terça-feira, 3 de março de 2015

TOTO - XIV (2015) USA



Os deuses do AOR voltam 7 anos depois do último disco. Steve Lukather; David Paisch; Steve Porcaro; Joseph Williams; reuniram-se novamente para expressarem as suas ideias e deixá-las gravadas para a posteridade. A panóplia de músicos convidados ultrapassa a dúzia e tudo mestres de sessão e de suporte, tal qual Lukather. De registar, a volta de Michael Macdonald, dos The Doobie Brothers, amigo de longa data da banda, já se pode até considerar o "camisola doze da equipa".
Bem, da musica podemos começar com um tema quase Prog, em que Lukather se comporta como um
verdadeiro guitar-hero, "Running out of time", é um tema aditivo e sem piedade, faz-nos ficar para o resto do àlbum. E são doze temas de puro rock melódico, na sua vertente AOR mais refinada e de classe, não fossem eles deuses do género, não é verdade?
"Burn", leva-me para os míticos Yes; eu não devia sequer atrever-me a comparar ou a apontar semelhanças com outros deuses do rock, mas não tem qualquer maldade da minha parte, porque afinal todas as ideias vão dar a roma, e por isso, o circulo musical fecha-se em torno de um só sentimento auditivo. Depois de ouvir-ms milhares de coisas, é impossível não pensar assim.  
Entre os vocais de J. Williams, também temos Lukather a dizer por que foi durante algum tempo o vocalista principal da banda; "21 Century Blues" ou "Unknown Soldier" são o exemplo.
São doze temas de verdadeiro sentimento TOTO, com reminiscências de vários momentos da sua carreira, condensados aqui nesta nova obra, por sinal a décima quarta, força de dezenas de anos a expressá-las e a colocá-las como estrelas no firmamento.
Desde Blues, Prog, Westcoast AOR, melodic rock, foi chegado o momento de perceber-mos que tudo pode ser misturado e dar origem a algo mais sublime ainda; é isso o que trás a experiência e faz desta banda uma das mais pretigiadas da história da musica, porque aprenderam com o que fizeram em quase 40 anos e não só sabem como podem e devem fazê-lo! É isso o que se chama a evolução!
Um disco para todos, porque sim! Daqui saiu muito do que hoje ouvem em outros artistas, e serão sempre capazes de estar na vanguarda, sempre à frente; e quando o contrário acontecer, é porque já cá não estão. Que vivam longos anos a editar obras assim.
Perfeito disco!
Oficialmente, só será editado em 20 de março, mas a edição japonesa em SPEC deu-nos este fabuloso presente, que espero que aproveitem em 1ª mão; bem, em primeira não será, mas perceberam.
McLeod Falou!




Temas:
01. Running Out of Time
02. Burn
03. Holy War
04. 21st Century
05. Orphan
06. Unknown Soldier (for Jeffrey)
07. The Little Things
08. Chinatown
09. All The Tears That
10. Fortune
11. Great Expectations
12. Bend (Japanese bonus track)

Banda:
Steve Lukather - vocals, guitars, bass
Joseph Williams - lead vocals
David Paich - vocals, keyboards
Steve Porcaro - vocals, keyboards
Keith Carlock - drums

Convidados:
David Hungate - bass on tracks 4, 7, 8
Tal Wilkenfeld - bass on tracks 9, 10
Leland Sklar - bass on track 2, 3
Tim Lefebvre – bass on track 1
Lenny Castro - percussion
Martin Tillman - cello
Tom Scott – sax
CJ Vanston – additional synths, production
Michael McDonald – background vocals
Amy Keys – background vocals
Mabvuto Carpenter – background vocals
Jamie Savko – background vocals
Amy Wlliams – background vocals




sábado, 28 de fevereiro de 2015

THE STORYTELLER - SACRED FIRE (2015) SUÉCIA


Os Suecos The Storyteller, estão de volta para mais um ataque metálico aos escaparates. Desde 1995 que forjam o seu heavy\power bem melódico mas no bom e velho estilo europeu. Sexto disco de originais este Sacred Fire, que tenho a certeza não vai passar despercebido, tal é a sua qualidade musical. Não será original mas é certamente competente e capaz de nos agarrar à sua audição e fazer-nos repetir várias vezes. The Storyteller não são uma banda qualquer, nem mais uma no panorama do metal; para os mais desatentos, são frequentemente chamados a fazer as primeiras partes das tours de gigantes do metal como Helloween, Pretty Maids, Blind Guardian, Gamma Ray, Hammerfall, Stratovarius, and so on, and so on ... Por isso os grandes palcos não são desconhecidos para estes rapazes. Mas as suas influências musicais, apesar de surgirem imagens de muitos desses colossos, elas vêm de mais longe, como Iron Maiden. Chega quase a ser épico, por vezes alguns elementos Folk, mas próprio da orientação cujo próprio nome da banda indica; The Storyteller, o contador de estórias; e para isso há que criar os ambientes para as contar; clássico, folk, épico, tudo serve para exprimir o melhor possível o seu sentimento em cada tema.
Uma Banda que eu tenho em grande conta e admiração, e que decerto vocês também terão, ou vão passar a ter, porque o seu material é excelente; escola clássica europeia e com selo de garantia da casta sueca, que por estes dias nada está a dever aos teutónicos germânicos neste campo, os nórdicos estão tão bem quanto os seus vizinhos mais a sul, e recomendam-se, e muito! Fica como um dos meus favoritos por estes tempos.
McLeod Falou!




Temas:
01. As I Die
02. One Last Stand
03. Sacred Fire
04. Ferryman
05. Serpent Eyes
06. Sons of the North
07. In Search for Treasures, Stones and Gold
08. Coming Home
09. The Army of Southerfell
10. Curse of the Seven Seas
11. Let your Spirit Fly
12. God of War

Banda:
L.G. Persson - Vocals (ex-Crystal Light, ex-Special Edition)
Jacob Wennerqvist - Guitars (ex-Legia, ex-Crystal Light)
Marcus Backlund - Guitars
Henke Branneryd - Bass
Martin Hjerpe - Drums

MELECHESH - ENKI (2015) ISRAEL\PALESTINA



Rei do fogo! É assim traduzido o nome desta fabulosa banda de "extreme" metal vinda de Israel e Palestina. Ashmedi, formou o projecto em 1993; mas rapidamente deixou de ser um pressuposto a solo para se tornar numa banda. Black metal era a direção, mas as influências eram provenientes da cultura folk e obscura das zonas Mesopotâmica e Suméria. Tiveram problemas com as autoridadesdevido a essa orientação oculta, mas que melhor promoção do que ter um "problema" desses não é verdade? 
Começaram a gravar em 1995 em formato demo, e a partir daí, este já é o 7º àlbum de originais, editado pela Nuclear Blast! Vejam só como estes rapazes são respeitados. Intrépidos, é um termo mais apropriado porque a sua qualidade musical é enorme e a sua sagaz motivação também. Superior death, black e groove metal, excelentemente produzido e com um som refinado. Faz muito tempo que não ouvia algo assim tão bom. Este género de extreme metal complementado pelas melodias do folk da região tem a vantagem de não cansar tanto como a maioria das outras bandas do género. E querem saber mais? Max Cavalera dos Soulfly\Sepultura; Sakis Tolis dos Rotting Christ e Rob Caggiano dos Anthrax\Volbeat foram capazes de gostar tanto do projecto que decidiram fazer parte dele com as suas participações especiais. 
Um bom disco de final de semana para aquela rapaziada que quer expelir todo o seu stress de 5 dias a fazerem pela vida. Recomendo também à grande maioria dos aficionados do metal porque além da excelente creatividade, este disco demonstra aos "wanna bes" que orientações devem assumir para singrar no negócio. Eles estão na Nuclear Blast! E vocês? Alguma reclamação?
McLeod Falou!




Temas:
01. Tempest Temper Enlil Enraged
02. The Pendulum Speaks
03. Lost Tribes
04. Multiple Truths
05. Enki - Divine Nature Awoken
06. Metatron And Man
07. The Palm The Eye And Lapis Lazuli
08. Doorways To Irkala
09. The Outsiders

Banda:
Ashmedi – vocais, guitarra, teclados e percussão
Moloch – guitarra, buzuq
Lord Curse – bateria e percussão
Scorpios – baixo, vocal de apoio

Convidados:
Max Cavalera (SOULFLY, SEPULTURA)
Sakis Tolis (ROTTING CHRIST)
Rob Caggiano (VOLBEAT, ANTHRAX)



ENFORCER - FROM BEYOND (2015) SUÉCIA




Estes suecos não param de surpreender a rapaziada do metal. parecem mais reais que os próprios percursores da NWOBHM, até a capa do novo disco. Cópia cuspida e escarrada do melhor que se fazia no inicio dos anos 80 por terras de sua majestade por bandas como Samson, Jaguar, Persiah Risk,... e agora são tantas que me desculpem por utilizar talvez aquelas que até nem se parecem muito com estes Enforcer. 
Estes rapazes são a nova geração do metal. desde 2004 a debitar toneladas de riffs trazidos até nós há mais de 30 anos, mas que eles dizem agora serem seus com todo o amor à causa metálica. Técnicamente; Imaculados! Composições; Fenomenais! Produção; purista até ao mais pequeno detalhe!
Este é o 4º disco de originais, a contar desde 2008, ano da edição do primeiro. Arvika, cidade sueca e terra natal deste quarteto, nunca mais foi a mesma depois destes enforcers a terem tornado a sua base de assalto aos nosso canais auditivos por todo o mundo.
Este não é um daqueles discos que tem muito para se dizer, é pegar nele, ouvi-lo com toda a pureza e ingenuidade induzida pela própria banda; basta olhar para a sua imagem; e partir a barraca toda. Agora cuidado com as "feras" porque podem acabar a dormir na casota do cão, eheheheh
Excelente disco de uma onda que tende a voltar novamente a estar presente nos nossos momentos musicais. Super Recomendado!
McLeod Falou!



Temas:
01. Destroyer
02. Undying Evil
03. From Beyond
04. One With Fire
05. Below The Slumber
06. Hungry They Will Come
07. The Banshee
08. Farewell
09. Hell Will Follow
10. Mask Of Red Death

Banda:
Olof Wikstrand - Vocals, Guitars
Jonas Wikstrand - Drums
Joseph Tholl - Guitars
Tobias Lindqvist - Bass

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Death Valley Wolfriders - Play For Blood (2015) USA


Death Valley Wolfriders são uma banda de fast & mean rock 'n roll de Kansas City. Influenciados por bandas como Motorhead, AC / DC, MC5, KISS, e The Supersuckers, The Wolfriders carrega a tocha para o verdadeiro heavy rock & roll.



Тemas:
01. Steel-Toed
02. Ridin' The Witch
03. Detroit Lean
04. Play For Blood
05. Rock, Fuck, 'n Kill
06. Werewolves Out Tonight
07. Raisin' Hell
08. Greybeard
09. Goddess Of Speed
10. Thunderwolf
11. G.O.Y.D.
12. Bigfoot Stole My Beer (In-His-Van Drunk Acoustical Jam)

Banda:
MOTÖRWOLF - guitars & growlin'
THÜNDERWOLF - lead bass & howlin'
RÜMBLEWOLF - drums & scowlin'




Kissing Miss Lizzy - Kissing Miss Lizzy (2015) Noruega



Kissing Miss Lizzy toca hard rock e faz o lançamento de seu novo álbum!
A banda toca clássico hard rock anos 70-80 com melodias cativantes e som moderno.



Temas:
1 – Vampire [03:59]
2 – Staying on the Run [04:18]
3 – Keep the Fire Burning [04:27]
4 – Choices [04:24]
5 – Never Be Another [03:46]
6 – Backstabber [03:27]
7 – Flag on My Pole [03:43]
8 – They Will Fail [04:12]
9 – 3rd Degree Love Burn [03:27]
10 – If You Don`T Love Me [04:30]

Membros:
Sondre Jansen - vocals
Knut Kjørstad - bass
Ståle Luther - guitar
Bård Ovesen - keyboards
Christoffer Schønning - guitar
Joakim Sjöbeck – drums


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Eldorado - Babylonia Haze (2015) Espanha



Há uma qualidade vintage para a maior parte da música rock n 'roll que Eldorado tocam. O quarteto de Madrid são bluesy o suficiente para fazer a comparação com bandas como Thin Lizzy, Whitesnake e Led Zep, mas seu groove, marca a sua verdadeira vocação como filhos do Deep Purple. Babylonia Haze, seu terceiro álbum em Inglês (os restantes discos consiste em lançamentos espanhóis), tem uma tendência para escorregar em fórmulas, mas o coração do trabalho bate forte, firme e verdadeiro.
A música está repleta de fortes tons quentes e toques de estilo. As melodiosas teclas ondulantes do Hammond aparecem em faixas como " Be Satisfied" e " Flowers Of Envy", enquanto a guitarra acústica, licks limpos e riffs de "Resurrection Song" fazem todos os três um pouco de cozinhado para o seu próprio bem. Quando essas simulações aparecem novamente na mistura um pouco mais, o power rock, ganchos e licks de faixas como " You Don’t Wanna Need Her” e " Mad Woman" devem permiti-lo voltar a música regular.
Há também o bom calmo groove de " Karma Generator " para o envolver. É uma faixa que o leva a voltar atrás na parte lenta, abanando a cabeça suavemente e balançando junto. E quando eles carregam no acelerador, é sincero, muitas vezes explosivo, no estilo de baladas como " Goodbye And Carry On" e " Moon Girl" obtêm algo com o lirismo extraído de profunda emoção. O lindo folk " Breath The Night" vai um passo além empilhando o violino cadenciado em cima da guitarra acústica suavemente dedilhada. É a prova de quanto longe a banda está disposta a curvar-se à vontade de sua música.
O álbum tem bastantes melodias doces e estruturas suavemente polidas para atacar com sucesso os fãs.



Temas:
1. Mad Woman
2. Evil People
3. Breathe the Night
4. Goodbye & Carry On
5. I'll be Satisfied
6. Flowers of Envy
7. Resurrection Song
8. You Don't Wanna Need Her
9. Karma Generator
10. Moon Girl

Banda:
Jesús Trujillo – Vocals, keys, acoustic guitar
Andrés Duende – Guitar
Cézar Sánchez – Bass
Christian Giardino – Drums




Elias T Hoth - Confession With The Devil (2015) UK


Elias.T.Hoth realiza o seu pulsante terceiro álbum de estúdio. O material é novamente saqueado a partir das reservas ilimitadas de suas próprias experiências de vida pessoal. Ainda assim, o álbum é mais forte e mais diverso na sua construção e contextos do que seus antecessores. Suas músicas ainda nos presenteiam com originais, frescos e frequentes controversos conceitos musicais muitas vezes lida com assuntos difíceis e tabus.
Há novas reviravoltas interessantes e sutis nos novos arranjos de canções que demonstram claramente a maturidade e a profundidade nestas composições novas e emocionantes. O álbum é uma vez mais implacável na sua natureza e ainda nos oferece o altamente comburente, poder e ferocidade que são elementos integrantes da marca escaldante do Elias.T.Hoth. A partir da abertura explosiva dos álbuns, choque e pavor assaltado com "Guns ‘N’ Ammo". As faixas seguintes, continuam implacáveis na sua determinação, eventualmente, deixando-nos com o desvanecimento, gemidos e gritos desesperados até Satan’s Train.
Não há dúvida que o novo álbum é único, intransigente e consistentemente transmite o que eu acredito que vai ser emocionante Elias.T.Hoth e alguns novos riffs e linhas de ganchos. Ele passou mais de um ano escrevendo as músicas e as letras antes de entrar no estúdio este ano, em janeiro deste 2014, de forma que todo o projeto quando terminar levou mais de dois anos para ser concluído. Mais uma vez esteve trabalhando muito estreitamente com o experiente engenheiro de som Paul O'Neil dos Incentive studios e os novos álbuns do produtor primário Glenn Phillips no GPS studios também em Wigan. Glenn anteriormente produziu os aclamados álbuns "2007 Let Sleepin Demons Lie" e "2013 Wrath Widower".
Como sempre para fazer um álbum é muitas vezes um longo difícil e exigente caminho, mas eu tenho toda a fé e confiança de que os conceitos musicais e arranjos originais de Elias.T.Hoth trazidos à vida pelos músicos do grupo altamente talentosos vai finalmente, entregar a especial, única e poderosa realidade para os ouvintes de "Confession with the Devil".



Temas:
1. Guns 'n' Ammo (5:30)
2. Back On The Road (5:22)
3. Retribution (6:17)
4. Word On The Street (5:59)
5. Hijacked (4:31)
6. Never Say Die (6:38)
7. Sold My Soul To The Devil (6:37)
8. Dead Man Walkin' (6:06)
9. Catcher In The Rye (5:05)
10. Satan's Train (8:55)


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Kyrie Ellison - Untold Stories The Scriptures Of Sadness (2015) USA


Um projeto de power metal com base principalmente no norte do estado de Nova York. Formado em 1988, pelo trio músico / compositor de; Mark G David, Chuck Woodard, e Paul G Warrior. Som do Kyrie Ellison foi influenciado a partir do movimento metal progressivo meados de 1980. Fortemente influenciado por artista como Fates Warning, Queensryche, Crimson Glory, Hittman, Savatage, Black Sabbath, Iron Maiden, NWOBHM, e thrash / speed metal bandas dos anos 80. A banda passou três anos a aquecer concertos de metal nacionais localmente e nunca passou da fase de demonstração. Como o metal se rendeu ao grunge no início dos anos 90; Kyrie Ellison foi dissolvida em novembro de 1991. Co-fundador membro, Mark G David juntou-se com virtuoso da guitarra: Mike Campese. Estilo de fusão de rock de Mike foi um bom ajuste para movimentadas linhas de baixo de Marcos e os dois foram se apresentando ao vivo juntos desde 1999. Chuck manteve-se ativo musicalmente em vários projetos (com destaque para: vocais para a edição de estreia de Kid Bludo "Up & Away”).
2013, trouxe Mark, Chuck, e Paul novamente juntos com o único propósito de completar um álbum de estreia há muito esperado de Kyrie Ellison. Gravado em vários locais ao longo de 2014, Kyrie Ellison - Untold Stories: The Scriptures Of Sadness foi lançado em janeiro de 2015. As músicas demo foram reformuladas a partir da demo de 1990 e novas canções escritas para completar o álbum com 10 canções. Vocais foram manipulados pelo vocalista de sessão: Chad Wagner (Born2Rule) a Bateria foi fornecida pelo (amigo de longa data) Jason Bittner ((Flotsam and Jetsam, Toxik, and Shadows Fall) e Mark Zonder (Fates Warning, Warlord, e Chroma Key. ) solos de guitarra também foram adicionados a partir dos virtuosos da guitarra: Mike Campese e Chris Caffery (Savatage e Trans-Siberian Orchestra)
É baseado na história fictícia de um vidente do século 17. O nome foi criado a partir da canção "Kyrie Elieson" dos Fates Warning de Paul " Warrior" Joseph e gravado na música Kyrie Ellison (Foreseen Destiny) letras e história de Mark G David. Bandas de metal precisam de uma capa / imagem assombrosa e uma boa história para escrever sobre o futuro.



Temas:
1. Intro
2. Unborn Soldier
3. Dimension of Sorrow
4. Lonely Memories
5. The Bitter Taste of Tears
6. Foreseen Destiny
7. A Cold Night of Darkness
8. Land of the Stories Untold
9. Wisdom Child
10. New World

Banda:
Mark G David (bass)
Chuck Woodard (guitar)
Paul "Warrior" Joseph (guitar)




Maxxxwell Carlisle - Visions of Speed and Thunder (2015) USA



Maxxxwell Carlisle (artista solo, Hellion guitarrista) assinou com Killer Metal Records da Alemanha para o lançamento europeu do seu próximo CD solo, “Visions of Speed and Thunder”.
O álbum completo, que é o seguimento do Maxxxwell do bem recebido EP "Full Metal Thunder" de 2013, apresenta as faixas principais de cada uma das versões anteriores de Carlisle, totalmente remixadas e remasterizadas, além de várias novas faixas bônus (somente na versão dos USA) .
O álbum conta com convidados nas performances vocais por Fang VonWrathenstein (Lords Of The Trident), Frank Casciato (Shades Of Crimson, Just Like Priest); além dos vocalistas Michael Yancy e Caro Lion.
Outras performances de convidados incluem o guitarrista Michael Angelo Batio (artista solo, Nitro), Nita Strauss (Alice Cooper, Femme Fatale, The Iron Maidens) e violoncelista elétrica Tina Guo.



Temas:
01. Visions of Speed and Thunder (feat. Fang VonWrathenstein)
02. Marching with the Dragons
03. Full Metal Thunder
04. The Power of Metal Compels Me (feat. Nita Strauss)
05. Power Angel
06. Visions of Victory
07. Ramming Speed (feat. Frank Casciato)
08. Thunder Fortress
09. Duet for Electric Guitar and Electric Cello in A minor (feat. Tina Guo)
10. Axis Accelerator (feat. Michael Angelo Batio)
11. Speed Force
12. The Call of the Metal (Bonus Track)
13. Shield of Thunder (Bonus Track)

Banda:
Maxxxwell Carlisle,
Dave Chedrick,
Michael Yancy,
Melody Schoenfeld,
Gene Migaki.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Black Rain - Requiem for a Killer (2015) Canadá


Um oficial que sofre de uma doença do sangue torna-se perseguido por um assassino em série e agora procurado por seus crimes.
2089, Tallinn, Estónia é isolado e lutando com uma doença no sangue, enquanto drogas e corrupção estão reinado sobre a cidade. Em seguida, uma série de terríveis assassinatos lançou outra sombra sobre a cidade. Todas as vítimas eram oficiais, principalmente polícias corruptos de combate às drogas.
O assassino em série não identificado, Edmund Vaher, chama a polícia para relatar sua morte e depois se suicida sem uma nota ou explicação. A autoridade encontra-o pouco depois, pegam no seu sangue e preservam-no para doação.
Naquela mesma noite, o Investigator chefe de polícia Kale Johansen acorda de um pesadelo com o rosto coberto de suor, lutando com a doença no sangue. Johansen estava supervisionando a investigação sobre os assassinatos em série e passou os próprios negócios ilegais para outro lado.
No hospital, os médicos dizem a Johansen ele tem pouco tempo e ele precisa de uma transfusão de sangue completa agora. Porque Johansen tem um tipo de sangue raro e ele teve que esperar. Até ao momento em que os médicos dão-lhe o sangue de Edmund.
Acorda e sente-se bem, Johnansen vai a casa de banho e vê o reflexo de Edmund e ouve, "Good Morning Officer Johansen". Johansen ignora-o, pensando que é um efeito colateral dos narcóticos. Os médicos estão satisfeitos com a sua recuperação e libertam-no.
O pesadelo assombra Johansen todas as noites. Visões de assassinatos brutais de oficiais como ele, e as próprias vítimas inocentes de Johansen de seus crimes olham-no fixamente. Ele toma alguns comprimidos e vai dormir. Mas ele ainda ouve a voz de Edmund dizendo: “Go to sleep, the next few days will be your judgment days, ah hahhaha.”("Vá dormir, os próximos dias serão seus dias de julgamento, ah hahhaha.")
No seu escritório, Johansen abre o caso do serial killer sem solução e tenta encontrar as peças que faltam. Ele lembra-se da voz de um homem inocente preso, um ex-soldado um legionário que resistiu à prisão e foi condenado a um ano de castigo e preso - Edmund Vaher. Johansen olha arquivo eletrônico de Edmundo e descobre que ele morreu há um par de semanas atrás por suicídio e também tem o mesmo tipo de sangue exatamente como ele ...........

Influenciado por Judas Priest, King Diamond, Queensryche e Megadeth este terceiro álbum vai levá-lo para um outro mundo criado por Black rain.



Temas:
01. Requiem For A Killer
02. Punished And Enslaved
03. Encounter
04. Nightmare
05. In For The Kill
06. Edmund Interlude
07. Possessive Suffering
08. Silence In The House Of God
09. Addicted To Insanity
10. Ministry Of Fear
11. Walls Of Eternity
12. Asylum Cell 22

Todos os instrumentos e canções são escritas e realizadas por Leo Alipour e convidado especial artista / escritor Diana Kulpa.


Blindside Thunder - 100 Proof (2015) USA


100 Proof - Blindside Thunder entrega mais um trabalho de qualidade de American Hard Rock / Heavy Metal. Esta versão é absolutamente incrível. Entregando um som que é de primeira qualidade. Bateria parece um trovão que se sente como se tivesse 100 toneladas. Guitarras brilham como o metal derretido e incendeiam tudo no seu caminho. Trabalho de Baixo mantém a gama baixa e ajudar a dar a Blindside Thunder o seu som característico. Trabalho vocal neste trabalho realmente está á altura das circunstâncias. John realmente parece ter intensificado seus vocais neste álbum e saltou um par de níveis na sua entrega vocal. Em vez de preencher um álbum com um par de boas canções e um monte de enchimento, Blindside Thunder criou um disco com oito faixas que rock. Um dos destaques é, "Take My Breath Away" com a sua verdadeira arrogância e apelo sexual. Este é o tipo de álbum que eu gosto e vou ouvi-lo por muito tempo. Blindside Thunder tem um grande talento para escrever hinos de festa que te fazem querer trazer de volta alguns bons momentos. A abertura de "Rebel Revolution" tem uma vibração arrepiante muito boa que ajuda a desenrolar uma faixa que é uma chamada às armas e te faz querer juntar ao Exército Blindside. A partir da abertura das guitarras em "Rock n 'Roll Junkie" até a resplandecente "Burn" Blindside Thunder lidera e oferece grandes músicas. Se tu és um fã de Hard Rock / Heavy Metal, então eu recomendo este álbum porque ele oferece 100% do tempo com puro 100 Proof.



Temas:
01. Rock n’ Roll Junkie
02. Bad Reputation
03. Tequila
04. Take My Breath Away
05. Daddy’s Farm
06. Rebel Revolution
07. Human Race
08. Burn

Banda:
John E. Wilde - Guitarra solo, voz
Double D - Baixo, voz
The Gunslinger - Guitarra, voz
The Admiral – Bateria



Furyon - Lost Salvation (2015) UK



É ótimo ver Furyon de volta! Com um novo álbum e acompanhamento ao soberbo Gravitas, já faz três anos desde que seu álbum de estreia foi lançado com um lado hard rock, bom para os nossos ouvidos ... e eles começam de onde pararam.
Lost Salvation continua no molde de Gravitas, tanto assim, que com Furyon é praticamente um caso de "se não está partido, porque corrigi-lo?". Pessoalmente, isso funciona perfeitamente para mim. Gravitas foi uma estreia tão brilhante que Lost Salvation é mais o caso de a banda aprimorando seu som rock e moldando-o numa máquina incrivelmente bem oleada.
Matt Mitchell, mais uma vez nos mostra que sua voz foi construída para este tipo de música. Ele é de fato o típico som áspero, conduzido, elevado, vocalista majestoso que todas as grandes bandas de rock têm. Para focalizar Matt, sua voz é estupenda e está fazendo ao resto dos músicos da banda um serviço enorme. Lee Farmery e Alex Bowen têm uma base sólida e permite as guitarras dançarem sem esforço, puxando alguns volumosos riffs dirty (a faixa-título e Scapegoat em particular, mostram isso com grande efeito) e alguns solos melodicamente intensos!
O sabor deste álbum sustenta o corajoso, quase Stoner como a sensação em Gravitas misturado com um gancho de rock comercial que o torna instantaneamente acessível e eternamente simpático. A partir do emocionante Lost Salvation, há crescente These Four Walls que tem um refrão épico sangrento, ao majestoso Good Sky que gere a música com um bom bocado de tudo em conjunto, Furyon parece ser capaz de transformar a sua mão para qualquer tipo de estilo



Temas:
1. All That I Have
2. Lost Salvation
3. These Four Walls
4. Scapegoat
5. Resurrect Me
6. Left It With The Gods
7. Good Sky
8. Dematerialize
9. What You Need
10. Wiseman

Banda:
Matt Mitchell – Vocals
Alex “Nickel” Bowen – Bass
Lee Farmery – Drums
Luca Faraone – Guitars
Tiago Rosado – Guitars
Músico de estúdio:
Chris Green – Guitars

F.O.R.M - Dynamite (2015) Suíça


A banda suíça de seis membros, que consiste em Raffty Marmouq (lead v), Oli Moser (w / v), Roman Zaugg (g), Michael Hartmann (b, g acústico), David Lenherr (d) e Sandy Fonollosa (v) vêm da região de Basel e une músicos e músico que já trabalhou em bandas como Smash Alley, Pheenix, Lee White ou 38DD. Após a sua criação em 2011, FORM, cuja abreviatura anunciada é para "Fuckin 'Ordinary Rock'n'Roll Music", começaram a escrever as suas próprias canções novas. O álbum de estreia é intitulado "Dynamite" e este é também o tema de abertura que realmente é rápido. Inevitavelmente, o som desta me lembra outros grupos suíços, como Steve Whitney Band, Black Angels, The Force ou Sideburn. No entanto, a tocar baixo Michael é surpreendentemente dominante no som geral e faz muito bem como os dois melhores guitarras. Em "Heather Victoria Ray" o baixo vai em frente e ainda modela o som rock mid tempo. A balada "Freedom" é uma das mais simplesmente do álbum mas que preenche todos os requisitos. Além disso, aqui pode ouvir os vocais galopantes de Raffty com pontuação máxima. Outros destaques incluem "Lonesome Rider", o ligeiramente badalado "Rich Man" e o quente Rocker “Roll The Ball”, onde o baixo é lindo. Após a semi-balada "American Hero", tem o "Snakebite" num disco de rock Suíço realmente bom depois de quase 40 minutos o que parece curto.
F.O.R.M transporta o som típico do rock suíço anos 80 uma vez com uma produção notável, confiança no presente.



Temas:
1. Dynamite (3:40)
2. Dreamer (4:02)
3. Heather Victoria Ray (5:12)
4. Freedom (5:18)
5. Lonsesome Rider (4:53)
6. Rich Man (3:16)
7. Roll The Ball (3:46)
8. American Hero (4:50)
9. Snakebite (4:02)

Banda:
RAFFTY MARMOUQ - Lead-Vocals, Harp
OLI MOSER - Guitar, Keyboards and Recording
MICHI HARTMANN - Bass
DAVID LENHERR - Drums
ROMAN ZAUGG - Guitar
SANDY FONOLLOSA - Vocals, Keyboards





domingo, 22 de fevereiro de 2015

STEPHEN CHESNEY Ft. ROBERT MASON - ANNUIT COEPTIS (2014) USA



Após tê-lo mencionado na review do novo disco da norueguesa Issa, decidi procurar um pouco mais sobre este novo guitar-hero de quem tanto se tem falado mas cuja discografia pessoal, não existe; ainda! Stephen Chesney é rapaz inglês que cedo se mudou para Los Angeles, em 2004. A partir daí, muitas coisas aconteceram, mas a mais notória foi o reconhecimento do seu talento pela Fractal Audio, que em 2011 lhe deu o endorsement para usar o Fractal Audio AXE-FX como seu equipamento. Coisa que poderia ser até banal não fosse o Fractal Audio um equipamento de topo para os especialistas das seis cordas; e que Stephen leva a conhecer a potenciais candidatos a guitar-heroes em convenções como a NAMM.
Voltando um pouco atrás, em 2007, juntou-se a Robert Mason; ex- vocalista de bandas como Silent Witness, Cry Of Love, Lynch Mob e actualmente nos Warrant; e juntos produziram 2 temas que lhes valeram o prémio de melhor nova banda nesse mesmo ano.


Mas os compromissos profissionais foram falando mais alto e só no final de 2014, mais exactamente em 17NOV.2014; é que é editado o primeiro EP do duo, com os dois temas já conhecidos e mais um, composto entretanto e para a referida edição. Nomes como Scot Coogan da banda de Ace Frehley; Koko Powell da Edgar Winter Band; faziam já parte do grupo que gravou os dois primeiros e premiados temas; "Devils Daughter" e "Breaking Down", entretanto regravados para este EP pela mão do conhecido engenheiro de som, Rob Beaton, que já trabalhou com Guns'n'Roses e Santana. O mais recente tema teve a participação de outros dois músicos conhecidos; Chris Frazier, actualmente baterista dos Foreigner, e Perry Richardson, baixista e ex-FireHouse.
A vontade de editar um àlbum está bem viva entre eles e este ano de 2015, poderá bem ser o tempo de Chesney e Mason, a hora de "Annuit Coeptis", expressão em latim que por grosso modo quererá dizer avalo, anuência, para iniciar algo forte e de prevalência; aliás, essa expressão está inscrita no verso do Grande Selo dos Estados Unidos; em que a figura central é um olho sobre uma pirâmide, e que nesse contexto, essas palavras expressam: "Ele, aprova o nosso empreendimento"; em que ele o olho representará o poder divino que tudo vê e protege. Sentimentos profundos que deram origem ao nome deste primeiro EP de Chesney & Mason, e que vos apresento agora aqui.
Três temas; Hard Rock Melódico, com muitas imagens de trabalhos passados como Lynch Mob, juntamente com um southern feeling, e uma secção de metais mais próprias do género Soul. Se o primeiro tema, "Devil's Daughter", é mais para Lynch Mob, já o 2º, "Breaking Down", é algo muito à Bon Jovi, um meio tempo de açucarar o ambiente. O 3º tema, "Bleed", já é algo mais Guns'n'Roses com uma abordagem algo Lynch Mob. Como podem constatar, motivos mais do que suficientes para conhecerem a perícia de Stephen, que tem um tom limpo e perfeccionista na sua abordagem à guitarra. Decidi colocar mais um tema; "For You", um instrumental que é "quaaaase" uma balada Blues. Entretanto, já vi e ouvi algo mais de Stephen e depreendi que, Neal Schon e os seus Journey, são a sua influência máxima, o seu outfit favorito. 
Actualmente, Stephen é patrocinado não só pela Fractal Audio Systems, mas também pela Seymour Duncan; Ernie Ball; Paul Reed Smith Guitars e a CAD audio. Se isto não diz que o rapaz é mesmo bom, talvez os videos abaixo vos convençam.
Esperando por um disco completo, deixo-vos com o que se pode arranjar por agora, de um não tão desconhecido e excelente guitarrista.
McLeod Falou!



Temas:

01 - Devil's Daughter
02 - Breaking Down
03 - Bleed
04 - For You 2011 (non EP extra track)

Line-up of:

Stephen Chesney - Guitars
Robert Mason - Vocals
Scot Coogan - Drums (Ace Frehley)
Rob Bloise - Keys
Koko Powell - Bass (Edgar Winter Group)
Jim Wheeler - Saxo (Slash)
Mitch Manker - Trumpet (Ray Charles)

Guests on "Bleed":
Chris Frazier - Drums (Foreigner)
Perry Richardson - Bass (Ex-FireHouse)