sexta-feira, 7 de março de 2014

Modern Earl - Hot Damn (2014) USA



Novo álbum de estúdio do MODERN EARL " Hot Damn " encontra se em algum lugar entre The Allman Brothers "Eat a Peach", "Jail Break" do Thin Lizzy, e "Four Way Street" do CSNY e até mesmo qualquer trabalho clássico de Zeppelin. A banda American Southern Country rock viveu a vida na estrada durante os últimos cinco anos tocando em bares, clubes, e alguns dos maiores festivais da Europa. Grande parte da inspiração para as faixas de seu quarto álbum de estúdio é tirado de sua existência musical e experiências adquiridas ao realizar mais de 500 shows em 15 países para começar. " Hot Damn " captura a energia e química embebida no som que a banda oferece nos seus shows e mostra as harmonias vocais, tocando guitarra feroz, linhas de baixo sólidas e bateria deslumbrante. MODERN EARL está firme no verdadeiro sentido da palavra. A partir da abertura e faixa título "Hot Damn", com seu riff de guitarra cheio de energia e mensagem positiva sobre ser fiel a auto queridos para o sentimento americano de "Hell or High Water", com sua introdução acústica, dose saudável com linhas de órgão Hammond e piano tão bem como o poderoso solo de guitarra Les Paul, o disco é otimista e emocionante. A maioria das faixas são auto escritas, mas há um par de covers, incluindo uma versão da música clássica de Marshall Tucker Band, "Hillbilly Band". Há algo para todos neste disco. O que está claro aqui é o som dso MODERN EARL. Com duelo de harmonias da guitarra elétrica para linhas rústicas de banjo, melancólico sabor lap steel, dirty dobro, e o comandante, corajoso, e vocais com alma do vocalista Christopher "Earl" Hudson este disco caberia facilmente na coleção de discos de apreciadores de southern rock, hard rock, Americana, country rock, música de raiz e todos os géneros no meio. Modern Earl e ” Hot Damn " é um álbum com o coração, humor, paixão e musicalidade de classe mundial e é para ser escutado como deve ser, do começo ao fim! 

Temas:
1. Hot Damn
2. Rules Of The Bar
3. Cannon Fodder
4. Backwoods Betty
5. Hell Or High Water
6. Catfish And Titties
7. Whiskey On The Table
8. That Girl Can Drink
9. Mama's Wise
10. Hillbilly Band

11. Dixie
Banda:
Christopher Earl Hudson - lead vocals, guitar
Ben Hunt - bass guitar, vocals
Markus Christ - drums

Ethan Schaffner - lead guitar, vocals


KIRK - Masquerade (2014) Suiça



Metallers suíços KIRK lança seu segundo álbum de estúdio "Masquerade", produzido por Dennis Ward (Pink Cream 69) hoje 7 de março via Mausoleum Records. Depois de uma estreia de sucesso em 2003 e algumas turnês, a banda teve um hiato após a seu baterista original ficar doente. Os outros membros perseguiram com novos projetos nesse tempo, mas a partir de 2010 a banda já reformada, começou a escrever, e depois a gravar com uber-produtor Ward. Apelidado como 'metal melódico com influências progressivas' Kirk chega com um grande som arrebatador, vocais melódicos bem abertos e os ritmos que lhe dão isto ‘from the heavens’ enorme som. Aos meus ouvidos, em "Masquerade", o estilo de Kirk é muito parecido com Unisonic, o projeto recente de Ward, com um toque do lado de prog metal do Dream Theater e Queensryche num grau menor. Você vai encontrar essas influências com o apropriadamente intitulado " Supersonic Speed ", a faixa de abertura "Devil’s Claw", com os teclados sonic-space e as constantes mudanças de tempo, ou da faixa título "Masquerade" conduzida por um trabalho de riffs agressivo que constrói a uma parte mais escura, o excelente trabalho vocal de Thomi Rauch e um profundo, coro cheio de fundo. Em canções como "Time" e "Face in the Crowd", Kirk mistura estilos ainda mais com alguma presença de teclado. Fundamentalmente, o que é bastante impressionante é a profundidade da composição da música e musicalidade. Cada canção soa realmente bem e diferente, com uma quantidade de melodias cativantes e fortes harmonias vocais. Thomi Rauch rouba o show em muitos lugares, mas o resto não está na fraqueza de outros, a trabalhar em conjunto e fazer alguns sons fantásticos. Quando todos esses elementos se juntam, o resultado é bastante dramático e divertida. Notáveis são "The End of the Universe" e "Eternity", onde a melodia é suave, ganchos cativantes em coro, elevado arranjo vocal, guitarra nítida e cada música é muito inspiradora, simplesmente é uma delícia de ouvir. Quase em silêncio, você tem aqui o retorno de uma grande banda, óptima para descobrir: Kirk. "Masquerade" é um disco fantástico repleto de canções matadoras, excelentemente tocada e produção de top. Você pode ouvir as mãos Dennis Ward moldando seu som, mas isso é uma coisa positiva, como extrair o melhor desta excelente combinação de músicos. O som é apertado e poderoso, mas sempre melódico e polido, por vezes épico. Se você gosta de metal melódico intenso combinado com estilos e raízes progressivas, mas tudo feito com estilo e musicalidade superior, não perca "Masquerade".

 Temas:
01 - Devil's Claw
02 - Supersonic Speed
03 - Masquerade
04 - Eternity
05 - Fight or Die Music
06 - Nothing Else but Lies
07 - Time
08 - Tragedy
09 - Face in the Crowd
10 - The End of the Universe

11 - Fallen Angel
Banda:
Thomi Rauch (DECENT DISASTER) - Vocals
Sammy Lasagni (GODIVA, GRANIT) - Guitars
Daniel Pfister - Bass
Bruno Berger (IN YOUR FACE) - Keyboards

Philipp Eichenberger (LEGENDA AUREA) – Drums

SKINTRADE – REFUELED (2014) SWEDEN




Matti Alfozetti, conhecido vocalista de origem nórdica volta a reunir, 20 anos depois, os seus companheiros do projecto Skintrade. O Hardrock de raizes clássicas com tendências alternativas está cada vez mais em voga e todos os dias surgem novos projectos musicais nesta àrea; uns bons outros dispensáveis, e uma grande maioria que não tráz nada de novo ao panorama actual. Nessa grande maioria vou incluir estes Skintrade. Qual a grande diferença destes Skintrade para a grande maioria dos restantes grupos? Bom, para começar e acabar, o som comercial! Limpo demais e demasiado produzido, tipicamente sueco orientado para os tops e para o dinheiro fácil.
Musicos "imaculados", boas composições, temas directos e bem interpretados vocalmente pelo Matt que é sem dúvida um dos melhores do ramo. Já aqui referi esta curiosidade aquando da resenha sobre os Red, White & Blues, mas volto a recordar; é que esta banda resulta da divisão dos Jagged Edge, em que o guitarrista e fundador Mike Gray originou os Skin e Matti, os Skintrade.
Gozaram de um periodo bem prolifico entre 93 e 95 chegando mesmo a ganhar prémios de relevo da indústria musical e a apresentarem-se nos maiores festivais musicais europeus em plena febre grunge. Editaram 2 àlbums nesses anos e deram por encerradas funções em 95 mas com o novo contra-ataque da onda hardrocker a nostalgia falou mais alto e aí estão eles em grande força.
Para a rapaziada da "sujeira" este disco vais soar um pouco azeiteiro, mas o background deles tem muito que se lhe diga e por isso, podendo eu gostar mais ou menos deste disco e desta banda há muitos de vós que que vive no oposto a mim e que merece o mesmo tratamento e igualdade, e por isso aqui vai como post da semana, a nova aposta de Matti Alfonzetti & cia., Skintrade "ReFueled".
Uma deambulação entre os subgéneros do alternativo, stoner mais própriamente, vivendo o hardrock à sua maneira numa produção elitista mas inegávelmente com enorme qualidade. "Atestados"; (refueled); e prontos a rockar...!
McLeod Falou!

Temas:

01 - Monster
02 - Liar
03 - Pay In Blood
04 - Hardcore MF Heartattack
05 - Close My Eyes
06 - Getting Away With Murder
07 - Mountain
08 - Been To The Bottom
09 - Worse Than Wasted
10 - Dying In Your Arms
11 - Wild One
12 - Look Me In The Eye

Banda:

Matti Alfonzetti – Lead Vocals, Guitars
Stefan Bergström – Lead Guitar, Vocals
Hakan Masen Persson – Drums, Vocals
Håkan Calmroth – Bass


quarta-feira, 5 de março de 2014

Blackwolf - The Hunt (2014) UK



BlackWolf tem aquela sensação nostálgica onde Whitesnake se reúne com Guns n Roses, numa tarde de domingo. No entanto, a banda fez o seu álbum devido à generosidade dos fãs, a banda de Bristol Blackwolf está na crista da uma onda ao mesmo tempo criando mais, mostrando um enorme potencial mas precisa de um pouco mais de sorte para ajudá-los a passar para coisas maiores e melhores. "The Hunt" é o seu álbum de estreia, e será apoiado por uma turnê bastante doce com The Answer. É um pouco doce, porque essa banda deve ter estado no topo da sua lista quando se olha para os amigos de estrada. Simplificando, se você é um fã de The Answer (ou mesmo de The Temperance Movement) não há qualquer indicação de que Blackwolf vai estar no seu caminho, como as direções musicais de ambos estão certamente apontando proximidade. Blackwolf, embora seja uma banda ao vivo um pouco heavy, tem um real sotaque Southern para eles, com um profundo blues groove a servir como base de seu som. Há uma abundância de influência tipo Black Crowes no show, mas com muito mais entusiasmo e coragem. O vocalista Scott Sharp tem uma excelente voz e poderosa que simplesmente sobe acima da música, desmentindo completamente suas raízes West Country por soar como se fosse criado num pântano e vem lutando para sair de lá toda a sua vida. Quando bem feito, esse tipo de música é incrivelmente energizante, cheia de paixão, alma e puro rock, tudo ao mesmo tempo. O poderoso tema de abertura "Mr Maker" até ao otimista ultimo tema "Sea Of Merry", eles não colocam um pé em falso. Mesmo quando eles diminuem a velocidade, pois "Sleepwalking" perto do fim, é um soulful com três minutos que rebate em guitarra impulsionada para os últimos 60 segundo e apresenta algumas notas apertadas do Mr Sharp. Eu adoro quando uma nova banda sai das armadilhas famintos por sangue, e Blackwolf ter feito apenas o melhor começo possível, com tudo o que têm conseguido até agora foi atribuído exclusivamente ao seu próprio talento e determinação. Onde vão de seguida é uma incógnita, mas eu apostaria como dois destinos prováveis seguir em frente e fazer melhor. 

Temas:
1. Mr Maker
2. Keep Moving On
3. Moving Mountains
4. Faith In Me
5. Trouble
6. Only Said In Silence
7. House Of Emerald Wine
8. Raised On The Sun
9. Black Hole Friend
10. Dragging Ghosts
11. Relief
12. Sleepwalking

13. Sea Of Merry
Banda:
Scott Sharp – Vocals
Jason Cronin – Rhythm Guitar
John Greenhill – Lead Guitar
Ben Webb – Bass

Thomas Lennox-Brown – Drums

Savage Messiah - The Fateful Dark (2014) UK




Savage Messiah de Londres está de volta com seu quarto álbum de estúdio, The Fateful Dark, que será lançado na Europa 10 de março e nos Estados Unidos em 18 de março. O álbum segue o lançamento da banda de 2012 Plague of Conscience e continua as viagens metálicas da banda. Savage Messiah é composto pelo guitarrista e vocalista Dave Silver; guitarrista Joff Bailey, o baixista Stefano Selvatico eo baterista Andrea Gorio. The Fateful Dark foi gravado no Grindstone Studios, em Suffolk, Inglaterra, com o produtor Scott Atkins. O álbum contém 10 faixas e três faixas bónus. A capa foi criada por Peter Salai. Savage Messhiah combina elementos de heavy, thrash e power metal. O som da banda também tem muitas nuances melódicas. Abordagem vocal de Dave Silver tem amadurecido desde 2009 com Insurrection Rising. Na verdade, a mudança começou em Plague of Conscience, quando a banda assinou contrato com a Earache Records. Enquanto alguns podem desejar a sua abordagem mais dura e dependendo da música, é uma mudança subtil. Este desvio a partir de Insurrection Rising apresenta maior flexibilidade e permite mais melodia, ampliando as possibilidades para a música. O núcleo da banda continua a basear-se no power-thrash metal. As músicas são heavy, com arranjos orientados para os riffs que alimentam os vocais e solos de guitarra. O pulso rítmico fornecido pelo baterista Gorio e pelo baixista Selvatico fornece a intensa base sonora para o assalto das guitarras e vocais. As guitarras de Bailey e Silver fornecer a base rítmica e oferecem ardentes solos e passagens melódicas que ajudam a tornar a música diversificada. Savage Messiah certamente não pode ser classificado como banda uni-dimensional. As letras são deixadas nas mãos de Silver, cujas influências vêm do Inglês Medieval à ficção científica. Seus ideais sangram como visto na música "Minority of One", que é derivada da citação de Gandi, " … I was thinking about liberty, freedom from tyranny and oppression, etc., and about being resolute in objective truth.” (fonte: http://rockyourlyrics.com/the-fateful-dark-interview-with-savage-messiah/).. Enquanto algumas das canções falam de provocações da rotina diária, Silver não tem muito medo de tocar em ideias sociais, políticas ou filosóficas. Então, se você está na música com uma mensagem mais profunda para a introspecção, você pode encontrá-lo aqui. Letras de lado, sem música estelar para enxertar, a apresentação, como um todo, seria sem mérito. A banda larga alguns hinos de metal brilhantes para os ouvintes desfrutarem. De " Minority of One " para " Crosses of Babylon " e "Hellblazer", o CD de 10 músicas não deixa de cumprir o desejado. " Live as You Already Dead " oferece uma orquestração de música épica e performance vocal soberba, ao passo que a faixa-título derrama sobre a agressividade balançando a cabeça ao rítmo combinada com um refrão melódico. O CD termina com uma abundância de riffs thrash inspirados em "Hammered Down" e " Scavengers of Mercy " e fecha com " The Cursed Earth ", que fornece aos ouvintes com uma abundância de mudanças dinâmicas.

 Temas:
1. Iconocaust
2. Minority of One
3. Cross of Babylon
4. Hellblazer
5. Live as One Already Dead
6. The Fateful Dark
7. Zero Hour
8. Hammered Down
9. Scavengers of Mercy
10. The Cursed Earth
11. Be Quick Or Be Dead (Iron Maiden Cover)
12. Lightning To The Nations (Diamond Head Cover)
13. Killers (Motorhead Cover)
Banda:
Dave Silver – Guitars / Vocals
Joff Bailey - Guitars
Stefano Selvatico - Bass
Andrea Gorio – Drums



GUNNER - Keep Fighting (2014) Argentina



Depois de uma estreia promissora lançada pela Retrospect Registros USA, melodic hard rockers da Argentina GUNNER têm uma nova gravadora e um novo álbum: " Keep Fighting ". O grupo começou a vida há mais de dez anos atrás, como uma banda de covers sob a alcunha de Gunner Sixx (dropped the 'Sixx' as requested by Motley Crue's Nikki Sixx) tocando músicas de bandas como Poison, Bon Jovi, Mr. Big, Europe e outras bandas relacionadas. Isso lhe dá uma boa ideia de que tipo de material original os GUNNER têm escrito; pura inspiração anos 80 de melódico hard rock Americano. Embora à primeira vista o quinteto se pareça como uma banda de glam metal, cabelo grande, roupas extravagantes e cores ainda mais extravagantes, music-wise, no entanto, Gunner tem um sentimento melódico rock com um toque AOR em alguns lugares. Para este álbum, eles já têm um novo membro estável o teclista Marcos Prevalil, e sua contribuição com uma abordagem europeia na composição em algum material, resultou num som mais estilizado. De fato, " Keep Fighting " mistura USA e Euro Melodic Hard Rock, e todos muito bem arredondado para uma banda que vem de um país não tradicional para o género. Após a primeira faixa posso dizer que Gunner tem pelo menos dois ases formidáveis em suas fileiras, sendo um deles o vocalista Aaron, que descobre um alcance vocal muito impressionante (mesmo para os padrões do rock melódico), que ele coloca em bom uso oferecendo uma variedade de harmonias vocais e refrões intensos. A outra grande arma no arsenal de Gunner é fundador e guitarrista Burgallo que é versátil, mas consistente melódico shredder, ele não só coloca linhas de guitarra melódicas durante os riffs de abertura, versos e refrões, mas ele parece ter dominado uma infinidade de modelos de solo. Como disse, a mistura do estilo americano rockers consistentes, como o influenciado por Mr. Big "In Your Eyes" e a rápida "On The Highway", o estiko King Kobra " Strickin 'till Surrender " ou cheirando a Danger Danger com a faixa título "Fight To Survive" funcionam muito bem com o som mais europeu em "In Your Eyes" (Pretty Maids vêm à mente), o sólido AOR mid-tempo " Until She Comes To You " e "From Heaven" e a dinâmica "Restless Soul ". Na balada (com algumas acústica) "Where The Love Is Gone", eles misturam o melhor dos dois mundos, onde eu posso ouvir um toque sueco tipo Bad Habit com uma pitada dos americanos Trixter. Você não pode pedir originalidade em " Keep Fighting ", simplesmente porque os Gunner gostam do tradicional Melodic Hard Rock / AOR de ambos os lados do oceano Atlântico, e deixe-me dizer-lhe esses jovens aprenderam a lição perfeitamente. As músicas são sólidas, bem arranjadas e tocadas, enquanto a produção é boa para uma pequena etiqueta. Como o título diz, Gunner “Keep Fighting "para impor esses géneros na América do Sul, e representar o espírito da sua música, que, a julgar por este segundo trabalho de qualidade, facilmente poderia proporcionar-lhes um salto internacional. Este é um CD que deve satisfazer os fãs de longo tempo de tradicional Melodic Hard Rock, AOR e American-Hard, proporcionando o exemplo ideal de um álbum que é diversificado, mas sempre melódico.

 Temas:
01 - Escape to Night / Run & Go
02 - In Your Eyes
03 - Fight To Survive
04 - On The Highway
05 - Restless Soul
06 - Until She Comes To You
07 - Hot To The Top
08 - From Heaven
09 - Strickin 'till Surrender
10 - Dark Angel
11 - Where The Love Is Gone
12 - Heartless
Banda:
Aaron Briglia - vocals
Rodrigo Bugallo - guitar, backing vocals
German Calero - drums
Pablo Ansaldi - bass, backing vocals
Marcos Prevalil – keyboards


terça-feira, 4 de março de 2014

The Brew - Control (2014) UK



O trio de rock britânico conhecido como The Brew está de volta com seu mais recente lançamento, 'Control'. Este é o quarto lançamento da banda e se você gosta dos lançamentos anteriores da banda, você vai gostar deste também! Produzido por Toby Jepson (The Answer/The Virginmarys) e mixado por Steve Harris (U2/Santana). O trio queria que este disco tivesse uma sensação de cru ao vivo. Todos os efeitos do álbum foram feitos no momento e você pode ouvir os pedais a ser ligado e desligado! Há algo de grandioso no som dos The Brew, com suas letras e habilidades musicais. Na veia de gigantes do rock clássico, como Led Zeppelin e The Who, com uma vibe moderna de Wolfmother e The Black Keys. Com este lançamento, The Brew prova que são mais do que a soma de suas influências. Eles têm energia, eles têm habilidade, e soam a fresco. A fermentação é, Jason Barwick na guitarra e vocal, Tim Smith no baixo e Kurtis Smith na bateria. As músicas em 'Control' cobrem uma gama de ritmos e emoções. A abertura "Repeat" é uma música rock que vai fazer você se sentar e ouvir! A faixa seguinte, "Eject", é a garantia de rock you, uma canção onde tudo vem junto apenas na quantidade certa. A arrogância bluesy de "Mute" alimentado pelos vocais de Jason Barwick e sua confiança nas seis cordas. A seção rítmica apertada do baixista Tim Smith e o baterista Kurtis Smith pode ser ouvida em, "Pause" e "Shuffle". As demais faixas, dez no total são de rock sólido e vão levar o seu sistema de som ao máximo! Química do trio é mais apertada que um selo colado num envelope e mais uma razão para que The Brew, quando trata de servir-se da música rock que é poderoso e cheio de paixão, estes rapazes fazem grandes músicas. Do começo ao fim 'Control' é um dos álbuns mais completos e convincentes como não ouvia a muito tempo. Este é um álbum que se sente, com sons e movimentos de uma maneira que é exclusivamente fresca e distinta de uma indústria cheia de enchimento artificial. Influências de tantos géneros sangram no álbum e agitam numa incrível mistura de um tour de force de som. Este é old-school, power rock trio, rock-n-soul tocado da maneira que foi concebido para ser tocado. The Brew, é uma grande banda de rock que serve de o clássico rock para o século 21! 

Temas:
01 – Repeat (single)
02 – Eject
03 – Mute
04 – Pause
05 – Shuffle
06 – Fast Forward
07 – Skip
08 – Stop
09 – Play
10 – Rewind
Banda:
Jason Barwick – Guitar,
Vocals Kurtis Smith – Loud Drums
Tim Smith – Bass, Vocals



STAN BUSH – THE ULTIMATE (2014) USA


O génio por detrás de temas como Fight To Survive, (Bloodsport OST); Never Surrender, (Kickboxer); The Touch e Dare, (Transformers OST), entre outros, está de volta aos discos depois de um interregno de 4 anos. Stan Bush, premiado compositor e musico com nas maiores distinções da indústria vídeo e musical  volta com um disco deveras cativante. Desta vez com a colaboração de Lenny Macaluso na escrita; este, co-escritor do tema The Touch em 1986; criaram uma coleção de temas fascinantes.
As ideias dos anos 80 estilizadas com a essência do novo milénio são soberbas. Ao 12º disco de originais, Stan não deixa de evoluir, a mistura técnica dos tempos modernos com o impacto Eighties coloca este "The Ultimate" no topo dos melhores discos editados nos últimos anos na categoria melodic rock. Para os mais inexperientes, confesso-vos que não entra com grande facilidade à primeira; são muitos os elementos sonoros a assimilar e provocam um pouco de confusão, mas depois de um segundo fôlego, entramos neste mundo mágico e não queremos mais sair. 11 temas da mais alta qualidade, com um bonus no 11º, uma remistura devidamente actualizada do super êxito "The Touch". Tem também um remake que ficou extraordinário, "Thunder in your Heart", tornado famoso em 86 por John Farnham, um tema escrito para o filme Rad do mesmo ano. Decididamente, é de não perder tempo a adquirir esta preciosidade, porque só mesmo ouvindo é que podem comprovar aquilo que vos estou a tentar descrever;... o que é que ainda estão à espera?
McLeod falou!

Temas:
01 - Something to Believe
02 - The Ultimate
03 - Heat of the Battle
04 - Love Again
05 - Stand in the Fire
06 - Unstoppable
07 - Thunder in Your Heart
08 - The Journey
09 - The Memory of You
10 - If I'm Not Lovin' You
11 - The Touch (Power Mix)  
Musicos.
Stan Bush – Vocals, Guitars, Keyboards

MIRACLE MASTER – TATTOED WOMAN (2014) GERMANY




Novo projecto musical do norte\centro europeu com potente amplitude sónica. Oliver Weers é o frontman deste novo conjunto de músicos que não tinham mais que fazer e decidiram então oferecernos este poderoso disco de Hard Rock e Metal. Alemão, este vocalista tem a nível profissional um excelente background embora na edição discográfica seja menos vasto. Certo é que depois da sua prestação no Danish X-Factor 2008, interpretando the "show must go on" dos Queen a sua vida mudou radicalmente.
Até aí, já tinha uma carreira musical que atravessava mares e oceanos, mais concretamente na Noruega e no Japão, mas essa prestação; de um vocalista que teve durante 7 anos instrutor vocal um cantor de ópera húngaro, para poder competir e tornar-se visível na indústria da musica e gravar com a mais alta qualidade; foi a carta que virou a mesa. O super produtor\compositor nórdico Soren Andersen, convidou-o a gravar um àlbum a solo em nome próprio e ofereceu-lhe como músicos nada mais nada menos do que Tommy Aldridge e Marco Mendoza, secção ritmíca dos Whitesnake. A partir daí, os convites foram chovendo. Integrou a banda Pump com quem gravou um disco. Por estes dias, surge então estes Miracle Master que são nada mais nada menos que os Pump. Com uma orientação hard rocker, que flutua entre o alternativo e o hard rock com uma sonoridade metálica, este disco vai ser do agrado da maioria do pessoal da pesada que é assíduo deste vosso blog. O tema mais representativo deste disco é sem duvida o single oficial desta edição que vos expomos no video que se segue, por isso vejam e ouçam que vai ser o click que vos vai fazer correr atrás deste excelente disco.
McLeod Falou!
Temas:
01. Come Alive
02. Fly Away
03. Stay With Me
04. Forgive Yourself
05. Miracle Master
06. Will To Survive
07. Why Religion
08. Tattooed Woman
09. Highway To Heaven
10. Tear Down The Walls
11. We All Touch Evil
Line Up:
Oliver Weers (OLIVER WEERS BAND) - Vocals
Aki Reissmann (ex-PUMP, DOWNSPIRIT) - Guitar
Selly Bernhardt (ex-PUMP, TALES OF SORROW) - Guitar
Andy Minich (ex-PUMP, UNFROYND) - Drums
Michael Vetter (ex-PUMP, CHINCHILLA) – Bass

NIGHT BY NIGHT – NxN (2014) UK



Depois de 2 EP's, finalmente, esta banda sensação proveniente de terras de suas majestade, edita o seu àlbum de estreia. Classic Melodic Hard Rock bem actualizado apesar das suas raízes oitenteiras.
No entanto, atrevo-me a acrescentar algo mais à definição sonora deste disco, modern hardrock! Para os mais novos será algo para olhar com atenção dado que é feito por jovens com uma atitude ainda juvenil, mas que em termos técnicos estão bem evoluídos. Experimentem, uma das boas novidades por estes dias, ar fresco melhor que alguns que decidiram reaparecer por estes dias.
McLeod Falou!

Temas:
01 - Time To Escape
02 - Holding Onto Holding On
03 - Can't Walk Away
04 - Everywhere Tonight
05 - Siren
06 - A Thousand Lies
07 - It's Not Faith
08 - The Moment
09 - If Only
10 - Never Die Again
Banda:
Henry Rundell: Vocals
Ben Christo: Guitars, Backing Vocals
Tom Daniel: Guitars
Jonny Thornton: Bass
Damian Diablo: Drums  

EZ LIVIN' – FIRESTORM (2014) GERMANY




23 anos depois, Hans Ziller (ex-Bonfire), volta ao ataque com os seu projecto Ez Livin. Confesso que fiquei decepcionado, 23 anos não foi tempo suficiente para evoluir? Mas com estamos naquela fase retro, e depois existem aqueles que são fiéis aos seus ideais, pensei melhor e decidi dar mais uma oportunidade a este "Firestorm". Voltei a não ficar convencido! A começar por David Reece; não está aqui em causa a sua qualidade como vocalista mas este disco não precisava dele. No entanto, assim não entendeu Ziller e eu é que devo de estar errado. Quanto à musica, hard rock muito baseado em blues, bem ao estilo Brit. Sem mais delongas, analizem por vocês mesmos que é para eu não ser injusto com os artistas; afinal, todos diferentes, todos iguais!
 McLeod Falou!

Temas:
1. That's How He Rocks
2. Loaded Gun
3. White Lightning
4. Let's Fly Away
5. Easy Living (Uriah Heep Cover)
6. The Damage Is Done
7. Too Late
8. Into The Night
9. Let's Fly Away (Director's Cut) [bonus track / CD only]
Musicos:
David Reece - Vocals
Hans Ziller - Guitars
Harry Reischmann - Drums
Ronnie Parks - Bass
Paul Morris - Keyboards
Chris Lyne - guest Guitars

segunda-feira, 3 de março de 2014

Wishbone Ash - Blue Horizon (2014) UK



Se você pode anular a disputa sobre o nome comercial, não há dúvida de que Andy Powell tem trabalhado incansavelmente para produzir álbuns que são completamente condizentes com a herança Wishbone Ash. Ele também está pisando regularmente as tábuas para garantir que o legado se perpetua. O álbum anterior “Elegant Stealth" foi bem recebido e incluindo pelo menos dois futuros clássicos na forma de" Reason To Believe "e" Can’t Go It Alone.' 'Blue Horizon' é mais diversificado em termos de entrada de composição, com Muddy Manninen proeminente, o filho de Andy Powell, Aynsley contribuindo com duas músicas, e há também um do ex-guitarrista Roger Filgate, o excelente "Strange (How Things Come Around). O álbum também vê o retorno de Pat McManus em duas faixas, incluindo a que co-escrever "All There Is To Say."
O álbum começa na moda clássica Ash, "Take It Back 'que caracteriza aquela marca registrada com harmonias vocais antes do colapso e guitarra inevitável embora ' Deep Blues' e' Mary Jane ' são roqueiras bastante superficiais. O tema um pouco soft rocker 'Way Down South "é prorrogado pela guitarra superior e a banda não é avessa a alguma crítica contemporânea sobre' Tally Ho!", Que conta com alguns dos melhores guitarristas no álbum a la The Outlaws “Green Grass And High Tides. Para Aynsley Powell 'American Century' apresenta as tendências prog da banda que têm estado presentes desde os primeiros álbuns e é um bom aceno nessa direção. Se há uma crítica, é uma ausência do corajoso duelo de guitarra à frente do seu persistente passado e enquanto não temos o direito de esperar por outro 'The King Will Come "algo nesse sentido teria sido muito bem-vindo. Como é, temos que nos contentar com a reconhecidamente muito boa faixa-título. Em suma, 'Blue Horizon' pode não até ter a força de seu antecessor, mas é ainda um outro álbum sólido bem produzido, o terceiro da presente encarnação de uma das nossas bandas mais duradouras.

 Тemas:
01. Take It Back
02. Deep Blues
03. Strange (How Things Come back Around)
04. Being One
05. Way Down South
06. Tally Ho!
07. Mary Jane
08. American Century
09. Blue Horizon
10. All There Is To Say
Banda:
Andy Powell - guitar, lead vocals
Muddy Manninen - guitar, vocals
Bob Skeat - bass, vocals
Joseph Crabtree - drums & percussion
 

MIKE OLDFIELD – MAN ON THE ROCKS (2014) ENGLAND



Mike Oldfield é um ícone intemporal da arte musical neste planeta e da espécie humana. Um dos expoentes máximos das nossas façanhas e realizações enquanto seres evolutivos de constante aprendizagem. Por isso é sempre um marco importante quando Mike edita uma nova obra, e esta semana foi tempo de mais uma data que fica nos anais da historia cultural, apesar de que está anunciado como editado a 27 de janeiro, só agora, um mês depois é que tomei conhecimento dele; será que andei perdido?
"Man On The Rocks" é o 25º àlbum de originais, mais uma vez escrito, interpretado e produzido por Mike. Ajudas são sempre bem vindas, e desta vez, atrás da mesa de misturas esteve também Stephen Lipson (Jeff Beck; Paul McCartney; Annie Lennox). Instrumentalmente apareceram outros amigos que também deram o seu contributo, Leland Sklar (Phill Collins); no baixo, e John Robinson (Eric Clapton) na bateria; na voz, desta vez, e depois de ter trabalhado com muitos dos melhores vocalistas mundiais, Mike pediu a Luke Spiller (Struts), que interpretá-se as suas palavras e as suas linhas musicais. Luke, um jovem pouco conhecido tem como "handicap" a semelhança com a voz de Mike e de Roger Chapman (este um "velho" amigo de Oldfield, possuidor de um mundialmente conhecido vibrato vocal; com o qual tem um dos mais conhecidos temas da sua carreira musical e no universo rock, "Shadow on the wall"); e que Luke também tem, o que complementa na perfeição a sua guitarra.
Neste novo disco o ambiente oferecido é algo de folk, progressivo e rock com muita simplicidade e melódicamente de extrema envolvência. Óbviamente que os elementos que definem a música de Mike Oldfield estão presentes e bem audiveis sendo por isso algo de fácil identificação, a começar pelo som da sua guitarra. Existem alguns temas com orientação rock bastante agradáveis, juntamente com a quente e cativante voz de Luke os temas passam sem dar-mos por isso. É um disco intimista com muita sensibilidade e exposição de vivências, como o tema titulo "I'm the... man on the rocks... on the island" (conseguem encontrar semelhanças com Savatage e Jon Oliva?). Outro tema especial, este um corte rocker, é "Irene", o furação classe III; dedicado ao povo da Bahamas onde este disco foi realizado, e que sofreu com essa tempestade em 2011.
"Chariots" é outro tema atractivo. De indole rocker, bem compassado, contém elementos modernos capaz de agradar a uma multitude mais vasta.
Este disco não era para existir. Depois do lançamento de 2008, Mike ficou no limbo sem opções inspiradoras, chegou mesmo a pensar que em termos de edições originais nada mais aconteceria; os musicos são assim, muito dramáticos e sensíveis; mas depois do convite de Danny Boyle, o realizador videográfico para tocar ao vivo na abertura dos jogos olímpicos de Londres, para uma audiência estimada em 900 milhões de espectadores, a obra que tinha acabado de compor para esse mesmo evento, tudo mudou, e a ideia para este disco surgiu uma re-organização de ideias paradas em gavetas e "Post-it's" e que viram por fim a sua natural evolução para aquilo que agora é musica.
Apreciem este disco com a maior das simplicidades e vao ficar maravilhados. Mike oldfield é essencial para todos aqueles que gostam de musica. Quem conhece sabe do que estou a falar, para os outros eis algo que vos pode servir de aperitivo: já alguma vez viram o filme original "The Exorcist"? A banda sonora é de Mike Oldfield e é para muitos a sua peça maestra e a mais conhecida mundialmente. Quanto a mim, Oldfield é um dos meus artistas favoritos de quem tenho toda a sua discografia e de quem aprecio vivamente a sua musica, e vós?
McLeod Falou!

Temas:
01 Sailing
02 Moonshine
03 Man On The Rocks
04 Castaway
05 Minutes
06 Dreaming In The Wind
07 Nuclear
08 Chariots
09 Following The Angels
10 Irene
11 I Give Myself Away

Musicos:
Mike Oldfield – All instruments, programming
Luke Spiller - Vocals
Leland sklar – Bass
John Robinson – Drums

TOMMY SHAW – AMBITION (1987 Remastered 2014) USA



Este é considerado por muitos como o melhor disco da Carreira a solo de Tommy Shaw (Styx; Damn Yankees); e um dos mais importantes discos da história do rock melódico\AOR. De Tommy pouco há a dizer, uma das pedras basilares dos "Montros Sagrados" Styx, foi também membro de um dos melhores projectos de hard rock melódico de todos os tempos, os Damn Yankees onde também faziam parte o "doido" e patriota do Ted Nugent, Jack Blades dos Night Ranger e Michael Cartellone, actualmente nos Lynyrd Skynyrd. Tommy, deixou os Styx em 83 e lançou uma carreira a solo que culminou com este "Ambition" em 1987, um disco que vendeu imenso e que recolheu as melhores das criticas; isto, antes de entrar para os Damn Yankees.
Esta nova apresentação deste histórico do rock é deveras fabulosa. Perfeita remasterização com um equilibrio imaculado. Se são puristas, em que o original é aquilo que vale, deixem de lado esse preconceito e experimentem esta nova versão, vão ficar sem palavras...
Recomendado, porque é nada mais nada menos que um "dos" discos que fica para a história do rock, e que marcou uma época e uma abordagem ao estilo musical a um nivel que muito poucos conseguiram atingir, graças também à magnânima produção de Terry Thomas (Charlie) e à prestação dos excelentes musicos de sessão que participaram na sua realização, incluindo o próprio Terry Thomas.
Dedicado a todos aqueles que esperam sempre mais e melhor mesmo quando já é passado à história e ressuscita para alegrar os nossos "invernos nostálgicos".
McLeod Falou!

Temas:
01 - No Such Thing
02 - Dangerous Game
03 - The Weight Of The World
04 - Ambition
05 - Ever Since The World Began
06 - Are You Ready For Me
07 - Somewhere In The Night
08 - Love You Too Much
09 - The Outsider
10 - Lay Them Down

Musicos:
Tommy Shaw: Guitars, Lead & Background Vocals
Terry Thomas: Guitar, Keyboards, Programming, Background Vocals
Tony Beard: Drums
Felix Krish: Bass, Fretless Bass, Bass Synth
Wix: Keyboards
Peter-John Vettese: Keyboards on 5
Steve Alexander: Percussion, Drum overdubs
Christopher O'Shaughnessy: Lead Guitar on 4, 6
Lee Hart: Background Vocals
Dee & Shirley Lewis: Background Vocals
Helena Springs: Background Vocals
James "JY" Young: Background Vocals


IRON SAVIOR – RISE OF THE HERO (2014) GERMANY




 
Durante umas férias de Gamma Ray surgiu Iron Savior. Piet Sielck, produtor, compositor e musico juntou as suas ideias com as de Kai Hansen, seu grande amigo, desde a formação da 1ª banda que ambos tiveram, os Gentry em 1978, e surgiu o poderoso "salvador metálico". O som era uma evolução da primeira fase de Helloween e da senda de Gamma Ray mais algumas coisas que surgiram na alemanha no inicio dos anos 80, local prolifero em bandas de heavy metal em que muitas ainda mantêm o seu estatuto de bandas de underground mas com legiões de seguidores de criar inveja a muitas das bandas que hoje tentam chegar ao estatuto de rockstars, mas apesar de tanta publicidade não têm uma tão fiel e numerosa base de fans. Posso citar-vos casos como Gravestone, High Tension, Kingdom, Stranger, Tyrant, entre muitas outras excelentes bandas; mas agora é de power\speedmetal da segunda década do século XXI que se trata, mais especificamente de Iron Savior.
1996 foi a data de formação deste projecto dedicado à ficção cientifica. Isso mesmo, heavy metal cujas letras abordam esta temática. Neste 8º disco de originais, a receita é a mesma; muito power e histórias futuristas. Do primeiro disco só Piet se mantém, até porque essa edição não é mais do que um trabalho conjunto de três musicos em que todos repartem os créditos de produção e de participação, e apenas falta referir Thomen Stauch dos Blind Guardian como a terceita ponta do triângulo. Esse disco teve um grande impacto levando mesmo os musicos a repetir a parceria num novo disco e em concertos ao vivo.
Não acho este disco repetitivo sobre os anteriores; apesar do som e da vocalização serem indiscutivelmente as imagens de marca registrada, em termos de apresentação, os temas são um pouco mais directos e simplistas, já para não falar de mais melodiosos e épicos, mas isso já é prática desta banda; bem mais atractivo que o mais recente dos também meus favoritos Freedom Call.
Tenho estado a divertir-me imenso a ouvir este disco, entra muito bem e está sempre a puxar por mais; honestamente, já devo de estar a ouvi-lo pela oitava vez, é viciante, tal como eu gosto, melódico e veloz com vocais potentes. Piest está cada vez mais parecido com o Kurgan do Highlander, não acham? Qualquer dia vou ter que me bater com ele,... There can be only one, McLeod!
Bom, hollywoodismos à parte, recomendo-vos vivamente este 8º opus de Iron Savior, metal puro que nos leva a viajar com as suas visões futuristas a 200mph, se quisesse destacar algum tema, a dificuldade é enorme, porque isto é um autêntico assalto sónico, mas vou arriscar em "Iron Warrior" com um andamento muito Accept. Divirtam-se que com este é a valer! (Até o tema cover que fazem dos Mando Diao, "dance with somebody" soa bem.)
McLeod Falou!

Temas:
01. Ascendence (intro)
02. Last Hero
03. Revenge Of The Bride
04. From Far Beyond Time
05. Burning Heart
06. Thunder From The Mountains
07. Iron Warrior
08. Dragon King
09. Dance With Somebody
10. Firestorm
11. The Demon
12. Fistraiser

Banda:
Piet Sielck – Vocals, Guitars
Joachim "Piesel" Kuestner – Guitars
Jan S. Eckert – Bass
Thomas nack – Drums