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sábado, 25 de abril de 2026

Gus G. - Steel Burner (2026) Grécia

Para quem ainda pergunta quem é Gus G. em 2026, a resposta curta é: onde é que estavas escondido nos últimos 20 anos? Entre carregar o legado de Ozzy Osbourne, liderar os Firewind e colaborar com metade da cena Power/Death melódica europeia, o guitarrista grego tornou-se uma instituição.

Lançado a 24 de abril de 2026, o seu quinto álbum solo, Steel Burner, é exatamente o que o título sugere: um motor afinado de metal clássico que queima combustível de alta octanagem. Mas será que ele atinge a velocidade máxima ou fica-se pela "zona de conforto" do virtuosismo?


Avaliação: Gus G. – Steel Burner (2026)

O Equilíbrio entre a Técnica e a Composição

Gus G. sempre teve uma qualidade rara entre os "guitar heros": ele sabe quando parar de fritar as cordas para deixar a música respirar. Em Steel Burner, esse equilíbrio é a sua maior força. O álbum alterna entre instrumentais que mostram por que é que o Ozzy o escolheu e faixas vocais que piscam o olho ao Rock Melódico e ao Heavy Tradicional.

O Desfile de Vozes: Potência sem Picos

O álbum vive muito dos seus convidados, e o alinhamento é, no papel, imbatível. No entanto, fica a sensação de que Gus foi um anfitrião "educado" demais.

Vocalista

Faixa

Performance

Doro Pesch

"Nothing Can Break Me"

Entrega aquela rouquidão icónica e autoridade de quem manda no Metal.

Matt Barlow

"Dancing With Death"

Uma performance sólida e dramática, como seria de esperar do ex-Iced Earth.

Dino Jelusick

"No One Has To Know"

O grande destaque. Dino entrega tudo, provando ser uma das vozes mais versáteis da atualidade.

O Veridito Vocal: Embora as performances sejam irrepreensíveis, concordo contigo: falta aquele momento de "perigo". Parece que todos cantaram dentro das suas zonas de conforto, sem serem empurrados para aquele abismo criativo que transforma uma música "decente" numa "histórica".


Destaques Instrumentais

As faixas onde Gus deixa a guitarra falar sozinha continuam a ser um deleite para os entusiastas das seis cordas. Ele não se limita a exibir velocidade; há melodia, há fraseado e, acima de tudo, há bom gosto. Gus G. compreende que um solo deve ser uma extensão da história da música, não uma interrupção técnica.


O Veredito Final

Steel Burner é um álbum extremamente sólido e bem produzido. É um disco que vais querer ouvir se gostas de guitarras bem tocadas e composições diretas, sem grandes pretensões progressivas.

No entanto, a tua crítica é cirúrgica: falta-lhe o "fator X". É um trabalho de um mestre que conhece tão bem o seu ofício que acaba por entregar algo seguro. É "decente" em todos os aspetos, mas talvez falte um pouco de "caos" ou um desafio maior aos vocalistas para o tornar excecional.

Nota: 7.8/10

"Gus G. continua a ser o mestre da precisão grega. Steel Burner incendeia a estrada, mas talvez falte um pouco de fumo para nos deixar realmente sem fôlego."


Destaques: "No One Has To Know" (com Dino Jelusick) e as peças instrumentais mais dinâmicas.

Recomendado para: Fãs de Firewind, Joe Satriani com mais "punch", e quem aprecia um Heavy Metal melódico executado com perfeição técnica.


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quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Gus G. - Quantum Leap (2021) Grécia

Um dos melhores guitarristas faz as honras e conduz o ouvinte a um mundo virtuoso de sons de guitarra. O salto quântico de seu desenvolvimento musical e carreira será lançado. Não é mais segredo que Gus G. joga na liga principal do mundo dos virtuosos da guitarra. Não só que ele tocou nos maiores palcos do mundo no seu tempo com Ozzy Osbourne, mas também que ele foi capaz de ganhar um lugar firme e uma base de fãs leais nos últimos anos com sua própria banda Firewind e seu projecto solo Gus G. o artista da guitarra.
No seu novo álbum "Quantum Leap", Gus G. continua seu caminho recto e inspirador, desta vez focando apenas no seu excelente ofício. Por esta razão, o novo álbum é um álbum instrumental, mas tão completo em si mesmo que pode deixar muitas pessoas verdes de inveja. Gus G. novamente confiou no seu colega de longa data Dennis Ward para a produção, mas fez a mixagem e masterização inteiramente nos seus próprios termos. Faixas de hard metal se alinham com riffs melódicos e fazem este álbum parecer um trabalho completo. "Quantum Leap" é uma homenagem a ele mesmo, a um grande guitarrista e artista instrumental.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Gus G. - Fearless (2018) Grécia



O mago da guitarra grego é um homem muito ocupado. Tendo feito parte da banda de Ozzy Osbourne, além de fornecer power riff às lendas do death metal Nightrage mostra a largura dos estilos que Gus G. pode suportar. Ao lado dessas bandas, o musico também tem a sua própria banda de metal chamada Firewind e por último, mas não menos importante, ele lança em seu próprio nome.
O guitarrista juntou-se a Dennis Ward (v / b) e ao baterista dos Evanescence, Will Hunt, e todos os três gravaram o disco de Gus G. muito bem feito que chama a atenção ao metal mais tradicional. O trio arranca coisas com o tema de abertura “Letting Go” seguido por uma faixa mais sombria intitulada “Mr. Manson”, uma música que lembra os últimos lançamentos de Ozzy Osbourne dos quais Gus G. participou.
Não prestar muita atenção aos nomes das faixas à primeira vista levou me a pensar em ter ouvido essas melodias de teclado da faixa 6 anteriormente. Alguns segundos depois as coisas ficaram cristalinas. Gus G. faz um cover de "Money for Nothing" um êxito dos Dire Straits. Ele adere muito ao original quando se trata do começo do clássico. Essa abordagem não dura muito tempo. Gus G. muda o tom para uma interpretação heavy do que Mark Knopfler and Co. escreveu há muitos anos. Um fato curioso, além do brilho do novo arranjo, são as pequenas mudanças / atualizações líricas.
Por último, mas não menos importante, o álbum também inclui instrumentais que serão uma delícia para os fãs do mestre da guitarra grego. Guitarras furiosas e riffs empolgantes são impressionantes, não só quando se trata de instrumentais, mas especificamente aí.
"Fearless" é uma boa adição á discografia de Gus G., mostrando ser um dos melhores guitarristas contemporâneos no trabalho. E sem qualquer receio, posso dizer que Gus G. está em sintonia com os heróis da guitarra como Michael Schenker, George Lynch e Co.


quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Gus G. - Brand New Revolution (2015)Grécia



Grego virtuoso da guitarra Gus G. , bem conhecido nos círculos de rock e metal pelo seu trabalho como guitarrista de Ozzy Osbourne e como líder de sua própria banda Firewind, lança seu segundo álbum solo, "Brand New Revolution". A arte da capa foi novamente criada por Gustavo Sazes, que já trabalhou com Gus no álbum de estréia do guitarrista, "I Am The Fire", e também fez a arte da capa para bandas como ARCH ENEMY, KAMELOT e FIREWIND..
"Brand New Revolution" apresenta muitos convidados nos vocais e eles são nada menos que Jeff Scott Soto (YNGWIE MALMSTEEN, JOURNEY, TALISMAN), Elize Ryd (AMARANTHE), Jacob Bunton (ADLER, LYNAM) e Mats Levén (CANDLEMASS, YNGWIE MALMSTEEN, TREAT).


sábado, 15 de março de 2014

GUS G. - I AM THE FIRE (2014) GREECE\INTERNATIONAL






 
O Prodígio grego, Gus G. Acaba de editar o seu mais recente disco em nome próprio. Kostas Karamitroudis, seu nome de baptismo, tornou-se muito cedo num guitar-hero e como todos os prodígios, a estrelinha da sorte que o acompanha, levou-o a fazer parte da banda de Ozzy Osbourne. Mais à frente direi o que me começa a criar desconfiança em relação a isso, mas por agora apenas dizer que Gus, teve a sua primeira guitarra eléctrica aos 14 anos e aos 18 voou para fora da grécia rumo aos USA, para frequentar a Berklee College of Music, onde apesar da sua breve estadia, conheceu Joe Stump, aquela sósia de Malmsteen e que agora representa os HolyHell. Além de representar uma grande influência no trabalho musical de Gus, ajudou a abrir portas ao jovem gus, (gus quer dizer grego; é assim que os americanos apelidam os nativos da peninsula do peloponeso); mas foi na suécia que a carreira realmente começou.
Deixando agora a biografia de lado, vamos então ao que interessa. Dizia eu que começo a ficar desconfiado com as influências de Ozzy sobre os seus guitarristas. Depois de despedir Zakk Wylde porque achava que o som dos seus espectáculos estava a tornar-se muito Black Label Society e de contratar Gus G. Para o seu lugar; Ozzy deixa-me apreensivo; ele deve ter alguma influência malévola que leva os seus guitar-heros a enveredar por um caminho mais hardrocker após uma temporada consigo. Com Zakk foi o mesmo, após a sua primeira saída da banda de Ozzy em que assumiu permanentemente os seus BLS e o hardrock stoner... não me interpretem mal, eu sou apreciador de um bom hardrock como qualquer um de vós, mas as coincidências...
E é isso mesmo, hard rock por vezes classic ou stoner por vezes melódico e moderno mas no geral é uma nova aventura musical do gus (grego); já considerado por muitos como um dos 3 melhores guitarristas deste planeta. Desta vez, foi também produtor do seu próprio trabalho e para o ajudar a levar a cabo todo este disco eis que aparece um catrefada de amigos cujos nomes são de realçar. Mas não vou fazê-lo e indico-vos a lista abaixo para conferirem o que digo. Apenas 2 instrumentais, mas este disco é uma obra de cariz rocker e de banda apesar da respeitosa lista de convidados. Doze temas de puro entertenimento e de grande qualidade que merecem a vossa melhor apreciação.
Super recomendado!
McLeod Falou!

Temas:

01. My Will Be Done (feat. Mats Levén)
02. Blame It On Me (feat. Mats Levén)
03. I Am The Fire (feat. Devour The Day)
04. Vengeance (feat. David Ellefson)
05. Long Way Down (feat. Alexia Rodriguez)
06. Just Can't Let Go (feat. Jacob Bunton)
07. Terrified (feat. Billy Sheehan)
08. Eyes Wide Open (feat. Mats Levén)
09. Redemption (feat. Michael Starr)
10. Summer Days (feat. Jeff Scott Soto)
11. Dreamkeeper (feat. Tom S. Englund)
12. End Of The Line (feat. Mats Levén)

Gus G. - all guitars, bass and keyboards
Devid Ellefson [Megadeth] - bass
Billy Sheehan [Mr. Big, David Lee Roth] - bass
Mary O'Brien [Tommy Lee, We Are The Fallen] - bass
Jeff Friedl [A Perfect Circle, Devo] - drums
Daniel Erlandsson [Arch Enemy] - drums

Mats Levén [ex Yngwie, Treat] - vocals
Blake Allison [Devour The Day] - vocals
Michael Starr [Steel Panther] - vocals
Alexia Rodriguez [Eyes Set To Kill] - vocals
Tom S. Englund [Evergrey] - vocals
Jacob Bunton [Adler] - vocals
Jeff Scott Soto [W.E.T., Talisman] – vocals