Mostrar mensagens com a etiqueta WOLFPAKK. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta WOLFPAKK. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Wolfpakk - Nature Strikes Back (2020) Alemanha



O metal é uma fonte inesgotável de inspiração reciclada. O que essas palavras significam: o metal evolui e continua, não importa quantas lágrimas os queixosos possam derramar (porque querem viver no passado), sempre tentando se encaixar nos novos tempos. Obviamente, existem muitos trabalhos musicais baseados em antigas fórmulas musicais, mas isso não significa que um álbum ou banda seja mau para isso. “Nature Strikes Back”, o último lançamento dos WOLFPAKK é um bom exemplo de como as coisas são diferentes, mesmo tocando algo antigo.
Este álbum é repleto de muitos convidados, para dar às músicas toques diferentes e pessoais, mas apresenta principalmente o mesmo velho e bom Heavy / Power Metal alemão que surgiu após HELLOWEEN, RAGE e BLIND GUARDIAN começou a afiar ainda mais o lado melódico do género. Em poucas palavras: o mesmo equilíbrio antigo e bom entre peso, melodia e técnica é o que é mostrado aqui, por isso não é nada realmente novo. Mas nas mãos de Mark e Michael (os mentores por trás da banda), todos os elementos brilham como novos e frescos, com energia e melodias realmente encantadoras. Sim, é um trabalho muito bom.
"Nature Strikes Back" foi produzido e mixado por Mark e Michael (o último também mastering), tudo para manter a qualidade do som incrivelmente limpa e definida, mas com uma dose muito boa de agressividade e peso musical. É um ótimo trabalho, feito da maneira mais clássica possível. Todas as músicas são ótimas peças do Heavy Metal alemão, mas as melodias e refrões encantadores de “The Legend” (ótimos backing vocals e teclados), o conhecimento tradicional do Heavy Metal alemão usado em “Beyond this Side” , o ambiente introspectivo criado pelos teclados em "Land of Wolves" (muito bom refrão e backing vocals), a essência abrasiva dos anos 80 de "Restore Your Soul" (que fica um pouco acessível durante o refrão) e "One Day", e aquele ambiente antigo (e excelente) do Heavy / Power Metal alemão apresentado em "Revolution" são as melhores faixas.
Fazer algo velho brilhar como novo não é um trabalho fácil, mas WOLFPAKK sabe como fazê-lo.



quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Wolfpakk - Rise of the Animal (2015) Alemanha\Internacional




Novidade? originalidade? Nem por sombras! Puro e simples hardrock melódico cheio de emoções fortes com muitas incursões no metal e power como é o caso do 1º tema, vocalmente a cargo de Andi Deris. Bem, já lá vou, mas antes quero dizer-vos que este já é o 3º disco de originais da dupla Michael Voss e Mark Sweeney. E desta dupla, pouco mais há a dizer além de que todos os temas foram compostos e produzidos por ambos, e está claro, também executados tanto vocal como instrumentalmente.
Mais uma vez, a prole de participações especiais mais parece uma procissão de figuras espaciais no mundo do hard'n'heavy, os melhores, por assim dizer; ou mais correcto será, dos melhores da indústria. E para não estar a repetir, porque as letras são caras; eheheheh; verifiquem a lista abaixo, até dá arrepios de ver concentrada tamanha realeza. Mas Será que isso resultou em algo de "espantástico"? Bom, tudo depende do ponto de vista. A musica é 80's hard rock com a respectiva actualização, como no caso flagrante do 4º tema, "Highlands"; com um refrão bem Freedom Call. E se existe alguém capaz de fundir essas épocas na perfeição, esse alguém é Michael Voss. Porquê? Voss, vem desses tempos, desde Mad Max, Casanova; ele percorreu e viveu desde o início dos anos 80 toda a saga do hard'n'heavy, enquanto se tornava num dos mais conceituados musico\compositor\produtores da actualidade. Verdade verdadinha, não é um caso único nem singular, mas é de uma elite que não mais voltará a surgir. Ainda assim não resisto a aborrecer-vos com um punhado de nomes que participam neste disco, Kiske; Deris; Ted Poley; Don Dokken; JL Turner; D. Reece; Rick Altzi; Marc Storace; Charlie Huhn; isto só nos vocais. Bob Daisley; Al Barrow; Barend Courbois; no baixo. Jeff Watson; Ryan Roxie; Bernie Torme; John Norum; Doug Aldrich; Axel Rudi Pell nas guitarras. Mike Terrana; Mark Schulman; Simon Philips; e Chris Slade na bateria, e só para nomear os mais conhecidos. Realmente poderia-mos esperar por um disco daqueles de ficar de queixo caído; o que acontecerá àqueles que gostam e aplaudem este género musical. Para aqueles mais exigentes e críticos como eu; às vezes, eheheh; poderia a dupla ter-se esforçado um pouquinho mais em criar temas que ficassem para a posteridade como clássicos. De qualquer modo, é um excelente disco, cheio de surpresas, com 11 temas de alto nível e com participações de grandes músicos, em que no meio de tanta virtuosidade, ninguém se destaca. 
É um disco equilibradíssimo, onde a procissão de estrelas nada mais é do que um apoio à dupla vocal de Voss e Sweeney. Mesmo assim, carregam este disco com um fulgor que fascina, onde os solos de guitarra ainda assim se exprimem superiormente.
Um disco recomendado a todos aqueles que apreciam o melhor do hard'n'heavy vindo expressamente para vós, do passado, Da golden Era; em que cada tema é estruturado à medida do vocalista convidado, cortesia do "meister" Voss. Mais americanizado que o habitual, muito pelo facto queresponde aos nomes vocais em questão, é um disco que pode bem ser uma sensação.
É daqueles que podem gastar o dinheiro sem receios porque é bem empregue. Não é para todos, mas merece ser ouvido por uma larga audiência, visto que nos trás o melhor do que ainda se faz baseado na matriz original criada nos anos 80.
Extremamente recomendado!!!
McLeod Falou!


sábado, 29 de abril de 2017

POST DA SEMANA Wolfpakk - Wolves Reign (2017) Alemanha



Os lobos estão rugindo novamente, o grupo de estrelas do Hard Rock / Melódico Metal conhecido como WOLFPAKK. Liderado pela turbulenta dupla de vocalistas Mark Sweeney (ex Crystal Ball) e o onipresente Michael Voss, a banda vai lançar seu novo CD intitulado "Wolves Reign".
E mais uma vez, uma constelação de estrelas aparecem como convidados.
O projeto tem as suas raízes em 2010 com uma estreia publicada em 2011. Desde então, mais dois CDs seguiram com “Wolves Reign” sendo o mais novo sucesso desta série de quatro.
Até podes ter a impressão de que Mark Sweeny e Michael Voss estão apontando para um recorde mundial. A quantidade de músicos convidados pelos dois líderes dos Wolfpakk para oseu novo trabalho é enorme.
A lista de participantes no novo álbum “Wolves Reign” é demasiado longa para mencionar todos os envolvidos. 26 Convidados contribuíram para este álbum, incluindo figurões como Biff Byford (Saxon), Ronnie Atkins (Pretty Maids), Brad Gillis (Night Ranger) e muito mais.
Não são só os músicos envolvidos que trazem de volta uma vibração de melódico metal anos 80, são principalmente as canções que lembram os dias quando Dokken, Bonfire, Max Mad e companhia tinham os holofotes e atenção.
Uma dessas canções com uma forte vibração retro é o tema de abertura “Falling”; um melódico rock com grandes ganchos e algum sentimento AOR. Fãs de Kiske / Somerville, Voodoo Circle e outros vão adorar a música os riffs despretensiosos e as mudanças de ritmo.
“Run All Night” vê um Michael Vescera (ex-Loudness, ex-Yngwie Malmsteen) soando alto com seus gritos únicos. O pedal duplo encaixa o coro perfeitamente enquanto a atmosfera heavy/power combina com as vozes de Vescera, Voss e de Sweeney para formar uma melodia muito espetacular.
“Blood Brothers” é outra música sensacional no álbum, que é um pouco mais hard e enriquecida pela voz única de Byford. Esta é a maneira que o som de metal melódico precisa e nada mais do que isto.
Outro destaque vem no final. “I’m Onto You” é um pedaço de música hard n' heavy que mostra o verdadeiro poder dos lobos.
"Wolves Reign" é outro forte, divertido e heterogêneo álbum de melódico metal / hard rock / melódico rock criado por Wolfpakk.
É divertido, cativante e vai oferecer uma grande quantidade de momentos para cantar junto no carro ou em casa.



segunda-feira, 25 de maio de 2015

WOLFPAKK – CRY WOLF (2013) ALEMANHA


Segundo disco de originais para os irrequietos Mark Sweeney e Michael Voss no seu projecto internacional Wolfpakk. Gostei imenso do primeiro e agora depois de ouvir este segundo, e com tantas individualidades envolvidas, o que acho um exagero; fica-me um sabor a pouco. Porquê a pouco? O global da obra tem muitos momentos divergentes, boas malhas, bons temas, boas prestações, ora metálico, ora hardrocker, ora glam ora pop, um facto que só dignifica Michael Voss e a sua genialidade musical, mas não leva uma linha musical. Por um lado isso é bom, não existe compromisso, só bons tempos passados a gravar com os amigalhaços e a dar-nos um pouco do seu ser menos profissional no sentido de que estão a trabalhar para eles como querem e lhes apetece sem pressões editoriais. Mas para quem compra sabe que vai comprar um bom disco, mas no final de algumas audições ficam as escolhas tipo uma busca para uma colectânea de autorádio. Assim sendo, recomendo-vos que olhem para este "Cry Wolf" como um disco diferente e não algo de expectável e assim serão mais felizes. É difícil destacar temas, Michael Voss é actualmente um dos melhores musicos\compositores a nivel mundial e com tanta sabedoria coloca cada musico no seu espaço natural o que torna o disco um a peça obrigatória de audição porque não existem temas melhores ou piores, boas ou fracas prestações porque tudo está equilibrado, como já referi, apenas não existe um fio condutor, simples conjunto de temas com muito revivalismo da "golden era" em que o hard 'n' heavy era rei e senhor e que valem bem o dinheiro. Dokken, Accept, Victory, Bonfire ou Sinner são algumas das conotações que poderão encontrar aqui. Além das referidas prestações vocais de Sweeney e Voss, temos também Tony Mills, Goran Edman, Johnny Gioely, Doogie White, Ralf Scheepers, Piet Sielck, Amanda Sommerville, Blaze Bayley e Jean Marc Viller. Em contrapartida na parte instrumental outros gloriosos guerreiros do rock se apresentam com soberbas prestações, e Roland Grapow, Kee Marcello, Mandy Meyer, Brian Tichy, Don Airey e Tony Carey, entre outros fazem um cartaz de respeito. E de respeito se fala na versão do tema "run with the wolf" dos Rainbow, muito bem feita! Desejo-vos uma boa audição, porque eu,... bem, ainda estou a divagaaaaar........
McLeod Falou!



Temas:

01. Moonlight (4:35)
02. A Matter of Time (4:34)
03. Dark Revelation (3:33)
04. Cold Winter (4:41)
05. Palace of Gold (5:02)
06. The Beast in Me (4:35)
07. Wakken (4:39)
08. Pressure Down (4:05)
09. Run With the Wolf (5:29)
10. Cry Wolf (10:02)
11. Kid Raw (3:55) 
Músicos:
Mark Sweeney – Lead and Backing
VocalsMichael Voss – Lead Vocals / Lead Guitar
Vocals:
Amanda Somerville (Kiske/Somerville)
Ralf Scheepers (Primal Fear)
Göran Edman (Ex-Yngwie Malmsteen)Johnny Gioeli (Axel Rudi Pell, Hardline)
Doogie White (Ex-Rainbow, Michael Schenker)
Tony Mills (Shy, TNT)
Blaze Baley (Ex-Iron Maiden)
Piet Sielck (Iron Savior)
Jean-Marc Viller (Callaway)
Bass:
Mike Winkler (Session Musician)
Guitars:
Kee Marcello (Ex-Europe)
Mandy Meyer (Krokus, Ex-Gotthard)
Roland Grapow (Masterplan)
Martin Rauber (Top4tea)
Keyboards:

Don Airey (Deep Purple)
Tony Carey (Ex-Rainbow)
Drums:

Gereon Homann (Eat The Gun)
Brian Tichy (Whitesnake /Ozzy)
Hermann Rarebell (Ex-Scorpions)
Roland Jahoda (Ex-Paradox, F.U.C.K.)