Londres está a voltar a tornar-se por estes dias na meca do hard rock melódico. Desta vez foram os suecos HEAT quem decidiram gravar o concerto da sua mais recente tour na capital inglesa, e deixem-me que vos diga,... um potente de um concerto! 1º disco oficial ao vivo para estes talentosos escandinavos com 15 temas de deixar a audiência ao rubro, gravado em maio da passado ano. Por estes dias, ouvir discos ao vivo não tem sido a minha opção, tenho dado preferência aos videos, e neste caso vale bem a pena, uma banda jovem para um público jovem ou "actualizado", e que realmente já merecem a confiança para se tornarem nas certezas da nova geração do rock que levará este género musical mais além.
Muito Recomendado!
McLeod Falou!
Temas:
01 - Point Of No Return
02 - A Shot At Redemption
03 - Better Off Alone
04 - 1000 Miles
05 - It’s All About Tonight
06 - Inferno
07 - The Wreckoning / Tearing Down The Walls
08 - Mannequin Show
09 - Late Night Lady
10 - In And Out Of Trouble
11 - Downtown
12 - Enemy In Me
13 - Emergency
14 - Breaking The Silence
15 - Living On The Run
Banda:
Erik Grönwall (vocals)
Eric Rivers (guitar)
Jona Tee (keyboards)
Jimmy Jay (bass)
Crash (drums)
Uma das mais aclamadas instituições do rock, acaba de editar mais um disco ao vivo. Um duplo CD\DVD\BLUERAY, gravado ao vivo em londres no mês de março do passado ano. Esta nova edição comemora o culminar da longa tour sobre o seu último disco de originais e premeia o mais recente elemento da banda, Davey Rimmer o baixista que substituiu o desaparecido e já saudoso Trevor Boulder. Para todos sem excepção, este é um concerto digno de se apreciar dos co-criadores do género hardrock, conjuntamente com os Black Sabbath, Deep Purple e Led Zeppelin. O hino "Easy Livin'" não podia faltar; eu até passei logo ao encore porque esse tema deixa-me louco. Vão procurando no nosso blog associado Roxx2Video, pode ser que tenham uma surpresa. E já agora não esqueçam a Roxx2metal, nossa\vossa rádio.
Obrigatório, pelo menos em DVD! McLeod Falou!
Temas:
CD 1: 01 - Against the Odds 02 - Overload 03 - Traveller in Time 04 - Sunrise 05 - Stealin' 06 - I'm Ready 07 - Between Two Worlds 08 - Can't Take That Away 09 - One Minute 10 - Nail on the Head
CD 2: 01 - Into the Wild 02 - Gypsy 03 - Look at Yourself 04 - Box Wah Box 05 - July Morning 06 - Lady in Black 07 - Free'n'easy 08 - Easy Livin'
Mick Box – Guitars Phil Lanzon – Keyboards Bernie Shaw – Lead Vocals Russell Gilbrook – Drums, Percussion Davey Rimmer – Bass
#4º disco de originais para a mais badalada norueguesa do momento, no mundo do rock melódico. Para os apreciadores da garota; e já agora, da sua musica; temos aqui mais uma excelente oferta para uns momentos bem passados com a marca de qualidade estampada na produção e composição pelos irmãos Martin dos Vega; esta uma das bandas sensação no mundo do hard rock melódico a nivel mundial , e que no mais recente disco, editado a finais de 2014, emplacam um tema que pode muito bem ser o melhor tema do ano passado, "All or Nothing". Não é só na suécia que existem as mais refinadas produções musicais, esta nova vaga "brit", não fica nada atrás. E falando da vaga "brit", temos também Steve Overland do FM; Steve Newman dos Newman; Pete Newdeck dos In Faith; Mike Kew dos Vega, Matt Black dos Fahran; Stephen Chesney, um dos mais recentes guitar heroes, ena que ainda não tenha um album gravado; como músicos participantes na realização deste novo disco da norueguesa. Outros nomes a realçar são os de Robert Sall dos Work of Art; Alessandro DelVecchio, este italiano está em todas; Daniel Palmqvist dos X-Origin e Daniel Johansson dos Degreed. Como vêm, só motivos mais que válidos para perderem um tempinho a ouvir esta nova graça de Isabell Oversveen, que ela realmente até é engraçadinha, eheheheh; seus depravados,... Recomendado!
McLeod Falou!
Temas:
01. Crossfire 02. New Horizon 03. Raintown 04. Long Time Coming 05. Fight Fire With Rain 06. Heartbeat 07. Electronic Lights 08. Ghost Inside My Heart 09. Red Lights 10. We Rise 11. Only You
Issa - Vocals
guests:
Steve Overland (FM) Daniel Palmqvist (XOrigin) Alessandro Del Vecchio (Hardline) Steve Newman (Newman) Robert Sall (Work Of Art) Daniel Johansson (Degreed) Stephen Chesney Pete Newdeck (In Faith / Tainted Nation) Matt Black (Fahran) Michael Kew (Vega)
Uma coisa que me mantém interessado em UFO, e isso é Phil Mogg, o cantor de UFO (e membro fundador junto com Pete Way) uma vez que a banda foi formada em 1969, eu tinha 10 anos. Os vocais de Phil ainda são sólidos; se falta um pouco de poder desde o dia do fenómeno da UFO mania, principalmente o impressionante álbum ao vivo "Strangers In The Night", embora ele faça mais por isso do que sua inimitável presença no palco. Um grande número de membros passaram pelo UFO desde 69, com Michael Schenker sendo o mais famoso, no entanto esta última formação do UFO já dura quase 10 anos agora, e os álbuns que eles estão editando apenas ficam melhores, 'The Visitor "(2009) foi bom, Seven Deadly" (2012) foi muito bom, " A Conspiracy Of Stars' até tem muito para se gostar. ‘The Killing Kind’ tem um grande riff de abertura, a música é bastante básica, mas explode ao longo, com um estilo de cantar relaxado fácil de Mogg, um grande solo de Vinnie Moore ajuda a elevar a canção acima da média, um grande começo para o novo álbum. 'Run Boy Run' tem um som mais moderno, com um som de guitarra com um lado mais duro, mas sendo UFO, esta é uma grande faixa. 'Ballad Of The Left Hand Gun' tem uma introdução acústica bluesy, uma batida suave da bateria do retornar baterista Andy Parker, e, em seguida, a voz de Phils realmente eleva este título, ele só exala classe, mesmo depois de todos estes anos. "Sugar cane" é a primeira faixa na base de teclados, e uma abertura soft com eles, permite que outra faixa bluesy floresça, um grande coro liderado por outro solo Vinnie Moore. ‘Devils In The Detail’ tem uma grande corrida no ritmo da guitarra terminando a faixa, com Vinnie sobrepondo um solo rápido e fluido. O que é evidente até agora sobre esta obra é o alto padrão de escrita de canções, eles sabem o que funciona e o que devem fazer, depois de quase 45 anos na música. As demais faixas são todas tão boas, não há pontos baixos neste álbum, e que faz com que seja muito difícil escolher um tema favorito, "Precious Cargo" é muito bonito, soando como um cruzamento entre zztop e Great White, como é 'Rolling Rolling'.
Тemas:
01. The Killing Kind 02. Run Boy Run 03. Ballad Of The Left Hand Gun 04. Sugar Cane 05. Devils In The Detail 06. Precious Cargo 07. The Real Deal 08. One And Only 09. Messiah Of Love 10. Rolling Rolling
Banda:-
Phil Mogg – Vocals Paul Raymond – Guitar/Keyboards Vinnie Moore – Guitar Andy Parker – Drums Rob De Luca – Bass
O som de Los Cobras é definido pela mistura de rock and roll dos gloriosos anos 50 e rock moderno. Os textos falam meninas, festas, corpos bonitos e rock'n roll. Vindos de diferentes cidades, o quarteto criou uma reputação em muitos lugares devido ao seu desempenho super enérgico desde 2010. Este poder compartilhado com o público e o interesse da mídia, têm assegurado as respectivas datas em toda a França desde a lançamento em agosto de 2012, do seu álbum de estreia, "Born to Rock 'n Roll" auto-produzido e gravado no Boss Hog Studio no Nord Pas de Calais. As cenas continuam chegando, o grupo é convidado para vários festivais, é finalista / vencedor de vários concursos nacionais "Musik'Casting", "Hard Rock Cafe", "Virgin Radio" e ganhou o apreço do público. Após a experiência adquirida a partir da primeira cena do Mass Hysteria, BB Brunes, Sales Majestés, Guerrilla Poubelle e outros Los Cobras decidiram gravar um novo álbum "We Live For Cars & Girls", lançado em janeiro de 2015.
Temas:
01. Naja 02. I Need to Be Somebody 03. Out of Time 04. 10th Avenue 05. Black Mamba 06. Far West Train 07. My Girl Is a Pretty Girl 08. Hearts on Fire 09. Ocean Eye 10. I Miss You 11. Hot Girl 12. Good Boys Bad Girls
LOS COBRAS :
Samuel PLASSMANN : Guitare / Chant Vincent BONNY : Batterie / Chant Nicolas GUILLERMIN : Basse Axel LEAUTE : Guitare
BLACK STAR RIDERS foi formado por membros de THIN LIZZIE, e juntaram-se ao baterista ex-MEGADETH e ALICE COOPER "Jimmy DeGrasso". Seu segundo disco "The Killer Instinct" será lançado via "Nuclear Blast" em 23 de Fevereiro de 2015. BLACK STAR RIDERS vão provar que ainda são uma banda de clássico rock por direito próprio. A vibração das faixas é otimista e positivo, assim como as mensagens, misturadas com vibrações do rock da velha escola que bandas como THIN LIZZY. Canções como "Killer Instinct" e "Bullet" falam sobre apanhar um tiro nos teus sonhos, e fazeres o que acreditas. É uma lembrança real de que se nós nunca apanhar-mos um tiro no que nós queremos na vida, nunca vamos conseguir isso. O álbum traz essas faixas para o ouvinte como canções otimistas, positivas que são uma espécie de "hinos do rock" que dão o tom para o álbum. Algumas das outras faixas falam de outros temas muito reais que também fazem parte da vida. "Soldierstown" discute a realidade da guerra, a morte, e as famílias que podem despedaçar. Há muitos perigos envolvidos com a guerra, mas é necessária para manter nossa liberdade do fazer o que amamos, e para lutar por aquilo em que acreditamos como povo. "Charlie I Gotta Go" fala sobre de como todos nós vamos ter que deixar alguém que amamos em determinado ponto. Chega um momento em que todos nós temos de seguir em frente com as nossas vidas. Eles têm que ir e viver suas vidas. Não é fácil, mas todas as coisas boas, como um romance de verão, chegou ao fim. "Blindsided" começa como uma balada, mas questiona por que devemos viver no passado quando podemos passar para o futuro. Esta canção lembra-nos que o futuro é para onde devemos olhar. O passado não pode nos fornecer mais nada, temos de seguir em frente para o futuro para encontrar o que buscamos. No geral, "The Killer Instinct" é uma mistura impressionante de hinos do rock moderno que combina com clássico rock soa como THIN LIZZY o utilizou para fazer. Não é difícil imaginar a banda sendo quatro dos cinco ex-membros do THIN LIZZY, ainda que BLACK STAR RIDERS conseguiram fazer um trabalho extraordinário ao modernizar o seu som para o que os fãs do rock e metal desejam ouvir em 2015.
Тemas:
01. The Killer Instinct 02. Bullet Blues 03. Finest Hour 04. Soldierstown 05. Charlie I Gotta Go 06. Blindsided 07. Through The Motions 08. Sex, Guns & Gasoline 09. Turn In Your Arms 10. You Little Liar
Bonus CD:
01. Gabrielle 02. The Reckoning Day 03. The Killer Instinct (Acoustic) 04. Blindsided (Acoustic) 05. Charlie I Gotta Go (Acoustic) 06. Finest Hour (Acoustic)
Banda:
Ricky Warwick (The Almighty) - Vocals, Guitars Scott Gorham (Thin Lizzy) - Guitars Damon Johnson (Brother Cane, Alice Cooper) - Guitars Robbie Crane (Ratt, Lynch Mob) - Bass Jimmy DeGrasso (Megadeth, Y&T, Dokken) – Drums
Conheço o trabalho de Joe Holmes desde o mítico disco dos Lizzy Borden, "Visual Lies". Quando ouvi o tema "Me against the world", este tornou-se de imediato um dos meus temas preferidos de sempre. Substituiu Jason Becker na banda de Dave Lee Roth por motivos por demais conhecidos, e ainda assim, substituiu Zakk Wylde na banda de Ozzy Osbourne. O rapaz até que é famoso, mas isso não o impediu de ser um humilde técnico de guitarras para o não menos conhecido Jake E. Lee enquanto nos Badlands. Foi aluno de Rhandy Rhoads, o que quer dizer que com tantas conotações a Ozzy, só podia mesmo lá ter ido parar, estava escrito! É fã de Ozzy desde que sabe ouvir musica.
No passado ano de 2014, Joe juntou-se a Robert Locke, vocalista dos Laidlaw e gravaram um EP auto-intitulado, com a ajuda dos não menos conhecidos Robert Trujillo dos Metallica no baixo, e Brooks Wackerman dos Bad Religion na bateria. O resultado foi melhor o que o esperado e o que faltava para organizar um disco completo foi o passo seguinte. Agora, em 2015, temos essa mais do que esperada edição. Um caso curioso por estes dias da era digital, é que todos os temas foram editados como singles e só depois compilados neste àlbum; pouco ortodoxo mas resultou, ou não?
Desta vez, antes da musica quero falar-vos da produção; é fenomenal, do melhor que já ouvi. Rich Mauser, que entre outros já trabalhou com os Transatlantic e Spock's Beard, fez um trabalho de produção e mistura, monstruoso. De referir que Joe também foi co-produtor. Este é um género de hard & metal que eu não sou muito apreciador, mas com este trabalho de produção, fiquei completamente agarrado.
Hard Rock do pesado e alternativo com muito groove e uma potente dose de metal, fazem deste disco de estreia dos Farmikos; nome estranho, derivado do tema Scapegoat; um "must have"! Um disco obrigatório para qualquer amante do rock pesado até porque podendo não ser algo de original tem os seus pontos de interesse. Se gostam das últimas coisas que Ozzy tem feito, andará um pouco por aí; e quando digo por aí, quero mesmo dizer quase copykat; ("Spoon and Sun" é o exemplo flagrante). Bom, não integralmente, mas percebe-se; será que Joe quer voltar de novo à banda de Ozzy?
Dez temas com um profissionalismo impressionante; e diria mais, um processo de creatividade excelso. Os temas não cansam, sempre com novidades; o som das guitarras de Joe é limpo e é possuidor de uma técnica brilhante, que agora poderia fazer Lizzy Borden voltar ao topo. A voz de Rob Locke é algo que não consigo descolar de Ozzy e Chris Cornell. Falando em voz, Benji Webbe dos Skindred faz aqui uma "perninha" no tema "fragile". Brent Hofford dos My Own Machine, também deixa o seu contributo, só que neste caso, além das guitarras em "Kings Of Dust", Brent foi co-autor de oito dos 10 temas deste debut.
Um género musical que não será alheio a nenhum dos participantes de renome neste projecto, mas que com este disco, estabelecem uma nova fasquia na qualidade musical do Hard & Heavy.
Só tenho a dar-lhes os parabéns e a recomendar a compra de olhos fechados deste disco, porque este será mais um marco na evolução do rock.
OBRIGATÓRIO!!! McLeod Falou!
Temas:
01 - Scapegoat 02 - Am I One 03 - Kings Of Dust 04 - Spoon And Sun 05 - Fragile 06 - The Sound Of My Gun 07 - Ascension 08 - I Was Them 09 - Exit Stencils 10 - Facing East
Músicos:
Joe Holmes (ex- Ozzy Osbourne, David Lee Roth) - Guitars Robbie Locke (Laidlaw) - Vocals Robert Trujillo (Metallica, Infectious Grooves) - Bass Brooks Wackerman (Bad Religion) - Drums Ken Schalk (Mass) - Drums Brent Hoffort - Guitars on “Kings Of Dust” Benji Webbe - Vocals on “Fragile”
Eu sei que é cedo para o post da semana, mas neste caso não tenho medo de arriscar; eheheheh!!!
50 anos!!! Estes rapazes fazem 50 anos de carreira este ano de 2015! Adjectivos não me faltam para descrever este acontecimento, este feito notável desta lenda do hard rock. Mas só me dá vontade de dizer,... PARABÉNS E MUITO OBRIGADO!
Cheguei a ponto de aceitar que mais não lhes podemos pedir, é meio século a fazer aquilo de que mais gostam e assim viveram todos esses anos as suas vidas como uma família. Só posso mesmo admirar.
O primeiro concerto como grupo, foi em 1965, mas o 1º disco só surgiu em 1972. Desde então, nomes como Uli Jon Roth, Michael Schenker, Herman Rarebell, Francis Buchholz, passaram pela banda durante estes 50 anos e os 18 discos de originais; entre os mais de 100 milhões de discos vendidos em todo o mundo. Se isto não faz deles um dos marcos da humanidade, ou vocês são muito exigentes ou não gostam do fenómeno; de qualquer modo estão no vosso direito; mas tal como eu, existem muitos milhões por este mundo fora que pensam do mesmo modo e por isso, é uma questão de ponto de vista sobre as evidências, há quem goste de dizer copo quase cheio e há quem goste de dizer copo quase vazio; apesar de que neste caso eu e "muuuuuiiiitos", vemos um copo a transbordar.
"Return to Forever" não poderia ser mais apropriado como nome deste novo disco; tendo em conta que estão atentos ao que se vai passando com a banda; mas para os mais desatentos aqui vai uma breve explicação para não ficarem perdidos. Em 2010, após a edição de "sting in the tail", a banda começou a anunciar o fim da linha após 45 anos de estrada. Foram feitos os preparativos para os últimos concertos, a derradeira tour; e entretanto mais um disco de versões e remasterizações de alguns dos seus maiores êxitos surge em 2011. Mas as audiências não despegam e a ideia de sair de cena;... saí de cena! Depois de muitos ajustes e conversações decidem fazer um pacto e "voltar para a eternidade". É isso mesmo, agora é até morrer em palco! Será? A ver vamos.
Agora a musica. É este um disco de Scorpions? Sem a menor dúvida! Mas será que elas existem, as dúvidas? Sim! Só que há que conhecer a carreira da banda para se perceber o sentido das coisas. Um disco bem americanizado em essência e conteúdo. Os produtores são repetentes, suecos e conhecidos por fazerem hits multiplatinados; o que quer dizer pop e comercial, por isso podem esperar um disco polidíssimo e melódico até doer. Quanto aos temas, não são nada mais nada menos do que um repasso fiel dos 50 anos de carreira, ou pelo menos de 44 anos de gravações oficiais. Cada tema trás riffs e arranjos já usados noutras "vidas" em que nos pomos a tentar identificar de que disco surge aquela "imagem sonora". Melodias subliminares a dizerem-nos que Scorpions ainda conseguem voltar ao passado e trazê-lo para o presente orientando o futuro. O som é vintage; muito bem camuflado pela actualização digital mas é. Desde Classic Rock, Power & Soft Ballads, Heavy melódico da golden Era (80's), são tudo aquilo o que Scorpions fizeram voltando a baralhar as cartas e a dar novamente.
Podem Identificar Whitesnake, Dokken, entre mais algumas coisas, mas isso são só ilusões porque 50 anos quer dizer que já gravam sucessos há bastante mais tempo do que os grupos referidos.
A versão oficial tem 12 temas mas existe uma que vos oferece mais 5 temas extra e bem merecedores de fazerem parte do line-up oficial num total de 17 canções de hard rock melódico.
Podemos acusá-los de uma abordagem para as massas, mais pop, mais comercial, algures mais soft mas desde há muito que Scorpions são isso mesmo, entertenimento para as massas. Poderá esta nova coleção de 12 temas não agradar aos mais puros e Hard'n'Heavies seguidores destes icones, como eu sou, mas ao fim de 50 anos o que mais podem vocês exigir? Musica dos Scorpions, seja ela mais comercial ou mais rocker, é fazer a festa com o que nos dão porque depois de ouvir este disco poderiam muitos dizer que me contento com pouco, mas ouçam vocês com atenção todo este disco em que apenas temos 3 baladas e depois do que descrevi, em que os sons do passado voltam incursionados em coisas do presente e depois, se forem honestos, fazem como eu, aceitam e toca de "rock my car".
Só posso dizer que sou um seguidor destes germânicos; eu fui "stinged with the tail" e "envenenado" pelo poder do rock desta lenda há pelo menos 30 anos. Foram e são fundamentais na minha vida!
Bem Hajam, Scorpions!!!
McLeod Falou!
Temas:
01. Going Out With A Bang 02. We Built This House 03. Rock My Car 04. House Of Cards 05. All For One 06. Rock ‘N’ Roll Band 07. Catch Your Luck And Play 08. Rollin’ Home 09. Hard Rockin’ The Place 10. Eye Of The Storm 11. The Scratch 12. Gypsy Life 13. The World We Used To Know (bonus Deluxe Edition) 14. Dancing With The Moonlight (bonus Deluxe Edition) 15. When The Truth Is A Lie (bonus Deluxe Edition) 16. Who We Are (bonus Deluxe Edition) 17. Delirious (bonus iTunes)
Banda:
Klaus Meine - Vocals Rudolph Schenker - Guitars Mathias Jabs - Guitars Pavel Maciwoda - Bass James Kottak - Drums
Mikael Nord Andersson and Martin Hansen - Producers
Cinco novas faixas, assim como uma meia dúzia de clássicos regravadas, desde os anos 80, incluindo um trio de "Fire In The Brain" ( "Gambler" , " Search Lights" e da faixa auto-intitulada), um par de "III Warning" ( " Total Metal " e "Third Warning" ), além de "Turn The Cross Upside Down" . Este é o seu primeiro álbum desde 1991, deixando sua marca bem antes de os holofotes globais estarem ligados a sua pátria adoptiva (Os membros da banda originalmente emigraram da Suécia), OZ realmente nunca se impôs, embora inspirado em infeccioso tradicional / NWOBHM (Pensa como contemporâneos escandinavos PRETTY MAIDS ou HEAVY LOAD).
Temas como "Fire In The Brain" e "Turn The Cross Upside Down" ressoam com Metalheads em todos os lugares, apesar dos gritos e vocais estilo Boltendahl. Em retrospecto, a melodia poderia ter sido um mantra para os Noruegueses Black Metal mafia ("Turn the cross upside down, burn the churches to the ground ", o pensamento radical meia década antes do caos chegar ao norte). "Gambler" é mais de perto a Classic Rock inclinando-se para o "metal" como CLOVEN HOOF, em que falta um pouco de energia para dias de hoje. "Enter Stadium" é a única nova faixa que toca o seu dedo do pé, uma flagrante tentativa de se tornar um desporto profissional tocando o hino, como QUEEN "We Will Rock You" ou Gary Glitter "Rock N Roll Part 2" (aka "Hey" ). Muito boa diversão à moda antiga sem se preocupar com tal para ganhar dinheiro. Um ponto extra concedido para importância histórica. Ouça e aprenda!
Temas:
01. Dominator 02. Searchlights 03. Let Sleeping Dogs Lie 04. Fire in the Brain 05. Seasons in the Darkness 06. Turn the Cross Upside Down 07. Burning Leather 08. Gambler 09. Enter Stadium 10. Total Metal 11. Third Warning
Banda:
Ape De Martini - Vocals Costello Hautamäki - Guitars (lead) Markku Petander - Guitars (rhythm) Jay C. Blade - Bass, Backing vocals Mark Ruffneck - Drums
Os ROCK SUGAR, embora não inove na proposta, surpreende com um disco que mistura de maneira inteligente, divertida e com qualidade grandes clássicos do rock, em especial do hard rock dos anos 80. Durante o disco ouviremos as mais inusitadas misturas de músicas e bandas/artistas como MOTLEY CRUE com QUEEN, AC/DC com MADONNA, RICK SPRINGFIELD com OZZY OSBOURNE e por aí vamos. O resultado é muito interessante e vale a pena a conferida no clip de "DON'T STOP THE SANDMAN", uma brincadeira com as famosas DON'T STOP BELIEVIN', do JOURNEY, e ENTER SANDMAN, do METALLICA. Bom divertimento!! Ah, o vocalista é o JESS HARNELL, da banda americana LOUD AND CLEAR!
Temas:
01. DON’T STOP THE SANDMAN 02. WE WILL KICKSTART YOUR RHAPSODY 03. CRAZY GIRL 04. VOICES IN THE JUNGLE 05. HERE COMES THE FOOL YOU WANTED 06. SHOOK ME LIKE A PRAYER 07. STRAIGHT TO ROCK CITY 08. PRAYIN’ FOR A SWEET WEEKEND 09. HEAVEN AND HEAVEN 10. BREAKIN’ THE LOVE 11. I LOVE SUGAR ON ME 12. ROUND AND SEPARATED 13. DREAMING OF A WHOLE LOTTA BREAKFAST
Banda:
Jess Harnell, Lead Vocals Chuck Duran, Guitar, Backing Vocals Alex Track, Drums, Keyboards, Backing Vocals Johnny Five, Bass, Backing Vocals
Este quente, quarteto sueco é a ideia do guitarrista Lars Chriss (LION’S SHARE) e do baixista / teclista Sampo Axelsson (LION’S SHARE, GLENN HUGHES). "Road To Ruin" é uma celebração musical com influências de bandas provenientes da era do clássico rock e carregando marcas de artistas como Whitesnake, Thin Lizzy, Deep Purple, Led Zeppelin e mais - especialmente quando se trata do som da guitarra - Black Sabbath. A banda é completada por Thomas Broman na bateria (HUGHES / TURNER, JOHN NORUM, ELECTRIC BOYS) e um dos cantores mais bem cotados da Suécia: Matti Alfonzetti (SKINTRADE, JAGGED EDGE), nos vocais.
Temas:
1. The Only One 03:54 2. Pale Rider 05:14 3. Face of an Angel 04:29 4. Pleasure and Pain 05:11 5. For Your Soul 04:48 6. Walk the Line 03:30 7. Thorn in My Side 05:04 8. Crawling 03:58 9. Until I See the Sun 04:27
Banda:
Sampo Axelsson - Bass , Keyboards Thomas Broman - Drums Lars "Chriss" Christmansson - Guitars Matti Alfonzetti - Vocals
Se o som dos Revolution Saints é familiar, tem uma boa razão: Axeman Doug Alrich deixou sua marca como um membro do Whitesnake. O baixista Jack Blade tem estado em torno de um monte de trabalhos multiplatinum. Mais conhecido como vocalista co-liderança no Night Ranger, Blade também foi membro fundador dos Damn Yankees e fez uma série de álbuns com membro do Styx Tommy Shaw. O baterista Deen Castronovo não é tão conhecido, mas ele deixou sua marca como baterista em ambas as bandas Journey e Bad English, bem como em diversos projetos com o líder do Journey Neal Schon. Sendo assim, não é nenhuma surpresa que Revolution Saints tome elementos de cada uma dessas bandas. O que pode ser surpreendente é que essa fórmula bem-vestida soa a fresco e vibrante. Parte da razão porque o auto-intitulado álbum de Revolution Saints funciona é Castronovo. Claro, ele é um baterista de rock sólido, em pé de igualdade com os grandes bateristas de Journey como Steve Smith, Ansley Dunbar e Prairie Prince. Quem já viu um show de Journey ao longo da última década também podem atestar o fato de que Deen Castronovo é um excelente cantor ao estilo de Steve Perry / Sam Cooke. Feche os olhos e pode facilmente confundir isto com um álbum hard rock dos Journey de décadas atrás. Isso só é composto pela presença de Neal Schon, bem como do vocalista Arnel Pineda dos Journey, que fazem aparições notáveis em "Way Of The Sun" e "You’re Not Alone", respetivamente. No entanto, eles são a cereja no topo de um bolo já saboroso. O trio Alrich, Blades e Castronovo faz-se ouvir em "Dream On", uma faixa que se parece com Santana, mas rapidamente se move para hard rock, território sempre na frente com vocais crescentes de Castronovo apoiado pelos edificantes, coros ao estilo Damn Yankees. Solo quente de Alrich ainda é decorado elegantemente. Revolution Saints mostra contraste com a balada conduzida pelo piano "Don’t Walk Away", parecendo ao mesmo tempo eficaz e adequada para esta definição. "Here Forever" é uma aplicação ainda com mais sucesso do que o tema power ballad. A música começa a andar rapidamente com os vocais fortes de Castronovo, apropriadamente apoiados pelas partes de guitarra ritmo e interação guitarra. "Turn Back Time", soulfully cantado totalmente com alma e uma urgente batida de condução, pode muito bem representar melhor os Revolution Saints.
Тemas:
01. Back On My Trail 02. Turn Back Time 03. You're Not Alone (feat. Arnel Pineda) 04. Locked Out Of Paradise 05. Way To The Sun (feat. Neal Schon) 06. Dream On 07. Don't Walk Away 08. Here Forever 09. Strangers To This Life 10. Better World 11. How To Mend A Broken Heart 12. In The Name Of The Father (Fernando's Song) 13. You Are Not Alone (Arnel Pineda version) 14. Way To The Sun (Doug Aldrich version) 15. You Are Not Alone (Deen Castronovo version)
Banda:
Deen Castronovo: lead vocals, drums Jack Blades: bass, vocals on Turn Back Time and Way To The Sun Doug Aldrich: guitars
Convidados:
Alessandro Del Vecchio: keyboards, backing vocals, vocals on Way To The Sun Arnel Pineda – co-lead vocals on You're Not Alone Neal Schon – guitar solo on Way To The Sun
Heavy rocking blues/rock da Dinamarca. Todos os temas são originais. Sua música tem como corrente principal o rock, como Pat Travers e Leslie West.
Temas:
01. Riverside (3:37) 02. Muddy Water (5:26) 03. Graceland (4:58) 04. Burning Love (4:33) 05. Hey Hey (4:14) 06. Holy Water (3:38) 07. Cadillacman (4:37) 08. Hall Of Shame (6:03) 09. Texas Blues (3:51) 10. Guitar Solo And Medley (3:38) 11. I Can Jive (3:51) 12. I Hear You Knocking (2:55)
Aqui está uma nova banda da Hungria chamada Asphalt Horsemen. Isso é um heavy Southern Rock boogie. Para aqueles que gostam de Black Stone Cherry, Little Caesar, The Four Horsemen, Zakk Wylde Black Label Society, Ean Evans Noon, Soundtruck da Grécia vão apreciar estas doze canções. O álbum começa com "Runnian" em um som pesado atrás de guitarras afiadas. Então segue-se uma música agradável, com um bom slide guitar "Wasting Time". Vamos começar de novo em "Go To The City" e "Change". Sons de motos a começar o tema "Ride On", pouco antes o bom "Memories", uma profunda crawling boogie com uma harmónica ao estilo de Skynyrd com duetos de guitarra. Isso é heavy! É a mesma coisa em "The Reason" e, de seguida, por incrível que pareça podemos ouvir os cantos dos pássaros para começar "Outlaw". Este momento de tranquilidade termina rapidamente e voltar para o maravilhoso "Sears", com solos de guitarras duplas e os ótimos vocais cantados por Karoly Lorincz que tem uma voz clara e poderosa usada para beber o álcool Hungria Palinka. "México" fecha o álbum, uma espécie de canção de metal mexicano com um grande carisma. Nós também podemos ouvir um trompete mariachi por trás das guitarras.
Тemas:
01. Runman 02. Wasting Time 03. Go To The City 04. Change 05. Ride On 06. Memories 07. The Reason 08. Outlaw 09. Scars 10. Somebody Came 11. Grip In Hand 12. Mexico
Banda:
Lorincz Károly - Vocals, Guitars Matyasovszky Géza - Guitars Megyesi Balázs - Bass Bencsik István - Drums
CROW7 banda alemã, formada em 2005, lançaram dois álbuns até à data e fizeram espectáculos de sucesso no centro da Europa, mas a banda ainda, é relativamente desconhecida para muitos. Agora eles estão de volta com um novo trabalho, "Symphony Of Souls". Musicalmente, o quarteto combina estilos diferentes no seu som, como gostam de chamá-lo: ProMeRo (Progressive-Metal-Rock), que dá uma ideia bem geral sobre o som da banda, mas eles adicionaram vários elementos como o old school Hard Rock, Sympho, Epic e uma pitada de atmospheric Metal No papel, essa mistura parece um pouco estranha e não é fácil de digerir, o que ainda a torna mais interessante. Ouvi seus álbuns anteriores, no passado, mais moderno Hard Rock orientado (especialmente o primeiro). Em "Symphony Of Souls" eles procuram expandir todas as fronteiras. O musical que os CROW7 tentam é louvável, mesmo que por vezes não seja totalmente bem sucedida, talvez devido ao comprimento do álbum: quinze músicas e quase 80 min. de música parece demais. Enfim, há muitos bons momentos para desfrutar aqui. A faixa-título "Symphony of Souls" abre num bom caminho, lembrando um Savatage comercial com um som moderno e um toque sympho. "Street Of Slaver” e “The Guide”" tem um coro sólido o suficientes ganchos para fazê-los sobressair. "Dirty Lies" é realmente um bom balanço mid-tempo número que evita o comercialismo servil, adicionando um toque progressivo ao coro, bem como alguns backing vocals esforçados que funciona bem e é original. Uma das minhas músicas favoritas é o semi-midtempo e bastante comercial "Great Spirit", que tem um verso muito ao genero de Valensia / Valentim com uma secção rítmica pulsante e uma melodia empolgante. "Breed of the Crime" traz alguma credibilidade de metal sensível à sua saída sonora com boas teclas sinfônicas e violinos acentuando o fundo da mistura, enquanto "The Final Ride" traz uma explosão de adrenalina em dose dupla. "Where Do We Go Now" encerra o CD e tem a forma de algum tipo de balada, mas esta banda não grava as coisas da maneira tradicional, por isso esta música lenta tem suas mudanças de tempo interessantes e abundância de teclados e vocais com harmonia. Crow7 oferece em "Symphony Of Souls", um passeio musical que mistura vários géneros. Para lhe dar uma ideia adequada, isso é basicamente rock progressivo intenso slathered, com a produção beefy tão popular hoje, salpicando o sympho e batida de metal para aumentar a intensidade. Estilisticamente, como disse antes, nas partes em que a música tem muitos pontos em comum com obras Valensia / Valentine, (Robby) ou Valensia's project Metal Majesty. Hard Rock e power com energia também saem para tocar de vez em quando, com a adição de alguns efeitos electrónicos modernos. Todos os membros da banda são músicos qualificados e a produção de som são impecáveis. Muitos artistas se contentam em se esconder na zona de conforto e marcha para fora exactamente a mesma coisa como mil bandas antes deles, por isso parabéns ao Crow7 por ter a coragem de ir contra a corrente e aventureiro algo tentativa.
Temas:
01 - Symphony of Souls 02 - Street of Slaver 03 - Shiva Sigh 04 - The Guide 05 - Kingdom of Calm 06 - Spawn of Evil 07 - Dirty Lies 08 - Virtual Reality 09 - Great Spirit 10 - Winter Breeze 11 - Breed of Crime 12 - Ocean of Fire 13 - Winner of the Quest 14 - The Final Ride 15 - Where Do We Go Now