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domingo, 1 de março de 2026

BlackRain - Orphans Of The Light (2026) França

Os BlackRain sempre foram a resposta da França ao Sunset Strip, mas em 2026, com o lançamento de Orphans Of The Light, eles provam que já não são apenas "os miúdos do Glam". Se o álbum anterior, Untamed (2022), foi uma explosão de energia juvenil, este novo trabalho é o som de uma banda que aprendeu a dominar a escuridão sem perder o brilho do neon.

O Veredito: "O Melhor Álbum da Banda"

Embora as expectativas para um novo lançamento de BlackRain sejam sempre altas, este álbum "estilhaça as expectativas". O disco é fenomenal, combinando a energia do Sleaze Rock escandinavo com uma grandeza melódica que remete diretamente aos Queen.

A Nova Arma: Jerem G

Um dos pontos mais elogiados é a entrada do novo guitarrista principal, Jerem G. é descrito como uma "estrela em ascensão", um "deus da guitarra" que traz não apenas velocidade, mas uma melodia e técnica que elevam a banda. A química entre ele e o vocalista Swan Hellion é considerada um dos pilares do sucesso deste disco.

Análise das Faixas (Destaques)

  • "Dreams": Uma abertura surpreendente com sintetizadores e narração que rapidamente evolui para um som contagiante, comparado à estrutura de "Bohemian Rhapsody" pela sua variação e poder.

  • "Come On": Puro Glam Metal dos anos 80, evocando o som de Skid Row (fase de estreia) e Mötley Crüe (Dr. Feelgood). É a resposta perfeita para quem diz que "já não se faz música assim".

  • "Orphans Of The Light" (Faixa-Título): Uma composição teatral com riffs massivos, situada na fronteira entre o Sleaze e o Power Metal.

  • "Unleash The Fury": Descrita como uma mistura entre a era Rest In Sleaze dos Crashdïet e os primeiros álbuns de Dokken.

  • "If This Is Love": Definida como uma "power ballad épica de sleaze metal", onde a emoção e a técnica de guitarra são de "tirar o fôlego".

  • "Disagree": Uma das faixas mais rápidas, onde a fusão entre o sleaze sueco e o som dos Queen atinge o seu auge.

  • "Farewell": O encerramento triunfante, sendo a faixa com a influência mais óbvia de Queen em todo o álbum.

Conclusão 

Swan Hellion continua com uma capacidade vocal impressionante, especialmente nas notas altas, e que a secção rítmica (Franky Costanza na bateria e Matthieu De La Roche no baixo) está mais sólida do que nunca.

Nota: 8.9/10

Destaques: "Dreams", "Orphans Of The Light", "If This Is Love", "Disagree"

Recomendado para: Fãs de Queen, Crashdïet, Mötley Crüe e qualquer pessoa que procure Hard Rock moderno com alma de arena.


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segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Shiraz Lane - In Vertigo (2025) Finlândia

Os Shiraz Lane, vindos da Finlândia, têm vindo a ser aclamados como uma das bandas mais frescas e talentosas no seio do Glam/Sleaze e Melodic Rock. O seu álbum In Vertigo (2025) promete não ser apenas mais um registo, mas sim um novo capítulo audacioso e dinâmico na sua evolução.

In Vertigo é um álbum que funde as raízes Glam/Hard Rock dos Shiraz Lane com uma energia de Pop-Metal, uma produção moderna e cruzamentos estilísticos destemidos. O resultado é um disco explosivo e, ao mesmo tempo, emocionalmente ressonante, recheado de hooks afiados e melodias elevadas.

A Evolução do Som: O Rock Dançante

O quinteto finlandês mostra um sentido enorme para a criação de hooklines cool e arranjos versáteis, com este álbum a ser considerado o seu melhor trabalho até à data.

  • Fusão Ousada: A banda move-se para um novo território, misturando o Sleaze Rock com uma produção polida e a energia contagiante do Pop Rock.

  • Aposta no Ritmo: A secção rítmica é visceral, proporcionando a pista de dança ideal. Muitas das faixas, embora autênticas e credíveis no Rock, não estariam deslocadas num ambiente de discoteca, devido à sua natureza dançante e infecciosa.

  • Melancolia Nórdica Subjacente: Apesar das poderosas good vibes, o álbum consegue, por vezes, conectar o som rock contemporâneo com uma certa melancolia nórdica subjacente, dando profundidade ao material.

Destaques e Atitude

O álbum está repleto de canções que captam a atenção desde o primeiro instante:

  • "Stone Cold Lover": O tema de abertura entra em grande estilo Glam-tástico, com uma vibe de Pop-Rock energético. É uma introdução que prepara o ouvinte para o passeio vertiginoso que se segue.

  • "Dangerous": Uma extravagância Pop Rock que demonstra a mestria da banda em criar melodias super catchy.

  • "Bullsh!t": Uma faixa com atitude, ousada e arrogante, com um refrão que é descrito como "prego na parede", fixando-se imediatamente na memória.

  • "Plastic Heart" / "Come Alive": Estes temas, juntamente com o pulsante "Live A Little More", são exemplos do lado mais Pop-Rock da banda, provando que o carisma de Hannes Kett (vocalista) e o shredding de Jani Laine (guitarrista) conseguem manter as composições vibrantes e funky.

  • "Brand New Day": Uma canção de pura alegria, com um cluster rítmico visceral, mas amigável, e uma voz que cose imaginativamente uma música perfeitamente elaborada para ser transmitida em rádio mainstream.

O Veredito Final

In Vertigo é mais do que um álbum de Hard Rock; é uma fusão de Pop Rock no seu melhor. Os Shiraz Lane não se limitam a seguir a onda do Rock Melódico moderno – eles estão a redefini-la, criando algo que é brilhantemente imprevisível e assumidamente melódico.

É uma banda que tem aquele "fator extra", que os torna ligeiramente diferentes e que, para quem aprecia a audácia de cruzar o Sleaze com o Pop, garante que este álbum será um prazer viciante do início ao fim.

Recomendado para: Fãs de Hard Rock Melódico, Sleaze Rock (Santa Cruz, Reckless Love, Skid Row) e qualquer pessoa que goste de Rock que o faça dançar.


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segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Babylon A.D. - When The World Stops (2025) USA

Quase 35 anos após o seu álbum de estreia, a banda de hard rock da Califórnia, Babylon A.D., regressa em 2025 com "When The World Stops". Este álbum, o seu sexto de estúdio, segue de perto o aclamado Rome Wasn't Built In A Day (2024), e demonstra que a banda está numa fase de revitalização criativa e de produção constante.

"When The World Stops" é essencialmente uma celebração do Hard Rock clássico do final dos anos 80 e início dos 90, destilando os melhores elementos da sua sonoridade vintage— riffs energéticos, refrões hinos e a voz inconfundível do vocalista Derek Davis.

Destaques Sonoros e Ponto Forte

O álbum não tenta reinventar a roda, mas sim aperfeiçoar a sua fórmula. A produção, a cargo do próprio Derek Davis, é nítida e potente, corrigindo quaisquer falhas que pudessem ter existido no seu antecessor.

Poder e Melodia: A faixa-título "When The World Stops" é a abertura perfeita: um rocker potente, impulsionado pela guitarra, que transporta o ouvinte para a época em que o rock dominava as rádios, mas com um acento melódico bem afinado.

Baladas de Ouro: O Babylon A.D. sempre se destacou nas baladas, e este álbum não é exceção. "Love Is Cruel" é uma balada power rock clássica, que se destaca pela sua orquestração, pela urgência vocal de Davis e pela sublime adição de um piano convidado. "The Damage Is Done" também se encaixa neste molde, provando a mestria da banda em criar momentos emotivos e hínicos.

Rock de Pura Adrenalina: Faixas como "Toxic Baby" e "Come On Let's Roll" trazem a energia mais crua e hard-hitting dos seus primeiros anos, apoiadas por um trabalho de guitarras em twin-guitars (Ron Freschi e John Matthews) que acrescenta profundidade e complexidade. "Power Of Music" é um hino de celebração do rock, feito sob medida para ser cantado em uníssono nos concertos.

Vocal Inconfundível: O timbre e a entrega de Derek Davis permanecem centrais e vigorosos, conferindo a cada faixa a identidade única do Babylon A.D.

Veredicto

"When The World Stops" é um disco coeso e divertido. Os Babylon A.D. mostram-se numa forma excelente, equilibrando na perfeição a essência nostálgica do Hard Rock com uma produção moderna e sofisticada.

Para os fãs que anseiam pelo som honesto e high-octane do hard rock da viragem dos anos 80 para os 90, este álbum é um triunfo inegável e facilmente um dos melhores álbuns do género em 2025. É Hard Rock com profundidade e garra.


O que o atrai mais no Hard Rock Clássico: as baladas poderosas ou os hinos uptempo?

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quinta-feira, 19 de junho de 2025

Crosson - Guilty Of Rock (2025) Austrália

O último álbum de Crosson, "Guilty of Rock", está recebendo críticas positivas, descrito comouma celebração do glam metal clássico com um toque moderno O álbum é conhecido por seus ganchos cativantes, refrãos poderosos e solos de guitarra impressionantes. Os críticos destacam suas qualidades divertidas, enérgicas e antológicas, sugerindo que ele captura o espírito da Sunset Strip dos anos 80.
Pontos principais das avaliações:
Som:
O álbum é elogiado por seus grandes riffs, refrões cativantes e uma produção moderna que ainda mantém a sensação do glam metal clássico.
Cativante:
Muitos críticos enfatizam os refrãos contagiantes e memoráveis do álbum, tornando-o uma audição agradável.
Energia:
O álbum é descrito como cheio de energia, otimista e de vibrações positivas.
Potencial ao vivo: 
As músicas são consideradas perfeitas para apresentações ao vivo, com alguns críticos mencionando especificamente o potencial para serem cantadas junto.
Produção moderna: 
A produção é moderna e poderosa, mas ainda mantém um toque de rock clássico, graças ao produtor Erik Martensson.
Temas e inspirações:
 "Nobody Wins" é inspirado na invasão russa da Ucrânia, enquanto o álbum como um todo é visto como uma celebração do rock and roll.
Visuais:
O videoclipe de "Guilty of Rock" apresenta animação 3D ambientada em um mundo futurista onde o rock é proibido, adicionando um elemento visual à apresentação da banda.
Data de lançamento: O álbum foi lançado em 13 de junho.
Turnê:
Crosson também está pronto para embarcar em uma turnê nacional para promover Tyketto.
No geral, "Guilty of Rock" está sendo bem recebido por fãs e críticos por seu som cativante, enérgico e hino, posicionando-o firmemente no reino do glam metal clássico com um toque moderno.

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segunda-feira, 16 de junho de 2025

Animalyze - Powerhouse (2025) Dinamarca


A cena do rock dinamarquês ganha um novo e vibrante protagonista com o lançamento de "Powerhouse", o álbum de estreia da banda Animalyze. Formada em 2017 pelo guitarrista Clay Ronson e o baterista Chris Clark, a banda levou cinco anos para completar sua formação ideal com a adição da vocalista Vikki Mahrt e do baixista Mike Lauren em 2022. Este período de desenvolvimento estendido, culminando no lançamento de "Powerhouse" em 9 de junho de 2025, via Steelheart Records, sugere uma abordagem meticulosa na construção de sua identidade sonora. A dedicação em encontrar a química perfeita e refinar seu som antes de apresentar um álbum completo gerou uma antecipação considerável entre os fãs de rock.
"Powerhouse" é uma autêntica explosão de glam/sleaze rock dinamarquês, repleta de "riffs cativantes, bateria massiva, vocais imponentes e solos de guitarra flamejantes". O álbum captura perfeitamente a essência dos anos 80, com críticos elogiando a capacidade da banda de "reproduzir a vibração dos anos 80 perfeitamente". As comparações com ícones do gênero como Kix, Dangerous Toys, Great White, Ratt, Mötley Crüe, KISS, WASP e Def Leppard são frequentes, posicionando Animalyze firmemente dentro desse nicho. Embora o álbum seja descrito como "não muito original" , essa característica é, na verdade, uma força dentro do glam/sleaze rock. Para os entusiastas do gênero, a autenticidade e a homenagem fiel à estética dos anos 80 são frequentemente mais valorizadas do que a inovação radical. O sucesso do Animalyze reside em sua maestria desse som estabelecido, atendendo a uma demanda específica por rock nostálgico de alta qualidade, uma intenção clara desde a "paixão compartilhada pela atitude energética e crua da cena Glam Rock selvagem dos anos 80".
Entre as dez faixas que compõem "Powerhouse", destacam-se "Kings Of The Night", elogiada por usuários de fóruns por seu som impactante, e "Wild For Free", que recebeu uma análise dedicada. Embora alguns comentários em fóruns apontem que a "produção poderia ser melhor" em certas faixas , essa peculiaridade contribui para uma "vibração crua e retrô dos anos 80", alinhando-se com a natureza frequentemente menos polida do gênero. Essa nuance oferece uma perspectiva equilibrada, transformando uma possível imperfeição técnica em uma escolha estilística que aprimora o apelo do álbum para os puristas.
Em suma, "Powerhouse" é um brilhante debut que solidifica a posição do Animalyze na cena do glam rock contemporâneo. Rockney Colin, do Sleaze Roxx, chegou a declarar que este é "o melhor álbum de estreia de glam que ouvi desde o Reckless Love em 2011". Esta comparação com um álbum de estreia tão aclamado e influente de mais de uma década atrás eleva "Powerhouse" a um patamar de lançamento marcante, sugerindo um nível de qualidade e impacto que transcende a mera aderência ao gênero. Para os fãs de rock clássico dos anos 80, especialmente aqueles que apreciam bandas como Kix, Ratt e Mötley Crüe, "Powerhouse" é um álbum imperdível que promete se tornar um novo marco em suas coleções

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segunda-feira, 25 de março de 2024

Lipz - Changing The Melody (2024) Suécia

Revivendo os dias de glória do glam rock dos anos 80 estão so suecos Lipz. Formado há 14 anos em Estocolmo pelos irmãos Alex (v,g) e Koffe (d) Klintberg, com Conny Svärd na guitarra, o trio lançou seu primeiro single, Ghost Town, em 2012. Seguiu-se seu EP, Psycho , em 2015. Ainda sem baixista permanente, Lipz lançaria seu primeiro long-player, Scaryman , em 2018. Em 2023, dois eventos significativos aconteceram. Chris Young se juntou à banda no baixo. Lipz assinou contrato com o selo Frontiers Music para o lançamento de seu segundo título, Changing The Melody e, talvez, mais álbuns por vir.
Agora, direciono seus olhos para a frente. Com seu visual, Lipz me lembra o fruto de uma orgia entre KISS, Motley Crue e uma banda AOR. Musicalmente, eles prepararam a melodia da música, a harmonia e os refrões da guitarra, refrões cativantes com vocais de grupo e solos de guitarra na arena AOR e um embrulho amigável para o rádio de uma música de três minutos.
Aqui há pouco mais a acrescentar a essa descrição, exceto para enfatizar mais uma vez a acessibilidade AOR que Lipz traz para suas músicas. De outra forma, melódicos hard rockers chegam com I'm Alive, Changing The Melody, Monsterz (cowbell incluído), Bang Bang e I'm Going Under. Essa última música é uma das mais difíceis e deveria ter sido lançada como single. O AOR é talvez mais forte com By Bye Beautiful e Stop Talk About. Uma balada hino com piano e vocal vem com I Would Die For You, que vai fazer te lembrar das poderosas baladas dos anos oitenta.
Tudo dito, com ou sem pintura facial e sapatos de plataforma, Changing The Melody demonstra que os Lipz são mestres artesãos do melódico hard rock AOR. Estas são algumas músicas cativantes.

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terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

Suicide Bombers - All For The Candy (2024) Noruega

Os reis do sleaze rock norueguês, SUICIDE BOMBERS, estão de volta com seu quinto álbum , quatro anos depois do contundente “Murder Couture”. Desta vez a festa começa com uma introdução kitsch e sexy antes de mergulhar na pura loucura com uma poderosa “Dynamite Playboys”. “Take It Off” não é a música do KISS , mas ainda é uma boa música de hard rock, enquanto “Tonight Belongs To Us” tem uma vibe um pouco legal de ROGUE MALE e um refrão bastante memorável. “Out of Love” vai trazer te de volta aos dias do hair metal, enquanto “You Better Belive” arrasa com um riff de guitarra à la Steve Stevens . Agora tu provavelmente já entendeste que esses músicos tiram suas influências principalmente dos extravagantes anos 80 e a contaminada “All For The Candy” dos W.A.S.P. não vais contradizer isso. Os fãs de heavy rock com certeza vão gostar de “Caligulizer” e aqueles que querem mais melodia em seu hard rock vão gostar de “Videodrome 2049” e “Last Call”. A banda tentou algo diferente com o épico “Where Time Always Goes” antes do final nos deixar com algumas palavras em francês. Quando se trata de hard rock influenciado pelos anos 80, tu não vais encontrar nada melhor hoje em dia!

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Riley’s L.A. Guns - The Dark Horse (2024) USA

Não é a primeira vez que temos duas versões de uma banda e Riley's L.A. Guns é uma dessas bandas. A banda lançou ' Renegades ' um álbum em 2020 e regressa com seu próximo álbum.
'The Dark Horse' é o título do novo longplayer dos Riley's L.A. Guns que traz 10 músicas. O álbum de estúdio é um lançamento de hard rock sólido com músicas como a abertura 'Overdrive', que pode não ser ciência de foguetes, mas são músicas de rock bem criadas. É fácil encontrar o caminho para o álbum, já que músicas como o rock 'Rewind' e a faixa-título seguinte mostram a largura de banda do hard rock. 'The Dark Horse' é uma música ágil que não soa tão sombria quanto o título indica. Principalmente o refrão e a ponte são equipados com uma boa melodia que floresce imediatamente.
As raízes sleazy estão mais em primeiro plano com 'Somebody Save Me', enquanto 'Sweet Summer Girl (Florida)' é a balada obrigatória. Este último é mais um arrebatador de corações padrão que entregará o bastão ao estrondoso 'The Truth'.
Os Riley's L.A. Guns conseguem manter o nível sólido do álbum. A metade inferior da lista de faixas reflete uma impressão positiva e especialmente as faixas de rock são as que fazem de 'The Dark Horse' um álbum de rock energético. 'It's the World' e a pulsante 'Down Day Drag' são os destaques ao navegar pelo álbum até o fim. Com 'While I'm Away' a banda encerra o longplayer com um rock apoiado por piano em ritmo moderado; uma música com uma vibração de bar com cheiro de uísque incluído.
'The Dark Horse' vale um passeio porque é selvagem. Os Riley's L.A. Guns adicionaram com seu segundo álbum um lançamento apaixonado aos livros, um disco que envolve um espírito de bom rock'n'roll que é um grande passo em frente em comparação com o lançamento mais mediano de 'Renegades'.

domingo, 21 de janeiro de 2024

Notörious - Marching On (2024) Noruega

Pride & Joy Music tem o prazer de anunciar a adição da banda norueguesa de hard rock e metal com influência glam Notörious à sua lista! Notörious lançou o segundo álbum “Marching On” mundialmente pela Pride & Joy Music, uma continuação do heavy metal hino ouvido no álbum de estreia “Glamorized” (2020). Está cheio de músicas cativantes que vão te fazer querer festejar a noite toda! Embora o álbum esteja profundamente enraizado no clássico rock e no glammy heavy metal, Notörious inclui um subgénero pelo qual sua terra natal, Bergen, na Noruega, é conhecida: black metal - criando um toque próprio para o género, True Norwegian Glam Metal na faixa-título . É claro que Notörious evoluiu para uma fera diferente com “Marching On”, entregando um som ao vivo mais cru, honesto e menos polido. Um álbum de puro rock & roll na sua essência, mas com uma atitude revigorante - exatamente o que tu precisas.
"Marching On" foi gravado e mixado no Polyfon Studio por Leif Herland e masterizado por Rhys Marsh. A capa do álbum foi criada pelo artista italiano SoloMacello.
Fonte: Pride & Joy Music

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domingo, 10 de setembro de 2023

Blackbird Angels - Solsorte (2023) USA


Blackbird Angels é um novo projeto e banda criada pela colaboração do guitarrista Tracii Guns (L.A. Guns) e do vocalista Todd Kerns (Slash, Toque, Heroes and Monsters). Os dois músicos admiraram e apreciaram os talentos um do outro ao longo dos anos e queriam gravar um álbum juntos. Com cerca de dez anos de produção, a dupla lançou seu álbum de estreia Solsorte , auxiliado na bateria pelo multi-instrumentista e produtor Adam Hamilton.
As sementes do álbum vêm do desejo do Guns de escrever e gravar um disco inspirado em seus heróis musicais quando adolescente: Led Zeppelin, Peter Frampton, Bad Company, Journey do final dos anos 70 e outros. Com um ou três giros, eu caracterizaria o tema musical geral como Glam Hard Rock com um fundo pesado definido e talvez alguma influência de blues. Guns oferece alguns riffs fortes e solos de guitarra ágeis, enquanto Kerns tem um estilo vocal igualmente assertivo.
Com algo parecido com essa descrição em mente, tu vais encontrar Unbroken, Better Than This, Mine (All Mine), e Shut Up (You Know I Love You). Alternativamente, algumas músicas aceleram o ritmo, tendo um groove mais rápido, como Only Everything e a estrondosa Coming In Hot. Depois, há o ritmo lento de The Last Song, que encontra Guns e Kerns unidos pela voz e pela guitarra. Semelhante é On And On/Over And Over, que queima lentamente como uma vela grossa de altar numa igreja católica, mas com uma vibração que oscila entre o blues e o rock psicadélico. Se Guns atingiu seu objetivo, só ele pode dizer sobre Solsorte . No entanto, para algum Glam Hard Rock criativo com alguma variedade fina, Solsorte do Blackbird Angelé um belo trabalho de Tracii Guns e Todd Kerns, dois músicos elogiosos e talentosos.

terça-feira, 18 de abril de 2023

L.A. Guns - Black Diamonds (2023) USA


Mais consistente agora do que nos seus primeiros anos, L.A. Guns, apresentando o guitarrista Tracii Guns e o vocalista Phil Lewis, lança um novo álbum de estúdio a cada dois anos desde 2017. Black Diamonds é seu décimo quarto (se eu contei corretamente) álbum e inclui uma formação estável.
Se tu te lembras, os L.A. Guns cresceram nos anos do hard rock da Sunset Strip. Não tanto a bonita variedade de hair rock, Guns era mais como sua banda de luta de rua com roupas de couro. No entanto, como o rock clássico que tornou os anos 80 famosos, os L.A. Guns produziram canções de hard rock dotadas de melodia, vocais corajosos, ritmo e groove rock e o trabalho de guitarra ardente de Tracii Guns.
Com Black Diamonds , não mudou muito no século 21, exceto, talvez, composições maduras que produzem canções mais variadas e divertidas. Por exemplo, L.A. Guns pode arrasar com clássicos do hard rock como Got It Wrong, Wrong About You, Shattered Glass ou You Betray. Alternativamente, pensei que Babylon, marcando três minutos, tinha mais uma força punk. Talvez o mesmo possa ser o mesmo para Lowlife, apenas porque Lewis tem um rosnado e escárnio na sua voz, e a música é curta e rápida. Gonna Lose e Diamonds são baladas lentas, a última talvez um pouco mais pesada. Considerado como um todo, ao ouvir pela primeira vez, não tinha certeza se estava impressionado com Black Diamonds . Mas um segundo giro me permitiu ouvir a nuance e por isso aprecio muito mais.
Considerando tudo, mais uma vez, L.A. Guns, apresentando o guitarrista Tracii Guns e o vocalista Phil Lewis, lançaram outro álbum bem elaborado, variado e divertido de seu clássico melódico hard rock.

domingo, 26 de março de 2023

Bai Bang - Sha Na Na Na (2023) Suécia


A banda sueca Bai Bang existe há muito tempo, ao que parece. Mas eles não estiveram ativos o tempo todo, mas tiveram pausas e algumas mudanças na formação. Isso também vale para o estilo musical; mudou muito ao longo dos anos. Em 2023 encontramo-los no género melódico hard rock, onde também se encontram pitadas de glam, power pop e AOR. Ou resumindo: festa rock!
Diddi Kastenholt , membro fundador, é o compositor e é bastante conhecido na Suécia não só pelo seu trabalho nesta banda.
Bai Bang regressa com o seu nono álbum de estúdio e uma nova gravadora.
Eles entregam a faixa-título “Sha Na Na Na” (título piroso!) Imediatamente, como a música nº 1. É um hard rock melódico que é bom, mas não mais do que isso. Nada de único nisso, e muitas bandas fizeram a mesma coisa, mas melhor. Mas tenha paciência comigo, há algumas músicas melhores por vir!
Em “All Alone” há um óbvio roubo de Alphaville na melodia do verso (quase a mesma melodia ou ideia de música também é encontrada na faixa-título)! É um pouco óbvio demais, mas pode acontecer com qualquer um. Então "It's Enough" soa como uma música AOR típica de Desmond Child , com um toque de hard rock. Um pouco do mesmo em “Motivated” que é uma música muito boa, uma das melhores desse álbum.
Eles até colocam um cover dos ABBA em “Rock Me” , o que me surpreende. Por outro lado, o mundo tem visto um renascimento dos ABBA desde seu regresso com o álbum Voyage . A versão de Bai Bang é realmente muito boa, com harmonias vocais cativantes.
Eu mencionei o glam e essas influências. A música “I Wanna Rock'n'roll” é meio que uma mistura de The Sweet e Ramones .
Os antigos fãs de Bai Bang provavelmente se sentirão em casa. Especialmente aqueles que gostam dos álbuns de 2000 em diante.

quinta-feira, 16 de março de 2023

John Diva & the Rockets of Love - The Big Easy (2023) Alemanha


John Diva & The Rockets Of Love é uma banda que se dedica ao glam rock. Se tu ouvires as músicas da banda, terás a sensação de estar numa viagem no tempo até os anos 80, quando bandas como Bon Jovi, Ratt, Mötley Crüe,… tiveram seu auge. Ao mesmo tempo, tive que pensar em Bonfire uma ou duas vezes, porque em alguns pontos John Diva soa um pouco como Claus Lessmann.
É claro que os tempos passados também se refletem nas letras, por exemplo, ouça 'Back in the Days'.
Com 'Mama Said Rock is Dead', a banda lançou seu primeiro álbum em 2019 após assinar um contrato com a Steamhammer. Posteriormente, eles saíram em turnê com os Kissin 'Dynamite, que sustentaram e ao mesmo tempo forçaram a atenção considerável no álbum.
Quase dois anos depois foi lançado 'American Amadeus' e agora é 'The Big Easy' que deve continuar a história de sucesso.
Depois que a introdução 'California Rhapsody' desaparece, a faixa-título assume o controle. Com um riff poderoso e um bom senso para melodias, a música imediatamente entra na tua cabeça.
Segue-se com 'God Made Radio' um pulsante rock'n'roller que a banda já apresentou ao vivo, aliás no intervalo do jogo da Liga Europeia de Futebol Rhein Fire frente ao Frankfurt Galaxy. É uma das melhores músicas do álbum e tu não consegues resistir ao clima de festa.
Também vale a pena mencionar a contundente 'Thunder' e a suingante 'Boys Don't Play With Dolls'.
No entanto, a banda também domina os tons mais suaves. Aqui os clichés são servidos e ainda assim 'Hit And Run' não parece forçado. Em vez disso, é uma balada rock bem feita que também pode convencer com uma parte de solo comovente.
De alguma forma, John Diva & The Rockets Of Love soam como uma versão melhor de Steel Panther. Enquanto os últimos se concentram mais na sua imagem do que na música, John Diva, apesar de todos os tons irónicos, tem uma certa autenticidade na música. Aqui a música e a diversão da vida estão no centro das atenções. Este álbum é tão colorido quanto a arte sugere.