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segunda-feira, 4 de maio de 2015

Rush - Clockwork Angels (2012) Canadá


Clockwork Angels é o 19º álbum de estúdio da banda canadense de rock Rush. O álbum foi gravado no Blackbird Studio, em Nashville, Tennessee e no Revolution Recording, em Toronto, Ontário.
O Rush lança seu novo disco Clockwork Angels (2012) no meio do ano e o escritor Kevin J. Anderson fará uma versão do disco em forma de livro, um romance. O autor já publicou um livro anteriormente inspirado na obra da banda canadense, na ocasião foi o disco Grace Under Pressure (1984) e intitulado ‘Resurrection, Inc’. Dessa vez o livro levará o mesmo nome do disco.
Nas palavras de Kevin em sua página do Facebook: “Muitos de vocês sabem da minha longa amizade com Neil Peart, baterista e letrista da lendária banda de rock Rush, e também sabem o quanto o Rush influenciou meu trabalho. Meu primeiro romance, ‘Resurrection, Inc., foi inspirado no disco Grace Under Pressure (1984), e eu poderia citar uma dezena de outros trabalhos que claramente foram influenciados pelo trabalho da banda. Por mais de 20 anos, Neil e eu conversamos sobre uma GRANDE colaboração entre nós dois, uma maneira de unirmos nossas imaginações, e está acontecendo.”
Ele continua: “Estou escrevendo um romance sobre o disco ‘Clockwork Angels’, o primeiro do Rush em cinco anos. Imagine alguém fazendo um romance de discos como The Wall (1979) (Pink Floyd), Tommy (1969) (The Who) ou Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967) (The Beatles), quando esses discos foram lançados. É o que eu estou fazendo com o ‘Clockwork Angels’. Eu trabalhei com Neil para desvendar a história contida na música, assim como trabalhei com Hugh Syme, que está trabalhando na arte gráfica. É a história de um jovem que está atrás de seus sonhos e é pego pelas forças da ordem e do caos. Ele viaja por um mundo sofisticado e colorido numa alquimia ‘steampunk’ (leia mais na WIKIPEDIA), por cidades perdidas, piratas, anarquistas, desfiles exóticos e um Relojoeiro rígido que impõe precisão em cada aspecto da vida diária.”



Temas:
01 – Caravan
02 – Bu2b
03 – Clockwork Angels
04 – The Anarchist
05 – Carnies
06 – Halo Effect
07 – Seven Cities Of Gold
08 – The Wreckers
09 – Headlong Flight
10 – Bu2b2
11 – Wish Them Well
12 – The Garden
13 - BU2B (Radio Mix) [bonus]
14 - Headlong Flight (Radio Edit Version) [bonus]
Banda:
Geddy Lee — bass guitar, lead vocals, keyboards
Alex Lifeson — acoustic and electric guitars, backing vocals
Neil Peart — drums, percussion




domingo, 26 de abril de 2015

Eloy – Visionary (2009) Alemanha


Os alemães Eloy regressaram em 2009! Apesar de nunca terem anunciado oficialmente o fim das atividades o anterior disco do grupo tinha sido Ocean 2: The Answer (1998) data de longínquos 11 anos atrás.
Visionary (2009) acaba por ser lançado e foi gravado quase ‘em segredo’ pela banda alemã, já que as notícias de uma volta só foram anunciadas algumas semanas antes do lançamento do disco.
O Eloy foi formado em 1969 na cidade de Hanover pelo vocalista/guitarrista Frank Bornemann e é um dos grandes nomes do Rock Progressivo mundial. O disco vem como uma comemoração pelos 40 anos de formação da banda.
É um bom cd, mostra que passados 40 anos, o Eloy ainda é competente. Seu Space Rock de sempre está ai, com alguma inovações. Bateria-baixo excelentes, Schopf mostra que é um bom substituto para Randow e Rosenthal. Já Matziol, não precisa provar mais nada, é um dos melhores baixistas dentro do rock, e talvez o mais eficiente.
Frank Bornemann está como sempre esteve, irresistível nas suas composições, sua guitarra está mais afiada que uma navalha e sua voz pouco mudou com tempo e como sempre, não se fez de rogado, montou a estrutura da banda da melhor forma possível, já que o Eloy praticamente a cada álbum tem uma nova formação, então um velho e conhecido parceiro, Klaus-Peter Matziol que teve a honra de participar da melhor fase da banda entre 1975 e 1980, reúne-se mais uma vez ao grupo e dá, sua fundamental contribuição.
Não bastasse isso, nos teclados, Michael Gerlach e Hannes Folberth dão um show à parte com seus sintetizadores e Bodo Schopf fazendo muito bem a sua parte na bateria e percussão, fecham o primeiro escalão da banda que ainda recebeu um reforço extra com músicos convidados que fecham o elenco que formou a banda para este álbum.



Temas:
1. The Refuge
2. The Secret
3. Age Of Insanity
4. The Challenge (Time to Turn, Part 2) – Album version
5. Summernight Symphony – Album version
6. Mystery (The Secret, Part 2)
7. Thoughts

Musicians:
Frank Bornemann (lead vocals, guitar)
Michael Gerlach (keyboards)
Hannes Folberth (keyboards)
Klaus-Peter Matziol (bass)
Bodo Schopf (drums, percussion)

Guest Musician:
Anke Renner (vocals)
Tina Lux (vocals)
Volker Kuinke (flute)
Christof Littmann (keyboards and orchestrations)
Stephan Emig (percussion)




sábado, 25 de abril de 2015

LANA LANE – ELDORADO HOTEL (2012) U.S.A.


A diva está de volta! Pelo menos é assim que a imprensa e aficionados do rock se manifestam sobre Lana Lane. Verdade seja dita, a cantar como ela num estilo como o prog/ melodic rock, tem que vir de outro planeta porque Lana é única. O modo como move a sua voz por entre as linhas musicais não está ao alcançe de qualquer um(a). Esposa de Erik Norlander, um mestre produtor e compositor de créditos, ou melhor, nem sequer precisa deles, porque a sua fama, precede-o; Erik, representa neste disco a essência que clama pela voz de Lana. Já diz o ditado, por detrás de uma grande mulher, está um grande homem; pronto, está bem, está bem... e vice versa! Logo a iniciar o disco temos uma faixa deveras curiosa, "A Dream Full Of Fire" parece tirada de uma qualquer musica de Tom Jobim, descarrila para um refrão hard melódico; deambula por entre melodias de Buzukia grega, rock melódico e prog e a sua voz guia-nos por entre esses sons com a maior das descontrações como se natural fosse passar de cultura em cultura tão simples como passar uma porta. O timbre de voz de Lana é muito similar a Ann Wilson, podendo, no meio de tanta diversidade, pensarmos que estamos a ouvir a banda HEART. Diversidade, é isso que faz deste disco algo de transcendente, é tanta, e... não destoa, não aborrece; sons africanos, guitarras flamencas, melodias dos andes, aparecem do nada, movendo a nossa mente por entre imagens de paisagens tal qual um documentário Nat. Geog.! Para apreciadores de sofá, este é um disco indispensável, é uma viagem e com direito a "Hotels". Sobre a banda que acompanha Lana neste disco, e sem contar com o maestro, compositor e director musical Erik, entre outros temos, John Payne (ex-ASIA); Bruce Bouillet (RACER X); Jay Schellen (HURRICANE) e Neil Citron (QUIET RIOT), que constroem aqui uma autêntica agência de viagens! Para quem não gosta, não aprecia, não está interessado; vai sempre a tempo de mudar de ideia; para os outros, ... bom, é valor seguro!
McLeod Falou!



Temas:
01. A Dream Full Of Fire
02. Maybe We`ll Meet Again
03. El Dorado
04. Darkness Falls
05. Hotels
06. Believe
07. Life Of The Party
08. Gone Are The Days
09. Moon God
10. In Exile
Lana Lane - vocals
Erik Norlander - keyboards, additional guitars, bass and programming
Line-up:
John Payne - harmony and choral vocals, mandolin
Mark McCrite - guitars, bass, choral vocals, programming
Bruce Bouillet - guitars
Neil Citron - guitars
Freddy DeMarco - guitars
Guthrie Govan - guitar
Don Schiff - NS/Stick
Mark Matthews - bass
Jay Schellen - drums


sexta-feira, 24 de abril de 2015

BUCK DHARMA - Flat Out (Remastered) (2011) USA


Membro fundador dos Blue Oyster Cult, compositor e guitarrista Donald Roeser "Buck Dharma" um dia lançaou seu primeiro álbum a solo "Out Flat". Agora está sendo relançado com um tratamento de remasterização de 24 bits a partir de fitas da fonte original.
Durante a carreira muito bem sucedida BOC, Buck Dharma começou a acumular uma volta log de músicas de qualidade que simplesmente não eram compatíveis com o BOC.
Já conhecido como o membro da banda com o lado mais suave e melódica, muitas de suas contribuições para o BOC tendem a ser menos abrasivo e mais melodicamente adequado para rádio.
Com "Flat Out" Dharma foi capaz de mostrar seu lado mais pessoal musical sem a expectativa de metal hard rock light-associados aos Blue Oyster Cult.
Primeiro tema "Born to Rock" é um híbrido interessante de guitarra surf rock-hard, que mostra Buck em boa forma tanto vocalmente e instrumentalmente. Harmonias vocais sobre uma batida ritmada e uma batida whammy bar .
"That Summer Night" é um rocker mid-tempo sólido pesado em harmonias de fundo; liricamente nunca se poderia ver como BOC teria feito isso.
"Cold Wind" tem guitarras limpa em camadas, zooms 80, sintetizador e gritos, e camadas de harmonias vocais com uma atmosfera AOR.
Em "Heart Your Loving" Dharma mostra seu lado épico com uma secção multi-7 + laje minuto de rock, progressivo suave, com guitarras em alta e uma abundância de backing vocals.
"Five Thirty-Five" é um uptempo pop-rocker, "Wind, Weather and Storm" é uma canção curiosa melhor que poderia ser descrito como prog-pop com batidas espaçadas e material, sax defintely diferentes dos padrões BOC.
"Theme Anwar" é uma indicação de eventual incursão Roeser em trilhas sonoras de filmes. É uma faixa instrumental com o som típico dos anos 80 OST, onde Dharma toca bateria (extremamente compactado no mix), incluindo alguns de guitarra, melódica.
Última faixa "Come Softly To Me" é uma vitrine vocal para Buck e sua esposa Sandy, que realizam este Fleetwood hit a capella com alguns instrumentos etéreo de fundo.
"Flat Out" captura um artista veterano confortável em sua própria verdade mostrando preferências musicais. Dharma mostra a sua integridade artística aqui aderindo a suas armas, e fazendo "seu" álbum ao invés de tentar chegar a apenas uma emulação de Blue Oyster Cult.
Vocais suaves de Buck, justificadamente, dominam o álbum e faz muito para criar uma atmosfera suave e melódica. Os vocais de harmonia são bons e a demonstrar fascínio de Roeser com o rock clássico americano.
Infelizmente sub-promovido, o álbum desapareceu sem aviso prévio, até que foi relançado em CD há dez anos. Fora de catálogo, agora é reemitida com um bom trabalho de remasterização.
Habilidades Buck Dharma na guitarra, o senso de melodia, lírica e romântica sensibilidades para fazer de "Flat Out" um bom álbum.



Temas:
01 - Born To Rock
02 - That Summer Night
03 - Cold Wind
04 - Your Loving Heart
05 - Five Thirty-Five
06 - Wind Weather And Storm
07 - All Tied Up
08 - Anwar's Theme
09 - Come Soflty To Me

Musicos:
Donald 'Buck Dharma' Roeser: Vocals, Guitars, Bass, Drums
Neal Smith, Richard Crooks, Rick Downey: Drums
Dennis Dunaway, Teruo Nakamura: Bass
Billy Alessi: Synths
Richie Cannata: Horns
Sandy Roeser, Spike Grubb: Backing Vocals




domingo, 5 de abril de 2015

PROCOL HARUM - MMX (2012) UK


Procol Harum lançou um CD novo e excitante ao vivo. Para a maior parte das músicas mais antigas com novos eventos. Gary Brooker e do resto da banda tocam excelentemente. Como sempre, há um nervo profundo na música e nas letras (K. Reid) é como sempre um dos melhores que há no rock moderno. Ouça a esta música, você não ficará insatisfeito.
Grande e magníficas interpretações ao vivo de músicas de Procol Harum. Gary Brooker disse várias vezes este é um grupo R & B, bem muitas das canções aqui têm um sabor a R & B para eles, especialmente com o Sr. Brooker de olhos nos blues e alma na voz.
Uma bela versão de "A Whiter Shade od Pale" não o deixará indiferente.



Temas:
1. Barnyard Story (Live in Copenhagen) - 4:09
2. Broken Barricades (Live 2010) - 3:31
3. As Strong As Samson (Live 2010) - 5:58
4. The Blink Of An Eye (Live 2010) - 4:25
5. The Idol (Live 2010) - 5:48
6. Roberts Box (Live 2010) - 5:11
7. A Dream In Ev'ry Home (Live 2010) - 6:08
8. Piggy Pig Pig (Live 2010) - 4:12
9. American Medley: Strangers In Space / Sister Mary (Live 2010) - 15:11
10. Yours If You Want Me (Live 2010) - 6:49
11. Toujours L'Amour (Live 2010) - 3:26
12. A Whiter Shade Of Pale (Guitar Version, Live 2010) - 6:44
13. War Is Not Healthy (Live 2010) - 4:51
14. Grande Finale (Live In Copenhagen) - 4:10
Banda:
Gary Brooker
Keith Reid
Geoff Whitehorn
Matt Pegg
Josh Phillips
Geoff Dunn




quinta-feira, 26 de março de 2015

Falling Edge - Falling Edge (2013) Canadá



Bio:
Traduzida do site oficial.
Falling Edge teve o seu início em 2004, com os membros originais Kevin Tetreault (bateria e vocal), Chris Rupert (guitarra e vocal) e Don McClellan (baixo, vocais), embora ainda não estivesse criado Falling Edge. No ano seguinte, viu a adição do tecladista e vocalista Tim Bork, e não demorou muito depois disso que a ideia de colocar alguns dos nossos originais para um CD foi lançada no ar. Nós começamos a trabalhar no material original a sério, passar os detalhes de tempo, discutindo sobre arranjos, e assim por diante. A gravação começou no final do verão de 2007, e janeiro do ano seguinte um bom pedaço.
Social Engineering foi feito. Infelizmente, foi nessa época que Don teve que deixar a banda, que nos deixou lutando por um baixista para continuar a trabalhar no álbum. Isto provou ser muito mais difícil do que o previsto, e, alguns meses e vários baixistas mais tarde, a nossa incapacidade de garantir um baixista tornou-se uma espécie de piada entre os membros restantes. Nem um muito engraçado, você mente. O problema não era tanto o de encontrar alguém como ele foi encontrar alguém que se pudesse comprometer com um projeto dessa envergadura. Quando encontrávamos alguém que estava interessado, deixávamo-lo trabalhar nas músicas para um pouco, então ensaiado por várias semanas, 2 ou 3 meses se passam. Multiplique esse cenário, vários baixistas diferentes, e não é difícil ver que ficou muito atrasado para completar o álbum. Porque Social Engineering estava em fase de conclusão, decidimos terminar a gravação com Chris no baixo e todos os vocais (Don originalmente cantou backups). Foi um pouco de arrastar ter que deixar as partes originais de Don, uma vez que todos nós ficamos felizes com a sua música, mas com as diferenças de tom e estilo tornou-se necessário. Essas faixas de graves originais ainda estão andando por aí, no entanto.
Enquanto isso, os ensaios continuaram por outras faixas do álbum, assim como a nossa busca por um baixista fixo. Nós começamos a gravar Not That Far Away, uma vez que faz uso do teclado para baixo. Not That Far Away estava cerca de 90% concluído quando Tim decidiu chamá-la. Destemidos, decidimos terminar a pista com Chris nos teclados. Mais uma vez, devido a diferenças de tom e estilo, todas as partes de Tim no Not That Far Away tiveram que ser desfeitas. Nesse meio tempo, Jim Walsh se juntou à banda no baixo, então pelo menos que já tínhamos baixo.
Ao invés de repetir a nossa experiência de encontrar baixista, decidimos apenas avançar com Chris no manuseio de teclado enquanto buscamos um novo teclista. Nós pressionados com essa formação por mais um ano ou mais, quando, em agosto de 2010, Steve Kubica se juntou à banda nos teclados.



Temas:
1. Social Engineering (16:30)
2. Crippled by Fear (14:34)
3. Not That Far Away (5:39)
4. Next Time Around (7:48)
5. I, Awake (14:20)

Banda:
Steve Kubica - keyboards
Chris Rupert - guitar, keyboards, lead vocals
Kevin Tetreault - drums, percussion, vocals
Jim Walsh - bass, vocals



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

ZENIT - The Chandrasekhar Limit (2013) Suíça


On Zenit’s 3rd album „The Chandrasekhar Limit“ (69 minutes), Andy Thommen affixes a seal with his distinctive bass play right from the start of the first song (“Awaken”). Later, with the start of the guitar, you will somewhat be reminded of the Clepsydra sound: awesome guitar-bass team play! Here you start with what you expect to get from this brilliant album: quality. The marvelous long tracker “Matrimandir” (17 minutes), brings a breath of oriental sounds in a very subtle but delicate way without being brash, despite the Sanskrit lyrics now and then. One of the best long tracker of recent times clocking around 25 minutes, is “The Daydream Suite” that brings reminiscences of Pink Floyd and all the other stuff a prog suite should have: crazy keyboard solos, melodic guitar lines, cool bass parts and complex choirs, harmoniously in action. The rocking instrumental sound of “Pulsar”, the sweet and sinful ballad “Cub Lady” and the screaming-jazzy “PiGreco” song, jointly make up an impressive and progressive rock album of the 21st century.


Temas:
01 – Awaken [00:12:01]
02 – Matrimandir [00:02:39]
03 – The Daydream Suite [00:07:19]
04 – Pulsar [00:17:03]
05 – Cub Lady [00:05:49]
06 – PiGreco [00:23:59]

Banda:

Lorenzo Sonognini / vocals & acoustic guitars
Luigi Biamino / guitars & backing vocals
Ivo Bernasconi / keyboards
Andy Thommen / bass & backing vocals
Gabriele Schira / drums & percussion

Convidados:
Stefano Zaccagni / saxophone
Asia Thommen, Diana Bernasconi, Maria Scandella, Ilaria Widmer / backing vocals



quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Tantra - Mistérios e Maravilhas (1977) Portugal





TANTRA
O grupo TANTRA iniciou as suas actividades em 1976, quando Manuel Cardoso e Armando Gama se juntam e formam um duo.
Manuel Cardoso (guitarrista) tinha passado por outro grupo famoso, na época, os Beatnicks; onde a vocalista era Lena D'Água.
Armando Gama, que é o mesmo que hoje faz duo com Valentina Torres, tocava teclas.
O nome Tantra foi escolhido por Manuel Cardoso, que andava a praticar yoga .
A este núcleo inicial juntam-se o baixista Américo Luís, o baterista Rui Rosas e o percussionista Firmino.
Com esta formação gravam um single "Novos Tempos/Alquimia da Luz", que permite que o grupo se afirme como um dos primeiros grupos portugueses a seguir a corrente progressiva praticada pelos Yes ou os Genesis.
A banda estreia-se ao vivo juntamente com os Beatnicks e, após a saída de Rosas e Firmino, entra um novo baterista, Tozé Almeida, famoso por tocar, quase sempre, em contratempo; com uma bateria que era um "monstro".
Com esta nova formação o grupo grava, em 1977, o seu primeiro LP "Mistérios e Maravilhas", hoje considerado, mesmo a nível internacional, um "clássico" do Rock progressivo.
Ao contrário do que acontecia na Inglaterra, onde o progressivo estava em declínio, os Tantra arrastavam multidões em Portugal. Tanto assim que conseguiram encher o Coliseu dos Recreios, em Lisboa, um feito inédito, para um grupo de Rock.
Tony Moura (vindo dos Psico) entra na formação do grupo, para reforçar as vozes e o grupo começa a ensaiar os primeiros passos dum espectáculo com muito de teatral. Manuel Cardoso começa a usar a máscara de um velho no tema "À Beira do Fim", nos espectáculos ao vivo.
Armando Gama abandona e, para o seu lugar, entra Pedro Mestre que, logo depois; seria substituído por Pedro Luís, hoje nos Da Vinci.
Em 1978 os Tantra editam "Holocausto", um disco mais amadurecido, em que as vozes já começam a sobressair.
Nova tournée nacional e o sucesso continuou, só que o rumo musical mudou.
Temas:
1. A Beira Do Fim (11:01)
2. Aventuras De Um Dragao Num Aquario (2:09)
3. Misterios E Maravilhas (6:19)
4. Maquina Da Felicidade (13:39)
5. Variacoes Sobre Uma Galaxia (1:24)
6. Partir Sempre (9:29)




sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

BEARDFISH - +4626-COMFORTZONE (2015) Suécia


Beardfish são uma banda de rock progressivo. Eles consistem de Richard Sjoblom nos vocais e teclados, David Zackrisson nas guitarras, Robert Hansen no baixo e Magnus Ostgren na bateria.
+4626 Comfort Zone é o seu oitavo álbum em 12 anos e todos eles têm sido muito agradáveis. Este não é uma exceção. Cada um de seus álbuns anteriores tem oferecido algo novo e diferente para o ouvinte. Desta vez, o álbum é misturado por um diferente membro da banda. O álbum foi mixado por Zackrisson, que é algo de uma partida. Geralmente é Sjöblom que lida com esta área crucial.
Richard explicou; "Eu tinha muita coisa acontecendo no momento, por isso pedi a David se ele gostaria de assumir a tarefa. E ele estava realmente interessado em fazer a mistura. Ele é educado neste tipo de coisa, por isso, sabia exatamente o que estava fazendo. Sim, ele fez isso de forma diferente de mim, mas essa é a beleza da forma como saiu. Não soa como qualquer coisa que já fizemos antes, e David tem que ter muito do crédito por isso. "
O álbum começa com algum ruído e efeitos de som e alguem falando antes de continuar em Hold On , um up tempo sintonizado tipo pop. Comfort Zone tem algum bom trabalho de guitarra em cima de um fundo Mellotron e é o primeiro de muitos excelentes temas neste álbum. Can You See Me Now tem uma influência dos Beatles em 1967 enquanto King é um tema mais pesado que não estaria fora do lugar num início de álbum de Black Sabbath. The One Inside Part Two é um bonito tema sustentado por guitarra acustica, mas tem uma sensação sinistra. Daughter Whore é um tema rock que traz Bigelf à mente. Em seguida, vem para o destaque do álbum. If We Must Be Apart tem quinze minutos de voltas e reviravoltas que do lado de fora parece uma história de amor, mas por baixo é muito mais do que isso. Ode To The Rock 'N' Roller é uma música sobre a situação de muitos músicos nos dias de hoje, que só podem tocar em bandas de tributo, em vez de escrever e gravar suas próprias músicas. O álbum fecha com The One Inside Part 3 e percebes que fizeste um círculo completo através de uma peça muito divertida, diversificada e instigante da música. Este pode ser o álbum que dá a Beardfish o seu próximo impulso na escalada prog; um impulso que é muito bem merecido.



Temas:
1. The One Inside Part 1 - Noise in the Background
2. Hold On
3. Comfort Zone
4. Can You See Me Now
5. King
6. The One Inside Part 2 - My Companion Throughout Life
7. Daughter Whore
8. Ode to the Rock ‘N’ Roller
9. If We Must Be Apart (A Love Story Continued)
10. The One Inside Part 3 – Relief

Banda:
Richard Sjoblom - vocais e teclados,
David Zackrisson - guitarras,
Robert Hansen - baixo
Magnus Ostgren – bacteria




terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Cailyn - Voyager (2015) USA


Devo dizer que estou um pouco decepcionado com os álbuns de prog. Rock de 2014; nenhum nome terá chamado a atenção e descobri que a maioria dos álbuns do Top 100 não mereceria mais de um 3 na escala de 0 a 5.
Mas a Voyager voa alto e brilha. Cailyn e sua banda teve a grande criação de Gustav Holst, The Planets, e impulsionou todo o caminho para o espaço profundo. Que, por ser um entusiasta da exploração do espaço, acho emocionante e gratificante.
Como de costume, em vez de dissecar e analisar o álbum pouco a pouco, eu vou tomar a liberdade de lhe dizer tudo o que foram as minhas primeiras impressões. Voyager certamente prova que Cailyn e sua banda vêm do (espaço) da idade; a qualidade de suas composições, a execução e a engenharia de som são muito impressionantes para uma banda relativamente jovem. A imagen que eles usam é poderosa, linda e perfeitamente congruente com a mensagem do álbum. Nada é exagerado, e nada do que vale a pena explorar é deixado de fora. Um álbum muito maduro e bem composto.



Temas:
01. Voyager
02. Io
03. Europa
04. Jupiter
05. Titan
06. Saturn
07. Enceladus
08. Miranda
09. Uranus
10. Ariel
11. Triton
12. Neptune
13. Pale Blue Dot
14. Heliopause

Banda:
Cailyn Lloyd: guitars, bass, keyboards, synthesizers and drums/percussion (3,7,13)
Com:
Neil Holloman: drums (1,2,4-6,8-12,14)
Deryn Cullen: cello (3,13)
Ian East: sax (3)
Nancy Rumbel: English horn (13)
Shelby with StudioPros: vocals (12)


domingo, 21 de dezembro de 2014

NTH ASCENSION - ASCENSION OF KINGS (2014) UK



From northwest england, below the highlands, where the wind blows cold but the hearts are worm with joyfulness and inspiration, ascends a five piece rock act that in their own uncompromising way created a very interesting set of musical pieces. first things first, and before we go any further let me introduce you to these 5 very experienced gentlemen.
Darrel Treece-Birch, well known for his work playing keyboards with the british hard rock act TEN, started to brew some material in his spare time along with his long time friend and drummer, Craig Walker about five years ago, in 2009. Then came another friend to help the songs take shape and expression, Alan Taylor the vocalist. And then another friend joined in to give it a rocking sound, guitarrist Martin Walker, who by the way, is father to Craig And Gavin, this last one the bass player and the final piece to this project. This almost comes as a family business, and we might call it so, since they know each other for a long time. They are all experienced musicians in the british musical field.
NTH Ascension is a new project and "Ascension of Kings" their debut. Although they have already released a EP, "Frequencies of Day & Night" in late 2011; this is in fact their first album.
I hate to name influences, and when i refer to some artist or band, it's because i want you listeners to place yourselves in an invironment closer to the correct one, and if i can make you do that, well, happy am i for express myself in a way that everyone understands. The reason i don't like to do this collages comes with NTH as the perfect example; these guys have been around and they really know what they are doing, so it would be unfair to label them as  followers of someone elses ideas. Nowadays, with almost everything invented we must agree that everything sounds like,... everything else!
When if first started to listen to this album i immediately rejected some comparisons that i read in their press release. And why was that? Well, Alan gives the direction in wich we should focus; he is a soft Bernie Shaw, so Uriah Heep (Bernie's era) is a very good direction for this musical endeavour. Alan's vocal expression tends to the vibrato in the likes of Bernie, Roger Chapman or even Fish. I call this kind of singing "in dolore"; because it seems like they sing with pain or in pain. Then the keyboards struck me as a jean Michel-Jarre driven. If you can imagine this mix, we can go from here. Rock or to be more precise, soft hard rock, melodic, symphonic and progressive. This kind of progressive way that NTH plays is a very light one, very melodic and very joyfull to hear; this music is so easy! With majestic keyboard effects sounding like inmense landscapes, these tracks progress to a cinematic stage, where i can see just by hearing; isn't that the perfect music or what!? 
As soon as you get inside this album, you understand that this is a one man's ideal. And reading some more about the band i find the answer; Darrel brought the guidelines to the rest of the boys and they all worked around it. Darrel had already written the track "Vision" back in '91.
We have here a 8 piece record and about 57 minutes of delightfull music. Five songs vocalized and the other three being instrumental. In a very british tradition this kind of release goes straight to the plains where Asia, Marillion (fish's era), Uriah Heep, Mike Oldfield, Jean Michel jarre, and some others roam.
"Vision" is an inmense song, not because of the it's 18min. lenght, but because of the instrumental lines that join some spacequests with an arabian flavour of mistery, very sci-fi. And speaking of fiction, this record might give you the conceptual idea. It isn't totally wrong, but only part of it is. The Clanaad Chronicles, an idea developed around Narnia\LOTR concept is a story that will have it's development in future releases, in this release we only have 3 parts. 
Another interesting fact is Gary Hughes, the voice of TEN, that performs the backing vocals and was the engineer that recorded the vocal parts. Not strange the fact that Darrel and Gary are in the same band for this matter. Impressive keyboard work by Darrel by the way.
Along these amazing visual musical pieces we can find many images of some other artists like Fish and his Marillion era, some Pink Floyd words or some Tony Banks (Genesis), reflections, but for what it matters, this is a very professional work, greatly crafted and with it's own identity. This record wasn't meant to reach the best selling tops by it's commerciality, but to be recognized for it's quality, entertainment and contemporary reach. 
This isn't a release for all audiences, it has it's specific kind of followers, although i sugest that everyone should listen to it. This is music; not to rock your socks off, thats for sure, but to place you in dimensions of your mind and soul that you never reached, or want to live in.
Ain't the best of productions, but the work is so well crafted that we barely notice this. Maybe in the next release they can offer a more pristine work in the final mix, because this music is awesome, it should be presented in schools for the young ones to first know and learn about good music before they diverge to the bubble gum scene.
I'm very impressed!!! Congratulations are in order. Hope to hear so much more of this in the near future.
By McLeod!



Tracklist:

01. Fourth Kingdom - 6:24
02. Return Of The King - 3:41
03. Strange Dreams - 7:30
04. Overture (Clanaan pt 1) - 6:12
05. Realm With A Soul (Clanaan pt 2) - 3:52
06. Seventh Rider (Clanaan pt 3) - 4:02
07. Weight Of The World - 6:44
08. Vision - 18:43

Line-Up:

Martin Walker - Guitars
Gavin Walker - Bass Guitar
Craig Walker - Drums and Percussion
Alan 'Spud' Taylor - Vocals
Darrel Treece Birch - Keyboards


Don't you forget it, if you like it, Buy it!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

DAVE KERSNER - NEW WORLD (2014) UK



Querem ouvir um novíssimo disco de Pink Floyd, mas que não é Pink Floyd? Ficaram Confusos? Então passo a explicar. O produtor\compositor e tocador de qualquer coisa com teclas, de seu nome Dave Kerzner, acaba e editar o seu primeiro disco a solo e em nome próprio. "New World" é um disco literalmente de Pink Floyd mas que não o é. Kerzner produziu gente como ELP, Alan Parsons, Kevin Gilbert, Billy Sherwood, Neil Peart, Steve Wilson, Steve Hackett entre muitos outros nomes sonantes do rock prog e psychadelic e todas as suas variantes que chegado a este ponto da sua carreira e amadurecimento musical tudo conflui para ... Pink Floyd!
Depois de "Division Bell" todos esperava-mos por um disco como este mas que nunca veio a concretizar-se. Hoje, Dave Kerzner decidiu fazer-nos essa vontade em ouvir essas nossas extrapolações sobre o que poderia ter sido mais um disco de Floyd. Só faz falta mais guitarradas "à lá" David Gilmour e aí passaria a ser algo mais que Brit Floyd. 
Devido aos seus anos de trabalho com a nata do rock prog, aparecem com a maior das naturalidades neste disco, muitos dos nomes que Dave ajudou a solidificar com a sua inspiração e habilidade musical e técnica, e não só; desde músicos dos próprios PF, Billy Sherwood, Simon Philips até Jason Scheff dos Chicago. A lista é extensa.
Se para muitos de vós, este último disco dos Pink Floyd foi algo de extraordinário, e apesar de ser novo para nós, quase todo o material já estava composto desde 1994; então o que dizer deste disco. Dave, como músico está associado a Sound Of Contact, uma banda de Prog muito premiada, e desta vez decidiu além das teclas colocar a sua voz. E a que soa a sua voz? A David Gilmour! Escarrado e cuspido! Gosto imenso do tema "Nothing"; com um ambiente Asia e um rocking feeling de ELO, excelente. É um disco conceptual, e foi produzido pelo próprio Dave e co-adjuvado na mistura por Tom Lord-Alge; é um registo musical de relevo e que vai de certeza ficar para a posteridade.
Decididamente o melhor disco do ano no que ao rock prog se refere, algo a considerar no futuro.
Definitivamente recomendado!
McLeod Falou!


Temas:

01 - Stranded (Part 1-5)
Part 1: Sudden Isolation
Part 2: Delirium
Part 3: March of the Machines
Part 4: Source Sublime
Part 5: The Darkness
02 - Into the Sun
03 - The Lie
04 - Under Control
05 - Crossing of Fates
06 - My Old Friend
07 - Ocean of Stars
08 - Solitude
09 - Nothing
10 - New World
11 - Redemption (Stranded 6-10)
Part 6: The Oasis
Part 7: Resilience
Part 8: High On The Dunes
Part 9: Mirage Of The Machines
Part 10: To The Light


Dave Kerzner – Vocals, Keyboards, Guitar, Programming
Fernando Perdomo – Guitar, Bass
Nick D’Virgilio – Drums
Steve Hackett – Guitar Tracks 1, 11
Francis Dunnery – Guitar Tracks 10, 11
Russ Parish – Guitar Track 6
Colin Edwin – Bass Track 2
Billy Sherwood – Bass Track 5
Keith Emerson – Moog Modular Synth Track 5
Simon Phillips – Drums Track 5
Durga McBroom – Vocals Tracks 1, 11
Lorelei McBroom – Vocals Tracks 7, 8
Jason Scheff – Vocals Tracks 1, 11
David Longdon – Vocals Track 10
Emily Lynn – Vocals Tracks 8, 11
Lara Smiles – Vocals Track 8
Heather Findlay – Vocals Track 2
Maryem Tollar – Vocals Track 6
Christine Leakey – Vocals Track 7
Ana Cristina – Vocals Track 1

Produced by Dave Kerzner
Mixed by Dave Kerzner & Tom Lord-Alge

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Quarteto 1111 - Onde, Quando, Como, Porquê, Cantamos Pessoas Vivas (1974) Portugal


Onde, Quando, Como, Porquê, Cantamos Pessoas Vivas é o segundo (e último) álbum de originais da banda portuguesa Quarteto 1111. Com uma sonoridade próxima do rock sinfónico, foi gravado em 1974 e lançado em Janeiro de 1975. Em 2008, conheceu uma edição em CD, na colecção "Do Tempo do Vinil".
Composto por duas faixas, Onde..., com o subtítulo Obra-Ensaio de José Cid, possui uma estrutura baseada nas cinco partes nomeadas no título. Cantamos Pessoas Vivas, que abre e fecha o álbum, parte de um poema de José Jorge Letria a que se juntam versos de José Cid, autor de todas as restantes letras e músicas do LP. Além de Cid na voz e teclas, a formação do Quarteto na altura da gravação incluía Mike Sergeant (baixo e guitarras), Vítor Mamede (bateria) e António Moniz Pereira (guitarras).
Musicalmente inovador, o álbum reflecte o contexto do 25 de Abril, abordando o sentimento de alegria e esperança vivido após o derrube do Estado Novo.



Fonte wikipedia


Temas:
1. Onde,Quando,E Porque Cantamos Pessoas Vivos side one
2. Onde,Quando,E Porque Cantamos Pessoas Vivos side two


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

PINK FLOYD - ENDLESS RIVER (2014) UK



1994! Neste ano de Deus nosso senhor, após a triunfante saga "Pulse", Pink Floyd estavam de novo a compor material para uma futura edição. Quem diria que iria demorar 20 anos!!!
Neste novo disco de PF, a grande maioria dos temas foram compostos entre 93 e 94; nessa altura as gravações que não foram incluidas em "Division Bell" ficaram guardadas, conjuntamente com as sessões realizadas após esse disco. Vinte anos se passaram, e Gilmour e Mason, os dois membros que restam da banda, acharam por bem editar esse material esquecido, compondo mais algum.
A necessidade de editar novo ou "velho" material foi aqui imperativa. Fossem qual fossem os motivos, de ordem psicológica ou instinto de sobrevivência para se sentirem vivos, este novo disco de uma das mais consagradas bandas musicais da raça humana, leva-nos de volta a meados da década de 90, tal o esforço que foi feito para se manterem lineares. Mas também não poderia ter sido de outra forma, sabem, quase todos os teclados que vão neste disco foram tocados por Richard Wright (RIP), e que estavam nas gravações das demos destes temas, daí o dantesco trabalho em construir o resto do instrumental de novo à volta deles, e por isso mesmo, soa a "Division Bell".
Se a ideia foi dar-nos aquilo que ainda está vivo dentro deles, enquanto podem; pois foi uma decisão cuja demora foi desnecessária, mas mais vale tarde do que nunca.
Tal como Pink Floyd, este disco é peculiar. Antes demais é um disco instrumental, só contém um tema vocalizado. está dividido em quatro partes, ou faces, onde cada face é uma sequência linear repartida e conjugada em várias parcelas. Na edição especial Deluxe, existem mais 3 temas.
Psychadelic, Ambient, e como sempre, progressista, estes temas reflectem tal como um espelho a imagem Pink Floyd. é isso mesmo, muitos destes temas são curtos mas dizem-nos com grande exactidão o que são e de onde saíram; exemplo maior, a face 3, nas partes 4 e 6; Allons-Y 1 e 2. The Wall? Ou uma bofetada em Roger Waters, tal como diz a letra de Louder Than Words, que aquilo que fazem soa mais alto do que as palavras; quanto a mim deveria ser este o nome do disco.
Mais do que ser Pink Floyd, este 15º disco, e talvez o último, é uma homenagem póstuma a Richard Wright, pois em mais de 60% deste material só ouvimos e compreendemos esse grande músico e compositor desaparecido em 2008.
Para os admiradores de PF, como este vosso amigo aqui; que apesar de não gostar de tudo, ou melhor, não me identificar com tudo aquilo o que a banda fez, realmente não é um tipo de musica fácil e ao alcance de todos, é preciso ter esse espírito, e eu só tenho algum; este é um disco,... o derradeiro disco! aqui se resume quase a carreira toda da banda, começando por onde terminou em "division bell", "High Hopes".
Foram cerca de 20 horas de sessões que ficaram na gaveta, e aqui só temos pouco mais de uma hora, por isso não estou muito crente que este seja o último disco, ... quem viver dirá, ... se tenho ou não High Hopes.
McLeod Falou!

P.S.: Vou aproveitar esta oportunidade para agradecer ao nosso irmão de armas, Remus Silva, a sua participação no Blog fazendo os seus comentários, que gostaria-mos que todos vós o fizessem, que participassem connosco neste projecto, afinal é para vós o que fazemos e dedicamos grande parte da nossa vida. Um Grande Abraço, Remus; e não deixes de fazer feedback. podemos parecer esquecidos ou deixar-te sozinho, mas aqui está a prova de que isso não é verdade.


Tracklist:

01. Side 1, Pt. 1: Things Left Unsaid
02. Side 1, Pt. 2: It's What We Do
03. Side 1, Pt. 3: Ebb And Flow
04. Side 2, Pt. 1: Sum
05. Side 2, Pt. 2: Skins
06. Side 2, Pt. 3: Unsung
07. Side 2, Pt. 4: Anisina
08. Side 3, Pt. 1: The Lost Art Of Conversation
09. Side 3, Pt. 2: On Noodle Street
10. Side 3, Pt. 3: Night Light
11. Side 3, Pt. 4: Allons-Y (1)
12. Side 3, Pt. 5: Autumn '68
13. Side 3, Pt. 6: Allons-Y (2)
14. Side 3, Pt. 7: Talkin' Hawkin'
15. Side 4, Pt. 1: Calling
16. Side 4, Pt. 2: Eyes To Pearls
17. Side 4, Pt. 3: Surfacing
18. Side 4, Pt. 4: Louder Than Words
19. TBS9
20. TBS14
21. Nervana

Musicos:

Pink Floyd
David Gilmour – guitars, vocals, keyboards, bass guitar
Nick Mason – drums, percussion
Richard Wright – Hammond organ, piano, keyboards, synthesiser, pipe organ

Additional musicians:

Guy Pratt – bass guitar
Bob Ezrin – bass guitar
Jon Carin – keyboards
Damon Iddins – keyboards
Gilad Atzmon – tenor saxophone, clarinet

Escala:

Chantal Leverton – viola
Victoria Lyon – violin
Helen Nash – cello
Honor Watson – violin
Durga McBroom – backing vocals
Louise Marshal – backing vocals
Sarah Brown – backing vocals
Stephen Hawking – voice samples

Production:

David Gilmour – producer
Phil Manzanera – co-producer
Youth – co-producer
Andy Jackson – engineer, co-producer
Damon Iddins – engineer

Artwork:

Aubrey Powell – creative director
Stylorouge – sleeve design
Ahmed Emad Eldin – album cover concept


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

PINK FLOYD - LOUDER THAN WORDS [Single] (2014)



E agora aqui, e em estreia mundial, Eis o 1º tema do mais que aguardado novo disco dos gigantescos Pink Floyd. "Louder Than Words", é o 1º e oficial corte a ser apresentado do próximo ensemble "Endless River". Faz 20 anos desde a edição do último disco, "The Division Bell", e muito já se tinha escrito sobre ter sido esse o derradeiro disco de originais da banda. Mas como se vai dizendo por aí, só se acaba quando a senhora gorda assim o decide; isto num tradução banal do ditado; e por isso cá está mais um. Infelizmente para Richard Wright, a Senhora Gorda já o decidiu há 6 anos, mas,... os rapazes decidiram assim mesmo colocar na mistura final o trabalho que Wright fez neste disco. Por isso são as teclas tocadas por Wright que ficará definitivamente para a posteridade 6 anos depois da sua demise. 
Quanto a este novo tema, apenas dizer que foi líricamente escrito por Polly Samson, esposa de Gilmour, e que é um clássico prog rock lento "à lá" Pink Floyd e com a sua característica guitarrada como marca de identificação. Um trabalho que homenageia Richard Wright  que a banda, alega mais uma vez, ser o último. Será?
McLeod Falou!



Tema:
01. Louder Than Words