sábado, 24 de maio de 2014

FM - FUTURAMA [EP] (2014) UK





Rapazes; esta semana foi prolífica em edições, e gostaria de dizer que todas são muito boas, mas como não tive possibilidade de as ouvir a todas, sentia-me um batoteiro se me tenta-se enganar e decidi-se por uma qualquer. Por isso, é que deliberadamente vou deixando um disco de reserva para uma altura como estas; um plano B. Neste caso é o plano F, F de FM. Para os menos elucidados, a banda FM foi, e é; uma das melhores coisas que saiu de inglaterra no que ao Hard Fm, melodic rock AOR se refere; para muitos, mesmo a melhor. Uma banda com muita classe e de extrema qualidade, que irrompeu já no auge da febre do Glam\Hair metal e conquistou a critica e os mais aficionados do género, entre eles os Iron Maiden.
A banda formou-se em 1984, e depois de uma promissora demo que apresentaram às editoras, foram contratados pela CBS que logo os colocou em tourné com Meat Loaf. A banda estava bafejada pela sorte e tours com nomes como Foreigner, Tina Turner, Reo Speedwagon, Gary Moore, Magnum, Status Quo e Bon Jovi foram o prémio para a edição do primeiro disco "Indiscreet" em 86, que chegou ao UK Album Chart, incluindo os singles que também tiveram o seu lugar no UK Singles Chart. Mas o seu maior êxito comercial foi o álbum "Tough It Out". levou 4 anos a ser editado incluindo a mudança para a Epic, subsidiária da CBS e também uma mudança para os States, onde juntamente com Desmond Child, o famoso produtor e compositor; produziram essa pérola do Hard FM\Melodic Rock\AOR. Corria o ano de 1989, em plena febre do Glam\Hair e o sucesso era imenso, um disco ainda hoje muito procurado, "Tough It Out" continha um êxito gravado também por Mark Free; agora Marcie Free (há gostos para tudo e há que respeitar...); "Someday", escrito por Judithe e Robin Randall e Tony Sciuto (Little River Band\Player). depois deste disco, as orientações musicais ficaram um pouco confusas e Chris Overland (Guitar), irmão de Steve Overland (Frontman), um dos membros fundadores do grupo e principal força compositora, deixa a banda. Pouco tempo depois e um disco pelo caminho; "Takin' It To The Streets" de 91; é a vez de Didge Digital (Keyboards), deixar a banda. Ambos os dissidentes não voltariam, pelo menos até ao dia de hoje; a integrar a banda. Mais dois discos, em 92, "Aphrodisiac" e em 1995, "Dead Man's Shoes" deram por finalizada a sua carreira. Ambos os discos já mais numa orientação menos melodic e mais hard rock, isto numa altura em que o famigerado grunge era explorado pelas promotoras até ao tutano para infelicidade minha e de muitos de vós. Das algumas certezas que ficaram, "That Girl" é uma delas, para aqueles que desconhecem, este tema foi regravado pelos Iron Maiden como um B-Side; não acham que esta é uma das melhores marcas que uma banda pode ter?
15 anos e muitos trabalhos paralelos depois, a banda decide voltar a reunir-se, numa altura em que a retromania ataca em força, todos os membros do último line-up aparecem para nos oferecer "Metropolis", o 6º de originais e o primeiro em 15 anos. Bem aceite pela critica e pelo meio melodic Rock enthusiasts, leva a banda a continuar a produção, e em 2013 surge um disco duplo mas editados em duas partes, "RockVille". Não perdendo a essência mas embarcando numa onda mais hard rock, apesar de mais melódica, Rockville conquista de novo as hostes e mantém o ímpeto para uma nova entrega, este "Futurama".
Este disco não é mais do que um EP em formato Long Play, onde são oferecidos 4 novos temas e 7 gravações ao vivo de temas do anterior disco e da outra época. a volta ao estilo mais Hard FM é notória e é certo que será essa a sequência a seguir no novo disco, os quatro temas não enganam. assim mesmo sem a força e a jovialidade de Há 25 anos atrás em que os teclados davam um ambiente de classe e creditação à capacidade dos rapazes que os colocava a par dos grandes nomes, e era nesse meio onde viviam, se leram bem as bandas que eles acompanharam. Eram tempos de mistério de sábado à noite que hoje querem recuperar. Foi muito bom ouvir este disco, trouxe de volta memórias já esquecidas e fiquei com expectativas para o disco final. E é isto mesmo o que faz um disco ser evidenciado no meio de toneladas de muitos outros, espero que consiga o mesmo com muitos de vós, apesar de que para os desconhecedores desta banda, aconselho iniciarem vossa aventura pelo "Tough It Out", de seguida mais um ou outro disco da época dourada e só depois abrilhantarem a vossa audição com as mais recentes edições; e aquela sensação dualista de "eram bons mas agora também são mas gostava mais daquilo e gosto menos disto, mas até gosto", vai assaltar-vos durante muito tempo.
McLeod Falou!

Temas:

01 - Futurama
02 - Cold Hearted
03 - Bad That's Good In You
04 - Preying On My Mind
05 - Tough Love (Live)
06 - All Or Nothing (Live)
07 - Closer To Heaven (Live)
08 - Crosstown Train (Live)
09 - Story Of My Life (Live)
10 - Breathe Fire (Live)
11 - Cold Hearted (Extended Remix)


Banda:

Steve Overland - lead vocals, guitar
Merv Goldsworthy - bass, backing vocals
Pete Jupp - drums, backing vocals
Jem Davis - keyboards
Jim Kirkpatrick - lead guitar, backing vocals

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Mother Road - Drive (2014) USA





'Drive', o disco de estreia de Mother Road de Austin, com base no Texas é uma coleção de hard, blues com sabor a rock, que é cru e carregado de emoção. Mother Road é composta por Keith Slack (Steelhouse Lane/MSG) nos vocais, Chris Lyne (Soul Doctor) na guitarra, Frank Binke no baixo, Alessandro DelVecchio nos teclados e Zacky Tsoukas na bateria. A voz de Keith Slack é perfeitamente adequada para o genero, apresentando uma vasta gama, numa variedade de estilos, em que os rockers põem tudo fora, como o tema de abertura do álbum "The Sun Will Shine Again", o rock de bater o pé ", Feather In Your Hat" e a batida com arrogância de "Drive Me Crazy" para iniciar um lento bluesy como, "Out Of My Mind", "These Shoes", uma canção poderosa que tem uma vibração de Bad Company misturado com Whitesnake. Todo o álbum é incrível! Outras faixas garantidas para satisfazer o seu apetite rock, "Highway Dangerous", "Poor Boy (Long Way Out)", "Dirty Little Secret" e "Blue Eyes". Capacidade baixa para infundir sentimento genuíno na música, é uma das chaves para o seu apelo. Esta é a música que toca nas raízes do blues com base hard rock. Chris Lyne tem a chance de colocar seus talentos em exposição e faz um trabalho incrível no ritmo e guitarra solo. Os músicos rock hard com seu ótimo timbre e fraseado agressivo. Ele soa muito cru, batendo diretamente na sua cara, arrancando tudo a sua volta, quando é hora de deitar para fora um solo chamativo, enquanto os riffs fortes são constantes quase todo o tempo restante. Complementando Slack e Lyne com uma base sólida de rock estão Frank Binke, Zacky Tsoukas e Alessandro DelVecchio. No geral, 'Drive' por Mother Road é uma versão bluesy hard rock, com influências evidentes de Bad Company, Whitesnake e algumas outras bandas britânicas de hard rock. Essas músicas também são cativantes e são tocadas com um sentimento e uma atitude profunda, embora eles não estejam quebrando qualquer fundamento, para ser sincero. Numa frase: um grande disco de estreia com vocais incríveis, guitarras soberbas e musicalidade estrelar.


Temas:
1. The Sun Will Shine Again
2. Feather In Your Hat
3. Drive Me Crazy
4. Out Of My Mind
5. These Shoes
6. Dangerous Highway
7. Poor Boy (Long Way Out)
8. Dirty Little Secret
9. Blue Eyes
10. Still Rainin
11. On My Wa

Banda:
Keith Slack – vocals
Chris Lyne – guitars
Zacky Tsoukas – drums
Frank Binke – bass
Alessandro DelVecchio – Hammond & piano
 

Unisonic - For The Kingdom (EP) (2014) Alemanha





O Unisonic lança o seu novo EP, “For The Kingdom”, no dia 23 de maio, via earMUSIC/Edel.
Produzido pelo baixista Dennis Ward, o trabalho contém a rápida “For The Kingdom”, a exclusiva “You Come Undone” (somente neste lançamento), e mais quatro músicas ao vivo: : “Unisonic”, “Never Too Late”, “Star Rider” e “Souls Alive” – todas elas registradas durante o festival Masters Of Rock 2012, na República Tcheca.
A arte da capa do EP foi criada pelo artista gráfico Martin Hausler, que já trabalhou com o Unisonic no design da capa do álbum de estréia da banda.
“For The Kingdom” estará disponível em CD, uma edição limitada em vinil de 12 polegadas

Temas:
1. For The Kingdom (New Song)
2. You Come Undone (New Song)
3. Intro & Unisonic (Live)
4. Never Too Late (Live)
5. Star Rider (Live)
6. Souls Alive (Live)

Banda:
Michael Kiske - Vocals (Kiske / Somerville, Avantasia (live), ex-Ill Prophecy, Michael Kiske, Place Vendome, ex-Helloween, ex-SupaRed)
Kai Hansen - Guitars (Gamma Ray, ex-Helloween, ex-Iron Savior, ex-Avantasia (live), ex-Gentry, ex-Iron Fist, ex-Second Hell)
Mandy Meyer - Guitars (Krokus, ex-Ashton, ex-Asia, ex-Cobra, ex-Gotthard, ex-House of Lords, ex-Katmandü, ex-Stealin Horses, ex-Van Zant)
Dennis Ward - Bass (Missa Mercuria, Pink Cream 69, Wicked Sensation, D.C. Cooper, Place Vendome, ex-Bob Catley, ex-Dezperadoz)
Kosta Zafiriou - Drums (Krokus (live), D.C. Cooper, ex-Pink Cream 69, ex-Kymera, ex-Place Vendome)




21 Octayne - Into The Open (2014) Alemanha





O início do 21 Octayne foi em 2008, quando Axxis estava procurando por um novo baterista. Esse foi o momento em que Marco Wriedt e Alex Landenburg se reuniram na sala de ensaios. Eventhough Landenburg não se juntou à instituição alemã de melódico hardrock e ficou claro para ambos fazerem alguma música juntos.
Depois de algumas sessões 21 Octayne tornou-se mais realista do que nunca. Depois de adicionar Hagen Grohe, que também canta para o guitarrista Joe Perry do Aerosmith, o line-up da banda ficou completo.
Como primeiro lançamento da estreia "Into the open" vê a luz do dia. A música pode ser descrita como hardrock com alguns elementos reais de metal. O tema de abertura "She's killing me", no qual o riff se mistura com refrão melódico, é uma boa prova. O início lento de "Dear friend" é uma boa secção enganadora. Enquanto esperava uma balada a música se transforma num heavy riff baseado em música metal, que tem alguns sons reais poderosos de guitarra metal modernos. Outra faixa interessante é "Don't turn away". Quando ouço a boa linha de baixo no começo poderia até mesmo ver as sessões na frente dos meus olhos. "My teddy bear" é um dirty street rocker, enquanto a faixa-título é uma balada com um grande coro. Tu podes sentir a abertura nesta canção. O altamente melódico "Me, myself and I" lembra com é o lindo coro de Gotthard antes de "Your life" fecha um incrível álbum de estreia.
Eu estava curioso acerca o álbum e eu tenho que dizer que ele cumpriu minhas expectativas. Hardrock poderoso com grandes linhas melódicas e uma sensação indescritível para ganchos e harmonias. Eu gosto do álbum.


Temas:
01. She's Killing Me
02. Dear Friend
03. Turn the World
04. Don't Turn Away
05. My Teddy Bear
06. Into the Open
07. Me Myself and I
08. The Heart (Save Me)
09. Your Life
10. I Will Always Be Right There
11. Leave My Head
12. Come Alive

Banda:
Hagen Grohe (The Joe Perry Project) - Vocals
Marco Wriedt (Axxis) - Guitar
Alex Landenburg (Rhapsody) - Drums
Andrew „The Bullet“ Lauer (Paul Gilbert) – Bass




quinta-feira, 22 de maio de 2014

Outloud - Let's Get Serious (2014) Grécia





Uma das grandes bandas de melódico hard rock da Europa, Outloud, está de volta com seu terceiro álbum, Let's Get Serious. Para ser mais correto, é mais uma colaboração grego/americano com o incrível vocalista Chandler Mogel na frente do quarteto de músicos gregos.
Como te pode lembrar dos dois álbuns anteriores, Outloud cria algum danado saboroso e cativante melódico hard rock enrolado num invólucro AOR. No entanto, ao ouvir a primeira música, Death Rock, eles podem jogá-lo fora. Ela sai como uma mistura enigmática do heavy rock com, por vezes, o ritmo de speed metal. É ainda tem melodia, mas é mais rasgado e heavy do que se poderia esperar de Outloud. Toy Soldiers ataca um acorde semelhante: heavy, quase se movendo como uma música power metal, com um solo poderoso de Mike Orlando de Adrenaline Mob.
Mas entre eles, há o clássico AOR melódico hard rock que fazem tão bem. I Was So Blind, o primeiro single, Like A Dream, One More Time, e Bury The Knife movem-se como uma poderosa arena de groove firme e melodia. Bury The Knife é uma das músicas mais longas, e cerca de dois terços de rajadas nesse mencionado power metal groove. No meio tens um pouco de descanso, com uma balada em guitarra acústica a marcar as coisas.
Mas o cativante melódico rock regressou com All In Vain, A While To Go, e Let's Get Serious, e instrumental, graças ao trabalho de alguma das melhores partes da guitarra afiada Bob Katsionis. Mas todos os músicos se destacam aqui, com elogios ao Nilo baterista George Kollias que lida com todo o que tem neste álbum. Finalmente, numa escolha interessante para um cover, Outloud reinterpreta Enola Gay de 1980 da banda new wave Orchestral Manoeuvres In The Dark (OMD), dando à canção um groove mais hard e rápido, com a guitarra basicamente a tomar a linha de sintetizador. Let's Get Serious é um forte retorno para Outloud, oferecendo genuíno e cativante clássico AOR melódico hard rock.


Temas:
1. Death Rock!
2. I Was So Blind
3. One More Time
4. Bury The Knife
5. Like A Dream
6. It Really Doesn’t Matter
7. A While To Go
8. All In Vain
9. Another Kind of Angel
10. Let’s Get Serious
11. Toy Soldiers
12. Enola Gay

Banda:
Chandler Mogel – vocals
Bob Katsionis – guitars, Keyboards
Sverd – bass
Kostas Milonas – drums
Jim Scordilis – guitar
Special Guest: George Kollias (Nile) – all drums on album
Special Guest: Mike Orlando (Adrenaline Mob) – guitar solo on “Toy Soldiers”





TAKIDA - All Turns Red (2014) Suécia




Takida é um sexteto sueco que tem vindo a fazer algum impacto significativo nas paradas escandinavas. Os rapazes tocam Modern Rock, mas que acabou poe ser interessante para mim é a inclusão de forte senso melódico rock em seu estilo de composição.
Os dois álbuns anteriores do Takida estavam disponíveis apenas na Suécia, finalmente, o seu novo CD "All Turns Red" é o primeiro a ser lançado e distribuído em toda a Europa por MusicBuyMail.
"All Turns Red" é um álbum bastante suculento que não vai parar Takida de subir nas paradas, bem como na rádio Modern Rock. Há refrões comerciais e alguma inspiração de bandas americanas do género, ainda Takida acrescenta um senso pessoal de melodia para seus rockers instantâneos.
Eu ouço tons dos anos 90 de hard rock, bem como e felizmente, nem tudo é grunge. Não, Takida é Modern Rock, mas cativante, baseado em riff e em geral mais do que as bandas desse estilo focado na guitarra.
Basta ouvir tema de abertura "I Am The World", este é rock hard, saltos e tem substância. "Fail" é outro tema saltitante com um grande groove e seção ritmo.
Outras faixas são mais melódicas, perto de melódico rock, como "I'm Coming Home", "As We're Falling Down" e "It Saved Me".
É claro que há uma balada direcionada para rádio, "To Have And To Hold", mas, como disse antes, isso é muito melhor do que o lixo de Modern Rock do costume, com uma melodia forte, instrumentação constante e vocais agradáveis.
Se você quer ouvir Rock bem feito, arranjado, tocado e produzido (tudo soa polido e cristalino) é dar uma chance a Takida.
Na verdade, "All Turns Red" vai agradar a muitos fãs ouvintes de Melodic Rock do lado moderno do género, e aficionados do rock sueco em geral.


Temas:
01 - I Am The World
02 - Brimstone
03 - One Lie
04 - Purgatory (Live And Let Die)
05 - As We're Falling Down
06 - It Saved Me
07 - I'm Coming Home
08 - To Have And To Hold
09 - Daylight
10 - Fail

Banda:
Robert Pettersson - Vocals
Tomas Wallin - Guitar
Fredrik Pålsson - Bass
Kristoffer Söderström - Drums
Mattias Larsson - Guitar
Chris Rehn – Keyboards




NIGHT RANGER - High Road [single] (2014) USA




Talvez a melhor banda de Melodic rock arena de sempre, Night Ranger irá lançar seu novo álbum "High Road" próximo dia 9 de Junho no Frontiers Records. Fica aqui uma amostra do que está para chegar.
Produzido pela própria banda, "High Road" promete ser um CD fantástico.
Parece Night Ranger voltou ao seu estilo de 83-86, o que todos nós gostamos. Não só a capa do álbum incorpora elementos a partir de versões anteriores da banda (dê uma olhada profunda e você vai encontrá-los), mas essas músicas são simplesmente impressionantes, na veia de sua melhor época.
Título faixa "High Road", com vocais de Jack Blades, é, uma música hino arena maravilhoso com um selo Eighties Night Ranger. O solo de guitarra de Brad Gillis é para morrer!
"I'm Coming Home" - cantada por Kelly Keagy mas Blades também faz parte - é ainda melhor; um melodic hard rocker monstroso com muitos riffs quentes, teclados, harmonia nos vocais e um ritmo de bombeamento que soa como “7 Wishes”, um dos álbuns mais famosos da banda.
Mal posso esperar por este CD.

Temas:
01 - High Road (3:55)
02 - I'm Coming Home (4.51)

Banda:
Jack Blades: Lead Vocals, Bass
Kelly Keagy: Drums, Lead Vocals
Brad Gillis: Guitar, Vocals
Joel Hoekstra: Guitar, Vocals
Eric Levy: Keyboards



terça-feira, 20 de maio de 2014

The Radio Sun - Wrong Things Right (2014) Austrália





The Radio Sun pode lançar seu álbum de estréia, no entanto, o ansioso fã de pop rock vai notar que o núcleo da banda é nada menos que o saudoso Square One (vocalista Jason Old, o guitarrista Steve Janevski e o baterista Ben Wignall estavam todos na banda), que lançou o excelente álbum 'Supersonic' há alguns anos atrás. Este álbum foi produzido por Paul Laine (Danger Danger), que sabe quando ouve uma boa música e o álbum está repleto de ganchos memoráveis e refrões.
A faixa título dá uma boa idéia do que esta banda é tudo sobre a introdução da harmonia vocal através dos acordes de guitarra power pop e teclados adequados adicionados aqui e ali. O vocalista Jason Old tem um vocal altamente melódico e traz à mente Rick Springfield, às vezes. Numa música como “Don’t Judge A Book By It’s Cover" os riffs de guitarra e harmonia vocal fazem-te cantar junto! A banda é como Vega no fato de que eles adicionam um som moderno ao clássico som dos anos 80 melódico rock / pop rock, apesar de Vega ser um pouco mais pesado em geral. Na verdade, as doces melodias nunca param: "Let’s Talk About Love" é uma alegria ouvir e Nelson adoraria uma música como “Goodbye”.
Um álbum seguro e agradável de estreia e imaginar se esta banda tocou com Vega e Nelson, tu estarias no céu do melódico rock!

Temas:
01. Wrong Things Right
02. Don't Judge A Book By It's Cover
03. World's Crazy Now
04. No Ordinary Star
05. Let's Talk About Love
06. Julie
07. Do It Again
08. Take A Look Around
09. Summer Girl
10. Goodbye
11. Head Over Heels
12. Beginning Or The End

Banda:
Jason Old - Vocals
Stevie Janevski - Guitars
Robbie Erdmanis - Bass
Ben Wignall – Drums



TOSELAND - Renegade (2014) UK





A faixa de abertura do álbum poderia muito bem resumir a carreira de James Toseland até à data, um bicampeão mundial de Superbike e agora uma carreira musical florescente, “Life Is Beautiful" muito suficiente. Este álbum foi escrito por James e ex-Little Angels, Toby Jepson, que também cuidou da produção, e é um trabalho talentoso e polido.
Toseland é mais do que uma banda de um homem e embora James reunisse um grupo de excelentes músicos ao seu redor, incluindo Zurab Melua, irmão de Katie e irmão de James, na guitarra para manter as coisas na família.
Como eu disse, o álbum abre com "Life Is Beautiful", em que todos os riffs irregulares e atitudes definem bem o caminho. Talento vocal de James não está em questão, ele tem uma voz forte que pode levar consigo as baladas mais suaves, bem como os temas de rock.
“Gotta Be A Better Way" segue na mesma forma de balanço que é seguida pelo autobiográfico “Singer In A Band” que acho que foi escrito em tom de gozação. Recentes single 'Crash Landing' é o próximo, a uma curta, rock nitido com a ênfase firme no sucesso, podes ver por que razão foi lançada como single.
O ritmo, em seguida, diminui para 'Just No Way ", que também mostra o trabalho de teclado de Toseland, sim isso é outro talento que o homem possui e que fornece tudo que é piano e teclado para o álbum. Possivelmente a melhor faixa do álbum e que mais uma vez apresenta grande piano é "Kingdoms", que tem um grande gancho no refrão e um riff de condução para complementar o hábil trabalho de teclado.
Fechando o álbum é outra faixa que foi lançada como um single e novamente é atingido o exito. 'Renegade' é definido para tornar-se um clássico ao vivo e uma música que estará para sempre no set list e merecidamente. Isto é melódico rock do melhor.
Como um álbum de estreia este é um trabalho altamente impressionante. Toby Jepson tem feito um grande trabalho para orientar o Sr. Toseland através da escrita inicial e processo de gravação, mas sem o talento de James e da banda toda os esforços seriam em vão. Eles têm a habilidade e atitude para ir para coisas maiores e, a julgar pelo interesse mostrado até agora na banda o sucesso não deve estar longe.

Temas:
01. Life Is Beautiful
02. Gotta Be a Better Way
03. Singer in a Band
04. Crash Landing
05. Just No Way
06. Comin’ to Get Ya
07. Good Eye Blind
08. Kingdoms
09. Burning the System
10. Emergency
11. Renegade

Banda:
James Toseland (vocals, piano)
Zurab Melua (guitar)
Rabea Massaad (guitar)
Dave Hollingworth (bass)
William Stokes (drums)




segunda-feira, 19 de maio de 2014

Loud Lion - Die Tough (2014) USA




Como se fosse dois últimos álbuns de Grand Design " orçamento Leppard " não foram suficientes ... Loud Lion está tomando um passo adiante - até mesmo o nome da banda é uma homenagem ao Def Leppard. Lembre-se, o homem principal do projecto, o produtor / compositor Bleu não está mesmo a tentar vender isso como nada mais do que uma homenagem ao DL: "Def Leppard não colocou nada tão bom quanto o Loud Lion em pelo menos uma década. Se gostas de Pyromania e Hysteria, então vais adorar este disco. Uma homenagem nunca soava assim tão majestoso ". Ok ... se tu o dizes.
Eu gosto "Pyromania" e "Hysteria", como a maioria dos nossos leitores também, mas se todos nós nos apaixonar-mos por "Die Tough" continua a ser visto. Eu já sei que eu não. Claro que é um disco divertido, com algumas boas músicas, mas ainda é apenas uma homenagem. Apesar dos avanços na tecnologia de gravação, ainda é impossível de imitar o som maior do que a vida de "Hysteria". Esta é uma boa tentativa embora ... boas harmonias vocais, fino trabalho de guitarra inspirado de Clark/Collen, para não falar muito de vocais semelhantes a Joe Elliott.
Com apenas 9 faixas, o álbum é um pouco o lado mais curto, especialmente quando duas das faixas são mais ou menos "brain-liquidating shred-fests" ... fora das canções "reais", o meu favorito absoluto é " The Hills Have Eyes" do filme com o mesmo nome. Isto é Leppard como o resto das músicas, mas não tão evidente uma "re-escrita", como as outras. Em outros lugares tens "Die Tuff" ("Love Bites"), "Lion Eyes" ("Photograph" talvez?), "Lion's Den" ("Women"), "Love Will Break Your Heart" ("Pour Some Sugar On Me ") e" Sunset Strip "(" Rocket ") ... a "shred-fest" "None More Fast" com a sua narração soa para mim como se escapasse de um musical pateta como "Rock Of Ages" ...
Fãs de Leppard anos 80 certamente iram receber um choque quando ouvirem estas faixas, embora tenha certeza que há um ou dois fãs mal-humorados em algum lugar, pensando que isso é uma blasfêmia ... mas não se pode agradar a todos.


Тemas:
01. Love Will Break Your Heart
02. Lion’s Den
03. Lion Eyes
04. Die Tuff
05. Loud Lion Theme Song
06. Dawn Of The Dead
07. The Hills Have Eyes
08. Sunset Slip
09. None More Fast

Banda:
Robbie Royce - Lead Vocals
Bleu Mcauley - Rhythm Guitar, Keyboards, Background Vocals
Taylor Locke - Electric Guitar
Adam Ross - Lead Guitar
Allison Robertson - Lead Guitar
Maclaine Diemer - Rhythm Guitar
John Fields - Bass
Dylan Halacy – Drums





Johnny Crash - Fight The Cause (2014) Alemanha




Man, como isto é bom? Dê uma pitada de Australian blues rock estilo AC / DC, a temporada inteira com o Hard Rock por Rose Tattoo e o estilo do Southern de Molly Hatchet pegue nas canções de Johnny Cash e ponha tudo num pote. Saiba mais sobre a banda que surge, então, é um som pode iluminar o fã de rock. Estes heróis misturam: as canções de Johnny Cash que parecem ser tocadas por AC / DC.

Тemas:
01.Fight The Cause
02.Ain´t No Grave (Coverversion Johnny Cash)
03.Redemption Day (Coverversion Sheryl Crow)
04.Rock´n Roll Generation
05.Man In Black (Coverversion Johnny Cash)
06.37408 (Get Laid)
07.Ghost Riders In The Sky (Coverversion Johnny Cash)
08.Mary Jane
09.One (Coverversion U2)
10.Rhythm Stick
11.Personal Jesus (Coverversion Depeche Mode)
12.Get Rhythm (Coverversion Johnny Cash)
13.Next In Line (Coverversion Johnny Cash)

Banda:
Rooby Rubner - Throat
Andy Schneider - Guitar/ Vocal
Hardy Harth - Guitar
Jens Trogisch - Bass / Vocal
Mike Stokan – Drums




DeWolff - Grand Southern Electric (2014) Holanda




DeWolff é um power trio de blues rock psicodélico da Holanda. A banda foi formada em 2007 e teve sua estréia com o álbum chamado “Strange Fruits and Undiscovered Plants” lançado em 2009. Seu álbum seguinte "Orchards/Lupine" foi lançado em 2011 e até chegou a posição onze nas paradas holandesas. DeWolff toca um tipo de música que eu não posso relacionar com a sua antiga escola (normalmente eu gosto de velha escola), mas o som global está se inclinando para bandas de heavy dos anos 60 e 70 e eu definitivamente gosto da década de 1980 o melhor para eu subir a bordo, não importa onde os arranjos me levam.
Normalmente eu gosto de exagerar nos comentários para que cada leitor interessado receba um monte de detalhes e informações, infelizmente, estes músicos são iniciantes quando se trata de Facebook ou seu site. A música é bem feita e o som é bom para esse tipo de música, mas às vezes isso não é suficiente para desfrutar de um registro. Esses músicos vão fazer o seu caminho, devido a promoção retro, no momento as suas chances são boas.

Temas:
01. Stand Tall
02. Evil Mothergrabber
03. Ride with you
04. Wealthy Friend
05. Satilla No.3
06. Restless Man
07. Dance of the Buffalo
08. Ripple Faced Thing
09. Working like a Dog
10. (Ain`t nothing wrong with) A little bit of Loving
11. It`s about Time

Banda:
Robin Piso - Vocals, Keyboard, Bass
Pablo van de Poel - Vocals, Guitar
Luka van de Poel – Drums





Bad Radiator – Shanghai (2014) Suécia






No ano passado, os suecos BAD Radiator apresentaram o álbum de estréia, e agora eles estão de volta com outra fina fatia de músicas melódicas no seu novo CD "Shangai".
Se perdeu o primeiro álbum (um altamente recomendado), ou nunca ouviu falar sobre Bad Radiator, estes músicos experientes foram anteriormente conhecida como Grace, que subiu alguma popularidade com o single 'Ingen Kan Alska Som Vi' (No One Can Love As Do) usado no filme sueco de mesmo nome de 1988.
"Shangai" segue o caminho eficaz da estréia; canções curtas adornadas com soberbas melodias, ganchos agradáveis, harmonias ventosas e momentos bastante cativantes. Bad radiator é uma mescla de estilos que vai do brilho pop de Cutting Crew ou Rick Springfield ao a luz AOR do Stage Dolls e Spin Gallery, embora parando em Richard Marx numa boa medida.
Como eclético tal como isso soa, os resultados finais são nada menos do que excelentes. Basta ouvir as melodias agradáveis destes roqueiros, como "Tell Me What You Want", "My House Is On Fire", e o pumping " Don't Need the Money ".
Mais poppy ainda não menos cativante temos "What Are We Fighting For", "The World Is Changing", "I've Had Enough", mas onde Bad Radiator mostra pedigree anos 80 é em temas tipo AOR: como The Stage Dolls "Can't Let Go", "Your Love" (semelhante a Street Talk), e uma grande balada midtempo "Do You Remember".
"Shangai" de Bad Radiator é uma audição obrigatória para os amantes do lado mais leve do AOR com um aroma escandinavo. Estes músicos têm andado por aí desde o final dos anos 80 e nas provas apresentadas aqui eles usaram sua experiência com sabedoria.
Bad Radiator sabe como criar uma melodia instantanea, às vezes iluminam como o ar fino, e em seguida, equilibrado por uma cativante, pulsante vibração Rockin. Este álbum é um verdadeiro prazer do início ao fim.

Temas:
01 - Tell Me What You Want
02 - Don't Need the Money
03 - What Are We Fighting For
04 - My House Is On Fire
05 - Don't Know Which War To Fight
06 - Can't Let Go
07 - Shanghai
08 - Your Love
09 - The World Is Changing
10 - Do You Remember
11 - Is It Too Late To Say I'm Sorry
12 - I've Had Enough

Banda:
Mikael Lundgren: Vocals, Keyboards
Klas Bergvall: Guitars
Roger Hansson: Drums
Janne Persson Bass

domingo, 18 de maio de 2014

Black Tora - Black Tora (2014) USA




Black Tora postaram um novo single, intitulado "Fuel My Hunger", o primeiro do próximo álbum de estúdio do Texas trio. "O próximo álbum está soando fenomenal", disse a banda em relação ao seguimento ao seu EP de 2012 'Raise Your Fists '. "Vai ser um disco de rock / metal verdadeiro que leva você a uma montanha russa!" Não precisas de ser do Texas para gostar deste CD ele está repleto de energia e é necessário ouvir para quem procura algo novo no género heavy metal. "

Тemas:
01. Attack
02. Hearts on Fire
03. Feed My Ego
04. Freedom Rider
05. Fuel My Hunger
06. Break Down the Wall
07. Born to Play Loud
08. The Rocker

Banda:
Nicky X - Drums
RazorDave - Guitars (ex-Warryor)
Chris Daniel - Vocals, Bass (ex-Warryor)


sábado, 17 de maio de 2014

CALIFORNIA BREED - CALIFORNIA BREED (2014) UK






Eis a nova coqueluche para os próximos tempos! Glenn Hughes! Uma das mais fabulosas vozes do Hard Rock desde que a história da musica pesada começou. Já pensaram que nós somos da geração em que, apesar de ter começado uns anitos antes; viu a supernova do rock? Pois agora temos outra supernova, California Breed!
Black Country Comunion foi-se, e agora os ares são do oeste americano, absorvidos por três brits; Glenn, Jason Bonham, sim, esse que é também o substituto do pai, John Bonham nos Led Zeppelin; e o ilustre desconhecido Andrew Watts nas guitarras, que se revelou uma excelente surpresa.
Doze temas de bluesy hardrock, com bastante groove e muito directo, mesmo assim não consigo deixar de pensar em Trapeze, banda de Glenn nos anos 70. Um disco revivalista mas com muita estrutura do século 21. se conseguirem pensar em Blues rock, heavy rock, psych rock, funk rock e classic hardrock dos seventies, e isso vos agrada, pois então este é o vosso disco. Apenas referir mais uma vez que Andrew é um fabuloso jovem guitarrista, grande futuro que tem pela frente. Claro que não podia esquecer-me de mencionar o "monstro" de um baterista que é Jason, o seu instrumento preenche o disco; e finalmente, Glenn; nem parece que já passaram 40 anos, a sua interpretação vocal, e VOZ, estão melhor que nunca, merece um grammy.
Obrigatório!
McLeod Falou!

Temas:
01. The Way
02. Sweet Tea
03. Chemical Rain
04. Midnight Oil
05. All Falls Down
06. The Grey
07. Days They Come
08. Spit You Out
09. Strong
10. Invisible
11. Scars
12. Breathe

Banda:
Glenn Hughes (bass, vocals)
Jason Bonham (drums)
Andrew Watt (guitar)