segunda-feira, 2 de junho de 2014

LED ZEPPELIN – I, II & III Deluxe Edition 6CD (REMASTER 2014) UK



 Começa a ser normal as reedições remasterizadas, de tal modo que já nem damos tanta importância ao facto e, por vezes perdemos algumas boas horas de diversão. Os clássicos são sempre os mais requisitados para estas novas edições digitais bem tratadas e recuperadas das fitas originais, que, em boa verdade, estão a caminho da sua demise. Nunca é demais rever-mos esses momentos, e quanto mais não seja, para passar o legado aos mais novos e fazê-los interessarem-se por boa musica com um som mais actualizado e polido, mais próximo, ou muitíssimo próximo da realidade e da verdadeira intenção dos artistas naqueles tempos em que a tecnologia era por demais limitada.
Assim sendo, tomei conhecimento esta semana de duas edições, ou melhor, quatro, porque numa representa uma edição tripla de quatro discos fundamentais para um bom apreciador de rock pesado. Deep Purple e o seu monstruoso “Made in Japan” e Led Zeppelin e os seus 3 primeiros discos de originais; Led Zepp I,II, & III.
Sobre estas bandas está tudo dito e gasto com tantas palavras, por isso, saboreiem estas maravilhas reconstruidas das fitas originais e passem umas boas horas a rever ou a conhecer mais daqueles que deram a força ao rock por esse planeta fora.
McLeod Falou!

Tracklist Led Zeppelin 1:
CD1:
01. Good Times, Bad Times
02. Babe, I'm Gonna Leave You
03. You Shook Me
04. Dazed and Confused
05. Your Time is Gonna Come
06. Black Mountain Side
07. Communication Breakdown
08. I Can't Quit You Baby
09. How Many More Times

CD2:
01. Good Times Bad Times / Communication Breakdown (Live At The Olympia - Paris, France - October 10, 1969
02. Can't Quit You Baby (Live At The Olympia - Paris, France October 10, 1969)
03. Heartbreaker (Live At The Olympia - Paris, France October 10, 1969)
04. Dazed And Confused (Live At The Olympia - Paris, France October 10, 1969)
05. White Summer / Black Mountain Side (Live At The Olympia Paris, France - October 10, 1969
06. You Shook Me (Live At The Olympia - Paris, France October 10, 1969)
07. Moby Dick (Live At The Olympia - Paris, France - October 10, 1969
08. How Many More Times (Live At The Olympia - Paris, France October 10, 1969)

 
Tracklist Led Zeppelin 2:

CD1:
01. Whole Lotta Love
02. What Is and What Should Never Be
03. The Lemon Song
04. Thank You
05. Heartbreaker
06. Living Loving Maid (She's Just a Woman)
07. Ramble On
08. Moby Dick
09. Bring It on Home

CD2:
01. Whole Lotta Love (Rough Mix With Vocals)
02. What Is And What Should Never Be (Rough Mix With Vocals)
03. Thank You (Backing Track)
04. Heartbreaker (Rough Mix With Vocals)
05. Living Loving Maid (She's Just A Woman) (Backing Track)
06. Ramble On (Rough Mix With Vocals)
07. Moby Dick (Backing Track)
08. La La (Intro/Outro Rough Mix)

Tracklist Led Zeppelin 3:

CD1:
01. Immigrant Song
02. Friends
03. Celebration Day
04. Since I've Been Loving You
05. Out of the Tiles
06. Gallows Pole
07. Tangerine
08. That's The Way
09. Bron-Y-Aur Stomp
10. Hats Off To (Roy) Harper

CD2:
01. The Immigrant Song (Alternate Mix)
02. Friends (Track - No Vocal)
03. Celebration Day (Alternate Mix)
04. Since I've Been Loving You (Rough Mix Of First Recording)
05. Bathroom Sound (Track - No Vocal)
06. Gallows Pole (Rough Mix)
07. That's The Way (Rough Mix With Dulcimer & Backwards Echo)
08. Jennings Farm Blues (Rough Mix Of All Guitar Overdubs That Day)
09. Key To The Highway/Trouble In Mind (Rough Mix)

 Led Zeppelin were:

Robert Plant - Vocals
Jimmy Page - Guitars
John Paul Jones - Bass
John Bonham - Drums



DEEP PURPLE – MADE IN JAPAN Deluxe Edition 2CD (REMASTER 2014) UK


Começa a ser normal as reedições remasterizadas, de tal modo que já nem damos tanta importância ao facto e, por vezes perdemos algumas boas horas de diversão. Os clássicos são sempre os mais requisitados para estas novas edições digitais bem tratadas e recuperadas das fitas originais, que, em boa verdade, estão a caminho da sua demise. Nunca é demais rever-mos esses momentos, e quanto mais não seja, para passar o legado aos mais novos e fazê-los interessarem-se por boa musica com um som mais actualizado e polido, mais próximo, ou muitíssimo próximo da realidade e da verdadeira intenção dos artistas naqueles tempos em que a tecnologia era por demais limitada.
Assim sendo, tomei conhecimento esta semana de duas edições, ou melhor, quatro, porque numa representa uma edição tripla de quatro discos fundamentais para um bom apreciador de rock pesado. Deep Purple e o seu monstruoso “Made in Japan” e Led Zeppelin e os seus 3 primeiros discos de originais; Led Zepp I,II, & III.
Sobre estas bandas está tudo dito e gasto com tantas palavras, por isso, saboreiem estas maravilhas reconstruidas das fitas originais e passem umas boas horas a rever ou a conhecer mais daqueles que deram a força ao rock por esse planeta fora.
McLeod Falou!
 
CD 1: Made In Japan remastered 2014:
01 - Highway Star (2014 Remaster)
02 - Child in Time (2014 Remaster)
03 - Smoke On the Water (2014 Remaster)
04 - The Mule (2014 Remaster)
05 - Strange Kind of Woman (2014 Remaster)
06 - Lazy (2014 Remaster)
07 - Space Truckin' (2014 Remaster)

CD 2: Encores From All Three Nights:
01 - Black Night (Osaka, August 15)
02 - Speed King (Osaka, August 15)
03 - Black Night (Osaka, August 16)
04 - Lucille (Osaka, August 16)
05 - Black Night (Tokyo, August 17)
06 - Speed King (Tokyo, August 17)

Ian Gillan – lead vocals, harmonica
Ritchie Blackmore – guitar
Jon Lord – keyboards
Ian Paice – drums
Roger Glover – bass 



domingo, 1 de junho de 2014

Blindman – Re-rise (2010) Japão




O excelente Subconscious in Xperience, lançado dois anos atrás, elevou o som do Blindman a outro patamar. Após vários bons trabalhos, o grupo alcançou o nível de composições que buscava desde o início. Melodias fortes, que remetiam a seus heróis, como Whitesnake, Black Sabbath, Rainbow, Deep Purple e afins, juntavam-se a uma incrível performance individual dos músicos. O destaque principal ficava por conta do guitarrista Tatsuya Nakamura, com influências latentes de John Sykes, Tony Iommi e Ritchie Blackmore, entre outros. E a polêmica foi toda destinada ao registro vocal de Manabu Takaya. Alguém consegue imaginar uma mistura de David Coverdale com Lemmy Kilmister? Sei que é estranho, mas segue mais ou menos esse caminho.

Dois anos mais tarde, a banda está de volta com Re-rise. A expectativa era imensa por parte de quem tinha conferido o lançamento anterior. E mais uma vez os caras acertaram em cheio, empolgando do início ao fim com um Hard/Heavy onde o peso é componente principal. Em comparação com o disco de 2008, podemos notar que esse aqui conta com ênfase maior nos teclados. E é justamente no encaixe desse instrumento que reside o grande mérito do Blindman, já que sua presença não tirou a pegada das músicas. Ao contrário, ele funciona como um complemento perfeito às guitarras.

Os riffs de “Running Wild” já abrem o play com força total, em uma composição com total cara setentista. Mantendo o clima vintage, “In the Pain of Love” seria algo parecido com uma junção de Whitesnake a um instrumental do Black Sabbath fases Dio/Tony Martin. Uma introdução matadora convida o ouvinte a bater cabeça desenfreadamente em “Never Coming Again”, faixa com alma britânica, lembrando as mais aceleradas dos grupos de Ritchie Blackmore. “A Foolish Clown on the Mess” traz um groove sensacional, com ecos mais atuais, embora sua estrutura mantenha o padrão da proposta da banda. O começo de “High-Handed Mask” chega a lembrar de longe “Avantasia”. Mas fica por aí mesmo, já que o negócio aqui é bem puxado pro retrô.

Obviamente um trabalho tão influenciado pelo passado não poderia deixar de ter uma balada com guitarra dedilhado e teclados que imitam orquestrações. A novidade em “Alone With Sorrow” fica no fato de não ser uma música lenta clichê. Ela conta com um ritmo menos ‘meloso’, trazendo até umas interessantes viradas de bateria. Lá pela metade ela cresce, com um refrão impactante e um solo na melhor escola Iommi. A pesada “I Need You Too Bad” fica marcada pela excelente performance do baixista convidado Tatsuya Toda. “Holding Your Heart” é praticamente um AOR, remetendo ao Rainbow fase Joe Lynn Turner. A agitada “Leave Me Alone” dá uma reanimada, com seu estilo bem Rock and Roll. Para encerrar a bela acústica “Healer Says...”, deixando no ar aquele clima típico de despedida.

Por não contar com grande suporte no ocidente, o Blindman passará despercebido por muitos fãs do gênero. O que é uma pena, já que possuem grande talento, sendo uma das melhores bandas da atualidade naquilo que carinhosamente apelidamos de Clone Metal. Mas quando é feito com garra e competência, até mesmo o que não possui originalidade pode ter qualidade acima da média. Ao ouvir Re-rise, você lembrará diversos grupos clássicos. Ao menos só virá à sua cabeça aquilo que é realmente bom.
Fonte : Combe do Iommi ®

Тemas:
01 Running Wild
02 In The Pain Of Love
03 Never Coming Again
04 A Foolish Clown On The Mess
05 High-Handed Mask
06 Alone With Sorrow
07 I Need You Too Bad
08 Holding Your Heart
09 Leave Me Alone
10 Healer Says...

Banda:
Manabu Takaya (vocals)
Tatsuya Nakamura (guitars)
Katsutoshi Murakami (drums)
Hiroki Matsui (keyboards)

Special Guest
Tatsuya Toda (bass)





Killinger - Killinger (2011) Canadá



Da fronteira sonora do oeste do Canadá, surgiu uma nova banda que é de surpreender muitos com um novo estilo visual e som que é uma reminiscência do rock clássico dos anos 80 é hard rock e metal. A banda chama-se Killinger e sua génese surgiu quando Dave Williams e Kevin Morin (vocalista e guitarrista, respectivamente) decidiram juntar-se e escrever intensamente para um projecto original em 2008. Anteriormente, Dave foi vocalista da banda tributo anos 80, Rattpoison, enquanto Kevin tocava guitarra com Bonafide e Face First. Entre eles, que tinham apoiado inúmeras bandas inclusive Buckcherry, Jackyl, State of Shock, Crush Econoline e Neil Vince. "Nós conversamos sobre como combinar nossas habilidades para criar um conceito", afirma Kevin. O conceito foi estruturado em torno de elementos-chave dos anos 80 o rock que iria manter a melodia e o poder que define o género e emprega-lo tão bem para performances em grandes palcos. Ao contrário de muitas novas bandas de hard rock, o projecto teria a participação e perícia técnica na musicalidade ao ser acessível. A banda estava procurando um grande som e "Eu queria que fosse o maior que eu já testemunhei", diz Dave. "Os processos de escrita para o álbum vieram juntos com muita naturalidade e facilidade." "Ele veio junto com tanta rapidez que precisávamos de um produtor de imediato", diz Kevin. Rick Plester, que está com Black Symphony e já trabalhou com as lendas da guitarra Michael Schenker e George Lynch (Dokken, Lynch Mob), gravando e produzindo o álbum de estreia. Ele também aparece como um solista de guitarra convidado. Rick ajudou George Lynch como um artista convidado e chamou o poderoso baterista, Pete Holmes, para tocar bateria no disco de estreia. Pete foi um ajuste perfeito para o som da banda como tinha vasta experiência com as lendas do hard rock dos anos 80 com Black 'n Blue e com Monster Malice, Ian Gillan, Ted Nugent, Black Symphony e do Michael Schenker Group. Justin Criag foi recrutado como baixista. Multi-premiado Juno e artista convidado, Bill Bourne, contribuiu com vocais de fundo para o álbum auto-intitulado Killinger.
As canções chamaram a atenção do lendário mixer / engenheiro Mike Fraser (AC / DC, Metallica, Aerosmith) e ele trouxe-os a um novo nível com o seu talento. Além disso, a Vision Entertainment (Geoff McLean, Katharine Wilson) produziu o vídeo para o primeiro single "Holding On" com o diretor Marc Ricciardelli. O vídeo marca a estreia do novo baterista Chris Challice que foi trazido a bordo porque Pete estava ocupado em turnê com o Michael Schenker Band. Chris tinha recentemente tocado com uma banda baseada no tributo aos Motley Crue fora de Calgary. Suas raízes verdadeiras Crue, antigas performance ao vivo e a admiração de Tommy Lee fez dele um natural para Killinger. A química da banda é realmente incrível.
O enorme som capturado no primeiro álbum Killinger é uma parte crucial da performance ao vivo da banda. Qualquer um que tenha visto a performance da banda, provavelmente, diz que era alto. Esta é a maneira como a música rock deveria ser ouvida. O olhar original, pessoal, energia, efeitos de palco e em palhaçadas no palco são partes de todos os show ao vivo os Killinger é a melhor maneira de apreciar os Killinger. Será uma experiência que você não vai esquecer tão cedo.


Temas:

1. We Are Here 4:08
2. Never Change 3:46
3. Holding On 4:47
4. The Gun 3:47
5. Crazy Things 4:13
6. I Don't Care 3:15
7. King Of The Kill 4:15
8. The Sky 4:17
9. You Still Love Me 4:31
10. Listen 4:10
11. Got To Have You 3:22
12. Illuminati 4:00
Banda:
Dave Williams - Vocals
Kevin Morin - Guitar
Justin Craig - Bass
Chris Challice – Drums




sexta-feira, 30 de maio de 2014

Sleazy RoXxX - Dangerous Obsession (2014) Republica Checa





Tudo bem. Sem olhar para o género, apenas o nome da banda, diga-me que tipo de música Sleazy Roxxx toca. Isto é melódico anos 80 tradicional sleaze / Glam. Tenho certeza que você notou o triplo X no nome da banda. Parece que Sleazy Roxxx quer levá-lo um pouco mais longe chamando seu hard rock, glam porno. Por essa razão a canção, Porn To Be Wild. Eu pensei que era inerente à tradição sleaze.
As observações iniciais à parte, os Roxxxsters soam como uma mistura de Motley Crue com Guns N Rose. O seu guitarrista, Jan Vandervell, tem um estilo e guitarra como Slash, e toca com um cigarro pendurado nos lábios. Até mesmo seu estilo de guitarra tem algumas semelhanças tiopo Slash. A imitação é a forma mais sincera ...
Assim, essencialmente, se estás familiarizado com sleaze metal anos 80, já ouviste isso antes. E na Europa, parece haver uma ondulação permanente no terreno de bandas semelhantes, Hardcore Superstar, Crazy Lixx, Party Animals, e mais. Felizmente, enquanto derivado, Sleazy Roxxx funciona muito bem no género, criando alguma música decente. Como deveriam, além do sexo, drogas, álcool, pornografia, pitinhas reflexões líricas, a banda faz melodia e harmonia, groove rock, refrões cativantes e ganchos, e solos de guitarra de fogo são obrigatórios.
Às vezes é surpreendentemente interessante, com a mais diversificada Live Fast - Die Young ou Bastard, a rápida Long Way to México, ou o monstrosa groove, a patetica Sex Drugs & Ice Cream. Principalmente se não consegues entender muito do que o vocalista está cantando, o que provavelmente é uma coisa boa, porque ele cai mais do que alguns bombas. Mas isso não é nada novo para o género.
Simplesmente, Sleazy Roxxx entende o melódico sleaze hard rock e o faz correctamente, mesmo se já ouviste isso antes. Eles podem até ter uma vantagem sobre alguns outras bandas europeias que vieram à tona recentemente como Party Animals e Eyes N Lips da Itália.

Temas:
1. Innocent Memories
2. Porn To Be Wild
3. Draw The Lion
4. Lima Sierra Delta
5. Long Way to Mexico
6. Sex Drugs & Ice Cream
7. Live Fast – Die Young
8. Bastard
9. Girl from 80s
10. Kentucky Highway
11. White Gold
12. Under Magenta Sky (2012 Bonus)

Banda:
Lee Glambert – Vocals
Steve St. James – Guitar
Jan Vandervell – Bass
George O’Lingerie – Drums




Dragon's Kiss - Barbarians of the Wasteland (2014) Portugal




Dragon's Kiss é uma nova entidade de peso nacional representada pelo guitarrista Hugo Conim [Dawnrider, Sons Of Misfortune, Leather Synn] e o vocalista norte-americano Adam Neal [The Hookers, Brothers Of Conquest, Blade Of The Ripper], também conhecido como baterista fundador dos Nashville Pussy. Para além desses, estão Paulo Vieira no baixo, Pedro Pita na guitarra, Rafael Maia na voz e "Gato Estropiado" na bateria.
A estreia em álbum do projecto, intitulada "Barbarians Of The Wasteland", tem lançamento agendado para Janeiro. Exclusivamente em Portugal, é lançado a 25 de Dezembro o single "Your Time Will Come" com a participação de Rafael Maia dos V12, em que o lado B se trata de uma versão de "Somewhere Up In The Mountains" dos extintos britânicos Marquis De Sade. Para Fevereiro está ainda agendada a edição de um single por uma editora australiana, enquanto um videoclip também já está no horizonte.
Em entrevista realizada ontem por António Freitas no Hipertensão, Hugo Conim falou sobre as origens do projecto, entre vários assuntos relacionados com a sua carreira. Seguem alguns excertos.
"A minha banda principal é os Dawnrider, mas apesar de os adorar e me darem muito prazer, não me completam totalmente. Daí os outros projectos todos, dos quais me orgulho. Basicamente, Os Dragon's Kiss é como se fossem a junção dos meus projectos todos, estão lá as minhas influências e os meus gostos. É o projecto em que tento englobar tudo num e fazer mostrar ao público o que realmente gosto.
Este disco nasceu num concerto dos The Hookers na Holanda. Fui vê-los e a beber uns copos com o Adam e ele virou-se para mim e disse: "Porque é que não fazes um disco para eu cantar?" E naquela altura, no frenesim de umas quantas cervejas a mais, disse: "Claro que faço o disco, é para já." E aquilo ali não passou de uma conversa. Passado um mês, recebo um mail dele com uma letra... "Tenho já uma letra para o projecto, vê lá se gostas." E aquela letra fez-me vontade de trabalhar realmente e arregaçar as mangas. O gajo levou aquilo a sério e quase me encostou uma "faca" para eu fazer o disco. Depois desse mail falei com o Paulo Vieira, grande amigo e produtor dos meus últimos trabalhos, expliquei-lhe o projecto os parâmetros e o tempo que tinha, os temas (que são seis originais e duas covers que adoro desde sempre e que fiz questão de estarem neste disco). Quando chegava do trabalho ia compondo, mandava as ideias para ele, e ele dava a suas opiniões. Num dia juntámo-nos na minha sala e durante dois dias gravámos a base do disco [com o Paulo], a estrutura do instrumental. Entretanto, mandei o esboço para o Adam (que não era nada do que está agora) e ele foi fazendo letras. Quando veio cá fazer o concerto de The Hookers e Dawnrider no Algarve gravou logo quatro temas, ficando os restantes quatro para gravar (os quais gravou há um mês atrás nos Estados Unidos e mandou-me por mail). Depois juntei-me com o "Paulão", trabalhámos as vozes, produzimos o disco e o resultado final é o que vão ouvir.
Ele [Adam Neal] ao ter tomado a coisa a sério, forçou-me a mexer e trabalhar, e sabendo do seu nível não podia fazer um disco medíocre. Isto está um grande disco de heavy metal, com garra - há thrash, heavy, punk, letras apocalípticas... escolham. É metal a sério. Metal to the bone!"
Hugo Conim avança também na mesma entrevista que estará presente em dois temas do próximo disco dos Hookers e que os Dawnrider estão a preparar um split com a banda hardcore/punk de Kentucky.
Entretanto, os Dragon's Kiss divulgaram a faixa "I Embraced The Serpent And The Devil In The Dark" e um teaser sobre o disco. Confira tudo abaixo.
Fonte: http://www.soundzonemagazine.com/2013/10/dragons-kiss-saiba-tudo-sobre-novo_993.html

Temas:
1. Barbarians Of The Wasteland
2. Ride For Revenge
3. Ride Till We Die
4. Wild Pack Of Dogs
5. Somewhere Up In The Mountains (Marquis De Sade Cover)
6. Castle Of The Witch
7. Rock 'n 'Roll Soldiers (The New Order Cover)
8. I Embraced The Serpent And The Devil In The Dark







quinta-feira, 29 de maio de 2014

Helix - Bastard Of The Blues (2014) Canadá





"Bastard of the Blues" é o 13 º CD de estúdio de Helix, sem contar vários CDs ao vivo e várias compilações, e desenhado a partir de vastas influências de blues / Rock / metal que têm impulsionado os dois escritores ao longo dos anos. Escrito principalmente por Sean Kelly, o CD é uma continuação de 2008 "Vagabond Bones" e também contém duas músicas do EP " Skin in the Game." Já se passaram seis anos desde que Kelly e Vollmer combinaram forças na escrita e em shows. As músicas são mais focadas e som é maior, as letras mais concisas e cativantes. A canção "Bastard of the Blues", descreve Helix música para um "T", a co-mistura profana de blues e rock and roll para produzir o filho bastardo heavy metal; pelo menos a variedade que Helix foi lançando para fora nos ultimos 40 anos.
Convidado nos vocais background na pista B.O.T.B. é Cheryl Lescom, a quem Brian descreve como "... a melhor cantora de blues no Canadá ..." In "Even Jesus (Wasn't Loved In His Hometown)" Vollmer descreve como a banda pode tocar em todo o mundo (este ano têm datas marcadas em Espanha, Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia e nos EUA e já estão reservadas em 2015 no Monsters Of Rock Boat Cruise, com algumas das maiores estrelas e mais brilhantes do metal / hard rock dos anos 80 '), mas não pode fazer um show ou qualquer respeito em sua cidade natal, Londres, Ontário. Vai entender! "Screaming at the Moon" e "Metal At Midnight" a certeza de serem grandes sucessos europeus como a cena metal continua a prosperar por aqui. "Screaming at the Moon" também apresenta Nick Walsh de Slic Toxic nos vocais de back-up.
A 6 ª faixa do CD, " Hell Bound For A Heartbreak", fala de um jogador viciado, algo que Brian deve saber o que é, tendo vivido muitos anos com um apostador. "... Eu vi pessoas que vêm para pegar seus prémios na noite e sair na manhã seguinte com mais de 1.000 dólares no buraco ...", comenta Vollmer. A primeira para a banda é a balada "When All The Love Is Gone", cantou e escrita por baixista de longa data e membro da banda Daryl Gray. Tem muito uma sensação tipo Gary Moore. A oitava faixa, "Axe to Grind", continua a angústia com uma raiva e sentimento tipo Alice Cooper, seguido por "Skin in the Game" e " The Bitch is a Bullet", ambos da S.I.T.G. EP. "Skin in the Game" fala muito sobre o compromisso da Vollmer para permanecer no negócio da música contra todas as probabilidades, ou como o estado das letras, "... ve got some skin in the game, I'll be staking my claim, I got my balls on the line, I've got some skin in the game... "A idéia de" The Bitch Is a Bullet "veio de um comentário que ouviu um amigo fazer que estava passando por um divórcio particularmente desagradável. A última faixa do CD, "Sticks & Stones" é uma reminiscência do início de Aerosmith, e fala sobre os indivíduos que tomam atitudes perigosas pensando que são invencíveis e acabam se matando ou ficando tetraplégicos numa cadeira de rodas. Até agora Vollmer foi capaz de dizer que .... Bastard Of The Blues é editado via Perris Records em maio.



Тemas:
01. Bastard of the Blues
02. Even Jesus (Wasn't Loved In His Hometown)
03. Winning is the Best Revenge
04. Screaming at the Moon
05. Metal at Midnight
06. Hellbound for a Heartbreak
07. When All the Love is Gone
08. Axe to Grind
09. Skin in the Game
10. The Bitch is a Bullet
11. Sticks & Stones

Banda:
Kaleb Duck (guitar, vocals)
Daryl Gray (bass, vocals, keyboards)
Brian Vollmer (vocals)
Chris Julke (guitar, vocals)
Gregory "Fritz" Hinz (drums)




Christopher Lee - Metal Knight (EP)(2014)UK




O actor britânico Christopher Lee, ícone do cinema de terror, celebra o seu 92º aniversário com o lançamento de um novo álbum de heavy metal, informou a Sky News.
Reconhecido por dar vida ao Conde Drácula nos anos 50 e 60, Lee celebrou o seu aniversário com o lançamento de «Metal Knight», o seu terceiro trabalho musical a solo, que já se encontra à venda em portais digitais.
«Metal Knight tem quatro canções e três versões alternativas das mesmas. Duas delas são originais do musical «O Homem de La Mancha», «I, Don Quijote» e «The Impossible Dream», baseadas no clássico personagem de Miguel de Cervantes.
As outras são «The Toreador March», da ópera «Carmen», de George Bizet, e «My Way», popularizada por Frank Sinatra.
Num vídeo publicado no YouTube, o actor britânico fala sobre o seu novo trabalho e explica que, na sua opinião, «Don Quixote é o personagem de ficção mais 'metaleiro' que conhece. Ele só está a tentar mudar o mundo sem se importar com as consequências pessoais».
«Don Quixote é um grande homem e cheio de atrevimento, coragem, determinação, romantismo e sonhos», apontou o actor.
Além de ter dado vida ao Conde Drácula, Lee também é reconhecido por ter interpretado personagens como Frankestein, Saruman («O Senhor dos Anéis») e o Conde Dookan, presente na segunda e terceira entrega da trilogia «Star Wars».
Apesar da sua avançada idade, Christopher Lee continua activo e já esta há uma década no mundo musical a desenvolver a sua paixão pelo heavy metal.

Тemas:
01. I, Don Quixote
02. The Impossible Dream
03. The Toreador March
04. My Way (Radio Edit)
05. I, Don Quixote (Extended Version)
06. The Impossible Dream (Extended Version)
07. The Toreador March (Extended Version)

Banda:
Christopher Lee - Vocals
Hedras Ramos Sr. - Bass
Ollie Usiskin - Drums
Hedras Ramos – Guitars


quarta-feira, 28 de maio de 2014

W.E.T. - One Live - In Stockholm (2014) USA\SUÉCIA




One Live In Stockholm é primeiro álbum/DVD ao vivo da banda W.E.T., lançado em fevereiro de 2014 pela gravadora Frontiers Records. O CD duplo e DVD foram gravados do show ocorrido em 17 de Janeiro de 2013 no Clube Dabaser em Estocolmo, Suécia. Além da performance ao vivo das próprias músicas e hits das bandas que originaram W.E.T., o DVD traz dois vídeo-clips e o segundo CD traz duas faixas bônus inéditas.

CD1:
01. Walk Away
02. Learn To Live Again
03. Invincible
04. I'll Be There
05. Love Heals
06. Rise Up
07. Bleed & Scream
08. Bad Boy
09. Still Unbroken
10. Broken Wings
11. I'll Be Waiting
CD2:
01. If I Fall
02. Shot
03. Comes Down Like Rain
04. The Great Fall
05. What You Want
06. Brothers In Arms
07. Mysterious
08. One Love
09. Poison (Numbing The Pain) (bonus studio track)
10. Bigger Than Both Of Us (bonus studio track)

DVD:
01. Walk Away
02. Learn To Live Again
03. Invincible
04. I'll Be There
05. Love Heals
06. Rise Up
07. Bleed & Scream
08. Bad Boy
09. Still Unbroken
10. Broken Wings
11. I'll Be Waiting
12. If I Fall; Shot
13. Comes Down Like Rain
14. The Great Fall
15. What You Want
16. Brothers In Arms
17. Mysterious
18. One Love
19. Love Heals (bonus videoclip)
20. Learn to Live Again (bonus videoclip)

Banda:
Jeff Scott Soto – Vocal
Robert Säll - Guitarras e Teclados
Erik Mårtensson - Guitarra base, Baixo, Teclados, Backing vocals e vocal em "Bleed & Scream" e "Learn To Live Again"
Magnus Henriksson Guitarra solo
Robban Bäck – Bateria

Músicos Convidados:
Lars Säfsund - Vocal em "The Great Fall"
Andreas Passmark – Baixo





terça-feira, 27 de maio de 2014

The Killerhertz - A Killer Anthem (2014) Dinamarca




O Untergrund dinamarquês está fervendo. Bandas como SATURNUS, PITCHBLACK e USIPIAN da Dinamarca têm sido capazes de levantar poeira. Agora, os Rocker THE KILLERHERTZ estão perfeitamente nesta série e terem o início de sua carreira com "A Killer Anthem" é uma boa fatia na bagagem. Para se maravilhar hà ao lado de um hard rock enérgico, tempo de temas melódicos, alguns riff pesados, todo um conjunto de melodias cativantes que irá inflamar-te desde o início. Isso pode ser em termos de masterização o recurso a Flemming Rasmussen, do METALLICA e BLIND GUARDIAN que já trouxe para dentro do barco e agora tem em mãos um som de rock extremamente suculento e direto para THE KILLERHERTZ. Este "A Killer Anthem" tem um ligeiro charme de METALLICA. "Rebel Heart 'faz com que os pés se mexam,'Let The Game Begin' se implanta e 'The Fall' na primeira passagem pelos ouvidos, no fundo de seu coração uma disposição perfeitamente ensolarada. No entanto, "A Killer Anthem" não é apenas no início que consegue convencer, porque com "Feeding The Damned ',' Youth Inc. ' e o golpe duplo 'Swansong'/‘Redeem Me' THE KILLERHERTZ tem muitos outros trunfos na mão. Quem está à procura de Hard Rock tranquilo com paixão e energia, deve ficar envolvido com estes dinamarqueses no lugar certo. Assim, "A Killer Anthem" certamente não será o último sinal de vida de uma banda de quatro membros que sabe como manter as massas em fervura. Estou certo de que THE KILLERHERTZ entendeu e vai fazer isso até mesmo ao vivo.

Temas:
1. RebelHeart (4:03)
2. Let the Game Begin (3:47)
3. The Fall (3:58)
4. Better Days (3:39)
5. Feeding the Damned (3:32)
6. Shattered (5:51)
7. Youth Inc. (3:05)
8. Shine a Light (4:29)
9. SwanSong (4:17)
10. Redeem Me (5:09)
11. A Killer Anthem (3:29)

Banda:
Thomas "Trold" Pedersen - Vocals, Guitars
Tais Pedersen - Guitars
Rune Gregersen - Bass
Kent Rasmussen – Drums




segunda-feira, 26 de maio de 2014

Night Ranger - High Road (Japanese Edition) (2014) USA




NIGHT RANGER rockers lançam seu novo álbum de estúdio, "High Road", em 10 de junho na América do Norte via Frontiers Records. Produzido pelos próprios membros da banda, o trabalho estará disponível em dois formatos - uma versão em CD padrão e uma versão deluxe, que inclui duas faixas bônus e um DVD com um olhar de fundo no making of do álbum, juntamente com videoclipes.
A arte da capa de "High Road" incorpora elementos da obra de arte a partir de versões anteriores da banda.
Do novo álbum, Night Ranger baixista / compositor Jack Blades, comentou: "É quase verão e um grande momento para fazer uma viagem até 'High Road'!
"Nosso novo álbum apresenta o clássico Night Ranger sente-se bem, alta energia kick-ass rock 'n' roll. Nós não podemos esperar para que os nossos fãs possam ouvir." O baterista / vocalista Kelly Keagy acrescentou: "Estamos muito orgulhosos deste novo disco e é excitante voltar ao caminho e trazer nova música para os nossos fãs."
Sucessos lendários do Night Ranger "Sister Christian", "(You Can Still) Rock In America" e " Don't Tell Me You Love Me" são canções que têm impacto significativo na cultura popular e ampliaram a sua base de fãs cada vez maior desde o início da banda há trinta anos. Ao longo dos anos, a música da banda tem feito contribuições notáveis e foi destaque em diversas áreas de mídia e cultura popular.
As músicas de Night Ranger podem ser ouvidas nos jogos de vídeo Rock Band e Guitar Hero; "Rock Of Ages" hit musical da Broadway e do cinema; o filme indicado ao Oscar "Boogie Nights"; Programa de TV da Fox "American Dad"; JBL de " Hear The Truth" da campanha; e muitos mais.
Até o momento, Night Ranger já vendeu 17 milhões de unidades em todo o mundo e possui vários álbuns de platina e ouro.

Тemas:
01. High Road
02. Knock Knock Never Stop
03. Rollin' On
04. Don't Live Here Anymore
05. I'm Coming Home
06. X Generation
07. Only For You Only
08. Hang On
09. St. Bartholomew
10. Brothers
11. The Mountain Song (bonus)
12. Lay It On Me (Live from M3 Rock Festival)

Banda:
Jack Blades - vocals, bass
Kelly Keagy - drums, vocals
Brad Gillis - guitars, vocals
Joel Hoekstra - guitars
Eric Levy – keyboards


The Mighty Swine - Last Man Standing (2014) USA




Tudo começou em 2007, quando o baixista e vocalista Chastain, Mike Skimmerhorn decidiram formar a sua própria banda. Em 2009, eles lançaram o debut "Layin' Down the Law" e excursionaram extensivamente por um par de anos. Desde então, o line-up mudou totalmente quando os guitarristas Stacey Donahue e Jeff Tong, juntamente com o baterista Rory Faciane chegaram a bordo.
Depois de uma pausa devido ao novo álbum de Chastain, "Surrender to No One", que contou com Leather Leone nos vocais, Mike estava pronto para lançar o segundo álbum do The Mighty Swine em 2014.
"Last Man Standing" é um álbum que foi feito com o velho e bom material de metal dos anos 80, mas que não soa retro ou datado. Riffs Heavy, bateria poderosa e fortes linhas de baixo estão envolvendo a música deste álbum. A voz de Mike é uma daquelas vozes que amas ou odeias. Eu gosto disso porque ele me lembra de amor ou ódio a voz de outro vocalista, o Sr. Dave Mustaine, de quem eu gosto muito.
Em geral, a composição tem um sentimento Megadeth, Metallica, Judas Priest e Black Sabbath. Provavelmente devido a voz de Mike, é mais que uma influência Megadeth, mas isso não é tudo uma coisa má, especialmente agora que o Megadeth está "perdido no espaço". No geral, a música deste álbum é uma mistura fina de hard & heavy, hard rock, doom metal, heavy metal, metal clássico e metal melódico. A produção é um pouco forte, mas pesada e enérgica.
Este álbum aborda em primeiro lugar para os amantes de metal clássico e para aqueles que cresceram com as bandas mencionadas. Isso faz revelar a verdadeira natureza deste álbum; "Last Man Standing" é um álbum de heavy metal puro. Nada mais ou menos. Por isso, se gostas de heavy metal deves ouvi-lo custe o que custar ...
O álbum também contém uma cover do Judas Priest "Hell Bent for Leather" & a demo original de "Pool of Emptiness", que foi dada à etiqueta em 2009, com um solo atualizado feito por Stacey.

Тemas:
1. All That Is Evil
2. Two Graves
3. Empty Shell
4. Last Man Standing
5. Tomorrow
6. Rite Of Passage
7. Dead Man's Stare
8. Thick As Thieves
9. Vengeance Is Mine

Banda:
Mike Skimmerhorn - bass-vocals (Chastain)
Stacey Donahue - guitars-vocals
Rory Faciane - drums
Jeff Tong - guitars – vocals


Monument - Renegades (2014) UK





A faixa título abre o álbum e já nos mostra o que podemos esperar ao longo do trabalho: Muita competência, arranjos bem feitos e técnica. Os refrões são tão pegajosos que na segunda audição você já sai cantando junto. A energia e os vocais poderosos de Peter Ellis são simplesmente contagiantes como em “Crusaders” e “Runaway”, que tem uma levada no melhor estilo DEEP PURPLE.
As guitarras de Dan Baune e Lewis Stephens, que mais parecem uma orquestra, se completam com solos harmonizados e riffs muito bem elaborados e sem exageros. O competente e melódico baixo de Matt “Mira” Scott, que deixou a banda e acabou sendo substituído por Chris Dale (TANK, BRUCE DICKINSON, TRIBUZY), não passa despercebido pois a bateria e em especial os bumbos duplos de Matt C, são uma atração à parte.
A ótima instrumental “Red Dragon” nos leva de volta aos anos dourados do estilo na década de 80 esbanjando toda a técnica da banda. E a sensação com a faixa seguinte, “Carry On”, é de que continuamos na mesma década com suas cavalgadas e melodia envolvente. Talvez a minha favorita se tivesse que escolher apenas uma em todo o disco.
Algumas faixas soam mais familiares do que outras pra quem já conhece a banda. E a mais conhecida é com certeza “Rock the Night” devido ao EP de mesmo nome lançado em 2012. Mas a diferença é que todas as músicas foram regravadas pela formação atual da banda. E percebe-se uma certa evolução nas mesmas.
“Save Me” seria a faixa mais próxima de uma balada com seu refrão cativante que vai grudar na sua cabeça.
Se a influência de IRON MAIDEN não estivesse clara até aqui, a última faixa deixará isso bem claro. “Omega” é uma ótima composição para fechar o álbum e nos deixar na vontade por mais.
Isso sem mencionar a produção impecável de Peter Ellis e Akis K. e a masterização de Scott Atkins (CRADLE OF FILTH / AMON AMARTH / BEEMOTH), que deu os últimos retoques para o álbum que se fosse de uma banda bem estabelecida, já poderia ser considerado um clássico. A capa com o mascote da banda, Jack, feita por Stan W. Decker (BLACKMORE'S NIGHT / STRYPER / TIMO TOLKKI'S AVALON prova toda a determinação da banda em trazer algo muito bem feito em todos os aspectos do trabalho.
“Renegades” pode agradar tanto aos fãs modernos quanto aos mais tradicionais. Fica então a certeza de que a “nova onda do” NWOBHM estará em boas mãos e longe de qualquer perigo de extinção.

Fonte: whiplash Resenha - Renegades - Monument 

Temas:
1. Renegades 4:57
2. Fatal Attack 4:17
3. Crusaders 4:46
4. Runaway 3:51
5. Midnight Queen 5:51
6. Red Dragon 3:11
7. Carry On 4:37
8. Rock The Night 3:20
9. Save Me 5:48
10. Omega 7:05

Banda:
Peter Ellis - Vocals (2011-present) (ex-The More I See, ex-White Wizzard)
Matt C. - Drums (2012-present) (Chaosanct, ex-Solsikk, ex-Mystic Prophecy (live), ex-Biomechanical)
Lewis Stephens - Guitars (lead) (2012-present) (ex-White Wizzard)
Dan Baune - Guitars (lead) (2013-present) (Day40, ex-Calatrilloz)
Chris Dale - Bass (2014-present) (Tank, ex-Atom Seed, ex-Balance of Power, ex-Bruce Dickinson, ex-Sack Trick)





Rik Priem's Prime - Rik Priem's Prime (2014) Bélgica





Embora possivelmente não seja o guitarrista mais conhecido da Europa, eu suspeito que podes ter ouvido falar de Rik Priem. Ele foi o principal guitarrista do projeto AOR de Kurt Vereeke, Frozen Rain e o seu segundo álbum de 2012 Ahead Of Time. Agora Priem conecta-se com o vocalista da banda o veterano, Carsten "Lizard" Schulz para criar seu próprio projeto Rik Priem's Prime.
Este álbum de estréia auto-intitulado é um álbum voltado para a guitarra, com riffs de Priem a liderar a condução das músicas. No entanto, graças à sua experiência, e provavelmente a natureza AOR de Frozen Rain passando para ele, seu qualificado trabalho de guitarra é embrulhado no geral em fortes arranjos melódicos, embora definitivamente no lado mais pesado, se aproximando de metal. Ambos Hungry At Heart e Blindfolded são exemplos de músicas melódicas cativantes crivadas de solos de guitarra slick de Priem. Quanto a esses solos e seu estilo, pode-se chamá-lo de mistura sólida de clássico hard rock e metal com um toque do estilo neo-clássico. O que eu desejava era ter ouvido alguma influência de blues. Tu podes ouvir isso em Looks Like Trouble, mas que poderia ser um exagero.
Fundamentalmente, como mencionado no início, este álbum é uma vitrine para habilidades na guitarra de Priem. Assim, em certo sentido, há pouca variação entre as músicas (e pode, para alguns, permitir a monotonia). No entanto, podes encontrar algumas temas interessantes, além de todas essas ligações. Tu podes encontrar algumas desagregações leves sutis dentro do power metal de Child of Anger. Ou os teclados Calliope no início de In With The Freaks. Ou o mais leve trabalho de guitarra no terceiro inicio de Kneel Before The Peices, a canção mais próxima de uma balada. No entanto, no final, é tudo sobre o trabalho rapido de Priem. Então, se tu desenterrares uma abundância de riffs e um barco cheio de solos que voam de seus alto-falantes, o primeiro disco de Rik Priem é definitivamente bom.

Temas:
01. Sunset Over Agartha 2:23
02. Babylon Rising 4:43
03. The Future Is Now 4:30
04. Hungry At Heart 4:30
05. Blindfolded 4:53
06. Chameleon (instrumental) 4:22
07. Flirting With An Alien 4:38
08. Kneel Before The Pieces (Of A Broken Heart) 4:27
09. In With The Freaks 4:20
10. Looks Like Trouble 4:31
11. Run Angel Run 4:34
12. Bloodrush 4:23
13. Child Of Anger 6:21

Banda:
Rik Priem – all electric & acoustic guitars, bass on “Chameleon”
Carsten ‘Lizard’ Schulz (Dead End Heroes, Frozen Rain, Lavalle, Evidence One, Midnite Club) – lead vocals
Geert Margodt – keyboards
Vincent De Laat – bass (except on “Chameleon”)
Ramy Ali (Freedom Call, Iron Mask, Lavalle, Frontline, Evidence One) – drums


sábado, 24 de maio de 2014

Ambush - Firestorm (2014) Suécia






AMBUSH banda Sueca apresenta a sua estreia com o álbum Firestorm, e não decepciona. Honra os ancestrais de sua terra natal e almas de inspiração como: OVERDRIVE, HEAVY LOAD, TRASH, BISCAYA, SILVER MOUNTAIN, MIDNIGHT SUN, e ZONE ZERO, AMBUSH entrega uma mistura de mescalina induzida em loucura e veneno viscoso; um Molotov Cocktail de energia frenética, a velocidade de alta voltagem, um momento vicioso e ambição ardente.
O seu trabalho de estreia para High Roller records, apropriadamente chamado "Firestorm" realmente faz jus ao seu homónimo. Mesmo que o excepcional novo álbum de Iron Savior ser no geral mais rápido, com canções amplas, incluindo uma chamada "Firestorm", almas vigilantes de Växjö abandonam o terror teutónico para uma aspiração alimentada pelo inferno mais a Norte e pulverizados por motores de inspiração.
Com a abertura da faixa título, claramente as notas “Neon Nights” são herdeiros aparentes, mas, em seguida, como o álbum começa a girar em tua cabeça, instantaneamente, tens a sensação de que estes thrillers suecos têm o objectivo de mantê-lo mais perto do coração de seu património, hard, heavy, e honesto. "Hellbound" é um pouco mais atenuada e menos explosiva, mas apenas para se prepararem para a crescente " Don't Shoot (Let 'Em Burn) " que eles fizeram um vídeo ingénuo, repleto e cheio de todas as coisas de metal.
Como já foi mencionado anteriormente, as características de cadência de Oskar são muito semelhantes aos do vocalista Jonny Aune do TWISTED TOWER DIRE. Muitas das faixas são mid-paced, mas no velho estilo do metal sueco. "Close My Eyes" tem letras atentas, mas a paixão não é suficiente para persuadir. "Molotov Cocktail" é um pouco mais fomentada e agitada, com imaginação melancólica. O místico "Master Of Pain" tem uma caminhada penosa juntamente com um ardil de consternação, entre assombrações contenciosas que enfeitiçam. Este esquema mais lento mais pesado é uma reformulação sólida da faixa demo de 2013. Eu ainda tenho que ter ouvido "Fading To Black". No geral, as duas selecções do single ainda continuam a ser as duas faixas que se destacam.
Se aprecias a abordagem dos jovens de hoje, que incessantemente se esforçam para trazer de volta o glorioso vinil de frontier dos anos 80 defendida por tais trabalhos vibrantes como de ARMOR ou RANGER da Finlândia, BLADE KILLER, MIDNGHT HELLION, VOLTURE, SPELLCASTER, da América, etc.

Temas:
1. Firestorm
2. Ambush
3. Hellbound
4. Don't Shoot (Let 'Em Burn)
5. Close My Eyes
6. Molotov Cocktail
7. Heading East
8. Master Of Pain
9. Natural Born Killers

Banda:
Oskar Jacobsson – Vocals
Adam Hagelin– Guitars
Olof Engkvist - Guitars
Ludwig Sjöholm – Bass
Linus Fritzson – Drums