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sábado, 18 de abril de 2026

Hardline - Shout (2026) USA

Existem bandas que tentam emular o Hard Rock clássico, e existem bandas que são a própria definição do gênero. Em 2026, os Hardline provam que pertencem ao segundo grupo. Com o lançamento de Shout, Johnny Gioeli e a sua equipa não apenas mantêm o nível de excelência, como entregam um álbum que soa orgânico, grandioso e, acima de tudo, autêntico.

Aqui está a nossa análise detalhada deste que já nasce como um dos melhores discos da carreira da banda:


Avaliação: Hardline – Shout (2026)

A Força de Johnny Gioeli e Luca Princiotta

Atualmente, Johnny Gioeli é o coração pulsante dos Hardline. A sua voz, que parece imune à passagem do tempo, continua a ser uma das mais potentes e emotivas do Rock mundial. Ao seu lado, o guitarrista Luca Princiotta surge como o parceiro ideal, "armando" o álbum com solos e riffs que elevam a fasquia técnica sem perder o foco na canção.

A produção de Alessandro Del Vecchio traz aquela cor e classe habituais, garantindo que a melodia nunca seja sacrificada em prol do peso, mas que o impacto seja sentido em cada batida.


Destaques das Faixas: Entre o Clássico e o Poderoso

Faixa

Estilo

O que a torna única

"Rise Up"

Hard Rock Técnico

Execução impressionante; a banda mostra um entrosamento incomparável.

"It Owns You"

90s Swagger

Uma viagem direta a 1992. Arrogância e confiança num refrão matador.

"When You Came Into My Life"

AOR de Elite

O piano de Del Vecchio conduz uma peça melódica que simplesmente decola.

"Mother Love"

Cinematic Rock

Expansiva e em grande escala, soa como parte de uma banda sonora épica.

"Candy Love"

80s Anthem

Homenagem propositada a "Let It Rock" (Bon Jovi). Pura nostalgia de punhos erguidos.

"Welcome To The Thunder"

Power Metal Fusion

Uma ideia inspirada nos Scorpions que flerta com o Power Metal. Genial.


A Essência de "Beber a Vida"

Em "I'm Leaning On It", Gioeli canta: "Beba a vida que estou vivendo". Esta frase resume o espírito dos Hardline em 2026. Eles não estão a fingir ou a seguir uma fórmula por obrigação; eles vivem este som.

"O Hardline sempre soube que melodia não é fraqueza. Shout é a prova de que se pode ter um groove pesado e moderno em faixas como 'Rise Above No Fear', sem nunca perder a textura que os fãs de longa data adoram."

O Encerramento Emotivo: "Glow"

O álbum termina com "Glow", e é impossível ficar indiferente. Uma balada ao piano onde Gioeli entrega um vocal magnífico. O peso emocional aqui é real: a canção é dedicada aos cães que a banda salvou coletivamente ao longo dos anos. É um tributo ao luto e ao amor pelos animais que eleva o disco de "muito bom" para "especial".


O Veredito Final

Shout é o quinto álbum dos Hardline em dez anos — um ritmo de produção impressionante que não afetou em nada a qualidade. É um disco que faz a grandiosidade parecer fácil. Johnny Gioeli continua a ser o mestre de cerimónias de um espetáculo de Hard Rock que recusa envelhecer.

Nota: 9.3/10

Destaques: "Rise Up", "Candy Love", "Glow".

Recomendado para: Fãs de Bon Jovi (fase Slippery), Scorpions, Journey e qualquer pessoa que aprecie Rock melódico com alma e potência.


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sábado, 10 de julho de 2021

POST DA SEMANA : Hardline - Heart, Mind and Soul (2021) USA

HARDLINE está de volta com sua nova obra intitulada " Heart, Mind and Soul ". O novo álbum lançado pela Frontiers Music em julho. Com a grande e clássica estreia " Double Eclipse " em 1992, a banda conseguiu criar uma forte reputação em torno de seu nome.
A segunda etapa veio com " II " em 2002. Um álbum sólido que incluía alguns crackers realmente. " Leaving The End Open " foi uma obra de rock mais moderna, mas, outra amostra forte. A incrível " Danger Zone ", de 2012, viu Hardline regressar aos caminhos clássicos do hard rock de sua estreia. " Human Nature " e " Life " eram ambos bons.
Hoje em dia, com " Heart, Mind and Soul " Hardline está lançando um álbum que combina perfeitamente o som clássico hard rock da estreia com a mais nova era da banda. Johnny Gioeli é, como sempre, um cantor incrível. Sua voz é única e junto com músicos muito talentosos ao seu redor, ele está entregando um grande trabalho! Os licks de guitarra de Mario Percudani estão fumegando e a secção rítmica de Anna Portalupi (baixo), Marco Di Salvia (bateria) e Alessandro Del Vecchio (teclas) está forte.
Há muitos rockers aqui o suficiente para fazer te cantar longamente e aumentar o volume para o máximo. " Fuel To The Fire ", " Surrender ", " Waiting For Your Fall ", " Heartless " e o groovier " 80's Moment " são puramente HARDLINE e com sua batida acelerada e som poderoso eles vão fazer te cantar por muito tempo. Claro, os destaques não param por aqui; dá uma olhada na ultra melodiosa e maravilhosa " If I Could I Would ", que tem falhas na perfeição, e as músicas mais descontraídas de " We Belong " e " Heavenly ", que também são óptimas.
No geral, a mais nova obra de HARDLINE "Heart, Mind and Soul" é uma óptima amostra de puro hard rock, de maneira que todos os seus músicos colocam o coração, mente e alma em cada momento.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Hardline - Life (Japanese Edition) (2019) USA



Embora não tenhamos notícias do Hardline desde 2016, um membro da banda teve um movimentado ano de 2018. O fundador e vocalista Johnny Gioeli lançou dois álbuns no ano passado, Set The World On Fire com o ex-colega Deen Castronovo e seu próprio álbum solo, One Voice. Agora Hardline regressa com o seu sexto e último álbum, Life , apresentando dois novos membros, o guitarrista Mario Percudani e o baterista Marco Di Slavia.
Em certo sentido, Life é apenas uma continuação do som hard e heavy de Human Nature de 2016. Alternativamente, eu diria que este álbum é ainda mais pesado do que seu antecessor, o suficiente para chamar ao som dos Hardline, melódico heavy metal rock. Os riffs são mais nítidos, as ligações mais empoladas, a seção rítmica mais ousada e trovejante, e Gioeli, talvez, até um pouco mais forte e enfurecido na sua presença vocal. Claro, há alguns momentos mais amenos para uma música, como o colapso elétrico mais suave no Hold On Tight. Principalmente, há temas espetaculares de metal rockers como Place To Call Home, Take A Chance ou Chameleon. Mesmo as baladas podem ser heavy metal duro como o Who Wants To Live Forever e Page Of Your Life, apesar de suas linhas de piano persistente. Por outro lado, Hardline pode trazer o doce, por assim dizer, nas baladas This Love e especialmente My Friend, que gira em torno da guitarra acústica e da harmonia vocal. Então, se gostas do seu clássico rock um pouco mais ousado, um pouco mais difícil, os Hardline e Life oferecem te melódico heavy metal rock muito bom.


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

HARDLINE - Human Nature (2016) USA


Seguindo o renascimento da banda que aconteceu com o lançamento de "Danger Zone" em 2012, HARDLINE reagrupou-se em torno do fabuloso vocalista Johnny Gioeli ( AXEL RUDI PELL ) com a produção e excelentes habilidades no teclado de Alessandro Del Vecchio (RATED X, RESURRECTION KINGS, REVOLUTION SAINTS), os talentos do guitarrista Josh Ramos ( THE STORM ), e a poderosa seção rítmica composta pela baixista Anna Portalupi ( Tarja ) e o baterista Francesco Jovino ( PRIMAL FEAR , JORN ). Todos estes músicos têm um pedigree impressionante, mas o que faz dos HARDLINE tão especial é quando os seus talentos únicos e diferentes se misturam.
A meta para seu novo álbum era ter uma versão mais pesada e atualizada do som original HARDLINE. Pense no álbum de estreia de 1992 de "Double Eclipse", actualizado para o século 21, com um som mais corajosos e mais a frente. Hinos, canções de hard rock é o que tu podes esperar deste disco e hook após hook, riff após riff, tu vais gostar deste impressione álbum!



domingo, 5 de abril de 2015

HARDLINE - DANGER ZONE (2012) USA\ITALY


Só de saber que Hardline vão editar um novo disco fico logo em pulgas. Quanto a mim, Double Eclipse é um dos discos mais bem conseguidos da história do rock melódico. É daqueles discos que se come até as cascas e ainda sabe a pouco. Só que já é a terceira vez que fico desapontado, a sequela de Double Eclipse nunca mais acontece. MAS,.... este disco está um bocado "muito" melhor do que os dois antecessores; mas para isso se interiorizar dentro de vós, devem fazer como eu, esquecer D\E e pensar numa banda de alto calibre que acaba de editar uma surpreendente coleção de temas e ...... e é impossivel, quem é que estou eu a enganar? Quando se ouve a voz do Joe G. vem-nos logo à cabeça Dr Love; Life's A Bitch; Rythm From A Red Car; até nisso o Joey tem azar, ouvimos tantas e tantas vezes essas musicas que só as primeiras notas vocais matam logo o artista e a sua intenção de nos agradar com novas e frescas ideias. Mas se eu quisesse fresco ia ao frigo ou ao mercado do peixe. Eu, e todos aqueles que veneram aquele fabuloso disco, ainda não ultrapassaram essa fase e aínda estão à espera de mais do mesmo passados 20 anos.
Mas vamos lá fazer um esforço para dar uma oportunidade aos rapazes e a este disco. Joey, já tinha desistido dos Hardline, pelo menos para os próximos anos, mas o Alessandro Del Vecchio, conhecido compositor e musico apresentou-se na Frontiers Records com um punhado de temas em que gostava de ter Joey como a sua voz. Aceitando a aproximação ao som de Hardline todos concordaram que seria boa ideia reformular a banda com aqueles temas e assim Joey aceitou fazer um novo disco. Disco feito, algo que acho que está mal é a ordem dos temas, "What I'd Like" devia ser a primeira, iniciar o disco com este tema era demonstração de afirmação e de coragem, sem medo de dizer que estão de volta, de peito feito como os garnizos, porque é talvez aquele tema que mais se aproxima do legado Hardline. Existe aqui algo que ainda não funciona totalmente que é o legado, é que Alessandro pode ser um fantástico compositor, mas ainda não é um Hardliner, e estes temas quase todos escritos por si são muito hard fm 80teiro, mas só umas tounés a interiorizar os êxitos farão dele alguém de pleno direito para reavivar, na plena ascenção da palavra, os Hardline; é que ainda não basta só o querer. Algo que ressalta pela positiva, e não me interpretem mal, neste disco quase tudo é positivo; foi a inclusão de "uma" baixista, Anna Portalupi ( Mitch Malloy)! Não é pelo facto de ser mulher, mas sim pelo facto de termos backing vocals em feminino que dá uma maior amplitude aos coros. Devido ao Alessandro que é originalmente um keyboarder, neste disco aparecem introduções mais tecno\pop dance, e arranjos de teclas, linhas de melodias e solos que não sendo Hardline são extra-fabulosos, e neste sentido recomendo-vos a faixa "please have faith in me". "Show me your Love", outro tema com aproximação ao legado, um tema rocker expansivo e fácil de reter na memória. Quanto às guitarras, óptimo trabalho, mas em termos de linhas de solo tem um som muito similar aos teclados que se mistura na multidão preta e branca e desvanece, porque Alessandro exagera nos solos e linhas de teclas. de Joey ni una sola palavra, alomejor,... fantástico! Grande àlbum com excelentes musicas, soberbas interpretações mas ainda falta rodagem para poder-mos ter um verdadeiro Hardline, é que aquele groove\glam próprio da cena americana, para os outsiders tem que ser assimilado "to the core". Vamos dar-lhes mais algum tempo, mas não 20 anos, mais algo do tipo um anito e logo se verá! Podemos comparar ao mais recente James Bond. Quem cresceu a ver 007, leva de repente uma bofetada e é claro que não fica satisfeito. Craig até pode vir a ser um excelente james bond, mas a malta quer é um 007 sedutor e que enfrenta a morte com uma piada cínica e um sorriso nos lábios e não filmes de acção, para isso temos o Bruce Willis, o Stallone, e muitos outros. A produção tem que o colocar a arrebatar as fêmeas e mais nada. E com hardline é quase igual, para recomeço não está mal, mas há que orientar para o legado, e deixar de pensar que vão fazer dinheiro fácil desta maneira ou senão Hardline não tem interesse, mais vale fazerem um anagrama do nome tipo Linehard, e era por isso que Joey não queria continuar, porque passará a ser vulgar, será só mais um.
McLeod Falou!



Temas:
  1. Fever Dreams
  2. 10.000 Reason
  3. Danger Zone
  4. What I'd Like
  5. Stronger Than Me
  6. Never Too Late For Love
  7. Stay
  8. I Don't Want To Breakaway
  9. Look At You Now
  10. Please Have Faith In Me
  11. Show Me Your Love
  12. The Only One
Banda:
Johnny Gioeli - lead vocals
Alessandro Del Vecchio - keyboards and backing vocals
Thorsten Koehne - guitars
Anna Portalupi – bass, backing vocals
Francesco Jovino - drums