "Rose Bloom" e "Falling Star" que qualquer banda da melhor colheita gostaria de ter nas suas coleções musicais. Momentos bombásticos temos logo no início do disco com o primeiro tema "Whispered Dreams". Algo mais Nightwish e cabaret surge no tema "Heart Of The Sun". Têm momentos originais, ou menos utilizados para o género musical em que se inserem, mas nunca perdem a noção nem a linha orientadora daquilo que estão a fazer. Muito compactos e com um vocalista fabuloso, mesmo invejável. A inclusão sinfónica, orquestral e de teclados dum excelente nível neoclássico, foi brilhante. Da nova geração serão sem dúvida uma das bandas mais promissoras e com melhor qualidade. Se a fasquia já estava alta no 1º disco, e agora conseguiram superá-la com a maior das facilidades, o que nos espera o próximo àlbum?
Num momento em que a originalidade já está quase extinta, e as formulas são repetidas cada vez mais por diferentes projectos musicais, eis aqui algo que vos pode surpreender, não pela originalidade mas pela capacidade e pegar nessas formulas e readaptá-las em novos ambientes. Nota 11 em 10!!!
Este nem precisa de recomendação, é obrigatório e essêncial numa discografia que se quer fresca e actual.
McLeod Falou!



Temas:

01 - Whispered Dreams
02 - Highways To Nowhere
03 - Better Angels
04 - Rose In Bloom
05 - Heart Of The Sun
06 - Aztec Gold
07 - Fierce Battalions
08 - Sons Of Liberty
09 - Chasing The Night
10 - Falling Star

Banda:

Willy Norton - Vocals
Frederick Thunder - Guitars
Patrick Harrington - Guitars
Paul Miller - Bass
Boris Le Gal - Drums

terça-feira, 28 de outubro de 2014

ATKINS\MAY PROJECT - EMPIRE OF DESTRUCTION (2014) UK



Antes de Rob Halford existia Al Atkins, um dos fundadores de Judas Priest. Hoje, Al tem um projecto com o guitarrista Paul May, originalmente denominado Atkins May Project; este projecto já merece um nome mais pujante e que fique para a posteridade. Já é a 3ª vez que falamos aqui deste duo, somos seguidores e como tal, era imperdoável não vos apresentar este novo disco, "Empire Of Destruction". um BOM disco de heavy metal, com muitas nuances de judas priest, mas no geral tem alguma identidade. Al tem uma boa voz e mantém a sua postura vocal muito jovial, apesar de ser um tom gutural mais usado no hard rock, que aqui aparece muito mas em forma mais heavy; mas assim está óptimo. Paul, o guitarrista \produtor cristão, mostra aqui o porquê de ser um conceituado professor do instrumento das 6 cordas. Numa época em que o revivalismo é rei, cabe-me dizer-vos que vos recomendo vivamente este disco, porque este parece daqueles que foi esquecido numa gaveta e quando encontrado; foi de imediato presente ao mundo sem qualquer polimento ou remasterização, puro metal de finais dos 80 com muita NWOBHM e claro, muitos innuendos a Priest.
McLeod Falou!




Temas:

01. World at War
02. The Midas Touch
03. Here Comes the Rain
04. The Darkness Within
05. Reckless Child
06. Paranoia
07. Are You Ready
08. Dog Eat Dog
09. Whisper to the Wind
10. End of the Earth

Line Up:
Paul May - Guitars, Bass (ex-A.N.D., Crucifer, Janus, ex-Al Atkins)
Al Atkins - Vocals (Al Atkins, Holy Rage, Lyraka, ex-Judas Priest, ex-Bittersweet, ex-Blue Condition, ex-Halfbreed, ex-Lion)

Additional Musicians:
Rodney Matthews - Drums

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

TNT - 30th ANNIVERSARY 1982-2012 LIVE IN CONCERT WITH TRONDHEIM SYMPHONY ORCHESTRA (2014) NORWAY




30 anos de carreira é algo de fascinante, tendo em conta o factor jovialidade do que fazem. É algo que eu invejo, no bom sentido, claro. Talvez o melhor Melodic Hard Rock que alguma vez ouviram, desta vez acompanhados por uma simfónica. Não, não é um disco solene ou acústico, é mesmo um disco rocker com a adição da orquestra que ficou, ... estelar! Três Vocalistas. Dag, o primeiro; Harnell, o segundo e Mills o terceiro. E ainda Dee Snider dos Twisted Sister como convidado especial. Os Melhores temas desde o início até à última edição, todos aqueles que gostamos de ouvir. Harnell continua com um registo vocal im-pre-ssi-o-nan-te! Vale a pena? Nem pensem nisso sequer, Só por Ronni LeTekro e Harnell no seu melhor vale todos os cêntimos e mais alguns.
McLeod Falou!



Temas:
01. Fanfare For The Common Man
02. Invisible Noise
03. Substitute
04. Refugee
05. As Far As The Eye Can See
06. Downhill Racer
07. Intuition
08. Northern Lights
09. Magica Lanterna (Tekrø Solo)
10. Sabre Dance
11. Harley Davidson
12. USA
13. Eddie
14. June
15. My Religion
16. Everyone’s A Star
17. 10.000 Lovers (In One)
18. Seven Seas
Músicos:
Tony Harnell - Vocals
Dag Ingebrigtsen (ex TNT) - Vocals
Tony Mills (ex TNT) - Vocals
Ronni Le Tekro - Guitars
Victor Borge - Bass
Diesel Dahl - Drums
Dee Snider (Twited Sister) - guest Vocals