segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Dreamtale - World Changed Forever (2013) Finlândia


Dreamtale é uma banda peculiar, atormentados com inúmeras mudanças de formação ao longo da sua carreira. Eu gostei dos seus dois primeiros discos, depois eu perdi o interesse na banda. Quando When World Changed Forever saiu eu ouvi algumas coisas boas, e senti que talvez seja hora de ver o que os Dreamtale estão fazendo.
Eu diria que pouco mudou desde os seus álbuns mais antigos, Dreamtale ainda toca esse estilo açucarado de power metal finlandês, tendo claramente suas influências de nomes como Stratovarius, Sonata Arctica, e Nightwish. Estou particularmente lembrado de Nightwish aqui no When World Changed Forever, com o tema de abertura "Island Of My Heart" tem uma vibração Wishmaster distinta. Infelizmente os teclados em grande parte sobrepõem-se sobre as guitarras, e eu sei que este fator pode ser um ponto sensível para muitos. Eu não me importo com isso, pois o material é enérgico e divertido, embora eu definitivamente gostava de ver um pouco mais do que os acordes abertos, que compreendem a maior parte do trabalho de guitarra.
O álbum inteiro é ridiculamente fora de moda, tu achas que com títulos de músicas como "Tides of War" e "The Heart After Dark" seriam, pelo menos, pouco ameaçadores, mas realmente World Changed Forever poderia fazer a felicidade das bandas de power metal. Em pouco menos de uma hora, eu acho que isso pode ser um pouco de mais, mas na maior parte eu estaria mentindo se eu não dissesse que o álbum foi agradável.
Apesar de ser inegavelmente divertido (quase ao ponto de hilariante), eu vou dizer que o World Changed Forever é horrivelmente influenciado. A partir do acima mencionado Nightwish, o tema de abertura do álbum "Island Of My Heart" bem como em outras músicas há Nightwish por toda parte, há momentos espalhados pelo álbum que vais jurar que já ouviste de bandas como Stratovarius, Gamma Ray, Freedom Call e até mesmo Finntroll.
O álbum dificilmente vai mudar o mundo mas é divertido se ouvir. Isto não vai chamar qualquer pessoa fora dos círculos de power metal, mas se gostas de bandas finlandesas mais melódicas então eu diria World Changed Forever é certamente um para ouvir algumas vezes.



Temas:
01. The Shore
02. Island of My Heart
03. Tides of War
04. We Have No God
05. The Signs Were True
06. The Heart After Dark
07. Join the Rain
08. Back to the Stars
09. World Changed Forever
10. My Next Move
11. Dreamtime
12. Destiny's Chance

Banda:
Erkki Seppnen - Vocals (KYPCK, Made in Iron, ex-Ruinside, ex-Tuiran Miliisi)
Rami Kernen - Guitars (Dawn of Relic, Pisara)
Seppo Kolehmainen - Guitars (ex-Ruinside)
Heikki Ahonen - Bass
Akseli Kaasalainen - Keyboards
Petteri Rosenbom – Drums





Talon - III (2011) USA



Uma banda americana com base na Califórnia, TALON nasceu das cinzas dos VOXEN - uma banda que alcançou sucesso internacional com o lançamento de "Sacrifice", que incluiu uma faixa que foi usada no movimento imagem principal "Outbreak", estrelado por Dustin Hoffman.
Logo depois, uma nova visão foi trazida para a frente com a contratação de Michael O'Mara (Joshua Perahia, EFX) demos foram gravadas e logo em seguida a banda assinou com a Now and Then / Frontiers Records, que culminou com o lançamento de sua auto- intitulado de estreia. O CD foi produzido por Mikey Davis (KISS, WASP Slaughter). Após o lançamento, o CD foi bastante elogiado e foi incluído em inúmeras listas de top-10 para o ano. Logo em seguida grandes shows ao vivo, Talon foi incluindo no The Gods Festival no Reino Unido também teve o privilégio de ser banda de Stan Bush backing no Festival The Gods e o lançamento subsequentes do DVD. Após uma pausa de trabalhar em projetos individuais, Talon gravou novas demos e, finalmente, assinou com a edidora Kivel e depois gravou seu lançamento "Fallen Angels". Mais de perto com vibração e uma sensação de AOR, nativo de New York Chandler Mogel foi trazido a bordo e mais shows ao vivo - incluindo Firefest 5. "Fallen Angels" foi um enorme sucesso e trouxe Talon para a vanguarda do campo Hard Rock.
Por mútuo acordo, Chandler Mogel passou a frente com Outloud da Grécia e com um novo grupo de músicas, Talon estavam em missão para criar o álbum definitivo e acrescentou alguns sério de qualidade para a banda - Shawn Pelata (Line of Fire) e Eric Ragno (China Blue, Takara, etc.) Agora - a banda acaba de assinar para Escape Music para o lançamento deste clássico de Hard Rock Talon - "III"
Talon "III" completou recentemente a mistura por Ty Sims (Far Cry, Tango Down) e está cheio de clássicos da música de hard rock e baladas que a banda descreve como "realmente um retorno ao som, vibração e energia do nosso debut S / T release ". "Este último CD foi um trabalho total de amor e todos sentimos que essa é o nosso trabalho mais forte até à data! Além disso, estreia o vocalista Jeff Scott Soto (Journey, Talisman, JSS) tem uma participação especial no álbum com alguns vocais incríveis na pista hard-driving "Take You All The Way"! Os melhores músicos contribuíram com seus melhores talentos para ajudar a criar uma excelente introdução!



Temas:
01. Crying To Me
02. The Last Time
03. Did You Have To Say
04. Everytime
05. Take You All The Way [feat. Jeff Scott Soto]
06. Maybe One Day
07. You Don't Know Me At All
08. Walk Away
09. Brothers
10. When Will I
11. You Got What It Takes
12. Jane (Starship cover)


Banda:
Shawn Pelata - Lead & Backing Vocals
Kory Voxen - Rhythm Guitar, Acoustic Guitar
Jim Kee - Lead Guitar
Phil Keller - Bass
Eric Ragno - Keyboards
John Parker - Drums


Músicos convidados:
Erik Johnson - Backing Vocals
Jeff Scott Soto - Lead & Backing Vocals on 'Take You All The Way'




Rob Moratti - Victory (2011) Canadá



Notável vocalista dos Final Frontier e com uma fugaz mas marcante participação nos mestres do prog rock Saga, Rob Moratti apresenta-se com a sua estreia sob a forma individual, se não considerarmos os dois lançamentos dos anos 90 com o projeto batizado com o seu apelido. Em Victory, o vocalista canadiano recorre a um conjunto de músicos com experiência comprovada e capacidade técnica reconhecida e cria um brilhante disco de hard rock que tanto se aproxima do mais sofisticado AOR de uns Toto, como do mais criativo prog rock dos Saga, como ainda dos seminais Triumph, na sua vertente mais hard rock. Este é um disco de qualidade elevada, com um conjunto de temas de uma elegância e beleza ímpar a roçar a perfeição. O timbre único e inconfundível de Moratti guia com mestria um conjunto de instrumentos com um desempenho superior, destacando-se a prestação da guitarra solo com uma performance verdadeiramente assombrosa. E num álbum todo ele feito em grande classe, ainda há espaço para momentos de pura excelência na forma de Power Of Love, On And On, Take It All Black, Standing On The Top Of The World ou Now More Than Ever. Emotivo, soberbo nas melodias e deslumbrante na composição e interpretação, Victory tem todas as condições para se tornar um clássico intemporal. Para já é um dos melhores registos do ano. Indiscutivelmente.




Temas:
1. Life On The Line
2. Everything But Good Bye
3. Lifetime
4. Power Of Love
5. Hold That Light
6. On And On
7. Take It All Back
8. I Promise You
9. Standing On The Top Of The World
10.Jennie
11.Now More Than Ever


Banda:
Rob Moratti - Lead and Background vocals
Christian Wolff - Lead Guitars, Rhythm Guitars and Keyboards.
Reb Beach - Lead Guitars (Winger / Whitesnake)
Tony Franklin – Bass (Blue Murder / The Firm)
Fredrik Bergh – Keyboards / Brian Doerner - Drums (SAGA)
Produced by - Rob Moratti / Mixed by Richard Chycki (Rush / Aerosmith / Gotthard / Pink)




Chris Ousey - Rhyme And Reason (2011) USA


Alguns de vocês já devem conhecer Chris Ousey devido ao seu trabalho com HEARTLAND, e seu trabalho solo certamente não é para ser desprezado. Ele tem puxado numa ampla gama de talento musical para trabalhar como no álbum, e definitivamente mostra isso. O suporte para fora do álbum tem que ser ele próprio. Descrito pela imprensa como "The Man With The Golden Tonsils", "Rhyme And Reason" é a demonstração perfeita por que ele ganhou esse apelido. O álbum tem uma abertura muito forte com "The Mother Of Invention" , que também é o primeiro single, apesar de que qualquer canção de " Rhyme And Reason " poderia ter sido escolhido para o primeiro lançamento. O álbum está cheio de músicas de qualidade, e nenhuma delas pode ser descrita como um elo fraco.
 Minha favorita tem que ser " The Reason Why " . O refrão é o arrebatador no álbum, mas ainda é forte o suficiente para agradar os fãs de Hard Rock. Ousey coloca muita emoção na sua voz, e as letras que escreveu e com Tommy Denander escreveu a música, sua voz é complementada brilhantemente. Ele é um cantor muito forte, com uma gama incrível, e as músicas do álbum permitem que ele mostre plenamente seus talentos. Os vocais não são a única coisa que me chamou a atenção no entanto. Mike Slamer no trabalho de guitarra é fantástico. Cada música contém um solo que irá mantê-lo ligado até Ousey começa a cantar novamente. Os cinco músicos vêm muito bem juntos para produzir um álbum que, embora não seja tão pesado como HEARTLAND, é um excelente álbum em seu próprio direito. A contribuição de todos os que trabalham neste álbum é de alto nível, e não há um elemento que se sinta fora do lugar. Os valores de produção são muito elevados, como seria de esperar, com todos os instrumentos, e cada palavra sendo ouvida muito claramente. A única crítica que tenho deste álbum é que todas as músicas seguem mais ou menos o mesmo padrão. Há um pequeno musical no início, Ousey canta, Slamer solos, Ousey canta novamente, e a canção termina. Tem que ser dito que este é apenas um problema menor, porque cada canção é bastante diferente de todas as outras em termos de letra, e nas músicas individuais, de modo que o padrão recorrente não irrite o ouvinte.
Globalmente, este é um álbum forte e acessível com refrões memoráveis ​​que vão ficar presos na sua cabeça depois fazer a primeira audição. Qualquer fã de Hard Rock ou Classic Rock deve definitivamente ouvir.



Temas:
01. The Mother of Invention
02. Bleeding Heart
03. To Break a Heart
04. Motivation
05. A Chemical High
06. Give Me Shelter
07. The Reason Why
08. On Any Other Day
09. Dont Wanna Dance
10. Watch This Spac
11. By Any Other Name
12. A Natural Law

Músicos:
Chris Ousey – Vocals (Heartland, Virginia Wolf, The Distance)
Mike Slamer – Guitars, Keyboards (City Boy, Streets, Seventh Key)
Tommy Denander – Guitar and keyboards (RadioActive, Alice Cooper )
Neil Murray – Bass (Whitesnake, Gary Moore)
Gregg Bisonette – Drums (Dave Lee Roth)
Billy Trudel and Kristoffer Lagerström – Backing Vocals

Produced and Mixed by: Mike Slamer
Co-Produced by: Tommy Denander



FATUM AETERNUM - THE PAIN [Maxi Single] (2015) ISRAEL


Fatum Aeternum release new maxi-single “The Pain”
-----------------------------------


After almost a year of silence, Fatum Aeternum presents their new work – Maxi Single “The Pain”, intended to be the first but not the last in a sequence of releases, aimed to be a new vision of dark rock and gothic metal. Renewed with strong electronics bit, arranged by Steve Gershin and completed by the sound production of George Falk, “The Pain” is a deep and highly visualized presentation of all the bands’ influences.

The band comments: “After releasing our previous single “One Bastard” we once again went into a creative search. It took us a while, but eventually we came across the combination that fits us both as a band and as individuals. This combination includes dominating atmosphere created by the new means of technology, specifically by Orion Platinum by Synapse Audio Software and Addictive Drums by XLN Audio. We’re very grateful to the creators of these amazing tools for helping musicians to achieve a great sound easily and with affordable price”.

Among others, the new musical style of the band preserves the elements from years back: expressional male and female vocals, heavy, yet atmospheric guitars and piercing violin solos.
As for the future, the band plans to continue the practice of maxi-singles, releasing new songs alongside reworked and improved versions of older songs that didn’t receive the exposure they deserve.

Link to download:

http://fatum-aeternum.com/news/new-maxi-single-the-pain.

Supported by: R2M

domingo, 25 de janeiro de 2015

DIABLO BLVD - FOLLOW THE DEADLIGHTS (2015) BELGIUM




E da bélgica surge mais um disco que vai dar que falar. Os groove metallers Diablo Blvd acabam de editar o seu 3º de originais. Formados em 2005, descendem em género, estilo e nome de Corrosion Of Conformity. Completamente americanizados, abordam áreas musicais dos já referidos COC, Black Label Society ou Danzig. Para todos os apreciadores de um modelo um pouco esquecido, eis aqui um excelente disco de um grupo de rapazes de antuérpia (Bélgica); que vão acompanhar os Epica na próxima tour europeia; algum valor têm de ter. Recomendo bastante este disco, além de bem produzido e executado tem excelentes temas com muita qualidade, nem parecem deste lado do atlântico.
McLeod Falou!




Temas:
01. Beyond The Veil
02. Rise Like Lions
03. Get Up 9
04. Follow The Deadlights
05. Son Of Cain
06. We Are Legion
07. Fear Is For The Enemy
08. Peace Won By War
09. End Of Time
10. Inhuman
11. Saint Of Killers (Bonus Track)

Banda:
Dave Hubrechts - Guitars
Andries Beckers - Guitars (ex-Born from Pain)
Alex Agnew - Vocals
Tim Bekaert - Bass (ex-A Brand)
Kris Martens - Drums (Tangled Horns)


ARCANE - KNOWN\LEARNED 2CD (2015) AUSTRALIA




Eu sou um confesso aficionado da musica. gosto de vários estilos e géneros, desde de que me "digam" alguma coisa, é porem-me em contacto que eu tiro o melhor partido da sua audição. Depois ficam aqueles que ficamos com alguma preferência, e depois ainda, aqueles que guardamos como um tesouro, e é nessa arca de boas coisas que eu vou guardar este portentoso disco dos australianos Arcane.
Metal progressivo moderno. Para muitos existirá aqui uma semelhança com bandas como Muse em alguns aspectos melódicos e vocais, mas Arcane são bastante mais pesados e de outra dimensão cultural. Este é um disco duplo, com 130 minutos de fantásticas composições que levaram 5 anos a realizar. Apesar da dupla, são dois discos completamente diferentes; o primeiro, Known, é a peça forte, destruidora, o negro. o 2ª, Learned; é a peça mais calma e mais conciliadora, intimista e mais acústica; e apesar de existir uma relação entre ambos, é simplesmente como uma ligação necessária, absoluta e obrigatória entre algo como Ying & Yang.
Uma obra profunda de género e de conteúdo; tem momentos ambientais e atmosféricos, quase psicadélicos, fazem-me recordar alguns momentos de bandas como Live, Pearl Jam, Muse, Dream Theater, claro; também vocalistas como Morten Harket; e neste "instrumento" que é a voz, e apesar da enorme qualidade de todos os participantes, é o vocalista quem mais destaco; Jim Grey tem um registo vocal altíssimo e melodioso, similar ao já referido vocalista dos noruegueses A-ha ou de Mathew Bellamy dos Muse, mas ainda mais pela sua postura ao longo dos dois discos, interpretação fenomenal!
Obra prima que vai certamente ser referência das novas gerações para este género musical, e não só.
Um terceiro disco de originais com esta envergadura não está ao alcance de todos, é uma aposta arriscada e muito forte, mas definitivamente ganha e com distinção. recebo este disco como uma dádiva no meio de tanta repetição e falta de inspiração que vai sendo expelida qual vulcão activo mas inconsequente de fumos e lavas sem vigor.
Disco Sublime! Recomendado? Até que sim, e para todos, mas receio bem que será apenas para um grupo muito restrito de apreciadores deste género. Apesar disto, para mim, é uma obra obrigatória! O futuro dirá se tenho ou não razão.
McLeod Falou!




Disc 1: Known
1. Hunter, Heart & Home
2. Little Burden
3. Impatience and Slow Poison
4. Known
5. Nightingale’s Weave
6. Eyes for the Change
7. Keeping Stone: Water Awake
8. Promise [Part 1]

Disc 2: Learned
1. Promise [Part 2]
2. Unturning
3. Instinct
4. Womb (In Memoriam)
5. Selfsame
6. Holding Atropos
7. Keeping Stone: Sound on Fire
8. Learned
Banda:
Jim Grey: Vocals
Michael Gagen: Guitars, Hair
Matt Martin: Keyboards
Adrian Goleby: Bass
Blake Coulson: Drums


FRANK HANNON - WORLD PEACE (2015) USA



Responsável pelo som dos miticos Tesla, talvez não totalmente; Frank Hannon volta a editar em nome próprio. Hard Rock com atitudes diversas como southern, blues, country, groove, etc, e tudo aquilo que hoje divaga em tendências mais modernas, ou como ele refere em "Heavy Metal Hippie"; "bad ass heavy groove...", "when Grace (Slick) and Ozzy went on a date, i am the monster they would create".  E talvez isto explique o disco.
Este é um disco que literalmente ferveu a cabeça a Frank. Começou por registar as ideias nos tempos livres, em quartos de hotel após a gravação e posterior promoção do mais recente disco da sua banda Tesla; e as coisas foram surgindo com tanta força que até os momentos de aquecimento antes dos concertos de Tesla ele aproveitava para solidificar estes temas. Quando pronto, chamou os restantes membros da sua banda a solo, Aaron leigh e Kelly Smith e tudo ficou oficializado neste "World Peace", editado por alturas do natal de 2014, portanto, há um mês atrás.
Bom disco, com muito classic Hard Rock; desnecessário seria referir que existe muito de Tesla aqui; mas há que dizê-lo com toda a frontalidade; "ó pá! onde é que estavas no 25 de abril de 1874?" esta é uma piada que só alguns irão perceber,...
Os meus temas preferidos; New York City (Psycho Cab Driver); Down The Road e Heavy Metal Hippie. Um senhor super guitarrista e agora um razoável vocalista. A voz de Frank é uma mistura de Bob Dylan com Bryan Adams; e já agora, Jeff Keith; mas em temas como "Down The Road", Frank apróxima-se muito do icone da américa em termos musicais, o que quer dizer que este disco é mesmo muito bom e super recomendado!
McLeod Falou!
P.S.: Este é daqueles que merece bem que gastem alguns cobres nele! Apoiem os artistas ou um dia se quisermos musica temos que ser nós a fazê-la.



Temas:
01.Born Free
02.The Picture
03.World Peace
04.Love Is Like A Fire
05.Electric Chair
06.Luck 13
07.New York City
08.Down The Road
09.Get Off Yo Ass
10.Heavy Metal Hippies
11.Break The Silence
12.Requiem
13.Eyes Of The Mind

Banda:
frank Hannon - Guitars, Vocals
Aaron Leigh - Bass
Kelly smith - Drums


Uli Jon Roth - Scorpions Revisited - Volume 1 (2015) Alemanha



O guitarrista Uli Jon Roth, conhecido por sua passagem no Scorpions, banda com a qual gravou cinco álbuns, sendo um deles ao vivo, anunciou o lançamento de um disco duplo. Em tributo aos seus dias de Scorpions, o material recebeu o nome de "Scorpions Revisited - Volume 1".
Roth revisitou o material produzido pelo Scorpions nos anos 70 e ao lado de novos músicos gravou o álbum no mesmo espaço que sua ex-banda usava para ensaiar entre os anos de 1973 e 1978.



Disc I
01. The Sails of Charon
02. Life's Like A River
03. Virgin Killer
04. Sun In My Hand
05. Drifting Sun
06. We'll Burn The Sky
07. In Trance
08. Fly To The Rainbow
09. All Night Long
10. Longing For Fire



Disc II
01. Crying Days
02. I've got to be free
03. Hell-Cat
04. Evening Wind
05. Yellow Raven
06. Pictured Life
07. Catch Your Train
08. Polar Nights
09. Dark Lady

Banda:
Ulrich "Uli Jon" Roth - guitars, vocals
Nathan James - Vocals
Jamie Little - Drums
Ule W. Ritgen - Bass
Niklas Turmann - Guitar, Vocals
Corvin Bahn - Keyboards, Vocals
David Klosinski - Guitar




STARGAZERY - STARS ALLIGNED (2015) FINLAND



E aí está o esperado 2º disco dos Stargazer-y. Sim, primeiramente chamavam-se Stargazer, mas como existiam já demasiadas bandas com esse nome bastou acrescentar um Y e tudo mudou radicalmente. No meio de tanta oferta, será esta assim tão esperada? Possívelmente sim, possivelmente não; tudo depende se conhecem o projecto e se querem continuar a segui-lo, ou se estão dispostos a ouvir algo mais do mesmo, ou se a vossa curiosidade e imparcialidade vos leva a tentarem mais um nova oferta. Mas então existe ou não algum motivo para ter essa curiosidade?
Decidam vocês, mas aqui vão alguns pormenores que podem ajudar. São finlandeses, tocam metal melódico e sinfónico com bom encaixe e qualidade; o que dá pelo menos uma certeza, podem não gostar mas não é sapato velho. Jari Tiura, o vocalista; teve uma passagem pela banda do lendário "bad boy" alemão, Michael Schenker. Ohonen, Jukikokko e Ontero, fazem parte dos Burning Point, o que quer dizer que existem aqui afinidades; e marco Sneck, um talentoso e experimentado teclista que já passou por bandas como Poisonblack e Afterworld. O ambiente deste disco situa-se algures por Yngwie Malmsteen's Odissey, mas sem a crueza do mesmo, aqui bem mais polido. quando refiro Yngwie, também me refiro a solos que remetem para o sueco, na essência não na técnica. Mas não é neo-clássico, pelo menos tão evidente; é sinfónico. 
Se isto despertou a vossa curiosidade, então avancem, porque é acima de tudo um disco ambiental com carácter épico,; e quase que jurava que se assim não fosse, talvez Leverage; outra das bandas de primeira linha da terra dos mil lagos fosse a comparação ideal, o que deixava este projecto numa situação de ,... apenas mais uma.
Peca pelo excesso de polimento, parece pop; bem podia ter um som mais aberto e aí a conversa era outra.
McLeod Falou!




Temas:
01. Voodoo
02. Angel Of The Dawn
03. Missed The Train To Paradise
04. Invisible
05. Absolution
06. Academy Of Love
07. Painted Into A Corner
08. Dim The Halo
09. Bring Me The Night
10. Hidding
11. Warrior's Inn
12. Dark Lady
13. Tumma Nainen (Special Bonustrack)

Banda:
Jari Tiura - Vocals (ex-Snakegod, ex-Masterstroke, ex-Michael Schenker Group)
Pete Ahonen - Guitars & Backing Vocals (Burning Point, Ghost Machinery, ex-Planet Caravan)
Jukka Jokikokko - Bass & Backing Vocals (Zenith Reunion, Scarlet Thread, ex-Burning Point)
Marco Sneck - Keyboards (Poisonblack, ex-Kalmah, ex-Afterworld, ex-Charon, ex-Slippery When Wet)
Jussi Ontero - Drums (Burning Point, Ghost Machinery, ex-Wildcard, ex-Astral Vision)


Dokken - Broken Bones (2012) USA


Dokken com o lançamento tão esperado de Broken Bones 11 álbum de estúdio. Por três décadas Dokken manteve-se como uma banda muito popular vendendo mais de 10 milhões de álbuns em todo o mundo. Um dos mais prolífico vocalistas emergir do género dos anos 80 Don Dokken toma o lugar central no seu novo CD com seus suaves e poderosos vocais por todo o álbum.
Faixa de abertura "Burning Empire" dá o tom edificante e mostra o som com assinatura da banda com solos de guitarra e vocais fortes e majestosos com uma pitada de tons á Scorpions. Próxima " For The Last Time " é uma música forte, com um refrão cativante que terá que cantar junto. Um dos grandes aspectos de Broken Bones é cada canção conta uma história e não há duas canções parecidas. "Blind" tem um bluesy groove que atrai você aos acordes e uma das faixas mais fortes do álbum. " Waterfall " tem uma linha de baixo remanescente do início de Led Zeppelin.
Várias músicas se destacam no álbum, o primeiro seria a faixa-título " Broken Bones." Escura e embelezada com uma vibe agressiva que fala muito e leva você a um passeio de montanha-russa de emoções em espiral. "Broken Bones" simboliza o som moderno de Dokken hoje. Outra faixa destaca-se no álbum é o hard rock melódico da canção "Tears Burning" que poderia facilmente ser o próximo "Into The Fire". Esta canção tem uma melodia assombrosa, letras inspiradas e groove global de condução. " Victim Of The Crime " faria uma grande música par um tema de TV com o seu apelo heavy groove e o título.
Dokken regressa ao seu som pop inicial com a cativante "Best Of Me". Uma das maiores faixas do álbum, "Tonight" se eleva com um ambiente " Kiss Of Death ". "Fade Away" embeleza a assinatura sonora de Dokken com um refrão cativante. Outra das faixas favoritas do álbum.
O que seria um álbum dos Dokken sem uma balada? É refrescante ouvir a banda ir de sua glória heavy metallic para o remake angelical da canção de Jefferson Airplane " Today ". Don Dokken brilha como eles canta com muita convicção sobre este hit clássico. Don Dokken comentou que ele gosta de pegar em músicas obscuras e torná-las como suas. Trabalho bem feito.
Don Dokken e Jon Levin co-escreveu todas as músicas do álbum, excepto para " Waterfall ", " Victim Of The Crime " e a canção do Jefferson Airplane, " Today ". Broken Bones encontra a banda se levantando das cinzas com possivelmente o seu melhor lançamento desde Tooth and Nail. Ele simboliza Dokken de hoje. Forte e sincronizado com muitas camadas de texturas que vão desde melódicas a metálicas. Cantor Don Dokken está cantando melhor do que nunca combinado com os solos de guitarra com dedos afiadas de Jon Levin. Broken Bone traz músicas que estão destinadas a serem novos hits clássicos de Dokken que vão atraí-lo do início ao fim.



Temas:
01 – Empire
02 – Broken Bones
03 – Best of Me
04 – Blind
05 – Waterfall
06 – Victim of the Crime
07 – Burning Tears
08 – Today
09 – For the Last Time
10 – Fade Away
11 – Tonight

Banda:
Don Dokken – Vocals
Jon Levin – Lead guitar
Sean Mcnabb – Bass
Mick Brown – Drums




Lita Ford - Living Like A Runaway (2012) USA


O último álbum de Lita Ford, "Wicked Wonderland", foi um pouco confuso, embora tivesse certamente seu momentos. O principal problema foi que não era a Lita Ford que nós queríamos, e a culpa caiu (e muito bem) sobre os ombros do seu agora ex-marido Jim Gillette. Bem, Jim agora é história, e Ford tomou a decisão sensata de parceria com o talentoso guitarrista e compositor Gary Hoey para produzir "Living Like A Runaway", um título sem vergonha de retorno aos primeiros anos de Lita com as Runaways.
A melhor notícia de todas é que aqui não há tentativas para fazer uma Lita Ford grungy, garota kick ass do rock moderno. Não é um flagrante retrocesso aos anos 80, penso eu, apenas um álbum fresco com muitas canções cativantes, melódicas de hard rock. Às vezes isso é tudo que quero ouvir, e eu pessoalmente ouvi varias vezes o album sem ficar um pouco cansado disso. Lita soa muito bem, e embora os temas sejam um pouco mais agressivos do que em "Kiss Me Deadly" eles ainda estão muito melódicos. Há algumas bonitas baladas, nomeadamente "Mother", uma faixa cheia de amor e angústia e cantadas com maestria por Lita. Nikki Sixx contribui numa faixa, "Songs To Slit Your Wrists By", e ele diz algo que esta é a faixa mais genérica e sem inspiração no álbum, embora ainda seja divertida de ouvir. Outro destaque é a faixa-título, que começa similar a "We All Die Young" e se transforma numa muito agradável, descontraída pequena canção introspectiva sobre os primórdios musicais de Lita.
"Living Like A Runaway" é um daqueles álbuns que começa por ser bom, ficando um pouco melhor se o ouvir várias vezes. Não há necessidade de se forçar a gostar, é só sentar e aproveitar o retorno de uma bem amada vocalista ainda com uma de suas melhores coleções de música.




Temas:
01. Branded
02. Hate
03. The Mask
04. Living Like A Runaway
05. Relentless
06. Mother
07. Devil In My Head
08. Asylum
09. Love 2 Hate U
10. A Song To Slit Your Wrists By
11. Bad Neighborhood (Limited Edition Bonus Track)
12. The Bitch Is Back (Limited Edition Bonus Track)
Banda:
Lita Ford - vocals, guitar and keyboards
Gary Hoey - guitar, bass, keyboards and background vocals
Matt Scurfield - drums



sábado, 24 de janeiro de 2015

DEVIL'S TRAIN - II (2015) ALEMANHA


E para terminar a saga por terras dos Nibelungos, finalizo com o 2º disco dos ex-Stratovarius, Jorg Michael e Jari Kainulainen e dos Mystic Prophecy, Lakis Ragazas e RD Liapakis.
Faz dois anos que o 1º disco foi algo de estrondoso no meio rocker, a versão super heavy de "american woman" foi elogiada até pela própria american woman, eheheheh. 
E com tanto elogio, a banda não podia ficar só por esse disco. Hoje, 23 de janeiro de 2015, é a data oficial do lançamento do 2º disco de originais e quero dizer-vos que, ... é espantástico!!!!
Recorda-me a coisas como Lynch Mob, mas acima de tudo é um típico disco de hard'n'heavy americanizado e brilhante! Excelente produção, estrondosos temas e um poderoso som! sem dúvida um disco de 1ª linha e merecedor de toda a vossa atenção, dos melhores nestes últimos tempos. Este não é um disco para se falar muito, é mesmo para ir logo directo ao assunto. Pode não trazer nada de novo, mas trás um poderoso magnetismo animal; (onde é que eu já ouvi isto?); a que nenhum macho consegue resistir! OBRIGATÓRIO!!!!
McLeod Falou!



Temas:
01. Down On You
02. Hollywood Girl
03. Gimme Love
04. Mr. Jones
05. Can You Feel
06. Rock Forever
07. Let’s Shake It
08. Girl Like You
09. Born To Be Wild
10. You And Me
11. Thunderstorm
12. Suffocated
13. Immigrant Song (Bonus Track)

Banda:
R.D. Liapakis - Vocals (Mystic Prophecy, Valley’s Eve)
Jörg Michael - Drums (Ex. Running Wild, Saxon, Stratovarius)
Jari Kainulainen - Bass (Masterplan, Ex. Stratovarius, Evergrey)
Lakis Ragazas - Guitar (Mystic Prophecy)


STORMWITCH - SEASON OF THE WITCH (2015) ALEMANHA


Pensava eu a quem me faziam lembrar os Scanner e logo me aparece a resposta; Stormwitch! Não no género mas no aspecto vocal, ambos são muito parecidos.
Continuando a saga teutónica desta semana, temos agora mais uma banda lendária que continua a gravar, e diga-se, bons discos. Da banda original só 2 membros restam, o vocalista Andy Aldrian e o baixista Jurgen Wannenwetsch. Se não conhecem Stormwitch, dou-vos este pequeno conselho de amigo: vão ao utub e procurem pelo tema "Stormwitch-Tigers of the sea", e vão ouvir um dos melhores momentos musicais das vossas vidas, nem os reis do género conseguiram um tema tão fabuloso; (assim que o ouvirem vão perceber de imediato de quem falo). 
Já existem desde 1981, e com 11 discos de originais são uma das bandas de culto do universo metálico; pelo menos do meu. Este novo disco não será algo de transcendental, mas se aprecia-mos a carreira destes rapazes, este não vai fazer mal nenhum a ninguém, tem muitas falhas, especialmente de arranjos que a produção não quis ou não teve competência para ultrapassar, mas também penso que com o estatuto que a banda tem, acham que aquilo que fazem está bem e por isso eu passei à frente e a entender o disco assim como está. (sugiro-vos o mesmo porque se trata de uma obra interpretativa).
Nove temas que poderiam trazer algo mais, não mais temas, mas mais substância,... épica. Mas afinal eu ainda estou a viver os tempos de "Tigers of the Sea" e "Russians on Fire", por isso este disco para mim pode parecer de garagem e sem impacto mas representa um legado de respeito.
McLeod Falou!



Temas:
01. Evil Spirit 04:54
02. Taliesin 04:14
03. Last Warrior 04:13
04. True Until the End 03:45
05. Season of the Witch 03:44
06. Runescape 03:39
07. At the End of the World 03:07
08. The Trail of Tears 03:18
09. Harper in the Wind 04:38

Banda:
Jurgen Wannenwetsch - Bass (1981-1983, 2005-present)
Andy Aldrian - Vocals (1981-1994, 2002-present)
Ralf Rieth "Stoney Spitznagel" - Guitars (2010-present) (Jackie Wulf, ex-Hardattack, ex-Jolly Roger, ex-Lyon, ex-Black Abyss, ex-Chinchilla, ex-Midnite Sky, ex- Unfroynd, ex-Tyran' Pace, ex-Mighty D., ex-Savage Beast
Volker Schmietow - Guitars (2013-present)
Micha Kasper - Drums (2014-present)


SCANNER - THE JUDGEMENT (2015) ALEMANHA


E já que estamos em onda de metal poderoso, vamos continuar porque esta semana a coisa até que está a aquecer bastante, e logo vindo da germânia. Foram os Blind Guardian, Os Level10, UDO e seguimos com os já trintões Scanner. Já existem como banda; com este nome; desde 1985. Antes eram Lions Breed, Apesar de tantos anos, apenas 6 discos de originais, e podemos dizer que já vão na versão Scanner mark IV, e tantos foram os músicos que pela banda passaram. Começaram por ser uma das mais valias da mítica editora Noise com quem gravaram os 2 primeiros discos seguindo a onda da época que era o speed metal, algures prog, algures NWOBHM. E deram por encerrada a primeira fase em 1990. Voltam em 1995 e gravam mais dois discos, e em 97 termina a versão .II.
De novo de volta em 2002 acabam por gravar apenas um disco, e subsequente fim da versão .III. durante todos estes anos, e apesar de tantas indecisões a banda foi resistindo com demasiadas alterações de line-up mas conseguindo paralelamente manter o seu nome e estatuto de uma das bandas míticas saídas da Golden Era do metal e promocionadas por aqueles que nos deram Helloween, entre alguns outros; a Noise Records.
Chegados a 2015, o factor revivalismo fala mais alto e o membro fundador, Axel Julius (guitars), e único membro restante da banda original, junta um grupo de competentes músicos e voltam para mais um assalto metálico aos castelos sonoros que é a nossa audição. Um disco que segue a linha já registada da banda com muitos apelos ficcionais e futuristas, com uma sonoridade actualizada mas com o mesmo espírito de sempre; de referir que o vocalista, Efthimios Ioannidis tem um registo impressionante. Power Speed Metal com um registo de agudos que pode ferir os mais distraídos, eheheh. Bem produzido e equilibrado, os temas têm um pouco de muita coisa, desde melodic metal, speed puro e desgarrado, power e épico, mas numa vertente mais clássica que quase chega ao já referido movimento britânico. Técnicamente bem executado, com solos fabulosos. 
Quanto a mim, um disco valioso, representa o que de melhor podemos ter neste género musical, algo que merecia ter sido actualizado à já quase cerca de 20 anos, mas como em tudo, nada é como a nossa ansiedade quer, mas sim como o tempo guarda lugar para todas as coisas. Definitivamente um disco obrigatório, um upgrade mas muito actual e por demais necessário aos sentidos de um bom irmão do metal.
McLeod Falou!



Temas:
01. Intro 00:50
02. F.T.B. 04:02
03. Nevermore 05:55
04. Warlord 05:20
05. Eutopia 06:13
06. The Judgement 05:12
07. Battle of Poseidon 07:17
08. Pirates 04:56
09. Known Better 04:41
10. The Race 05:12
11. The Legionary 05:17

Banda:
Axel "A.J." Julius - Guitars (ex-Lions Breed)
Efthimios Ioannidis - Vocals (ex-Levamnon)
Andreas Zeidler - Guitars (ex-Levamnon)
Patrick Klose - Drums (Bright Guardians, ex-Dawn of Destiny, ex-Elmsfire)
Jonathan Sell - Bass (ex-Incubus Dreams)