terça-feira, 1 de julho de 2014

Liberty N' Justice - The Vow (2014) USA


LIBERTY N’ JUSTICE edita o seu 15 álbum de estúdio e primeiro álbum da banda desde 2000, um álbum conceitual chamado The Vow.



Temas:
01. Forever Starts Tonight (featuring Gunnar Nelson of NELSON)
02. For Sure Thing (featuring Kelly Keeling of BATON ROUGE)
03. Honeymoon Is Over (featuring Richard Kendrick)
04. That's Gonna Leave A Mark
05. Gone
06. Every Night She Cries
07. Promises To God (featuring Fergie Ferguson of TOTO)
08. Pucker Up (featuring Richard Kendrick)
09. Sting Of Her Kiss (featuring Louis St. August of MASS)
10. Two Or More
11. Another Goodbye
12. Prince Charming In Disguise (featuring Gunnar Nelson)

Banda:
Justin Murr--Bass
JK Northrup--Guitars
David Cagle--Vocals
Eric Ragno--Keyboards
Michael Feighan—Drums



Judas Priest - Redeemer of Souls (2014) UK



Redeemer of Souls é o primeiro single e faixa-título do primeiro álbum de estúdio do Judas Priest em seis anos, a ser lançado em julho.
Ele começa com os principais riffs de guitarra crocantes, batendo pratos e bateria cavernosa que ameaçam engolir toda a gravação. A banda então galopa pela estrada com o ritmo frenético de seu hit lendário Breaking the Law, a soberba Pirates of the Caribbean tema da música e de Ring Around The Rosy.
Os ouvintes podem sentir na abertura as portas do inferno na antecipação do vocalista Rob Halford, um dos maiores vocalistas de heavy metal de todos os tempos. Seus estimulantes, vocais carregados de vibrato a cantar claro sem trair sua idade, embora os ouvintes possam perder seus altos gritos um pouco. A paixão de Halford particularmente brilha na ponte; é difícil não imaginá-lo com a multidão na palma da sua mão durante performances ao vivo.

Apesar do campo e letras clichês ("come down, coming your way”), a banda sempre passou por cima e é a música que importa. O canto tipo, refrões cativantes é um niilista, sinistro de cantar junto, que é obrigado a cair bem com concertos. A atmosfera da canção é diabolicamente escura como as guitarras a rosnar e solos de trás e para frente durante a seção instrumental.
Redeemer of Souls é a prova do status legendário do Judas Priest no heavy metal. É um forte hino de retorno que só poderia ser aperfeiçoada por melhores letras ou se Halford podesse mandar alguns gritos emblemáticos aqui e ali, mas isso pode ser pedir demais.

Temas:
01. Dragonaut
02. Redeemer of Souls
03. Halls of Valhalla
04. Sword of Damocles
05. March of the Damned
06. Down in Flames
07. Hell & Back
08. Cold Blooded
09. Metalizer
10. Crossfire
11. Secrets of the Dead
12. Battle Cry
13. Beginning of the End

Banda:
Rob Halford - Vocals (Halford, ex-Fight, ex-Hear 'n Aid, ex-Black Sabbath (live), ex-2wo, ex-Athens Wood, ex-Hiroshima, ex-Lord Lucifer, ex-Thark)
Glenn Tipton - Guitars (ex-Glenn Tipton, ex-Merlin, ex-Shave 'em Dry, ex-The Flying Hat Band, ex-Tipton, Entwistle and Powell)
Richie Faulkner - Guitars (Deeds, ex-Christopher Lee, ex-Lauren Harris, ex-Voodoo Six)
Ian Hill - Bass
Scott Travis - Drums (Racer X, ex-Fight, ex-Hawk, ex-Animetal USA, ex-The Scream)





segunda-feira, 30 de junho de 2014

METALLICA - LORDS OF SUMMER [NEW SONG] (2014) USA


Metallica? será? este é o primeiro excerpto do próximo àlbum de originais de uma das maiores bandas de heavy metal do planeta; e foi isto o que conseguiram fazer de melhor? Pop metallica!!! Ou estão a ficar muito softs ou tantos decibeis deram cabo daquelas cabeças ao longo destes 33 anos de edições. A vrdade é que ainda ninguém sabe ao certo se vem por aí um novo disco, e se este tema fará parte do mesmo mas se fizer,... ai,ai,ai!!! Bom ou mau depende do ponto de vista, e assim mesmo não podia deixar de anunciar esta novidade. De qualquer modo se  o novo disco for assim, prefiro nem tomar conhecimento e esperar por novas aventuras ou guardar as melhores recordações. HEY, mas isto é a minha opinião, como disse, bom ou mau depende do ponto de vista, mas penso que muitos serão demasiadamente parecidos com o meu. aquela treta do "LULU" f**k*d up their brains pretty hard!
McLeod Falou!

METALLICA - Lords OF Summer [New Song] (2014)



Hogjaw - Ironwood (2010) USA



"Ironwood" é o segundo álbum de estúdio Hogjaw, lançado em 2010. O álbum continua na mesma linhagem do "Devil In The Details", com uma levada Southern Rock mais pesada e com boas doses de Country Western.

Review faixa a faixa:

1 - "Rollin' Thunder" - A primeira faixa do disco é matadora, com um riff vigorosamente rápido, um solo animal e bem preciso. Tipo de música que faz o cara pisar o pé se ele estiver numa auto-estrada!
2 - "Blacktop" - É uma música mais calma, com um pedal steel feito por John "J.R." Rickard, e um backing vocal feminino feito por Kristi Lyn Kowalski. Um conto sobre fraude de bebidas ilícitas!
3 - "Three Fifty Seven" - Um Southern Rock bem pegado, riff's swingado com muitos solos feitos em um wah-wah por Craig Self, que está voando alto.
4 - "Ol' Slippery Willie" - É um Southern Rock mais pesado, riff bem pegado e preciso, backing vocal feminino feito por Amanda Peachey (The Blue Rose Band) e um solo de tirar o chapéu. Uma ótima música pra se ouvir com muitas cervejas, ou dirigindo!
5 - "County Line" - É uma canção que bebe das influências do Lynyrd Skynyrd. Um tipo de "Comin' Home" com um vocal mais grosso e um riff mais calibrado. Uma ótima música, com belos solos no final!
6 - "Ain't Ever Gonna Win" - A música tem uma pegada bem ZZ Top, ótimos solos, um riff calibrado e cheio de feeling. Mais uma perfeita música pra beber, atirar e cair na estrada!
7 - "Two Guns" - Uma levada totalmente Country Western, abrindo com uma sonoplastia de um verdadeiro tiroteio, bem bang-bang. Tipo de música que nos lembra os velhos e ótimos filmes de velho-oeste com o Clint Eastwood.
8 - "Walkin" - É uma canção mais suave, cheia de feeling e com um perfeito solo. Ótima pra relaxar a dose já bebida!
9 - "Flathead" - Essa música tem uma levada bem The Charlie Daniels Band, lembrando o clássico "The Devil Went Down To Georgia", contando com o backing vocal de Rob Toner. Uma ótima música para bebermos bem muito!
10 - "Hornswogglin" - A última música do disco tem uma levada Blues meio hillbilly porch. É uma música mais suave, que nos faz relaxar e sentir bater o "peso" da cerveja.

Esse é mais um disco que foi feito pra você que gosta de cervejas, whisky, atirar, dirigir e do velho-oeste!

Créditos: @AugustoMTRs


Temas:
1. Rollin Thunder 5:17
2. Blacktop 4:59
3. Three Fifty Seven 3:59
4. Ol' Slippery Willie 3:45
5. County Line 6:31
6. Ain't Ever Gonna Win (Without A Little Bit of Sin) 6:29
7. Two Guns 4:57
8. Walkin 5:07
9. Flathead 4:32
10. Hornswogglin 4:16


Banda:
JonBoat Jones - Vocals, Guitars
Craig Self - Guitars
Elvis DD - Baixo
Kwall – Bateria




The Black Rain - Water Shape (2014) Itália


Black Rain tem suas raízes na Itália, Bologna . A banda foi formada em 2002 e muitos anos depois, em 2010, pegou em cheio com a sua última line-up. Cada membro de The Black Rain coloca a alma e o coração nesta banda e em 2011 eles decidiram que chegou o momento de compor material para um disco de estreia.
"Night Tales" foi gravado entre Setembro de 2011 e Fevereiro de 2012 e foi publicado pela rua Symphonies Records em novembro de 2012. Depois de um monte de shows na Itália e uma pequena turnê na França para promover o álbum, a banda entrou no estúdio de gravação de novo, para trabalhar no novo álbum "Water Shape", e assinou um acordo com o Atomic Stuff Records.
Enquanto a água não tem forma, Black Rain se recusa a colocar rótulos em sua música. Há muitos elementos de rock clássico e pode ser ouvida em músicas como "Mesmerize","Times Of Trouble" e a incrível e, minha favorita,"Robert Johnson". Existem, também, algumas faixas mais pesadas com um bom groove como a música up-tempo de "Shadows" e "(S)He's So Amazing", que é outro destaque do novo álbum. Outros momentos interessantes aqui são o "darker", com uma melodia assombrosa "King Of Stones", a totalmente anos 70 "Brand New Shoes"e o incrível" Flamenco Dancer ", que apresenta um solo matador.

Ao todo, THE BACK RAIN volta com a sua marca no novo álbum e consegue criar um lançamento muito interessante e sólido em todo o disco. A musicalidade é apertada, muito boas atuações, com algumas faixas matadoras e uma boa produção global são os ingredientes de "Water Shape".

Temas:
1. Shadows
2. Mesmerize
3. Rock'n'Roll Guy
4. (S)He's So Amazing (feat. Francesco Grandi, former lead singer of Rain)
5. Robert Johnson
6. Times Of Trouble
7. Brand New Shoes
8. Without Love (keyboards and strings programming by Antonio Olivo of Rain)
9. Flamenco Dancer
10. Naked (instrumental)
11. King Of Stones (drums by Giacomo Calabria of Rain)

Banda:
Mirko Greco - Voice
Eugenio Bonifazi - Guitar
Marco Molteni - Bass
Raffaele Marchesini – Drum


sábado, 28 de junho de 2014

AMBERIAN DAWN - MAGIC FOREST (2014) FINLAND

 




Symphonic Progressive Metal com vocais femininos. super melódicos e com uma costela de Royal Hunt. Se ficaram com dúvidas sobre Capri, a nova vocalista, rapazes esta é excelente. Não é mais uma cópia de Tarja ou Sharon, (se bem que em passagens, os agudos operáticos estão lá todos); não é menininha angelical que chega a pontos de arreliar, nem gutural como Alissa White-Gluz, a nova recarga pulmonar dos Arch Enemy; Capri é do género Elize Ryd, Anette Olzon e sem conhecer muito da sua vida profissional penso não me enganar se disser que ela tem carreira noutros géneros musicais.
Os temas menos prog são um encosto a Nightwish e a todo o sinfonismo inerente, com muito Shred e solos neo-classicos, o que é fabuloso. Os restantes, como já referi, levantam a asa para os Royal Hunt. Um disco excelente com muito de hollywood e muito agradável de ouvir. Agarra e não somos capazes de deixar de ouvir, mesmo que nos estejam a chatear aqui ao lado, com os putos que não querem dormir e a mãe à beira de um ataque de nervos, e nós aqui a imaginar mundos de fantasia, eheheheh
Recomendado a todos os fanáticos do que é "finnish" como é o caso do nosso amigo lizard e a todos os apreciadores de metal sinfónico com alusões a tudo o que há de melhor nesta área do metal. De referir a participação especial de Jens Johansson.
Fabuloso disco! Dos melhores do género para este ano.
Mcleod Falou!


Temas:

01. Cherish My Memory
02. Dance Of Life
03. Magic Forest
04. Agonizing Night
05. Warning
06. Son Of Rainbow
07. I'm Still Here
08. Memorial
09. Endless Silence
10. Green-Eyed
11. Dance Of Life (instrumental version) (Bonus Track)
12. Warning (instrumental version) (Bonus Track)

Banda:
Päivi "Capri" Selo - Vocals
Tuomas "Michael Thomas" Seppälä - Guitars & Keyboards (Conquest, ex-Atheme One, ex-Twisted Silence, ex-Virtuocity)
Emil "Emppu" Pohjalainen - Guitars (Epicrenel, Thaurorod, ex-Dotma, ex-Nailed Coil)
Kimmo Korhonen - Guitars (Coventhrall, Helion, Solacide, Waltari (live), ex-Dim Moonlight, ex-Jumalhämärä, ex-Nowen)
Joonas Pykälä-aho - Drums (Azaghal, Dotma, Epicrenel, Hautakammio, Sawhill Sacrifice, Thaurorod, ex-Lathspell, ex-Atheme One (live))


SAGA - SAGACITY (2014) (SPECIAL EDITION) CANADA



 
Esta é uma das bandas de topo do rock progressivo sinfónico interplanetário e uma daquelas que roda regularmente no airplay da nossa rádio, por isso toca a sintonizar a heavy rock radio no celular, tablet, pc, auto-rádio, na privada, no chuveiro, no galinheiro, onde estiverem, nós estaremos lá convosco! Heavy Rock Radio, It Doesn't Get Any Better Than This!
Saga formaram-se em 1977, no canadá a partir de membros da não menos conhecida banda canadiana à época, os Fludd. Junto com Rush, Yes, Asia, Styx, Kansas, entre mais alguns, são um dos baluartes do rock prog sinfónico; e sabem que mais? Já lá vão 35 discos oficiais dos quais 22, são de temas originais e a contar.

Banda produtiva e da melhor qualidade. Tem vindo a sofrer alterações de line-up, em casos devido ao avanço do tempo que nos apanha a todos, mas sempre por musicos que não deixam os créditos anteriores cairem no esquecimento como é o caso de Rob Moratti, que durante algum tempo substituiu Michael Sadler, o vocalista original. Mas hoje, e à data desta nova edição, só o baterista não é dos membros originais. Apesar de que Jim Gilmour (teclas); só entrou para a banda em 1980, nessa altura já era o 3º keyboardman em 3 anos de existência, e apenas não gravou os 2 primeiros discos de um total de 22 originais. Por isso acho que podemos relevar e considerá-lo como um dos "originais" pois só em 80 a banda ficou conhecida mundialmente. quase todos os membros originais estão de volta para mais uma dose de revivalismo, só que esta banda tem vindo a rolar como um comboio sobre carris desde 77 e por isso perdoem-me o "revivalismo", que na realidade podemos confundir com um pouco de nostalgia ou a necessidade de dizer que ainda estão vivos e capazes no caso de alguns deles.
Sobre este disco, é um continuar da formula iniciada em 77 e renovada no novo milénio. Quase de certeza que estes temas nunca irão necessitar de remasterização. Um som um pouco mais pesado e hardrocker; um travo salutar vindo dos anos 70.
Mesmo que não seja a vossa onda, sugiro-vos este disco, quanto mais não seja pelo sabor a anos 70 dissimulado nas composições; e rock prog e sinfónico agrada a toda a grande maioria dos apreciadores deste maravilhoso estilo musical que é o Rock, subdividido em centenas de outros como o hardrock, metal...
Recomendado!
McLeod Falou!

Temas:
01 - Let It Slide
02 - Vital Signs
03 - It Doesn't Matter (Who You Are)
04 - Go With The Flow
05 - Press 9
06 - Wake Up
07 - Don't Forget To Breathe
08 - The Further You Go
09 - On My Way
10 - No Two Sides
11 - Luck
12 - I'll Be

Bonus CD:
13. Careful Where You Step (Live At Swr1 Rockarena 2013)
14. Mouse in a Maze (Live At Swr1 Rockarena 2013)
15. You're Not Alone (Live At Swr1 Rockarena 2013)
16. The Cross (Live At Swr1 Rockarena 2013)
17. Scratching the Surface (Live At Swr1 Rockarena 2013)
18. Humble Stance (Live At Swr1 Rockarena 2013)
19. On the Loose (Live At Swr1 Rockarena 2013)
20. Wind Him Up (Live At Swr1 Rockarena 2013)
21. Don't Be Late (Chapter 2) (Live At Swr1 Rockarena 2013)

Banda:
Michael Sadler - Vocals
Ian Crichton - Guitar
Jim Crichton - Bass, Keyboards
Jim Gilmour - Keyboards, Vocals
Mike Thorne - Drums
Thanks to Urban Wally Wallstrom


THE DOORS - WEIRD SCENES INSIDE THE GOLD MINE (1972) REMASTERED 2014


 
Na sequência da edição do "Light My Fire", sensivelmente ao mesmo tempo é editada a remasterização daquela que foi eleita por uma grande parte dos fans de The Doors como a melhor compilação da banda. Editada em 1972, logo após a morte de Morrison, "Weird scenes..." uma estrofe do tema "The End"; faz um apanhado fulcral da curta carreira da banda. São 22 temas em dois discos indispensáveis na vossa discografia. E porquê? Simples, para todos aqueles que não possuem nada ou muito pouco da discografia da banda é um disco fundamental para conhecerem a mais controversa banda de hardrock de sempre, muito por culpa do seu frontman, Jim Morrison; e se já têm tudo e mais alguma coisa da banda, pois falta mais esta remasterização, e creiam-me,... merece bem a pena ouvir! Ah, se fosse hoje, com toda esta tecnologia ao dispor e com toda aquela fervilhante imaginação e capacidade criativa, todas aquelas bandas clássicas seriam hoje inultrapassáveis até pelo próprio tempo e espaço. Se for como dizem alguns cientistas que depois de uma entropia do universo voltaremos todos ao mesmo numa repetição, tenho a certeza que esta musica viajará por outros universos e voltará para nos confundir ainda mais noutras reencarnações de realidades alternativas e ou paralelas como se de outros seres deste universo se tratássem...
Indispensável!
McLeod Falou!



Temas:

CD1:
01. Break On Through (To The Other Side)
02. Strange Days
03. Shaman's Blues
04. Love Street
05. Peace Frog / Blue Sunday
06. The Wasp (Texas Radio And The Big Beat)
07. End Of The Night
08. Love Her Madly
09. Spanish Caravan
10. Ship Of Fools
11. The Spy
12. The End

CD2:
01. Take It As It Comes
02. Runnin' Blue
03. L.A. Woman
04. Five To One
05. Who Scared You
06. (You Need Meat) Don't Go No Further
07. Riders On The Storm
08. Maggie M'Gill
09. Horse Latitudes
10. When The Music's Over


Jim Morrison – vocals
Robby Krieger – guitar
Ray Manzarek – piano, organ, bass, vocals
John Densmore – drums
Additional Personnel:
Doug Lubahn, Harvey Brooks, Jerry Scheff – bass
Larry Vinegar – acoustic bass on 9
Curtis Amy, George Bohanon, Champ Webb – horns
Paul Harris – orchestral arrangements


Hollywood Monsters - Big Trouble (2014) USA


Hollywood Monsters é o novo projeto do multi-instrumentista francês Stéphane Honde, músico e compositor associado a nomes do hard rock francês como Mammoth e principalmente Café Bertrand, com quem gravou dois álbuns antes de fazer uma tournée com Paul Di’Anno e antes de se mudar para a Califórnia. Uma vez em Los Angeles nasceram os Hollywood Monsters, cuja primeira amostra é Big Trouble. Como se percebe pela lista de convidados estes monstros de Hollywood estão cheios de… monstros sagrados do hard rock. E, não só, mas também por isso, Big Troubles é um disco monstruoso no bom sentido do termo. Grandes músicas e com bastante originalidade e diversidade. Temas fortes (Fuck You All), hard rockeiros com Hammond (Move On), temas fragmentados e cheios de groove (Big Trouble), temas acústicos (The Cage), emotivas baladas conduzidas por sensuais texturas de piano (Oh Boy! e Song For A Fool), um tema maideniano (o épico e longo Village Of The Damned) e até a “sua Silent Lucidity” – The Ocean – tema acústico e sinfónico. Com variação atrás de variação, este é um disco que vai surpreendendo o ouvinte tema após tema. Naturalmente que os convidados ajudam a erguer o nível de qualidade, mas todo o talento criativo ao nível da escrita de Honde acaba por ser decisivo na criação de mais um grande disco de hard rock neste ano de 2014.

Fonte: http://vianocturna2000.blogspot.pt/2014/06/review-big-trouble-hollywood-monsters.html

Temas:
01. Another Day In Grey – Pt 1
02. Move On
03. Big Trouble
04. The Only Way
05. The Cage
06. The Ocean
07. Oh Boy!
08. Underground
09. Village Of The Damned
10. Song For A Fool
11. Fuck You All (bonus track)

Músicos:
Steph Honde – vocais, guitarras, piano, baixo
Vinny Appice - bateria
Paul Di'Anno – vocais #11
Denis Baruta – guitarras # 5, #9, #11
Tim Bogert – baixo #1, #2, #10
Olivier Brossard – baixo #11
Don Airey – Hammond B3 #2
Emmanuel Lamic – bateria #10, #11
Laetitia Gondran – bateria #7



sexta-feira, 27 de junho de 2014

Kobra And The Lotus - High Priestess (2014) Canadá



High Priestess é o terceiro álbum da banda canadense Kobra And The Lotus. Turnê nos últimos anos ajudou a elevar o seu perfil, e caminhada deste verão com o Kiss e Def Leppard será de grande exposição.
O novo álbum tem as músicas para converter esses novos ouvintes em fãs. A banda tem elevado a sua música em todos os aspectos neste disco. Eles pulam para fora de portas, com "Warhorse", uma faixa que mostra os vocais poderosos de Kobra Paige.
Ela de formação clássica com uma vasta gama e grande comando, mas não canta como um soprano lírico. Ela é capaz de cantar com uma voz potentemente alta e rapidamente mudar para partes de alta frequência tipo Halford, em seguida voltar para um tom mais baixo novamente. A formação clássica é mais evidente no vibrato ela usa.
Tu vais ouvir elementos de metal tradicional no som de Kobra and the Lotus, juntamente com influências de power metal, um pouco de New Wave of British Heavy Metal e uma pitada de metal moderno. A produção de Johnny K (Megadeth, Disturbed) é de alto nível. É claro e dinâmico, sem ser demasiado polido.
Enquanto a voz de Paige é a frente e o centro, há também algum trabalho de guitarra com qualidade. Jasio Kulakowski e Jurekk James mostram excelentes retalhos em todo o álbum, de riffs inteligentes para os solos.

Embora grande parte do álbum seja otimista e bombástico, Kobra and Lotus abranda o ritmo de vez em quando. "Heartbeat" tem uma parte de introdução lenta antes de explodir. O tema que fecha o álbum "Lost In The Shadows" começa lentamente, como uma balada acústica, então muda para uma power ballad elétrica antes dum final suave.
A faixa-título é um dos destaques do álbum, com riffs memoráveis e uma grande performance vocal de Paige. Ela canta com emoção, mas também tem a técnica para colocar notas altas de que Bruce Dickinson iria se orgulhar.
Todas as peças estão no lugar para High Priestess para ajudar a levar Kobra and the Lotus para o chamado "próximo nível", mas é claro que a indústria da música é uma entidade misteriosa e imprevisível, onde nada é garantido. KATL ter feito sua parte com um álbum que é o melhor de sua carreira até agora.

Тemas:
01. Warhorse
02. I Am, I Am
03. Heartbeat
04. Hold On
05. High Priestess
06. Soldier
07. Battle Of Wrath
08. Visionary
09. Willow
10. Lost In The Shadows

Banda:
Kobra Paige - Vocals
Jasio Kulakowski - Guitars (Shadowblade)
Jurekk James - Guitars (Edge of Attack)
Peter Dimov - Bass
Griffin Kissack - Drums (Norrath, Nebucadnezzer, ex-Lords of the Mountain, ex-Moradin, ex-Dark Forest (live)




Quiet Riot - Quiet Riot 10 (2014) USA



Novo álbum! Na verdade, com o novo renascimento. O álbum inclui seis novas músicas com o cantor Jizzy Pearl ((LOVE/HATE, L.A.GUNS, APETITE ADLER'S, RATT) e quatro gravações ao vivo de performances em 2007 com Kevin Dubrow. Como convidados participaram da gravação Rudy Sarzo (QUIET RIOT, DIO, OZZY OSBOURNE) e Tony Franklin (QUIET RIOT, THE FIRM, BLUE MURDER, WHITESNAKE)
"Eu sabia que ressuscitar Quiet Riot era difícil - diz o baterista Frankie Banali. - Tu não pode simplesmente substituir o líder, ele era o elo principal e meu melhor amigo. No entanto, vou continuar a escrever música em memória de Kevin Dubrow. "

"Nós tentamos trabalhar com Mark Huff nos vocais, mas ele não se aproximou do grupo. Então tentamos Scott Vokoun novamente e, finalmente, decidiu que não era ele. "
" Conheço há muitos anos Jizzy Pearl. Kevin gostava de Jizzy, ele é um grande cantor. Além de seu tom e estilo perfeitamente adequado para o material de Quiet Riot. Apesar disso, ele tem um estilo, que saúdo de braços abertos.


Тemas:
01. Rock in Peace
02. Bang for Your Buck
03. Backside of Water
04. Back on You
05. Band Down
06. Dogbone Alley
07. Put up or Shut Up
08. Free
09. South of Heaven
10. Rock 'n' roll Medley

Banda:
Jizzy Pearl (LOVE/HATE, L.A. GUNS, ADLER'S APPETITE, RATT) - Vocals
Frankie Banali - Drums
Chuck Wright - Bass
Alex Grossi – Guitar




Interstate Blues - Two Thousand Miles Away (2013) USA


Se você gosta de som estilo anos 70 baseado em blues, hard rock com bateria heavy, baixo sólido e guitarras gritando então esta é a banda para você! Formado por Jamie Purpora (guitarra e vocal), Jeremy Crowther (bateria) e Roger Brown (baixo), em Los Angeles, em 1994. A idéia? Voltar para os blues de reaprender as raízes do rock and roll (que a maioria de nossos contemporâneos tem perdido). E então evoluir de volta ao hard rock com o amor crescendo! Interstate Blues lançaram dez álbuns "Let It Go" (1996), "Interstate Blues" (1997), Velvet (1998), " Southern Lips " (2000), "White Lightning" (2003), "El Diablo" (2005 ), " Redemption " (2007), "Redux" (2009), " Red Was The Sky " (2010) e "Two Thousand Miles Away" (2013). Com cada lançamento as músicas e sons estão mais refinados. Entre 1994 e 2012 os Interstate Blues tocaram cerca de 200 shows na região de Los Angeles. Do Whisky A Go Go para Blue Saloon para The Mint para The 1650 Club a The Viper Room a Universal Bar & Grill só para citar alguns.



Temas:
1. Adrenaline Twelve
2. Separation Anxiety
3. Shame On Me Shame On You
4. Two Thousand Miles Away
5. Do You Think About It?
6. Someday Someway
7. No Sacrifice No Remorse
8. Far From Home

Banda:
Jamie Purpora - Guitar, Vocals
Jeremy Crowther – Drums
Roger Brown - Bass


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Kruk - Before (2014) Polónia


Tem passado mais de uma década desde que a banda polonesa Kruk ('kruk" é "o corvo" em Português, portanto, um pouco de terminologia ornitológica) deixaram o ninho e embarcaram na sua jornada musical. Ao longo deste vôo, Kruk tiveram a sua quota de merecida glória ao apoiar bandas como Deep Purple, Carlos Santana ou Uriah Heep - e deixaram a sua marca na indústria da música com o seu som voltado para a guitarra dos inspirados anos 70. Agora, alguns álbuns depois, a banda em torno do mentor e guitarrista Piotr Brzychcy retorna nas asas de seu quarto álbum “Before”. E, como se vê, pela quarta vez Kruk está no auge de seus poderes criativos.
A primeira música "My Sinners" abre com um diálogo dinâmico entre o órgão Hammond e guitarra. Se alguém até este ponto estava pensando que Kruk iriam abandonar seu estilo hard rock dos anos 70 em favor de qualquer outra coisa, um monumental tema de abrertura carregado de guitarra deveria ter provado esta maneira de pensar errada. Às vezes, essa faixa épica pode lembrar um do final dos anos 70 era do Rainbow (especialmente a forma vocal ligeiramente estilo Dio de Roman Kantoch, cantor atual da banda, assim como o solo de guitarra). No final, alguns ecos distantes de som marca do Deep Purple também estão a ser ouvidos.

"Last Second" é uma peça de hard rock acelerado que hesita um pouco em rotular "radio friendly" e, ainda assim, há alguma vibração certamente cativante para ele. A faixa dinâmica termina com uma parte instrumental, uma montra real da extraordinária habilidade e sentimento musical que guitarrista da banda Piotr Brzychcy possui. Após este galope de guitarra alucinante, há um tema um pouco melancólico "Once" precedendo um melódico mid-tempo "Wings Of Dreams", enriquecido com um Outro Hammond estilo Purple. Kruk fica um pouco bluesy no uptempo "Grey Leaf" e dá a exposição ao poder de condução do baixo em "My Morning Star".
Um momento de alívio vem com "Farewell", uma linda balada, movendo-se com um interlúdio instrumental surpreendentemente dinâmico para o final. Esta certamente é destaque de todo o material seguido pelo acelerado, mal-humorado "Open Road" (que foi a primeira das novas faixas reveladas pela banda antes do lançamento do álbum) e " Timeline". Esta última, sendo o instrumental, meio-acústico, peça meia ligada, é uma dessas raras ocasiões em que a música em si faz a fala – e o conto que diz é simplesmente deslumbrante. A cereja no topo do bolo - e um pouco de curiosidade para os ouvintes estrangeiros - são as versões polonesas de "Farewell" ("Moja Dusza") e "Grey Leaf" (Szary liść "), ambos incluídos no álbum.
Kruk de Before - o que também pode ser escrito com um toque, como Be4ore - é o quarto álbum com material original da banda já lançado e muito provavelmente, o seu melhor até à data. Retrata Kruk como uma banda madura e experiente, que não tem que lutar mais por sua identidade musical - mas também uma banda consciente de suas raízes e inspirações, sempre dispostos a incorporar os ecos de suas influências no seu próprio material. Tal abordagem, combinada com aptidão musical e proficiência, resulta em um álbum que se coloca de forma intuitiva entre o Deep Purple e lançamentos clássicos do Rainbow na tua coleção de discos. E apesar de ser os fãs dos gigantes do rock acima mencionados certamente deve desenterrar Before por causa de sua raizes, inclinações do clássico hard rock, os ouvintes de outros gêneros a guitarra também pode encontrar o vôo nas asas do corvo “Kruk” agradáveis. Para dizer de maneira simples, Before é um álbum muito sólido em suma, e um álbum altamente recomendado.


Temas:
1. My Sinners
2. Last Second
3. Once
4. Wings Of Dreams
5. Grey Leaf
6. My Morning Star
7. Farewell
8. Open Road
9. Timeline
10. Moja Dusza (bonus track)
11. Szary Lisc (bonus track)

Banda:
Piotr Brzychcy – guitars
Roman Kantoch – vocals
Michal Kurys – Hammond, piano and synthesizer
Krzysztof Nowak – bass guitar
Dariusz Nawara – drums
Ewa Toczkowska-Brzychcy – additional vocals (track 1, 3)




National Dust - III (2012) USA


“NATIONAL DUST Slam hard como Hell's Angels com Les Pauls. O grupo thick-as-a-brick mistura de balls-to-the-wall riffs de guitarra e southern rock sensibilidade apoio apaixonados vocais sobre a experiência Americana. Com um punhado de blues-rock anos setenta que explode como a testosterona em esteróides, NATIONAL DUST criam um evento musical intensa cheia de coragem e alma. "
"... NATIONAL DUST fornece a música real para aqueles que querem ouvir hard rock. E eles não se desculpam com isso. Desprovida de qualquer banal narcisismo de Hollywood ou inclinação glam, NATIONAL DUST são refrescantes, sem nenhum absurdo, grupo do bife e batata com uma visão musical e perspectiva que é honesta e gumes duros. "



Тemas:
01. Burn Down The Highway 03:10
02. Pull The Trigger 03:36
03. King Of The Mountain 03:07
04. Take Me Home 03:21
05. For So Long 04:36
06. Southern Pie 03:32
07. Deal On The Bayou 03:13
08. Rain Must Fall 04:50
09. Drinkin You Off My Mind 03:10
10. Youre Gonna Lose This Man 04:01
11. Devils Train 03:40
12. The Ledge 03:35


Banda:
Evil E Dust - Vocals, Guitars
Steve Burchell - Guitars
Rob Farr - Bass
Dave DuCey – Drums




National Dust - The Road Is My Home (2006) USA


Quando vi a capa deste disco, lembrei-me logo do expresso da costeleta de porco do filme Jack Burton nas garras do mandarim de John Carpenter. "Trucker Man" é uma faixa que deixa o pó levantado por estes camionistas inter-estados da costa leste á costa oeste sem dormir. Potente Hard Rock, quase metálico, voz quase gutural tipo Zack Wylde dos Black Label Society. Presença frequente nos melhores clubs de L.A., Whiskey-a-go-go, The Roxy, The key club entre outros; estes rapazes correm os estados unidos para tocar em todo o tipo de eventos; concentrações motards, casinos, feiras estaduais onde levam o seu truck driving rock. Este "THE ROAD IS MY HOME" é o seu 2º àlbum datado de 2006. Espera-se para este ano um novo lançamento. Adeptos dos 3 acordes e do asfalto levam a todo o lado o seu truck driving rock. Aqui temos algo de especial, não é música para toda gente, tem uma certa identidade e é preciso estar mais ou menos dentro deste estilo de vida, Sempre a rolar e sem amarras para interiorizar este tipo de som, quase que os podia chamar de ecléticos, mas isto é música para quem anda sempre de nervos em franja sem parar quieto. Para os Big Boss Men é o seu som, potente, pesado e nervoso. Toca a pôr os 18 rodas a rolar, rapazes!
Mcleod Falou!



Temas:

1 Trucker Man
2 Do Me Now
3 Hard Time
4 Aint No Sin To Ride
5 Comes Around Goes Around
6 Drea
7 The Road Is My Home
8 All Hells Breakin Loose
9 Backwoods
10 Kiss The Ring


Banda:

Eric Dust - voz, guitarra
Steve Burchell - guitarra
Bob Farr - Baixo
Dave Ducey – Drums