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sábado, 1 de agosto de 2026

Sinner - Boom Bang Goodbye (2026) Alemanha

Quarenta anos de estrada no Heavy Metal não são para qualquer um. Quando um nome lendário como os alemães Sinner decide fechar o ciclo, a expectativa mistura-se inevitavelmente com a nostalgia. Com Boom Bang Goodbye (2026), liderado pelo inconfundível Mat Sinner, a banda entrega não apenas um derradeiro álbum de estúdio, mas uma carta de amor definitiva ao Metal Melódico que ajudaram a moldar.

Avaliação: Sinner – Boom Bang Goodbye (2026)

A Despedida com o Sabor dos Anos 80

O álbum abre com a simbólica "Dreams Can Come True", servindo como um manifesto de uma carreira construída com suor, visão e resiliência. O que se segue é uma aula de como soar moderno sem nunca trair as raízes dos anos 80. O equilíbrio perfeito entre a robustez do Heavy Metal tradicional e ganchos melódicos acessíveis continua a ser a grande imagem de marca de Mat Sinner.

Convidados de Luxo e Coesão Vocal

Embora Michael Bormann e Ronnie Romero assumam a maior parte das lides vocais com uma segurança impressionante, o álbum transforma-se numa verdadeira celebração do género graças a participações especiais cirúrgicas:

  • Björn “Speed” Strid (Soilwork) injeta uma energia vibrante em "Are You Ready".

  • Erik Mårtensson (Eclipse) brilha em "Born to Run", faixa que ainda conta com o regresso do guitarrista de longa data Mathias “Don” Dieth.

  • Michael Sadler (Saga) empresta a sua voz inconfundível a "Turn the Page", o ponto central emocional do disco, elevando a carga reflexiva da música a outro patamar.

Mapeamento do Legado

Faixa

Vibe / Estilo

O que esperar

"Dreams Can Come True"

Emocionante

Uma introdução carregada de significado e história.

"Wait"

Clássico Sinner

O ponto de equilíbrio perfeito entre peso e melodia.

"Leave It All Behind"

Balada Poderosa

A tradição das grandes baladas emotivas da banda.

"Hellbreaker"

Impactante

A prova de que o Heavy Metal do Sinner continua feroz após 40 anos.

"Turn the Page"

Reflexiva (c/ Michael Sadler)

Profundidade melódica e arranjos vocais soberbos.

O Peso da Nostalgia sem Sair de Cena

O grande mérito de Boom Bang Goodbye é evitar a armadilha do saudosismo choroso. Faixas como "Under the Moonlight" mantêm a intensidade lá em alto, com riffs cortantes e uma secção rítmica demolidora. Sente-se a emoção e o peso do adeus, mas a energia que transparece em cada acorde é a de uma banda que ainda ama profundamente o que faz.

"Boom Bang Goodbye é o capítulo final perfeito. É difícil aceitar que seja o adeus definitivo de uma banda com tanta identidade, mas se é para fechar a cortina, que seja com um hino estrondoso e de cabeça erguida."

O Veredito Final

Boom Bang Goodbye coroa majestosamente a trajetória de quatro décadas dos Sinner. É um álbum coeso, repleto de hinos marcantes, performances vocais de alto gabarito e uma produção que honra o passado enquanto brilha no presente. Uma despedida exemplar para uma verdadeira instituição do metal europeu.

Nota: 9.0/10

Destaques: "Turn the Page", "Hellbreaker", "Leave It All Behind".

Recomendado para: Fãs de Sinner, Primal Fear, Accept e de todo o Heavy/Melodic Metal germânico de elite.


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sábado, 16 de julho de 2022

Sinner - Brotherhood (2022) Alemanha

Mat Sinner foi integrado em muitas bandas e projetos por décadas. Principalmente ele é a força motriz, alimentada por uma paixão desenfreada pelo rock e pelo metal.
Tudo começou nos anos 80, quando Sinner estreou com 'Wild'n'Evil'. Lenta e constantemente, Mat Sinner e sua banda construíram uma base sólida de fãs e foram álbuns como 'Touch of Sin' e 'Comin' Out Fighting' que tornaram a banda conhecida além das fronteiras de seu país de origem. Embora muitos outros projetos ocupassem espaço em sua agenda lotada, Mat Sinner sempre conseguia encontrar tempo para Sinner.
Com o álbum anterior 'Santa Muerte' a banda seguiu novos caminhos. Vocais femininos e uma forte influência dos Thin Lizzy caracterizaram o álbum. O novo álbum 'Brotherhood' é um passo de volta às raízes sem que os Sinner se copie. O metal está novamente em primeiro plano e as músicas de 'Brotherhood' soam mais ousadas e ásperas. É a faixa-título que cria clareza imediata aqui e no que diz respeito ao seguinte 'We Came to Rock' é evidente que Sinner está de volta ao metal.
Pesado, mas mais lento é 'Refuse to Surrender'. Aqui é o ritmo de condução e as guitarras poderosas que dão força à música. O headbanging está na ordem do dia com sucessos como 'The Rocker Rides Away', enquanto o mais lento e sombrio 'The Last Generation' mostra todo o espectro de Sinner em 2022. O que também torna 'Brotherhood' um álbum muito interessante é a lista de vocalistas convidados que Mat Sinner poderia ganhar para o novo disco. Oliver Palotai, Ralf Scheepers, Ronnie Romero, Tom Englund e o ícone do death metal Dave Ingram, todos contribuíram para a classe deste álbum.
'Brotherhood' é mais do que apenas um novo álbum dos Sinner. É uma afirmação de que a chama ainda está viva, um apelo musical por coesão e apoio mútuo. Muito bom.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Sinner - Santa Muerte (Japanese Edition) (2019) Alemanha



Depois de ter lançado um álbum de primeira linha com "Tequila Suicide" em 2017 (alcançando a posição nº 49 nas paradas alemãs), a banda em torno do cérebro Mat Sinner (Primal Fear, Voodoo Circle, Rock e Classic), criou outro álbum matador sem enchimentos! Apresentando convidados como Ronnie Romero (Rainbow) e Ricky Warwick (Black Star Riders) "Santa Muerte" vem com uma surpresa adicional para todos os ouvintes: Sinner apresenta Giorgia Colleluori, um novo membro permanente da banda, compartilhando as vozes com Mat Sinner.
Fonte: AFM Records



sexta-feira, 31 de março de 2017

POST DA SEMANA Sinner - Tequila Suicide (2017) Alemanha



Apesar de estar envolvido em muitos projetos musicais como Primal Fear e bluesy hard rockers, Voodoo Circle, Mat Sinner sempre encontra tempo para trabalhar com sua banda, SINNER. Agora temos o lançamento de seu novo álbum de estúdio "Tequila Suicide", produzido por Mat e pelo grande Dennis Ward. O álbum combina composições sólidas com um som poderoso e equilibrado.
Temos vários músicos convidados de alta classe, como Gus G de Ozzy Osbourne & Firewind, Ricky Warwick (The Almighty, Thin Lizzy), Magnus Karlsson (Primal Fear) e Pete Lincoln (Sailor, Sweet) que contribuíram para este novo trabalho.
Mas o núcleo de Sinner sempre foram as vozes melódicas de Mat Sinner e um bom instrumental, e "Tequila Suicide" não é uma exceção.
A primeira faixa 'Go Down Fighting' começa o álbum com uma nota muito pesada que vai soar grande no seu auge. A faixa tem uma sensação de tradicional metal ao estilo de Thin Lizzy e Saxon com os riffs e a voz enérgica.
Depois é a faixa-título 'Tequila Suicide' que também é uma faixa up-tempo, mas impulsionada por uma melodia cativante e uma vibração dos anos 80. Os amantes do clássico metal alemão como eu apreciarão muito.
A introdução de 'Road To Hell' soa muito como Scorpions em Rock You Like A Hurricane, mas depois entra em território completamente diferente com licks de guitarra melodiosa e linhas de baixo groovy. ‘Dragons’ tem elementos de melódico metal como é implícito pelo nome, e é outra canção direta tonificada limpa com muita guitarra e teclados.
'Battle Hill' é outra faixa hipnotizante com acústica na mistura e algumas vibrações celtas, com um cheiro de "hino", mas não do tipo destinado a arenas. Eu acho que 'hino' é a palavra. É a música que me pareceu ser a melhor do álbum.
A faixa seguinte, 'Sinner Blues', é um pouco diferente do som habitual de Sinner e resultou numa grande experiência. Bem, pelo menos para esta banda, já que Mat já criou este tipo de músicas com Voodoo Circle.
Esta faixa prova que a banda Sinner é mesmo boa e como eles têm criado algo completamente diferente do seu som. Os amantes do blues apreciarão esta guitarra bombástica e a voz bluesy da velha escola.
'Why' traz de volta o fluxo da música heavy e promete que este álbum tem mais doces para os nossos ouvidos.
As duas faixas seguintes são também composições sólidas; 'Gypsy Rebels' com um som forte, 'Loud Clear' é um choque antes do conclusivo 'Dying On A Broken', uma música tranquila e agradável com fundo bluesy.
Sendo uma banda que foi colocada na mesma plataforma que outras lendas alemãs como Scorpions e Accept, Sinner provou a sua experiência musical mais uma vez com este novo disco "Tequila Suicide".
Tendo elementos de heavy rock / clássico metal com algumas experiencias como 'Sinner Blues' (bem, é clássico rock depois de tudo), este álbum definitivamente tem rock para todos.



segunda-feira, 25 de maio de 2015

SINNER – TOUCH OF SIN 2 [BEST OF] (2013] ALEMANHA


Existem algumas coisas na vida que não devem de ser mexidas, e o legado sinner, a não ser que tenha uma abordagem correcta, é uma dessas coisas. Quem não conhece Sinner, o projecto de Matt Sinner, um agente musical que dispensa apresentações, musico, compositor, produtor e outras coisas mais, é um dos mais reputados nomes do heavy metal mundial. Hoje em dia, entre outras coisas é o director musical e baixista da banda Primal Fear. A sua carreira começou no final dos anos 70, mas o seu impacto no metal começou em 1982 com a criação da banda Sinner. Sinner tornaram-se um icone no hard'n'heavy melódico, e como poucos serão aqueles que não conhecem esta fabulosa banda desta vez vou partir do principio que isso já é matéria sabida e quase esquecida, por isso vou continuar com a minha desilusão. Como matt deve de andar com uma grande preguiça decidiu pegar em alguns dos melhores temas de Sinner e dar-lhes uma nova roupagem. Erro! Os temas recuperados para este disco foram escritos para a posteridade e com um impacto que pedia a sinner que os levásse mais longe com a actual tecnologia e não uma descompressão mais hardrocker para motards. Mas isto é a minha opinião, porque esperava exactamente que um dia Sinner fizesse o oposto do que fez aqui neste caso, e desse mais força a temas como germany rocks, concrete jungle entre muitos outros, tirando-lhes mesmo pitch!
Passado o meu amuo, este best of recuperado em novas roupas é um disco muito bom, hard rock melódico com uma atitude vocal mais gutural a arranhar o hard, apesar de que esse é o tom de Matt. As musicas foram bem escolhidas, mantendo a escrita original fazendo apenas arranjos devido às mudanças sonoras, dá para os mais novos ficarem curiosos e pedirem por mais, procurando a discografia original deste fantástico grupo por onde passaram muitos dos musicos de top do heavy metal germânico. Mesmo assim e depois de 4 audições desde que estou a escrever esta resenha; hoje estou muito lento; prefiro cada vez mais os originais que já tardam em saír remasterizados; será este disco um sinal dessas tão esperadas edições? A ver vamos. Não vale a pena dissertar sobre a musica porque a produção é do melhor que há, os musicos idem idem, e o produto final excelso; mas eu continuo a preferir os originais, meu! O gajo é surdo! Eheheheheh....
enfim, um regresso ao passado, descomprometido, popalhado ou punkalhado, é bom? ....é.... raios...
recomendado a todas as idades credos e clubes de futebol, eheheheheh
McLeod Falou!


Temas:
01. Born To Rock (4:38)
02. Comin' Out Fighting (3:04)
03. Bad Girl (3:50)
04. Knife In My Heart (4:28)
05. Concrete Jungle (3:08)
06. Don't Believe A Word (3:53)
07. Shout (3:37)
08. Germany Rocks (3:48)
09. Danger Zone (3:16)
10. Emerald (3:52)
11. Blood On The Sand (3:13)
12. Lost In A Minute (2:36)
13. Masquerade (3:21)
14. Heat Of The City (2:58)

Musicos:
Mat Sinner – Bass & Vocals (Primal Fear, Cans, Voodoo Circle)
Henny Wolter – Guitars (Primal Fear, Viva, Thunderhead)
Christof Leim – Guitars (The Traceelords, The New Black)
Klaus Sperling – Drums (Primal Fear, My Darkest Hate, Wasteland)




sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Sinner – One Bullet Left (2011) Alemanha



Três anos depois da de "Bater & Burn ', SINNER voltaram com o seu 17º álbum ‘One Bullet Left’! E houve uma série de mudanças nesses anos: exceto Christof Leim, que está a tocar o seu terceiro álbum por comando de Mat Sinner, o mentor substituiu todas as outras posições. Três novos companheiros, mas bem conhecidas chegaram a bordo para apoiar o projeto Swabian: Alex Beyrodt (PRIMAL FEAR / CIRCLE Vodoo), Alex Scholpp (Tarja) e André Hilgers (RAGE / PRIMAL FEAR). Sim, você está certo! Três guitarras neste álbum vão agradar ao ​​público de SINNER - e é bom vale a pena !
Embora SINNER seja bastante impressionante pelo caminho do hard rock de acordo com o projeto de metal PRIMAL FEAR, ‘One Bullet Left’ vai incendiar a casa. Desde o início, SINNER está mostrando que Hard Rock e Metal não são apenas uma "coisa dos anos 80" de velhos com cabelos longos e um certo tipo de barriga de cerveja! Na verdade, com 'The One You Left Behind "," Back On Trail "(uma reverência incrível para THIN LIZZY), '10 2 Death ", "Atomic Playboys" e "Suicide Mission", estes músicos conseguem ter um desempenho impressionante mesmo depois de quase 30 anos no negócio SINNER facilmente são capazes de o fazer balançar a cabeça e bater o pé.



Temas :
01. The One You Left Behind 03:39
02. Back on Trail 03:56
03. Give & Take 04:54
04. One Bullet Left 04:40
05. 10 2 Death 03:14
06. Haunted 05:20
07. Atomic Playboys 04:36
08. Suicide Mission 03:30
09. Wake Me When I’m Sober 03:56
10. Mind Over Matter 04:00
11. Mend to be Broken 03:53
12. Rolling Away 04:56
Banda:
Mat Sinner - Vocals, Bass (Goddess Shiva, Kiske Somerville, Primal Fear, Voodoo Circle, Mat Sinner)
Alex Beyrodt - Guitars (Missa Mercuria, Primal Fear, Silent Force, Voodoo Circle, Mat Sinner)
Christof Leim - Guitars (The New Black)
Andr Hilgers - Drums (Rage, Silent Force, ex-Nuclear Blast Allstars, ex-Universe, ex-Axxis, ex-Razorback, ex-Noisehunter)
Alex Scholpp - Guitars (Tarja, Tieflader, Farmer Boys)