quinta-feira, 26 de junho de 2014

NATIONAL DUST - HARD KICKIN' SOUTHERN ROCK 2005





Тemas:
01 Rock Me
02 South Will Rise Again
03 Nashwille
04 Back On The Road
05 Rebel Girl
06 Kentucky Grain
07 Rawbone Rebel
08 Die American
09 One Last Kiss



VA - LIGHT MY FIRE - A CLASSIC ROCK SALUTE TO THE DOORS (2014) INTERNATIONAL


01. L.A. Woman - Jimi Jamison (SURVIVOR), Ted Turner (WISHBONE ASH) & Patrick Moraz (MOODY BLUES)
02. Love Me Two Times - Lou Gramm (FOREIGNER), Thijs van Leer (FOCUS) & Larry Coryell
03. Roadhouse Blues - Leslie West (MOUNTAIN), Brian Auger & Rod Piazza
04. Love Her Madly - Mark Stein (VANILLA FUDGE) & Mick Box (URIAH HEEP)
05. Riders On The Storm - Joe Lynn Turner (RAINBOW), Tony Kaye (Yes) & Steve Cropper (BOOKER T. & THE M.G.'S)
06. The Crystal Ship - Edgar Winter & Chris Spedding
07. Intro (People Are Strange) - Keith Emerson, Jeff "Skunk" Baxter & Joel Druckman (JOHN FAHEY)
08. People Are Strange - David Johansen (NEW YORK DOLLS) & Billy Sherwood (YES)
09. Touch Me - Robert Gordon, Jordan Rudess (DREAM THEATER), Steve Morse & Nik Turner (HAWKWIND)
10. The Soft Parade - Graham Bonnet (RAINBOW), Christopher North (AMBROSIA) & Steve Hillage (GONG)
11. Hello, I Love You - Ken Hensley (URIAH HEEP) & Roye Albrighton (NEKTAR)
12. Spanish Caravan - Eric Martin (MR. BIG) & Elliot Easton (THE CARS)
13. Alabama Song (Whiskey Bar) - Todd Rundgren & Geoff Downes (YES, ASIA) & Zoot Horn Rollo (CAPTAIN BEEFHEART)
14. Break On Through (To The Other Side) - Mark Farner (GRAND FUNK RAILROAD) & Chick Churchill (TEN YEARS AFTER)
15. Light My Fire - Ian Gillan (DEEP PURPLE), Rick Wakeman (YES) & Steve Howe (YES)
16. The End - Pat Travers & Jimmy Greenspoon (THREE DOG NIGHT)

Entre tantos discos de homenagem e tributo aos míticos Doors, este poderia ser mais um que passaria despercebido não fosse este vosso amigo lembrar-se que está em falta convosco há já alguns meses, mais precisamente, desde a partida deste mundo de Ray Manzarek, em que nessa altura aludi ao facto de "Light my fire" ter uma linha melódica muito ingénua, naive, e que quase dava para embalar bebés, mas que ficaria para uma outra oportunidade falar sobre esse tema. E eis então que não podia ser mais a propósito esta nova compilação com o titulo de "Light My Fire". Fale-mos primeiro do que este disco nos oferece de novo.
De novo trás interpretações das lendas vivas do rock blues e hardrock ainda no activo como Ian Gillan, Leslie West, Edgar Winter, Pat Travers; e sem desrespeito ou desconsideração para os restantes que não vou mencionar agora, porque a lista é extensa e todos são por demais conhecidos; fazem um apanhado dos temas mais radiofriendly dos miticos rockers de LA. desde LA Woman, Roadhouse Blues, Break on Through, Riders On The Storm e Light My Fire, entre outros, temos aqui um disco que merece a pena ouvir. Decidi desta vez colocar a playlist em primeiro para que logo de imediato vos abra o apetite para ouvir este manancial de história intemporal passado em revista pelos melhores entre os melhores. é obvio que faltam muitos dos melhores e mais carismáticos, mas estes que aqui estão estão no topo dos topos, e apesar de faltarem bastantes, se fazem parte dos melhores não há como não referi-los como os melhores, e pronto!
E assim ficamos falados relativamente a este disco, que deixo ao vosso critério gostar ou não. Sem dúvida que ouvir o "desconectado da realidade" que era Jim Morrison soa melhor; pois, o original é o original e foi por isso mesmo que The Doors se tornaram no mito que são e serão. São insubstituíveis, mas ainda assim, é bastante agradável ver novas abordagens desses temas e apreciá-las quase tão bem como os originais, afinal não são grupos de bailaricos nem de festarolas que estão a fazer covers destes temas, são simplesmente os melhores dos melhores do ramo. Experimentem que não vos vai doer nada.

Voltando ao tema inicial deste texto, sempre achei que a musica dos Doors tinha muito de ingénua e naive. Há quem aplique este termos a um certo género musical mas, eu refiro-me ao modo como a musica que compunham jogava na perfeição com as ondas extrasensoriais e irrealistas ou surrealistas, em que Jim se movia quando compunha as letras dos seus temas sempre "under the influence" (o seu modo de vida); e via a realidade para além de todas as suas distorções e paralelismos.
Quero contar-vos que ..., tinha um amigo, e ainda tenho porque me lembro dele muitas vezes, e desse modo está sempre comigo, que nos meus tempos de liceu se sentava ao meu lado e vivia a escrita de Jim Morrison, que tinha compilada e traduzida em livro, como se de uma biblia se tratásse. Só falava da visão suicida, de passar para o outro lado e como Jim dizia que o outro lado era melhor do que este, que a escuridão era na realidade a passagem para outra vida melhor. Pois é, certo dia frio de março, diz-me que podia ficar com o disco que me tinha emprestado; um disco de Johnny Halliday ao vivo, e que me tinha esquecido de lho trazer naquele dia; pois não ía precisar mais dele, era uma recordação sua. Dei-lhe cabo da cabeça porque andava sempre a dizer aquilo e já estava farto dele e do Morrison e das tretas que ele dizia, e que não o queria voltar a ouvir dizer aquilo. Pois bem, a verdade é que nunca mais ouvi, no dia seguinte, logo pela manhã fria e chuvosa, quando chego ao liceu eis que todos correm para mim para me dizerem que o Ricardo, 15 anos, se tinha suicidado. Não soube bem na altura como abordar aquilo, mas uma coisa me recordo como se fosse agora, o ódio que senti de Morrison por ter sido o único a confortar aquele miúdo louro, de cabelo caído, desportista e extremamente simpático, de semblante alegre e prestável mas cheio de demónios no seu interior. Drama familiar, o pai usava e abusava da violência sobre ele e a mãe e já não aguentava mais. seguiu o conselho de Morrison e "under the influence" de um veneno qualquer foi ao encontro do seu ídolo. Nas minhas discussões com ele, sempre lhe dizia que as viagens extra sensoriais de um tipo drogado não eram exemplo para ninguém, porque quando a trip acabava voltava ao mesmo sitio. nunca me ouviu, trazia sempre uma passagem de um texto para rebater o que lhe dizia, era teimoso, mas eu era um jovem sem experiência de vida e nunca acreditei que ele fosse capaz de o fazer, nem sabia bem o que era aquilo, porque eu tinha força de vida e motivos para viver, garotas, musica, futebol, e nunca tinha vivido momentos negativos, era pobre e tudo o que me ia aparecendo era um deslumbre, estava deslumbrado com a vida; mas ele vivia um inferno e só o descobri depois. Apesar de seu amigo e companheiro de carteira, não fui exemplo para ele, ao invés, o Ricardo encontrou em Morrison e na sua vida pessoal afinidades que o levaram a confortar-se na escrita deste. Morrison, odeio-o até hoje, um tipo pedrado que conseguiu levar muitos a acreditar nas suas trips. No entanto, entre a sua demência vivia um génio que moveu milhões.
Bom agora que já sabem o que penso sobre as drogas e os seus consumidores, passe-mos ao que de melhor cada um tem. Apesar dos textos suicidas, sexuais, de experiências "under the influence" e outras coisas que tais como sequelas de dramas familiares, a musica que acompanhava essas viagens à escuridão eram de uma inocência quase angelical. O principal compositor e diretor musical dos Doors, Ray Manzarek (teclas), era um compositor fabuloso, conseguia entrar dentro da cabeça de Morrison da maneira mais simples e ao mesmo tempo subtil, porque agradar ao mau feitio de Jim quando estava pedrado; que era quase sempre; era tarefa herculea. Atentem na melodia principal de Light My Fire; é algo que leva crianças a cantar e a bater palmas num qualquer kindergarden. A musica de Mozart, Bach, Haydn, entre outros, é usada para acalmar crianças, por isso é natural que a formação clássica de Ray o levásse a portar-se como um alterego de Jim.
É um facto que os extremos se atraem, a inocência de uma melodia com a violência mais extrema dos gritos de inconformidade interior, de dor pela falta de algo como carinho e conforto parental são factores que se colam fácilmente. Fazendo de Freud, Morrison era um sociopata solitário e depressivo, que sofria de falta de amor parental. Podia ter-se tornado num Charles Manson, mas quis o destino que estrela de rock fosse a sua breve profissão. Talvez a rockstar mais controversa de todos os tempos, violenta na sua abordagem lírica mas melancólica e negra ao mesmo tempo. Influenciado desde muito cedo pelas obras de Nisztche, Kerouac e Rimbaud, Jim nasceu como um poeta na adolescência pelas infatuatizações de escritores filosóficos e comtemporâneos que também o comfortavam nas suas horas de solidão. Filho de militar de carreira, mais especificamente de um almirante da marinha americana, a sua vida era comparada a de um nómada, sempre de um lado para o outro, e daqui já vêm de onde vem a sua infelicidade. Morreu aos 27 anos vitima de um excesso qualquer, dos quais viveu 5 como rockstar. Não é exemplo para ninguém mas não nego que a sua vida é algo em que muitos encontram afinidades e idolatram; todos diferentes todos iguais; se soubesse em 87 o que sei hoje, quem sabe o Ricardo ainda estaria vivo? E se a minha avó tivesse rodas era um camião! A vida é assim, pega-nos de frente sem dó nem piedade, ou estás preparado ou estás desgraçado. Dor e angustia, saudade e solidão andam sempre conosco ao longo da vida, há que arranjar força para aprender com todos os sentimentos e tentar viver o melhor possível.
Rapazes, eis a minha versão para uma abordagem à musica dos Doors, sem som mas igualmente válida. Agora ouçam as versões destes musicos consagrados que chegaram em alguns casos a conviver com Morrison e tenham vocês a vossa própria opinião.
McLeod Falou!
Dedicado a Ricardo (1973-1987). Ainda tenho e terei o duplo àlbum do Johnny Halliday.


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Million $ Reload - As Real As It Gets (2013) Irlanda


Ao ouvir este novo álbum ao vivo pelos irlandeses Million Dollar Reload, eu tenho que confessar que não conheço toda a obra desta esplêndida banda. Parece maldição da idade moderna, como um verdadeiro tsunami de boa música disputando a atenção merecida.
Primeira audição de ‘As Real as it Gets’ deixou-me viciado! Million Dollar Reload foram capturados de forma impressionantemente alimentados por foguete, mesmo antes das batidas da banda na vital e brilhante `Superslave` a audiencia vocal raivosa estabeleceu o tom para o que está por vir.
O que define isso como um grande álbum ao vivo é que a atmosfera tangível que foi capturada. Esta versão, porém, é, inesperadamente, um álbum ao vivo, gravado no Diamond Rock Club na Irlanda do Norte.



Temas:
01. Superslave
02. Livin´ In The City
03. Can´t Tie Me Down
04. Pretty People
05. Blow Me Away
06. Tattoos & Dirty Girls
07. The Last Icon
08. Wicked
09. I Am The Rapture
10. Fight The System
11. Smoke N Mirrors
12. Bullets In The Sky
13. Broken
14. Goodnight New York
15. Down To The Wire
16. Cowboy Song

Banda:
Vox: Phil Conalane
L/Guitar&B/vox : B.A.M
L/Guitar&B/vox : Andy Mack
Drums: Finn `The Cool`O`Haigan
Bass & B/vox: Kie McMurray





Doom Unit - III (2013) Finlândia


Doom Unit é uma banda finlandesa de heavy metal de Tampere , formada em 2008. O primeiro single da banda (intitulado "Killing Time") foi um enorme sucesso na Finlândia.
Doom Unit tornou-se famosa depois de ganhar a competição Radio Rock Starba. Doom Unit lançou seu primeiro single "Killing Time" no verão, em 2009, outro single "Chameleon", seguido pouco depois, e seu primeiro álbum de estúdio "Cross the Line", em novembro, 18 2009. E depois disso ainda outro single "Hide Your Scars" foi lançado.



Temas:
1. Blood of the Enemies
2. Get Away
3. The Circle
4. Crawler
5. Pathfinder
6. Square1
7. Out of the Spiral
8. Medusa
9. .45
10. The Devil’s Own

Banda:
Jape - vocals, guitars
Chris - guitars, vocals
AH - Bass
Julli Väkevä – drums

Myrath – Tales Of The Sands (2011) Tunisia



Terceiro disco da banda que possui elementos de metal progressivo, com influências de metal oriental e música tradicional.
O MYRATH, grupo tunisiano que mistura metal progressivo com ritmos e instrumentos típicos do país do norte africano continua fazendo essa belíssima combinação de música pesada vinda do "ocidente" com toques árabes. Desta vez, a banda optou por não fazer canções longas, e a maior parte da tracklist fica em torno dos cinco minutos de duração. Uma pena, pois o grupo já havia demonstrado seu talento para composições um pouco mais longas nos álbuns anteriores.
Enquanto em outros tempos o MYRATH fazia uma variação marcante entre canções puramente heavy metal com outras mais enfeitadas com os batuques árabes, em Tales of the Sands as faixas são repetitivas e tem todas o mesmo acompanhamento de percussão e cordas que beira o enjoativo.

Por outro lado, as canções são agressivas, lembrando um pouco os últimos dois excelentes álbuns do SYMPHONY X, Paradise Lost e Iconoclast. Para compensar a aparente falta de criatividade, os músicos abusam do peso e da técnica em cada faixa do seu terceiro álbum. Fora isso, é digno de nota as passagens cantadas em árabe, dando um toque ainda mais regional ao som deles.
O Myrath é sem dúvidas um ótimo grupo, mas deixou a criatividade de outrora para o segundo plano e acabou produzindo um álbum repetitivo. Destaque para Merciless Times, Tales of the Sands, Sour Sigh e Beyond the Stars.

Fonte: Resenha - Tales of the Sands - Myrath
http://whiplash.net/materias/cds/141210-myrath.html#ixzz35droojyE

Temas:
01. Under siege
02. Braving the seas
03. Merciless times
04. Tales of the sands
05. Sour sigh
06. Dawn within
07. Wide shut
08. Requiem for a goodbye
09. Beyond the stars
10. Time to grow
11. Apostrophe For A Legend (Bonus Track)
Banda:
Anis Jouini (bass)
Malek Ben Arbia (guitar)
Elyes Bouchoucha (keyboards) (vocals)
Zaher Zorgatti (lead vocals)
Saif Ouhibi –(drums)



Fate - Ghosts From The Past (2011) Dinamarca


Veterana banda dinamarquesa, que foi criada pelo guitarrista do Mercyful Fate, Hank Sherman em 1985.
Depois de alguns anos fora da ativa e várias mudanças na formação, o Fate lança mais um material inédito, mantendo a qualidade que marcou toda a sua discografia.
Este álbum marca a entrada do guitarrista Torben Enevoldsen (Fatal Force, Section A) e do vocalista Dagfinn Joensen na banda.




Temas:
01 - Children Of The Night
02 - Miracle
03 - Seeds Of Terror
04 - Fear Of The Stranger
05 - At The End Of The Day
06 - All That I Want
07 - Follow Your Heart
08 - Daddy's Girl
09 - Moving On
10 - Murder
11 - The Last Time
12 - I Believe In Rock 'N' Roll
13 - The Other Side
Banda:
Dagfinn Joensen - Vocals
Torben Enevoldsen - Guitars
Mikkel Henderson - Keyboards, Backing Vocals
Peter Steincke - Bass, Keyboards, Backing Vocals
Jens Berglid - Drums
Kira Li - Guest Backing Vocals

J.R. BLACKMORE & Friends - Voices Part 1 (2011) UK



Tenho a certeza que o pai de J.R. deve de estar orgulhoso. O filho barão seguiu-lhe as pisadas. Para quem aínda está com dúvidas, Jurgen é filho do Zeus das 6 cordas Richie Blackmore, fruto do casamento deste com a alemã Margrit.
Isto é um disco Deep Purple, guitarras, teclados, composição, e eu agora quero ver se alguém vai fazer a Jurgen o mesmo que fizeram a Kingdom Come com os Led Zeppelin. Pois, é filho do mestre e ninguém lhe vai apontar nada com medo de ser excluído do grupo dos penduras e lambe-botas do jornalismo. Mas... eu não disse isto porque acho que o disco é mau. Nã, nã! Já é a terceira vez que o estou a ouvir, e isso quer dizer algo. Melodic and neoclassic hard rock. Grandes vozes e excelentes músicos fazem deste disco algo a possuir. Épico!! na plena ascensão da palavra, "Voices" com uma intro Hindu e "Devil In Disguise" bem dark e esticada com coros épicos, fazem lembrar Malmsteen, mas menos pesado, e menos pesado...
Blackmore! Com Oliver Hartmann, Michael Bormann e Marcus Engelstadter este disco ficou perfeito! Ninguém cantava melhor aqui. Dave Esser, Cathrine Jauer e ELA também merecem uma menção pelo excelente trabalho vocal que deixaram neste disco. Com Paul Morris, teclas e ex-companheiro do pai nos Rainbow, a linha genética fica assegurada. No baixo temos Danny Miranda, conhecido pelas andanças com Meat Loaf e Queen e o jovem Charly Zeleny dos DION na bateria deixam algo para a posteridade. E para a posteridade fica também J.R. Blackmore que não fica nada a dever ao progenitor, a dever fica-se sempre, mas perceberam. Eu é que não percebo porque é que não estão a ouvir esta obra prima que vai ter direito a uma segunda parte e estão a aturar a minha tagarelice, ... vamos rapaziada!
McLeod Falou!

Temas:
1. Voices (ft. Markus Engelstädter)
2. Guardian Angel (ft. Oliver Hartmann)
3. Beethoven (ft. Michael Bormann)
4. Destructive Mania (ft. Cathrine Jauer)
5. Incomplete (ft. Michael Bormann)
6. Devil in Disguise (ft. Oliver Hartmann)
7. Jeckyll & Hyde (ft. Dave Esser)
8. Victorious (ft. Markus Engelstädter)
9. Nanshu (ft. ELA & Dave Esser)
10. We Are Rock´n Roll (ft. Dave Esser)
11. Dreams (Bonus Track - instrumental)
Banda:
J.R. Blackmore: Guitars
Paul Morris (Doro, Rainbow): Keyboards
Danny Miranda (Queen, Meat Loaf): Bass
Charly Zeleny (D-I-O-N): Drums
Vozes:
Markus Engelstädter (Flash Queen coverband, musicals): 1 / 8
Oliver Hartmann (Avantasia, At Vance, Solo): 2 / 6
Michael Bormann (Jaded Heart): 3 / 5
Cathrine Jauer (First Child, Cat): 4
ELA (Ela Rocks, EBC Roxx): 9
Dave Esser (OpusDavi, Schattenspieler): 7 / 10




terça-feira, 24 de junho de 2014

Snakebyte – Venomous (Compilação) (2014) USA





Temas:
01. All Your Luv
02. Mama Please
03. Over And Over Again
04. Like A Knife In The Back
05. She's A Witch
06. La Paloma
BONUS TRACKS:
07. Hot Lava
08. Fear The Devil
09. Moon Child
10. D-Street
11. The Investigator
12. Death At Moonlight
13. No Second Opinion
EXTRA INNINGS:
14. Baseball
15. Mama Please (Original 1982 8-Track Recording)
16. Snakebyte – See

Banda:
Wally Passet - Vocals, Lead & Rhythm Guitar
Jonny Ferrari - Lead & Rhythm Guitar
Andy Milner - Bass & Backing Vocals
Kurtis Anton – Drums




The Babys - I'll Have Some of That! (2014) UK



Uma das grandes bandas anônimas da década de 70, The Babys estão de volta com seu primeiro álbum de material novo em mais de 30 anos. "I'll Have Some of That!" será lançado no dia 24 de junho.
A formação The Babys em 2014 possui dois membros originais, o guitarrista Wally Stocker e o baterista Tony Brock, que são unidos pelo guitarrista Joey Sykes e o baixista / vocalista John Bisaha. Como relatado anteriormente, o vocalista original John Waite e antigo teclista Jonathan Cain ambos se recusaram a fazer parte da ação, mas deram suas bênçãos sobre a nova aventura.
"Toda a premissa é manter The Babys vivos e passar um bom tempo fazendo isso", disse Stocker num comunicado de imprensa, com Brock, acrescentando: "John Bisaha é um cantor incrível. Quando das audições, tivemos cantores alinhados em torno do bloco para entrar na banda e John era cabeça e tronco acima do resto. "Guitarrista Joey Sykes também colocou os polegares para cima em relação a Stocker, que disse que" acrescenta uma nova dimensão a banda e tem um estilo que funciona bem em conjunto comigo. "
Para os próximos shows ao vivo, a banda se juntou pelo tecladista Francesco Saglietti, bem como um grupo de cantores de back-up chamado Babettes.

Primeiro single, 'Not Ready to Say Goodbye ", está disponível no álbum do iTunes, e remonta ao som de clássicos como "Isn’t It Time” e “Every Time I Think of You”. "Na gravação deste novo álbum, discutimos o fato de que as músicas tinham que ter o sabor daquilo por que eramos conhecidos ", disse Stocker," No momento em que terminamos, eu sabia que os tinha feito bem ", acrescenta Brock.


Тemas:
01. Every Side of You
02. All I Wanna Do
03. Sunrise & Goodbyes
04. After Midnight
05. I See You There
06. Grass Is Greener
07. These Days
08. Uncivil War
09. You Saved My Live
10. It’s a Gas
11. Stay the Night
12. I’ll Have Some of That!

Banda:
Tony Brock - Drums
Wally Stocker - Lead Guitar
John Bisaha - Lead Vocals / Bass
Joey Sykes – Guitars




Peter Frampton - Hummingbird In A Box (2014) UK


Guitarrista virtuoso Peter Frampton anunciou novos detalhes a cerca do seu novo álbum de estúdio XV. "Hummingbird in a Box" tem lançamento previsto para 24 de junho via Distribuição RED, e mostra o aclamado músico implementando uma fonte inesperada de inspiração ao escrever novas músicas: ballet dancing.
No início deste mês, Peter Frampton uniu forças com a Cincinnati Ballet para uma produção que contou com dois segmentos coreografados com sua música, com Frampton e sua banda tocando ao vivo. "Escrever para a dança foi uma experiência maravilhosamente libertandora", diz Frampton sobre a colaboração. "Não havia limites. Fomos capazes de empurrar a compor. "

"Hummingbird in a Box 'irá marcar primeiro álbum de estúdio de Peter Frampton desde 2010 de' Thank You Mr. Churchill", e será composto por sete gravações que foram produzidas por Gordon Kennedy. Frampton e Kennedy já trabalharam juntos no seu álbum de 2006 vencedor do Grammy ‘Fingerprints’.
Peter Frampton está atualmente se preparando para embarcar numa turnê co-headliner ao lado de The Doobie Brothers neste verão, bem como sua turnê Guitar Circus ao lado de Buddy Guy e outros convidados especiais.

Temas:
01. The Promenade’s Retreat
02. Hummingbird In A Box
03. The One in 901
04. Friendly Fire
05. Heart To My Chest
06. Shadow Of My Mind
07. Norman Wisdom



Yes - Heaven & Earth (2014) UK


Entre as mais influentes, inovadoras do mundo, e bandas de rock progressivo respeitadas, vencedor do Grammy, YES, tem o orgulho de anunciar o seu novo álbum, 'Heaven and Earth’. Tendo vendido cerca de 40 milhões de álbuns na sua carreira que até agora se estendeu mais de quatro décadas, 'Heaven and Earth’vê YES continuar com sua tradição de rock progressivo sinfônico que permanece eternamente fresco e inovador.
"Heaven and Earth" contém oito novas faixas, cada uma das quais possui a musicalidade única e habilidades que têm vindo a ser conhecidas como "o som YES”. YES música distinta em camadas, arranjos agitados, vocais brilhantes e harmonias estão todos em abundância. "Heaven and Earth" é um álbum certo para agradar tanto a fãs de longa data ou novos fãs de YES.
Para "Heaven and Earth" YES a equipa conta com o lendário vencedor do Grammy, Roy Thomas Baker (Queen, The Cars, Guns N 'Roses, Foreigner, Smashing Pumpkins, Alice Cooper, etc), que lida com a produção e mixagem.

Também a bordo o artista de longa data do YES, o mundialmente renomado Roger Dean, que mais uma vez traz sua magistral criatividade artística a arte da capa do álbum e embalagem.
Desde a sua fundação em 1968, o YES criou grande parte da música mais importante da história do rock, incluindo peças icônicas como "Roundabout", "Close to the Edge", " I’ve Seen All Good People','Owner of a Lonely Heart", "Starship Trooper", e inúmeros outros. Álbuns do YES, incluindo 'Fragile', 'Close to the Edge "," Tales from Topographic Oceans ", e '90125', foram certificados multi-platina, platina duplo, platina, e mais pela RIAA. YES continua a inspirar milhões de músicos, fãs e amantes da música em todo o mundo.


Temas:
1. Believe Again (8:02)
2. The Game (6:51)
3. Step Beyond (5:34)
4. To Ascend (4:43)
5. In A World Of Our Own (5:20)
6. Light Of The Ages (7:41)
7. It Was All We Knew (4:13)
8. Subway Walls (9:03)

Banda:
STEVE HOWE – Electric, Acoustic & Steel Guitars, Vocals
CHRIS SQUIRE – Bass Guitar, Vocals
ALAN WHITE – Drums, Percussion
GEOFF DOWNES – Keyboards, Computer Programming
JON DAVISON – Vocals, Acoustic Guitar (on Believe Again & Light Of The Ages)


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Ronny Munroe - Electric Wake (2014) USA


O vocalista de Metal Church chega até nós com um novo álbum solo em menos de um ano após o matador disco da banda GENERATION NOTHING. Depois de ouvir apenas um par de músicas eu realmente estou gostando disto tanto quanto o mais recente álbum de Metal Church. É muito semelhante a música de sua banda um pouco mais tradicional e um pouco menos Thrash.
ELECTRIC WAKE esteve mais de dois anos na fabricação do álbum e vale a pena. A partir da faixa de abertura "Burning Time" até a primeira versão "United", que termina o disco são tratados com algum clássico metal. Munroe recebe uma pequena ajuda de etiqueta do companheiro George Lynch na canção "Ghosts" e ele faz um dueto com Pamela Moore (Queensryche’s Sister Mary) na faixa “The Others” que também apresenta Dave Rude dos Tesla. Com um line-up de metal assim como podes perder? A canção que realmente se destaca é "Pray", tem partes suaves que mostram o quanto é forte o vocalista Ronny, mas é tão poderoso tanta musicalmente quanto liricamente que ele vai permanecer junto de si. Uma excelente música. O disco termina com mais duas excelentes músicas, "The Other", que é o dueto com Pamela Moore, que é uma vocalista incrível e o single de estreia " United", que é intenso liricamente.
Um excelente disco de clássico metal que o vai satisfazer.


Temas:
1. Burning Time
2. Ghosts
3. Electric Wake
4. Turn To Stone
5. My Shadow
6. Not You Not Me
7. Pray
8. Ritual Damage
9. Sleepless Mountain
10. The Others (Long Live Heavy Metal)
11. United
Banda
Ronny Munroe - Vocals (Metal Church, ex-Paladin, ex-FireWölfe, ex-Presto Ballet, ex-Rottweiller, ex-Brutal Godz, ex-Far Cry, ex-Glamm Slamm, ex-Lillian Axe, ex-Sea of Souls)
Stu Marshall - Guitars (Death Dealer, Empires of Eden, Paindivision, Saint Lucifer, Stu Marshall, ex-Dungeon)
Jeff Baker - Bass
Rick Ward - Drums (ex-Azrael's Bane, ex-Distant Thunder)






Vicious Rumors - Live You To Death 2 - American Punishment (2014) USA


Se combinar o poder de um comboio de carga com a nitidez de uma lâmina de barbear, isso é o que ganhas num concerto de VICIOUS RUMORS.
VICIOUS RUMORS faz o seu show ao vivo com o fogo e a energia em que eles ganharam a reputação como uma das melhores bandas de metal ao vivo.
Esta afirmação é escrita à mão no livreto do primeiro capítulo deste álbum ao vivo lançado no final de 2012 ... E você sabe o quê? Isso é perfeitamente exato e ainda mais verdadeiro com esta sequela, que este tempo foi registrado nos Estados-Unidos, em 2013, para a Electric Punishment Tour com a introdução de um novo line-up de jovens músicos, comemorando os 35 anos de Heavy Metal ... Aqui fica a resenha do fantástico "Live You to Death II - American Punishment "!
A energética sequência de abertura é de tirar o fôlego nos primeiros temas é incrível e letal, esta é a mesma ordem dos temas, a mesma continuidade de cinco músicas que foi devastadora no seu lendário álbum "Digital Dictator", em 1988, e hoje em 2014, bem ainda é incrível e esmagador, essas músicas foram/são impressões blue para o Power Metal feito nos EUA.
O novo atualizado line-up é impressionante e a seção rítmica é mais rigorosa do que nunca, os metal riffs absolutamente dementes são reforçados pelos incríveis e rasgandos solos de cortesia do duo Thorpe / Capka, os vocais de Nick Holleman estão honrando os estridentes gritandos tradiçionais de Carl Albert (RIP), algumas dessas canções clássicas nunca foram tocadas ao vivo antes de eu acreditar (como a grande " Towns On Fire "). Após esta oferta nostálgica, esta nova encarnação altamente perigosa da banda desencadeia dois novos temas de seu passado "Electric Punishment" ambos são perfeitamente executados, e revelando uma determinação corajosa e uma forte aposta: Outra prova que os VICIOUS RUMORS não está vivendo na sua glória passada, o seu espírito está intacto, ainda impiedoso e feroz. Então é o momento de novo passeio na cápsula do tempo com dois títulos de seu famoso, "Welcome to the Ball" de 1991 e seguido por um exelente trio, retirado de seu álbum auto-intitulado e lançado em 1990, os vocais de grupo e partes de coro harmonizadas são incríveis, coloado numa precisão recentemente pouco ouvida em Metal ("Mastermind"), finalmente o grande hino "Soldier Of The Night" está fechando o álbum com orgulho.
O som é ao vivo é cru e poderoso, real, sua música é som Power Metal americano... Ainda jovem, fresco e fantástico como era nos seus tempos áureos na década de 80/90.
" Plug In And Hang On…Live in Tokyo " foi bom, "Live You to Death" foi ainda melhor, mas este, é muito impressionante e claramente é o seu mais completo testemunho ao vivo: Finalmente chegando ao nível dos poderosos VICIOUS RUMORS nas performance de palco.

Temas:
1. Replicant / Digital Dictator
2. Minute to Kill
3. Towns On Fire
4. Lady Took A Chance
5. Worlds And Machines
6. I Am The Gun
7. Electric Punishment
8. You Only Live Twice
9. Mastermind
10. Don't Wait For Me
11. Wolrd Church
10. Hellraiser
11. Soldiers Of The Night

Banda:
Nick Holleman - Lead Vocals
Geoff Thorpe - Lead Guitar /Vocals
Larry Howe - Drums/Vocals
Bob Capka - Lead Guitar
Tilen Hudrap – Bass





American Dog - Neanderthal (2014) USA


Deus abençoe os American Dog! Por quinze anos, um grupo de operários de Columbus, Ohio trabalhando duro foram produzindo a sua marca de gorduroso, encardido metal, e fazem tudo sozinhos. Você tem que respeitar uma banda com a tenacidade de American Dog, labutando na obscuridade enquanto outras bandas, por muito menos aproveitam o sucesso de uma grande gravadora. Ah sim, e as músicas são sempre grandes, também!
Para o seu sétimo álbum de estúdio, Neanderthal, os músicos encontraram espaço no canil para outro compadre canino, o guitarrista Vinnie Salvatore. Depois de existirem como um trio por tanto tempo, e por o tom de guitarra de Steve Theado ser tão grosso e musculoso, quase me pergunto o que eles precisam mais, com um segundo guitarrista. Ao ouvir o disco, podes dizer tudo bem, mesmo que o estilo de Salvatore corresponda a banda perfeitamente. Há muita interação left-channel/right-channel que você simplesmente não ouve quando Theado estava lidando com todos os trabalhos de guitarra. Por outro lado o som da banda tem permanecido essencialmente o mesmo: um guisado forte, com influências do metal dos anos 70, com algumas pitadas de dirty punk e psychobilly. Lance Motorhead, Ted Nugent, Molly Hatchet e Thin Lizzy num barril, e amasse tudo com os Supersuckers e Nashville Pussy, e encontras American Dog. E não teria nenhuma outra maneira.

Não há surpresas em Neanderthal além das guitarras extras, mas a qualidade das músicas é melhor do que no seu último álbum um pouco acima da média, Poison Smile 2012. "Carnivore" pisa forte para fora de portas, com uma guitarra heavy polida e ainda o melhor som de baixo de Michael Hannon. Este não é o álbum mais rápido da banda, no tanto o disco segue o exemplo num ritmo médio com batida semelhante. Mas há, como sempre, algum boogie empolgado, um par explosões punks que lembra os dois primeiros álbuns da banda, temas de slow blues, uma música cover, e uma canção drinking. Tudo o que queres de American Dog, todas as bases habilmente cobertas. Desta vez, a cover é de Ted Nugent "Dog Eat Dog". A banda coloca seu próprio selo na música, e se sentem completamente em casa entre suas próprias canções, mas na verdade, o original é tão desagradável para começar, o que mais se poderia acrescentar a ela? Em 2014 a adição ao repertório da banda de canções em louvor ao álcool é o despudorado, escárnio de "We Ain't Gonna Not Get Drunk Tonight". George Thorogood ficaria orgulhoso.
A performance da banda é, como sempre, de alto nível. Suficiente não pode ser dito sobre o trabalho, shredding despretensioso de Steve Theado e o tom instantaneamente reconhecível, e Vinnie Salvatore se encaixa bem. Hannon tocando baixo faz barulho por toda parte, e suas cordas saltitantes elevam uma canção como "Stuck In The Mud" uma das músicas mais rápidas que eu encontro e parece ser a menos interessante de American Dog. Seus vocais ainda estão a confusão que eles sempre foram, mas isso faz parte do charme irregular da banda desde o início, e suas tentativas de cantar de verdade fica melhor em cada álbum. Relativamente ao novo baterista Michael "Hazard" Harris é um monstro na bateria, preenchendo facilmente a pele de seu antecessor, Keith Pickens, como destacou na longa jam no final de "Sun Won't Shine."
Neanderthal é um dos melhores lançamentos da banda, mas também um dos seus mais pesados. Eu iria colocá-lo próximo na fila atrás de Hard de 2007 e Mean de 2009 na média num ranking dos seus melhores álbuns. É o mesmo velho saco de truques reconfortantes de American Dog. Eles são todos os truques que a banda faz muito bem, e a relativa brevidade do disco, com apenas dez músicas, mantém as coisas variadas e interessantes. E uma das coisas que a banda faz de melhor é fazer da existência da classe trabalhadora, vivida em bares após trabalhos de merda e onde as recompensas não se estendem muito além de ficarem bêbados e perseguir mulheres questionáveis, na verdade parecem divertirem-se.


Тemas:
01. Carnivore
02. Who's She Killing
03. Dirty Fun
04. Sun Won't Shine
05. Neanderthal
06. Stuck In The Mud
07. We Ain't Gonna Not Get Drunk Tonight
08. Dog Eat Dog
09. Start To Bleed
10. Devil Inside

Banda:
Michael Hannon (Bass/Lead Vocals)
Steve Theado (Guitar/Backing Vocals)
Michael "Hazard" Harris ( Drums)
Vinnie Salvatore (Guitars/Backing Vocals)

Músicas mais antigas



domingo, 22 de junho de 2014

TANKARD – R.I.B! (2014) GERMANY

Gajada,...é verão, os peixes andam aos saltos; ou as peixachas; eheheheh... o calor aperta aqui pra estes lados do himisfério norte, apesar de que no sul nunca deixa de apertar, e cervejada fresquinha é a receita para um refrescamento à maneira. E como dizem os meus amigos Tankard; Rest in Beer! É isso mesmo, cerveja até cair. Tankard fazem parte da minha formação musical; e frescos ainda estão na minha cabeça, os tempos em que a Noise records tinha um catálogo bastaste apelativo e liderado pelos Helloween. Entre Running Wild, Helloween, apareciam coisas cujas capas eram deveras interessantes, o que fazia com que a gula de os ouvir a todos fosse pecaminosa. Era o factor imagem a vender, mas quando finalmente tinhamos essas cobiçadas rodelas nas mãos, raramente ficávamos decepcionados, e um dos grupos que muito me agradou foram estes festeiros Tankard, reis teutónicos do speed thrash metal dos anos 80. Existiam outros como Sodom, Kreator, Voivod, Destruction, Risk, Celtic Frost mas os veneradores de cerveja tinham aquele "je ne sais quois"; oui, ce vrai, je parle français aussi; -fajardas exibicionista, e de que é que isso te adianta? Comes na mesma caldo de nabos e feijões como os outros, pelintra; eheheheh... bom dizia o meu ego antes de ser interrompido pelo alter ego que havia um certo descompromisso com as regras tradicionais, eram menos sisudos que os restantes e a sua boa disposição contagiava, coisa difícil para os alemães, mas já Helloween eram assim... se calhar foi por isso que me agradaram tanto...
este verão de 2014 vê uma nova edição destes thrashers europeus e como sempre, a boa disposição não acaba e já lá vão mais de 30 anos desde aqueles miticos primeiros anos da gloriosa década em que estes rapazes colegas de escola se juntaram para perseguirem o sonho de se tornarem rockstars, só que pelo caminho perderam-se na fábrica da cerveja, eheheh. Desde 1986 e com uma periodicidade quase bienal chegam agora aos 16 discos de originais sobrevivendo a tudo e a todos, tendências musicais e mudanças de género, uns verdadeiros fiéis, uns templários do metal. Para todos aqueles que gostam de heavy metal, um disco de Tankard é sempre bem vindo e se trouxer umas tankards decerveja, melhor ainda. É isso mesmo o que leram, tankard quer dizer grande caneca de cerveja; seja em vidro, madeira ou metal, cheia chega, eheheheh
A ideia é sempre a mesma, speed e muita distorção, temas com bom andamento e bem definidos na produção continuam a cativar e a demontrar que o metal com tendências mais extremas, quando bem feito tem lugar em qualquer parte. A sua consciência continua a fazer parte dos seus temas, uns mais sociais e mortais do que outros, mas sempre com o intuito de demonstrar que apesar de violência da musica, podemos todos viver em paz e amizade até caír para o lado com umas tankard de cerveja. À vossa,... REST IN BEER!
McLeod Falou!

Temas:
01. War Cry
02. Fooled By Your Guts
03. R.I.B. (Rest In Beer)
04. Riders Of The Doom
05. Hope Can't Die
06. No One Hit Wonder
07. Breakfast For Champions
08. Enemy Of Order
09. Clockwise To Deadline
10. The Party Ain't Over 'Til We Say So

Banda:
Andreas Geremia – Vocals
Andreas Gutjahr – Guitars
Frank Thorwarth – Bass
Olaf Zissel – Drums