BEAR BONE COMPANY - a próxima saída para o candidato encharcado de bourbon e puro, heavy rock. Onde todo mundo está tentando ser tão duro, BEAR BONE COMPANY facilmente proporciona um som constante, sujo combinado com a música heavy enérgica e vocais vermelhas de sangue. Desde a primeira nota e inspirados pelas últimas 4 décadas, BEAR BONE COMPANY apresenta um guisado altamente moderno de rock n 'roll suado á moda antiga, guitarra heavy dominada pela via rápida.
Temas:
01. Fade 02. Kiss'n'Tell 03. Don't Belong 04. Burkitt Lymphoma 05. Down In Flames 06. Bear Bone 07. Way Back Home 08. Drinkin' Time 09. Hangin' 10. Fallin' Down 11. Life's About 12. Suicide
Banda:
B.K. – Guitar and Lead Vocal Knauz – Drums J.Martin. – Bass and Vocals
Há dois anos atrás, uma nova banda sueca de AOR Diamond Dawn lançou seu álbum de estreia bastante bom "Overdrive". A banda poderia ter-se chamado Diamante Dusk e ficava bem, como sua história terminou no final daquele ano. Duas novas bandas nasceram da separação, e Art Nation é a que apresenta o ex-vocalista do Diamond Dawn Alexander Strandell. A outra banda chama-se Streamline e eles também estão trabalhando em novo material. Se tu gostaste de Diamond Dawn, provavelmente vais gostar de Art Nation também. Não houve nenhuma mudança drástica no estilo musical, apesar de alguns dos compositores podem ter mudado. Art Nation ainda toca melódico rock conduzido por ganchos com grandes teclas, guitarras e vocais. "Revolution" realmente pode não oferecer nada de revolucionário ao gênero melódico rock, mas acho melhor do que "Overdrive" e, muito provavelmente, um dos melhores álbuns de AOR escandinavo que vais ouvir este ano. Sim, às vezes a banda soa muito parecido com H.E.A.T.. O enorme tema de abertura "Need You To Understand" define o ritmo para o resto do álbum. Guitarristas de Christoffer Borg e Johan Gustavsson tocam algumas notas malvadas e Strandell adiciona algumas espetaculares acrobacias vocais na música, que possui um dos maiores coros que ouvi recentemente. Outros temas que merecem destaque são "3000 Beats", "Don t Wait For Salvation", "Here I Am", "All In" ... são uma abundância de coisas boas. Também há a bluesy "Wage War Against The World" que parece ter sido inspirada pelo som recente de álbuns dos Europe que realmente não me diz muito, a balada que não me aqueceu "Look To The Sky" ou o rock conduzido pelo órgão Hammond "I Want Out", mas as faixas restantes são todas de primeira linha.
Temas:
01. Need You To Understand 02. 3000 Beats 03. I want Out 04. Number One 05. Don t Wait For Salvation 06. All The Way 07. Start A Fire 08. Moving On 09. Here I Am 10. Look To The Sky 11. Wage War Against The World 12. All In
Banda:
Alexander Strandell - Vocals (ex DIAMOND DAWN) Christoffer Borg - Guitars Johan Gustafsson - Guitars Simon Gudmundsson - Bass Theodor Hedström - Keyboards Carl Tudén – Drums
Imaginem bandas de Paul Rodger Free e Bad Company misturadas com Southern Rock de Lynyrd Skynyrd e depois juntar uma pitada de ZZ Top, tudo bem agitado faz um bom cocktail e é isso que de Stone Machine serve no seu terceiro disco - Rock Ain't Dead. Este álbum está cheio de riffs de guitarra directos ao coração tocados por Dirk Blevins, um lado inferior rítmico heavy que é assegurado por Jamie Hall (Baixo) e Jeremy Hall (Bateria), e com uma voz ao estilo de Paul Rodgers está Jason Mays. Este é um clássico muito ao estilo dos anos 70 e anos 80 com canções rock como "Sad To Say", "Rock and Roll Star", e a faixa-título "Rock Ain’t Dead". Nenhum álbum de clássico southern rock está completo sem influências evidentes de blues. "Lady Luck" é uma faixa lenta de blues. "Mr. Blues"começa com um riff acústico que aparece através da música enquanto nós ouvimos o lamento de como o Mr. Blues é uma figura bem conhecida na vida do cantor. "Black Moon Creepin '" é outro dos blues mais lentos que realmente permite que as guitarras possam brilhar em longas partes instrumentais entre os refrões. O álbum fecha com o excelente "Angels and Devils", que poderia muito facilmente ser confundido com uma parte do trabalho inicial dos Black Crowes. Stone Machine oferece uma visão moderna sobre um som memorável e Rock Ain’t Dead vai deixar te nostálgico e perceber que esta banda toca como se fossem clássicos de épocas em que eles são claramente influenciados.
Temas:
01. Rock N' Roll Star (3:35) 02. Southern Outlaw (2:45) 03. Got It Bad (3:40) 04. Sad To Say (2:48) 05. Mr. Blues (5:40) 06. Sky's Gonna Cry (3:26) 07. Rock Ain't Dead (3:01) 08. Sugar Mama (3:45) 09. Lady Luck (5:12) 10. Black Moon Creepin' (4:34) 11. Angels And Devils (6:47)
Banda:
Jason Mays-Vocals Dirk Blevins- Lead Guitar Jamie Hall- Bass/Backing Vocals Jeremy Hall- Drums Matt Parkins-Guitar
A partir da faixa de abertura "Bad Boy" este quarteto de Estocolmo mostra o que significa o negócio! Há uma influência muito forte de Badlands que paira sobre esta banda, e eu honestamente não me importo muito! É uma banda que realmente eu sinto falta. DUST faz um trabalho impecável. Roger Solander tem uma excelente voz rock, um pouco semelhante ao Ray Gillen, quando ele vai para as notas altas, Johan Niskanen é brutal, o trabalho de guitarra crocante que está lamentando por todos os sítios, enquanto o baixista Bernt Ek detém as frequências mais baixas para baixo com peso e precisão e o baterista Örjan "Dr Rock" Englin faz o seu melhor para manter o legado de Bonham vivo, e faz isso muito bem. Eu gosto da maneira que ele faz na faixa título groove com golpes fantasmas ao estilo Bonham. Este faz um pouco mais o tipo Zeppelin, que também mostra Solander vocalmente. "Stranger" arranca com um riff irritado e de seguida, suporta de uma boa forma o caminho groovy. "Black Dressed Woman" traz nos de volta para território Badlands com Englin fazendo groove como uma besta. "Changing Colours" é uma boa faixa acústica bluesy, também com uma vibração estilo Zeppelin. "Keltic Wheel" nos atrai de volta para o território mais pesado tipo Zeppelin, mas apenas no verso. DUST não são de alguma forma clones de Zeppelin, embora as influências sejam bastante claras. Eles têm a sua personalidade e também têm as canções para mostrar porquê. "Lies To Tell" é um excelente exemplo de DUST assumindo um som mais pessoal. A regra riffs, Solander canta muito bem e eu adoro o verso e o refrão groovy. Eu gosto de todas as faixas deste álbum. Definitivamente um dos mais fortes álbuns de estreia que este ano tem para oferecer! Altamente recomendado!
Temas:
1. Bad Boy 2. Tequila Shiver 3. Stranger 4. Back Dressed Woman 5. Changing Colours 6. Keltic Wheel 7. Lies I Tell 8. Mojo 9. Dust 10. Losing My Mind 11. All Night Long
Banda:
Roger Solander - Vocais Johan Niskanen - Guitar Bernt Ek - Bass Örjan Englin – Drums
Cherry St. (Cherry Street) foi já formada em 1989 e a sua primeira demo vendeu mais de 8000 unidades em todo o mundo naquele mesmo ano. Eles apareceram na MTV no "Pay to play" segmento com todas as bandas hardrock do final dos anos 80 e também foram em turnê com muitas delas. Este é o álbum "comeback" que saiu um par de anos atrás, no Perris Records label, e é o primeiro lançamento desde o álbum de estreia "Squeeze it dry", lançado pela BMG records em 1993. As características deste CD, entre outros: Brian Vollmer (ex.HELIX) nos vocais, juntamente com Jaime Scott (ex.Tyketto) no baixo, Jason MacMaster (ex.Dangerous Toys) vocais e Tom "Perris" Mathers nas guitarras. O estilo é básico de três acordes hard rock ao estilo AC / DC, Kix, Rhino Bucket, Junkyard ou The Four Horsemen com muitos power riffs, vocais atrevidos e acima de tudo... energia. Tu provavelmente vais gostar muito disto, se gostas de qualquer um dos artistas acima referidos ou se tu gostas do trabalho de Brian Vollmer com os HELIX a sua banda no passado. Seu tom de voz está quase melhor do que nunca e algumas das canções, como a cativante "Black'n'blue" estão muito na boa antiga tradição do rock dos Helix. O tema de abertura "Under the gun" realmente define o ritmo para o resto do álbum com o seu up tempo, com hard rock direto. Não há baladas ou outras coisas parecidas, tanto quanto o ouvido pode ouvir e se está à procura de teclados? Bem podes continuar a procurar isto é para homens reais (e mulheres), apenas. Outros destaques são "Dirty job", com seu cativante coro " hey, hey, hey, yeah, yeah ". "Heart of stone" e por último mas não menos importante é "Talk of the town". Este álbum é um divertimento, álbum de festa, mesmo que nós praticamente já ouvimos tudo isto antes e a sensação déjà vu em algumas das canções é muito forte.
Temas:
1. Under the Gun 2. Dogtown 3. The Moon 4. Dirty Job 5. Suicide Ride 6. Heart of Stone 7. Me Against the World 8. Snake Eyes 9. Black n' Blue 10. Talk of the Town
Banda:
Brian Vollmer Lead Vocals Tom Monroe Mathers Guitar, Backing Vocals Taz Lead Guitar, Backing Vocals Jamie Scott Bass Tom Kelley Dobrenty Drums Don Spinner Korbrecki Bass Jason McMaster Backing Vocals
O álbum de Lost Weekend "Presence Of Mind" foi bom, mas um tanto banal na selecção padrão de temas AOR. Realmente não me aqueceu, mas posso dizer que "New Religion" é uma história diferente. O estilo praticamente é o mesmo, mas de alguma forma as canções parecem ser mais frescas e espirituosas. A produção do duo de Emerald Rain, Murray Daigle e Mike Dmitrovic é muito bom, e apesar de Paul Uttley ainda tem um pouco de um "country-twang" na sua voz, o material mais forte faz com que seja fácil de esquecer. Dito isto, a balada "By Now" poderia revelar-se um sucesso de crossover country, se for dada a chance (e, possivelmente, um remix, com a adição de violinos)! Parece que os produtores reforçaram as guitarras, tornando a banda um pouco mais pesada do que antes. Ao mesmo tempo, há o estranho semiacústico pop rock ("Sophia's Song") e uma boa balada acústica "I'm Not The One". Tudo somado, parece haver mais variedade do que no álbum anterior, o que é bom. "Can not Get You Out Of My Mind" e "All Alone" estão um pouco abaixo do padrão. No entanto, " ho's The One To Blame", "Feed On Emotion", "New Religion", "Once In A Moment" e "Whose Heart" destacam se como algumas das melhores canções da banda até agora, e as cinco canções restantes têm melodias sólidas.
Temas:
01. Who's The One To Blame 02. Feed On Emotion 03. Can't Get You Out Of My Mind 04. By Now 05. Sophia's Song 06. New Religion 07. All Alone 08. Dead In The Water 09. Faith 10. Once In A Moment 11. Whose Heart 12. I'm Not The One
Banda:
Jack Himsworth (Drums) Paul Uttley (Vocals) David Thompson (Guitars) Robin Patchett (Bass) Kevin Fitzpatrik (Keyboards)
Lionville é um novo projeto banda a partir de Avenue Of Allies composta pelo italiano Stefano Lionetti. Ele reuniu Lars Säfsund (Work Of Art), Alessandro Del Vecchio (Eden’s Curse) e Pierpaolo Monti (Shining Line) à banda. Há também muitos convidados, incluindo Tommy Denander, Bruce Gaitsch e Arabella Vitanc. O disco leva de volta ao tempo de Boulevard, Giant, Bad English and Survivor, influências fortes, que podem ser ouvidas durante todo o disco. Realmente a música não é nova, todos nós já ouvimos isto antes, canções sobre amor e compreensão e letras cheias de emoção. Mas de qual quer maneira este disco tem uma musicalidade brilhante. Ele abre com Here By My Side e é seguido por With You, duas grandes canções cativantes. Thunder In Your Heart e The World Without Your Love são 2 canções escritas por pessoas de fora da banda. O primeiro é um cover de John Farnham de um obscuro filme dos anos 80 e o segundo é uma balada escrita por Richard Marx, Bruce Gaitsch e Amy Sky. Ambas as canções são fantásticas, duas das melhores músicas do disco. No End In Sight é uma balada muito emocional onde a voz de Lars Säfsund encaixa como uma luva, música excelente. A melhor música do disco é The Chosen Ones, um dueto com Säfsund e Arabella Vitanc e Tommy Denander nos solos de guitarra, esta canção é simplesmente fantástica. As grandes canções continuam com a balada Over And Over onde Lionetti canta. O disco termina com a incrível balada Say Goodbye, onde podemos ouvir a marca registada de Bruce Gaitsch na guitarra acústica. Um disco, mesmo dos grandes, geralmente tem um par de músicas de enchimento, mas neste disco não é o caso. Talvez Center Of My Universe seja a música menos conseguida, mas não é mau. Este é apenas um disco fantástico de Melodic Rock/AOR.
Тemas:
01. Here By My Side 02. With You 03. Center Of My Universe 04. Thunder In Your Heart 05. World Without Your Love 06. Power Of My Dreams 07. No End In Sight 08. The Chosen Ones 09. Over And Over Again 10. Dreamhunter 11. Say Goodbye
bonus tracks for Japan:
12. The World Without Your Love (Avenue AOR Version) 13. No End In Sight (Aiternative Version) 14. Say Goodbye (Acoustic Version)
Banda:
Stefano Lionetti - lead and backing vocals, guitars Lars Safsund - lead and backing vocals Alessandro Del Vecchio - keyboards, backing vocals Pierpaolo "Zorro11" Monti - drums, percussion
Convidados:
Mario Percudani - guitars Andrea Maddalone - guitars Anna Portalupi - bass Amos Monti - bass
Convidados Especias:
Arabella Vitanc - lead and backing vocals on track 8 Erik Martensson - backing vocals on track 4 Bruce Gaitsch - guitars on tracks 1,3,5,9,11 Tommy Denander - guitars on track 8 Sven Larsson - guitars on tracks 7,9 Matti Eklund - keyboards, vocals
Finalmente chegou e depois de tanto tempo de anseio para finalmente podemos desfrutar do novo álbum dos Lionville. E vale a pena, porque nós certamente temos um dos álbuns do ano, como foi o seu álbum de estreia. O primeiro trabalho deixou muitos perplexos, completamente fascinados, eu, pessoalmente, estava fascinado com o trabalho destes músicos o que é por um bom motivo, o género AOR foi rejuvenescido e elevado a outro estado, muito graças ao trabalho sensacional destes jovens. O novo trabalho dos Lionville está muito mais cuidado e trabalhado, tratados com muito mais empenho e paixão e que é evidente não só na qualidade dos temas, mas na participação notória e significativa de músicos que colaboram com a banda. Músicos fantásticos como Robert Sall (Work Of Art, WET), Mario Percudani (Hungryheart, Issa, Shining Line, Mitch Malloy), Alessandro Mori (Mitch Malloy, Moonstone Project), Anna Portalupi (Hardline, Mitch Malloy, Issa, Steve Lukather ) e o guitarrista Bruce Gaitsch (Richard Marx, Chicago), que colabora em sete faixas do álbum. Observe também a participação de Herman Furin (Work Of Art) e o saxofonista italiano Joe La Viola. Na composição dos temas estão envolvidos novamente Stefano, Pierpaolo Zorro Monti (Shining Line, Charming Grace), Robert Sall, Lars Säfsund e Alessandro Del Vecchio. Também colabora neste disco Miqael Persson (Eclipse, Toby Hitchcock, Giant) Nas fileiras do grupo, encontramos o grande Lars Säfsund nas vozes, na percussão Pierpaolo, Alessandro nos teclados e Stefano, nos acordes de guitarra. Tudo bem, excepto Pierpaolo, faz um grande trabalho no coro, algo tão típico do rock mais melódico, coros uniformes e delicados. Estes músicos voltam a fazê-lo. Voltam-nos a dar um álbum cheio de letras refinadas e letras sinceras acompanhadas por melodias suaves e energéticas. Dê-nos um outro disco para manterem o sonho. All We Need é a faixa de abertura deste trabalho novo e talentoso. Definitivamente criaram um som único no género AOR, um soft rock que passeia entre o melhor e a mais pacífica AOR West Coast. Uma questão directa com vocais incríveis, a voz de Lars é incrível, magnífica, uma voz virtuosa de se contemplar. O futuro do rock mais melódico está assegurado por estes músicos, tanto em suas respectivas bandas como em Lionville ou Work Of Art, estão presentes. Segue-se The Only Way Is Up, um tema orgulhoso e optimista, um ritmo enérgico Another Day, em tema directo onde se destaca mais o trabalho da guitarra de Stefano e a perfeição no coro. Simplesmente impressionante. Higher, outro dos tema carregado com grande energia, mas o que me cativou completamente foi No Turning Back, um grande mid-temp cheio de sentimento e de musicalidade. Uma tema elegante e impecável, como está sendo este disco. Com All This Time se voltam para aquele som AOR mais típico, um som anos 90, mais clássico, mais enérgico e com um refrão poderoso e cativante. Talvez minha canção favorita no álbum, mas eu tenho que saboreá-lo como merece e é talvez muito cedo para dizer. Mas estas faixas alegram a minha vida, eu estou cheio de nostalgia e bravura. Aqueles que adoram esse tipo de música e a levam param o campo mais íntimo e questões pessoais agradecemos temas assim. Next To Me, sétima canção no álbum que continua a surpreender. Ele tem um corte parecido com a anterior, um clássico AOR, mas também mais lento melancólico, com um coro muito agradável e muito refinado. As melodias que estes músicos criam são certamente extraordinárias, superiores em todos os sentidos. O seguinte é um presságio do tema, música excelente, extremamente requintada. Este tema é uma grande versão da música Waiting For A Star To Fall banda de AOR-Pop Boy Meets Girls. Honestamente, eu ainda estou gostando da versão original, mas a versão dos Lionville vai fazer justiça suficiente, conseguindo ter um excelente tema. Entrando na recta final deste grande álbum temos Don’t Walk Away, outro tema que se apoderou de mim, melódico com um som de rock mais forte e, novamente, um outro grande coro. Um detalhe importante é as letras destas músicas, todas positivas, incitam ao humor e ilusão. Poucas bandas conseguem produzir um álbum cujas canções, da primeira á última, são uma explosão de talento e génio. Tanto em Work Of Art como em Lionville, temos um extenso catálogo de temas de valor, todos e cada um deles. E assim vemos nestas últimas músicas do álbum "II" de Lionville. On In A Million bem podia estar no último álbum dos Work Of Art, um tema excitante, fenomenal, onde Lars continua a deixar-nos os ouvidos regalados com sua voz particular e magistral. Shining Over Me e Open Your Heart são as temas que colocam o toque final a este novo álbum Shining Over Me é outra faixa que mais me surpreendeu e disputa o lugar de melhor canção com All This Time. Outro tema directo e duro, directo para levantar o ânimo. Finalmente despedem-se com Open Your Heart, uma linda balada, sensível, outro destaque do álbum. Um tema realmente tocante.
Temas:
1) All We Need 2) The Only Way Is Up 3) Another Day 4) Higher 5) No Turning Back 6) All This Time 7) Next To Me 8) Waiting For A Star To Fall 9) Don’t Walk Away 10) One In A Million 11) Shining Over Me 12) Open Your Heart
LIONVILLE é:
Stefano Lionetti: Lead & backing vocals, electric & acoustic guitars, keyboards
Com:
Lars Säfsund: Lead & backing vocals Alessandro Del Vecchio: Keyboards & backing vocals Bruce Gaitsch: Electric & acoustic guitars Mario Percudani: Electric guitars Anna Portalupi: Bass Alessandro Mori: Drums & percussion
Very Special Guests:
Bill Champlin: Lead & backing vocals on “Higher” Tamara Champlin: Backing vocals on “Higher” Robert Säll: Guitars & keyboards on “All This Time” Sven Larsson: Guitars on “One In A Million” Peter Friestedt: Guitars on “Another Day” Joe La Viola: Saxophone on “Waiting For A Star To Fall” Herman Furin: Percussions on “Open Your Heart”
Os Slayer estão de volta com um novo álbum, 'Repentless'. Este é o 11º álbum da banda até à data, o primeiro ao fim de seis anos, o primeiro desde a morte do guitarrista Jeff Hanneman em 2013 e a inclusão de guitarrista do Exodus Gary Holt. São várias as estreias e notas de rodapé para este novo disco de uma das maiores bandas de thrash metal. O novo álbum pode parecer a continuação de onde "World Painted Blood" parou, na verdade, uma das faixas, "Atrocity Vendor" é uma faixa que sobrou desse álbum e também foi lançada em single. Ser a continuação não é necessariamente uma coisa má como a banda intensificara um pouco as canções e a produção onde é mais firme e menos turva. Enquanto as faixas mais antigas, como "Implode", que foi ouvida pela primeira vez, há algum tempo é muito reminiscente de "Public Display of Dismemberment" e "Atrocity Vendor" encaixam claramente com "World Painted Blood", é o material mais recente que realmente se destaca neste álbum. As 2 primeiras músicas (não contando a faixa de introdução muito boa "Delusions Of Saviour"), que são a faixa-título "Repentless" e "Take Control" são os temas thrash, mas não definem o tom para o resto do álbum onde as coisas abrandam como cada música chega ao fim. Fãs com medo da falta dos ataques de guitarra derivado á ausência de Jeff Hanneman, não tenham medo que Gary Holt faz realmente um trabalho tremendo preenchendo e mantendo o estilo Slayer com a assinatura razoavelmente intacta. A faixa-título, provavelmente, com o melhor exemplo disso. "Vices" é um pouco inspirado por death metal de uma forma que é groove e heavy riffs em conjunto enquanto "When The Stillness Comes" surge como ritmo doom. É neste ponto que o verdadeiro aspecto thrash tem diminuído e o álbum torna se muito mais Groove, o que não é necessariamente mau porque as músicas ainda são boas, mas se estás procurando um álbum completo de thrash, pois na segunda parte do álbum podes ter uma desilusão. A faixa mais notável pode ser "Piano Wire", que foi trabalhada por Jeff antes de seu falecimento. É tipo de música que não tem o groove de outras canções, mas tem uma forte atmosfera dark. Infelizmente não é a minha música favorita, mas eu tenho certeza que os fãs vão olhar para esta música como o último legado de Jeff nos Slayer. Para o fim do álbum está uma pequena joia em "You Against You". Ela começa como uma outra faixa mid-tempo, mas se transforma num grande thrash, é facilmente um dos destaques do álbum e um tema que me surpreendeu, pois é quase no fim do álbum. No geral "Repentless" tem definitivamente uma vibração "World Painted Blood" com pitadas de "Seasons In The Abyss" e "God Hates Us All", o som foi ligeiramente intensificado sem exageros, mas no final é um álbum dos Slayer.
Temas:
01 Delusions Of Saviour 1:55 02 Repentless 3:19 03 Take Control 3:13 04 Vices 3:32 05 Cast The First Stone 3:43 06 When The Stillness Comes 4:20 07 Chasing Death 3:44 08 Implode 3:49 09 Piano Wire 2:48 10 Atrocity Vendor 2:54 11 You Against You 4:20 12 Pride In Prejudice 4:13
Banda:
Tom Araya - vocals, baixo Kerry King - guitarras Gary Holt - guitarras Paul Bostaph – Bateria
Os rockers alemães Axxis que lançaram alguns grandes álbuns no final dos anos 80 e início dos anos 90. Depois de um par de álbuns dececionantes e uma ligeira mudança de estilo, a banda com este disco está de volta ao que fazem melhor: hard rock da qualidade. O tema de abertura "Shadowman" é um impressionante pedaço de melódico metal, com grandes guitarras, ritmos cativantes e um grande coro. Eles fornecem uma mistura de canções melódicas heavy up-tempo, um par de baladas e mais algumas músicas rock. Um par de canções são realmente heavy e enérgicas a comprovar que a banda está novamente de volta em forma. Um par de canções são simples demais, sendo aborrecidas e sem inspiração. Embora algumas canções não cheguem ao padrão de "Shadowman", há músicas de qualidade suficiente a serem encontradas aqui para manter os fãs do melódico hard rock satisfeitos. No geral, este é um CD que vale a pena ouvir. Além de tudo isso o CD tem uma boa produção limpa. Fãs de álbuns anteriores da banda, ou fãs de melódico hard rock, em geral, que gostam de grandes guitarras e grandes coros, vão encontrar neste álbum canções boas o suficiente para satisfazer o seu apetite. Temas:
1. Shadowman (4:33) 2. Like a Sphinx (4:08) 3. Flashback Radio (3:54) 4. Heaven in Black (3:40) 5. Only God Knows (4:01) 6. Sea of Love (3:50) 7. White Lights (3:35) 8. Why Not (2:59) 9. My Little Princess (3:28) 10. Without You (3:59) 11. Ice on Fire (3:36) 12. Kiss Him Goodbye (3:42) 13. Be a King (3:38)
Banda:
Bernhard Weiß / Vocals, Guitars Guido Wehmeyer / Guitars, Backing Vocals Harry Öllers / Keyboards, Guitars, Backing Vocals Kuno Niemeyer / Bass, Backing Vocals Richard Michalski / Drums, Backing Vocals
Quem segue o género e aprecia o melodic hard AOR vai encontrar neste 2º disco dos britânicos Escape, motivos para ficar contente. Assim de momento, coisas como Strangeways vêm-me à cabeça. Instrumental requintado, com impressionantes teclados e riffs possantes, temos aqui uma obra revivalista oitenteira com muita classe, algo que muitas bandas e projectos procuram aperfeiçoar, e sou capaz de dar alguns exemplos como Hardshine, Joey Summer entre muitos outros e outras nacionalidades também como itália, visto que estes dois exemplos provêm de terras de vera cruz.
Tal como os exemplos dados, Escape continuam a senda do Ultra melodic AOR, mas nestes casos encontro uma postura mais de evolução e de aperfeiçoamento do que própriamente de nadar no mesmo lago. Fundados pelo guitarrista de Bob Catley, Vince O'Reagan, nestes Escape, outros seus companheiros o acompanham neste 2º disco, Stevie K. Nas vozes,(o ponto fraco do disco; apesar do tom de voz ser o ideal a sua prestação não convence, parece ausente de espirito); Andy Mills no Baixo e Andy Pierce na bateria são agora acompanhados pelo rookie Irvin Parratt nos teclados.
As ilhas de sua majestade são prolificas em todas as variantes do género rock, e este AOR é marca registada e desenvolvida na década de 80, mutas foram as bandas que evoluiram a partir daqui, como os FM, Heartland, TEN, entre outros e a diferença que os destingue é só mesmo a perfeição e cuidado dos arranjos. O som podia estar mais bem afinado, mas,... como disse, seguem a senda da evolução e por isso o próximo será melhor. Bom disco para os apreciadores, sem temas épicos mas com audição fácil e agradável, eu até que gostei, e vocês?...
McLeod Falou!
Temas:
01. Lost And Found 02. Coming Home 03. Marianne 04. Restless Heart 05. Don't Leave Me Lonely 06. Where Are You Now 07. Borderline 08. Take Me To The Limit 09. Angel Eyes 10. Young Guns Dream 11. Calling Out To You
Banda:
Stevie K. (vocals) Vince O'Regan (guitar) Andy Mills (bass) Andy Pierce (drums) Irvin Parratt (keyboards)
No seu último álbum, o brilhante “Shrine Of New Generation Slaves” Riverside mostrou porque eles eram as novas estrelas do rock progressivo, também criaram um dos melhores discos lançados em 2013. O folheto afirma que estes músicos foram influenciados por Tool, Opeth e Porcupine Tree, que eu definitivamente estou ouvindo aqui, mas o vocalista Mariusz Duda parece levar a cabo uma abordagem vocal que se sente como mais deprimido Maynard James Keenan, que funciona bem com o pouco de estilo excêntrico, ainda uma boa abordagem da banda aqui. Estes músicos começaram com atmosferas dark metal nos seus primeiros trabalhos, por isso é bom ver que eles ainda estão continuando esse estilo nos seus trabalhos mais recentes e os fãs de prog ainda vão encontrar aqui muito do que gostar. Se não são as composições de teclado por si só, a quantidade superabundante de ricas texturas musicais certamente animam o tema e vai agarrar o ouvinte. Ela se sente como um Katatonia mais texturizado, embora menos pesado e mais técnico em termos de estrutura da canção. Por exemplo, "Salute Me" começa como um instrumental de Dream Theater e de seguida, parece entrar no cativante, material ainda bastante solene. É quase como uma história sentimental, bem como "#Addicted" embora seja mais uma tristeza cerebral que faz parecer que o próprio universo está chorando. É muito difícil de explicar e é algo que vais ter que ouvir para ser capaz de entender. Eles têm a tendência de serem atraídos para o material sombrio com um toque de brilho, que é exactamente o que Love, Fear and the Time Machine é. Como o disco continua, o mesmo acontece acertadamente com esta onda ácida de depressão, com uma ligeira excepção ligeiramente leve no coração com "Towards the Blue Horizon." Mas isso é quando um dos momentos acústicos mais sombrios que eu não ouvia há tempo entra com "Time Travelers." Ao contrário do que se poderia pensar, não é nem mesmo uma música progressiva em tudo. É uma balada, do tipo de me fazer olhar para o mundo e pensar nos dias em que eu era um menino e sentia as coisas mais simples. A última faixa do disco (Found) acrescenta um suporte vocal feminino suave até o fim, onde não conseguem adicionar apenas um toque de teclados prog e momentos de guitarra solo, que são absolutamente caracterizadas em grande abundância. Mas quando o álbum não está lançando atmosferas prog bombásticas, é chafurdar em desespero, ou, pelo menos, oferecer um pouquinho mais de tristeza do que seria de esperar do género.
Тemas: CD1:
01. Lost (Why Should I Be Frightened by a Hat?) 05:51 02. Under the Pillow 06:47 03. Addicted 04:52 04. Caterpillar and the Barbed Wire 06:56 05. Saturate Me 07:08 06. Afloat 03:11 07. Discard Your Fear 07:00 08. Towards the Blue Horizon 08:09 09. Time Travellers 06:41 10. Found (The Unexpected Flaw of Searching) 04:03
Roqueiros Alemães Shotgun Express trazem-nos 'Blues Gypsy' ultimo álbum da banda lançado em 05 de abril através Sound Guerilla Records/DA Music. Fundada em janeiro de 2009 por Diamond Flow vocalista, os guitarristas Johnny Cobra e Scott Damn, baixista Robin Robben e o baterista Matt Lush, Shotgun Express oferecem uma mistura explosiva de sleaze, hard e punk rock. Eles vão levar-te numa viagem sem retorno de Groovy riffs de blues, hard rock e músicas rápidas até baladas de partir o coração. Ao saber como é ser um bandido, um desajuste social ou não apropriado para a actividade principal, suas letras falam todas em combater seus demónios. Shotgun Express oferece um show ao vivo explosivo (provado em shows com Rhino Bucket, CJ Ramone, Psychopunch e muitos mais) que caracterizam a bateria esmagadora, um baixo de bombeamento, amplificadores Marshall e gritos de um gritador hiperactivo.
Temas:
01. Shotgun Express 02. From The Gutter 03. Gypsy Blues 04. Gentleman 05. Angel Without Wings 06. A Wasted Life 07. Victory Or Death 08. L.A.M.F. 09. Suicide. 10. When A Man Loves A Woman
Banda:
Diamond Flow - Vocals Johnny Cobra - Guitar Scott Damn - Guitar Robin Robben - Bass Matt Lush - Drums
Juntar a melodia naïve do sleaze rock e o poder do metal é a receita simples, mas produtiva dos alemães Helldorados. O grupo de Estugarda possui aquele sentido de coerência das bandas germânicas, que lhes permite lidar com os mesmíssimos elementos musicais de trilhões de outras bandas e apresentar a energia de quem está a fazer a melhor música do mundo. Isso e um tom vocal de Pierre que, por vezes, puxa ao thrash dos Metallica parece estar a deixar um rasto de explosão nesta estreia dos Helldorados na Alemanha. A coisa é compreensível quando percebemos que o quarteto não complica o que pode ser simples, aposta em melodias contagiosas nos refrões e depois não tem medo de repeti-los até entrarem na cabeça do ouvinte e blinda as estruturas das suas canções com uma ausência de partes desnecessárias que não encaixa na curta carreira e experiência que têm. Ainda assim estamos a falar essencialmente de sleaze rock, embora com uma pitada de thrash e, por isso, «Helldorados» vale o que vale: um disquinho interessante, com um punhado de boas canções mas que não é mais do que isso. E nem os Helldorados procuravam algo mais, apostamos.
Temas:
01. In The Beginning 01:25 02. Never Gonna Stop 03:14 03. You Live, You Learn, You Die 03:09 04. Go To Hell 03:18 05. Changes 03:49 06. Shout Out 03:45 07. Hunter 03:16 08. Double Dealer 03:30 09. Gone 03:39 10. Torture Is My Name 03:47 11. Girls 03:39 12. Got Laid 04:41
Banda:
Pierre (vocals) Steve (guitars) Gunnar (bass) Chris (drums)
Hair of the Dog é um power trio formado em Edimburgo, na Escócia, pelos irmãos Adam (vocais e guitarras) e Jon Holt (bateria) e um velho amigo de ambos, Iain Thomson (baixo), todos amantes do rock dos anos 70 que desde os seus tempos de escola como muitos de nós, em parte ficaram presos ao som de Zeppelin, Hendrix e Black Sabbath. “Siren´s Song” começa como uma tempestade, riffs implacáveis de "Into the Storm" agitando fortemente para dar-te e colocar-te de aviso sobre o que podes esperar destes 46 minutos seguintes. “You Soft Spoken Thing”, tem o som anos 80, hard, mas com os vocais harmoniosos e limpos, cativantes, os riffs de Adam se reafirmam até ficares preso ao tecto. Facilmente poderia vir junto a “Don´t Know My Name”, tema que começa cru mas que muda para um delicioso blues com o Adam Holt impecável. Vocalizações perfeitas, notas ao estilo Coverdale e Glenn Hughes aveludando calorosamente a base rítmica, tudo acontece de uma forma consistente, a transição entre temas, linhas de baixo e percussão robusta. “The Spell” traz a primeira quebra, o envelhecido de sabor de blues, entre Lonely Kamel e Mount Carmel, um dos pontos mais altos do disco mais pela energia que respiram do que pela originalidade que podem ter. “Weary Bones”, foi o segundo single que nos apresentaram, uma balada que pode trazer-te a recordação de alguns dos temas mais soul de Graveyard, também pode invocar Whitesnake, assim como podem chegar a soar aos anos 80. O lógico seria pensar que o disco está perfeito mas que em algum momento pode descer em qualidade ou intensidade, mas isso não vai acontecer, “Gypsy Eyes” segue a linha de “The Spell”, dinâmicos blues rock de alto calibre, as vocalizações são impressionantes, uma grande voz tem este rapaz e uma tremenda habilidade na guitarra. “My Only Home” é uma diferente demonstração de talento, combina passagens de clássico rock com toques modernos mais stoner com muita energia. “Wage With The Devil” foi o primeiro tema que mostraram de “Siren´s Song”, tem um toque Clutch que misturado com o som hard rock o põe como um dos melhores temas do disco, um tema vibrante. Reservado para o final ficou o tema principal “Siren´s Song”, separado em 2 partes, a primeira instrumental, carregada de atmosfera psicadélica anos 70, muito ambiente e finos detalhes, a segunda parte, é como começaram, com os elevados decibéis de hard rock, guitarras pesadas e agudas mais algumas das melhores vozes do disco. Um final de luxo, este tema poderia ter aberto o álbum, mas como o tema principal, Hair of the Dog constrói música simples e sem complexos, só pelo prazer de tocar. “Siren´s Song” não tem momentos altos, todo o disco é bom e de grande nível, muito homogéneo na estrutura mas com vaivéns harmónicos que atribuem um dinamismo que é um prazer ouvir. Hard Rock em estado natural, sem condimentos desnecessários, claro em todas suas linhas instrumentais, grandes momentos vocais e grande inspiração.
Temas:
1. Into The Storm 2. You Soft Spoken Thing 3. Don't Know My Name 4. The Spell 5. Weary Bones 6. Gypsy Eyes 7. My Only Home 8. Wage With The Devil 9. The Siren's Song Part 1 10. The Siren's Song Part 2
Banda:
Adam Holt - Guitar/Vocals Jon Holt - Drums Iain Thomson – Bass