segunda-feira, 20 de outubro de 2014

SAMMY HAGAR - LITE ROAST ACOUSTIC (2014) USA


E já que estamos numa onda de falta de corrente eléctrica, eis mais uma lenda do rock que decidiu fazer um disco acústico. Diz-nos Sammy que quando canta estes temas em acústico que não consegue cantar da mesma maneira, que lhe soam melhor. Bem, o artista é quem sabe e por isso vamos lá a ver se ele tem razão. 
Este é mesmo acústico, só 2 guitarras de caixa e um acordeão, mas este só em dois temas. O 2º guitarrista é o seu companheiro de longa data, Vic Johnson, da sua banda de apoio, os Waboritas.
Os Temas não são dos mais conhecidos ou com mais airplay, mas é sem duvida uma boa maneira de os conhecer. São onze temas dos quais 2 são da sua passagem por Van Halen; "Dreams" e "Finish What Ya Started".  Podem não ser os mais conhecidos ou mais badalados mas são mesmo um grupo de temas perfeito para fazer uma aventura destas. "Dreams" aqui parece mesmo um tema de aquecimento nos camarins antes de um concerto. 
Para quem gosta deste género de discos, completamente "Stripped & Bare"; e aqui sem roubar ou plagiar os Status Quo, porque também podia dizer "pouco torrado" dos brits; então este é o vosso disco de fim de semana, para estarem sossegados a fazer aquela coisa que já devia de estar feita à montes de tempo. Se calhar de tão bom, o disco vai distraír-vos e "a Coisa" vai ficar por fazer mais um monte de tempo, eheheheh
Nada de especial, mas se são apreciadores do género ou de Sammy Hagar, eis mais um bom momento de inspiração do RED ROCKER. 
McLeod Falou!



Temas:

01. Red Voodoo (from "Red Voodoo")
02. One Sip (from "Livin' It Up!")
03. Finish What Ya Started (from VAN HALEN's "OU812")
04. Eagles Fly (from "I Never Said Goodbye")
05. The Love (from "Red Voodoo")
06. Father Son (from "Sammy Hagar & Friends")
07. Dreams (from VAN HALEN's "5150")
08. Deeper Kinda Love (from "Ten 13")
09. Who Has The Right (from "Marching To Mars")
10. Sailin' (from Livin' It Up!)
11. Halfway To Memphis (from "Livin' It Up!")

Sammy Hagar - Lead Vocals, Guitar
Vic Johnson - Guitar, Vocals
André Thierry - Accordion on Track 1 & 11

Engineered by Jaimeson Durr & Bob Daspit
Mixed & Mastered by Bob Daspit
Produced by Sammy Hagar, Vic Johnson, Jaimeson Durr & Bob Daspit

DEVIN TOWNSEND - Z2 (2014) CANADA



(NOTA: Para o DEV, meu misterioso amigo.
Um dia tinha que descobrir; o teu alias vem de Devin,  ou melhor, do diminutivo DEV, dos Strapping Young Lad, teus preferidos e da T-shirt que ele usa no 1º video da banda. Então este disco é para ti!)


O último dos moicanos! Provávelmente não será a melhor analogia, mas que este rapaz é um revolucionário, podem ter a certeza. Revolucionário nos dois sentidos, debateu-se e debate-se contra o poder maléfico da indústria discográfica e revolucionário porque a ele se pode atribuir a criação de uma nova área musical. Para não vos confundir, porque o heavy metal é o género rei, e os subgéneros seus subditos, (e nenhum chegará a ser rei; - porque este é mesmo imortal, tal qual eu, McLeod, eheheheh era bom, não era?); depois de deixar Steve Vai, Devin Townsend passou para lá das barricadas e decidiu criar a sua música desenvolvendo as suas ideias, independentemente se o resto do mundo gostava ou não. Assim surgiu Strapping Young Lad. SYL, foi um projecto pioneiro, a mistura que fez com todos os elementos mais extremos do metal surgiu como uma nova area de ação para uma geração a norte do grunge e a oeste do metal mais tradicional. Faz uns anos que tentei fazer um ensaio sobre sobre o metal extremo e como pólos opostos se atraíam; tal como a inocência de crianças com 4,5,6 anos de idade eram capazes de aderir melhor do que um adulto ao extreme, como comprovei com os Rammstein. Nessa altura, nos meus escritos, designei de "Ultimate Decunstructive Mayhem Metal". O derradeiro metal desconstrutivo e violento, porque destrói e reconstrói ao mesmo tempo e porque é intenso e atroz de igual modo; e como as crianças ainda não têm valores morais definidos, estudem a partir daí.
Tal qual um terramoto, se olhar-mos de modo absorto para o que fica depois de um gigantesco fenómeno natural como este, verificamos que apesar do horror que sobressai do sentimento humano, em termos morfológicos fica algo novo que pode parecer desolador, horrível, devastado, hediondo, aterrorizante, mas que é algo novo, e se olharmos para os estudos científicos sobre a evolução do planeta durante estes milhões de anos, para a sociedade actual os primórdios podem parecer inquietantemente aterrorizadores mas foram a origem do equilíbrio da natureza que hoje vivemos; ou melhor, pseudo-equilíbrio, nada ainda está perfeito, e quando estiver, tornar-se-á na perfeita nova devastação. Isto nada mais é do que as leis da entropia. E tudo isto para quê? Será que isso interessa agora para alguma coisa? Sim, a explicação da personagem Devin Townsend, ou a sua desconstrução mais precisamente; é que Devin sofre de uma desordem bipolar! Isso explica tudo, não? A sua grande habilidade e conjugar tudo o que seja antagónico e produzir algo novo e acessível, como um novo caminho, que sem o qual as pessoas ditas "normais" nunca poderiam aceder aos mais reconditos e oprimidos lugares do superego. Tomem nota que é a custa de estudos sobre pessoas com as mais variadas desordens mentais que vamos conhecendo mais um pouco sobre o misterioso mundo dos nossos neurónios, e o que os impulsos eléctricos activam na nossa mente. Se na ténue barreira entre a moral e a amoral, um impulso falha, podemos de imediato tornar-nos no mais vil e doentio ser. Para alguns isso pode ser fascinante, mas para outros pode ser aterrorizante; e se é este o caso, por favor, parem de ler e passem a outros posts. Mas se isto vos atrai, não se façam rogados, ouçam a musica de Devin que terão atingido mais um estágio na vossa evolução. 
Desde Ambiente, Experimental, Progressiva, Industrial, New Age, Thrash\Death\Grind, Classical tudo levado ao extremo e florido novamente, temos um novo mundo a descobrir, a psique da musica.
Considero Devin um génio, e para ser génio é preciso ter uma QB de loucura; defino este musico como o derradeiro compositor do género heavy metal e na musica em geral. Existem muitos loucos e muitos excelsos no que fazem; e muitas coisas parecidas mas que são só isso; mas no caso de Devin, a sua musica, joga directamente com o expressionismo lírico, vem nota com palavra, tema com estória, numa dualidade de ego com alterego. Dizem alguns que se fosse hoje, os grandes mestres clássicos eram musicos\compositores de heavy metal, eis aqui um deles!
Este novo disco, é uma obra repartida em dois. Dois discos com duas sequências diferentes. Uma, "Sky Blue", aproveita a recente descoberta da matéria azul que rodeia o nosso circulo ócular, e dá o mote para novas e cativantes deambulações científicas; orquestradas, e com enorme efeito Groove e Heavy. A outra, "Dark Matters", mais extrema que o 1º disco, resulta na sequela do alterego de Devin; Ziltoid. Este personagem, volta mais forte e disposto a descontruir tudo à sua imagem, depois da sua primeira incursão no àlbum de 2007 com o mesmo nome.  Nomes convidados, temos Anneke Van Giesbergen, que recentemente gravou um disco por cá, na cidade de Braga, e a estrela da WWE e vocalista dos Fozzy, Chris Jericho.
Se procuram algo de realmente diferente dentro da oferta que vos chega às carradas todos os dias, Devin Townsend - Z2 é a vossa nova coqueluche! Nota máxima!
Extremamente recomendado!!!
McLeod Falou!



Temas:

CD1: SKY BLUE



01. Rejoice
02. Fallout
03. Midnight Sun
04. A New Reign
05. Universal Flame
06. Warrior
07. Sky Blue
08. Silent Militia
09. Rain City
10. Forever
11. Before We Die
12. The Ones Who Love


CD2: DARK MATTERS



01. Z²
02. From Sleep Awake
03. Ziltoidian Empire
04. War Princess
05. Deathray
06. March of the Poozers
07. Wandering Eye
08. Earth
09. Ziltoid Goes Home
10. Through the Wormhole
11. Dimension Z

Musicos:

Devin Townsend / vocals, guitars
Dave Young / guitars, keyboards
Brian Waddell / bass
Ryan Van Poederooyen / drums
Anneke van Giersbergen / backing vocals
Chris Jericho / vocals (as "Captain Spectacular")
Dominique Lenore Persi / vocals (as "War Princess")
Randy Slaugh / live symphony, string arranging


domingo, 19 de outubro de 2014

STATUS QUO - AQUOSTIC STRIPPED BARE (2014) UK


Ainda assim, fico surpreso de cada vez que os foliões Parfitt e Rossi editam um novo disco. Neste caso nem foi bem pelo conteúdo mas sim pela capa do mesmo. Dois sessentões em pelota numa foto que mais parece um desenho do neolítico de dois austrolopitecos, eheheheh; e isto depois de "Bula Quo", a paródia cinematográfica que fizeram no ano passado.
Claro, que depois veio a curiosidade em ouvir o que estes estroinas se lembraram de fazer aos seus grandes êxitos. Isto do acústico já não é novidade nenhuma para ninguém, mas se querem alegrar um serão à volta da fogueia, ou uma tarde ao ar livre a tocar e a entoar musicas que todos conhecem, e só com uma guitarra desafinada e um monte de vozes mais desafinadas ainda, e onde ninguém acaba por reparar na vossa desafinação a arranhar as cordas, então este é o vosso guia. 
Não é só guitarras como aparenta a capa, violinos e violoncelos, gaitas de foles, acordeão, teclados, percursão, mas a ideia principal fica, com uma guitarra apenas, se faz uma festa com estes temas. Status Quo são definitivamente uma das bandas que deve de ter chegado ao espaço sideral de tanto airplay que tiveram; e vão tendo; por todo o planeta. Caroline, Whatever You Want, Rockin' All Over The World, Burning Bridges, Pictures of Matchstick Men, Down Down, ... 23 tems no total, é um autêntico Best Of dos êxitos destes foliões britânicos; só que em modo Aquostic e Stripped, em pelota mesmo. 
Não é para ouvir todos os dias a todas as horas mas definitivamente o ideal para um luau ocidental onde só as barrigas de cerveja é que fazem a dança do ventre. IARGH!!! Que imagem mais reles eu arranjei; agora já nem vou conseguir dormir,... Phonix, McLeod!
McLeod Falou!



Temas:

01. Pictures Of Matchstick Men 03:37
02. Down The Dustpipe 02:40
03. Nanana 02:55
04. Paper Plane 03:37
05. All The Reasons 03:07
06. Reason For Living 03:20
07. And It's Better Now 03:41
08. Caroline 03:12
09. Softer Ride 02:57
10. Claudie 03:57
11. Break The Rules 03:09
12. Down Down 02:36
13. Rain 03:56
14. Rockin' All Over The World 02:40
15. Again And Again 03:20
16. Whatever You Want 03:25
17. What You're Proposing 02:04
18. Rock 'N' Roll 02:42
19. Don't Drive My Car 03:10
20. Marguerita Time 03:19
21. Rollin' Home 04:05
22. Burning Bridges 03:45
23. Rock 'Til You Drop 02:48

Banda:

Francis Rossi - guitars, vocals
Rick Parfitt - guitars, ukulele, vocals
Andy Bown - guitar, mandolin, harmonica, piano, vocals
John „Rhino“ Edwards - guitar, bass, vocals
Leon Cave - guitar, drums, vocals

Additional musicians:

Geraint Watkins - accordion
Martin Ditcham - percussion
Amy Smith - background vocals
Richard Benbow - string arrangements
Lucy Wilkins - violin
Howard Gott - violin
Natalia Bonner - violin
Alison Dods - violin
Sophie Sirota - viola
Sarah Wilson - cello

Production:

Mike Paxman - production
Gregg Jackman - recording, mixing







sábado, 18 de outubro de 2014

FROM THE FIRE - EVIL MEN DO (2014) USA




Esta semana viu serem editados; ou serem expostos antes do tempo; boas obras musicais no panorama do rock pesado, ou mais levezinho. Gostei de Vega, Allen \Lande, Unruly Child, NitroGods, SoulHealer, mas acima de tudo, gostei de sentir de novo, uma lufada de rock fresco vinda de tempos já perdidos que me fez sentir com 20 anos outra vez, numa ingenuidade e inocência que me davam um gozo diferente em viver, em ter o mundo nas mãos; mas acabei como o Atlas, a carregá-lo às costas.
Em 1991, um amigo comprou um disco que nos fez ouvi-lo vezes se conta. From The Fire, eram uma banda nova iorquina, com uma postura muito progressista em relação ao que se fazia naqueles anos relativamente ao melodic hard rock; estavam bem à frente da sua época; e talvez por isso mesmo, tenham tornado a sua carreira num momento breve, mas não efémero. Esse único disco que From The fire editaram, Thirty Days, Dirty Nights foi uma obra bem recebida pela critica da especialidade, era um fabuloso disco, bem concebido e um marco na geração do hard rock melódico, era um disco com muita classe. Só mais recentemente se começou a conhecer discos e bandas a oferecer este tipo de som com maior frequência. Foi produzido por Jean Beauvoir, que para quem não conhece, era um dos membros dos Plasmatics, a banda da já desaparecida Wendy O'Williams, posteriormente no seu projecto Voodoo X; outro excelente momento de classe e de qualidade musical que se tornou num culto, ao qual podemos juntar estes FTF, é claro; e ultimamente mais conhecido pelos seus Crown Of Thorns. Jean, é também um reputado compositor, entre muitas das bandas para quem escreveu ou ajudou a compôr musica, estão os Kiss de quem Jean é amigo. 
Mas voltando a FTF; que na onda do revivalismo, foram convidados a fazer umas aparições de circunstância, até para testar o mercado; e de repente tudo tinha voltado ao ponto de partida e à febre da "golden age of Glam\Hair Metal". O núcleo duro da banda acedeu a voltar a gravar como FTF e aqui está o resultado; "Evil Men Do". Este é um disco puro de FTF, apesar de só terem editado um, sem contar com este, a estrutura musical mantém-se intacta. Soa a House of Lords, Drive She Said, Jimi Jamison, Sunstorm; e acreditem, eu tenho estes discos todos; mas o soar é só uma referência, porque como disse, eles foram inovadores no género, pelo menos a gravar essa inovação. Aquilo a que hoje soam, é aquilo que estes outros também soam por estes dias. Mas o verdadeiro culpado desta sequela soar fantásticamente bem, e a 1991, é Pat Regan, que produziu e misturou este disco, tal qual como o fez em 91 juntamente com Jean Beauvoir. Pat, guerreiro de inúmeras batalhas entre as quais o mais recente dos Mr. Big, recuperou soberbamente o ideal FTF.
Decidi escolher este disco como post da semana, mesmo sabendo que não é um disco que agrada a todos, porque se refere a um género menos apreciado por estes dias do "bad Boy" e a sua grande aliada, a Les Paul Gibson. Mesmo assim, volto a repetir; um disco é passível de se tornar no destaque semanal aqui neste vosso blog por várias razões, e este está em quase todas elas, por isso é elegível. Fez-me recordar horas perdidas, fez-me repetir vezes sem conta a sua audição mas com um gosto saudável sem preconceitos. 
Recomendo vivamente este àlbum, tal como o primeiro disco que esta banda editou em 1991, são obras essenciais para todos aqueles apreciadores do bom melodic hard rock e para todos aqueles que gostam de conhecer sempre mais sobre a sua religião, o rock; independentemente do género ou subgénero, sem preconceitos. 
Um grande obrigado ao meu amigo Miguel por ter compartilhado esta banda comigo, ele que hoje é maestro clássico e de filarmónicas, Verdade! Mas que adora Vow Wow, que brevemente vos irei oferecer; fiquem atentos!
McLeod Falou!




Temas:

01 - In Your Dreams
02 - Leave Me Alone
03 - Liar
04 - Into Your Heart
05 - Evil Men Do
06 - From The Fire
07 - Blame It On The Moon
08 - Stagefright (Some Kind Of Dream)
09 - Never Be Lonely
10 - Forever And A Day

Tommy Lafferty - guitars
Mike Sciotto - drums
J.D. Kelly - lead vocals, keyboards
Nicky Moroch - bass (session)


FROM THE FIRE - Evil Men Do (teaser) por dm_51c61a667be72

DALTON - PIT STOP (2014) SUÉCIA




Querem um disco que parece ter ficado esquecido numa gaveta durante mais de 20 anos, e de repente foi achado e divulgado? Então "Dalton - Pit Stop" é esse o disco. Não sei se ficou perdido numa gaveta, baú, prateleira, ou seja lá o que poderia ter sido, quase que jurava que sim; mas que representa na perfeição tudo aquilo o que se tem dito e procurado sobre o voltar ao passado, lá isso podem apostar a vossa jaqueta de cabedal. Os tempos do "hey hey, whoa, whoa" estão de novo em voga. Europe; Treat e Dalton foram; e são; os expoentes máximos do hard & Heavy melódico proveniente da suécia. Formados pelo ex-Treat Mats "dalton" Dahlberg em 1985, apenas gravaram 2 discos na década de 80. Mas a fama chegou alto, foram intensas as tours que fizeram e a promoção que tiveram; no norte e centro da europa eram autênticas vedetas de topo. mas nos finais de 89, decidiram seguir caminhos separados. faz 2 anos, um programa de TV, decidiu convidá-los a juntarem-se para o programa e tudo voltou outra vez. e o resultado é este Pit Stop. Digamos que esta paragem nas boxes não levou o tempo recorde de 6seg. mas um tempo recorde de 25 anos, eheheheh. Ainda li pouco sobre este disco e as suas estórias, mas quase que aposto que todos estes temas estiveram guardados em alguma gaveta, talvez em preparação para aquele 3º disco que nunca chegou a surgir porque se desagregaram; e que finalmente acharam oportuno fazê-lo agora. Nunca é tarde, não é verdade? Pois é, se são fans e ou apreciadores deste tipo de hard rock melódico vindo directamente dos anos 80, com coros mais coliantes que o açucar numa fartura, com arranjos e melodias que ainda colam mais as beiças e as mãos, pois rapazes, guitarradas e teclados é coisa que não falta para alegrar qualquer festa ou calhambeque num sábado à noite pelas avenidas da baixa ou da marginal, ou uma tarde de praia cheia de bikinis extremamente curtos para tanta "carne" a explodir cá para fora, eheheheh, seus tarados .... 
Se me dessem este disco para ouvir e me dissessem que era uma obra de finais de 80, inícios de 90, enganavam-me completamente. É mesmo assim tão bom, super recomendado, Excelente disco! 
McLeod falou!



Temas:

01. Ready or Not
02. Hey You
03. Don't Tell Me Lies
04. Follow Your Dreams
05. Up & Down
06. Bad Love
07. One Voice
08. Here We Are
09. Something for the Pain
10. 50/50
11. Tgif

Banda:

Mats Dahlberg - drums
Ola Lindström - Keyboards
Bosse Lindmark - Lead vocals
Anders Lindmark - Bass
Leif Westfahl - Guitars

SOULHEALER - BEAR THE CROSS (2014) FINLÂNDIA



A terra dos mil lagos é hoje uma das potências mundiais exportadoras de heavy metal e hard rock. Os nokias sabem bem fazer boa musica, bom metal, vejamos Stratovarius, Nightwish e Sonata Artica entre muitos outros. Desta vez chega-nos os SoulHealer e o seu mais recente disco "Bear The Cross", uma banda de Heavy Metal, que em apenas 5 anos edita um EP e 3 long Plays com uma excelente qualidade musical. O produto final pode não agradar a todos, a voz de Jori Karki não é muito atraente, algo aproximada a Joakim Broden dos Sabaton mas com o instrumental menos possante, mais melódico e rocker, talvez Hammerfall. Há quem diga que há aqui muito Accept, Victory, Saxon,... talvez, mas o produto final fica um pouco longe disso. Talvez numa época em que Udo impunha interpretação em discos como Metal Heart ou Russian Roullette, mas no global, apesar de sombras de outras influências a musica desta banda já produz uma identidade própria. Um Bom disco, não é muito comercial, mas melódico. Tendência mais rocker e directa, com ambiance um pouco dark, próprio das terras geladas e uma descendência directa da NWOBHM que é mais a direção real da musica desta banda. Aconselhado a todos os apreciadores do que se faz na finlândia ou do bom e velho heavy metal da escola mais tradicional proveniente das ilhas britânicas. 
McLeod falou!



Temas:

01 - Unleash the Beast
02 - Bear the Cross
03 - The Journey Goes On
04 - Fall From Grace
05 - Dead Man Walking
06 - Thorns in My Heart
07 - The Viper's Kiss
08 - Blinded by the Light
09 - Revealed
10 - Settle the Score

Banda:

Jori Kärki – vocals
Sami Mikkonen – guitars
Teemu Kuosmanen – guitars, backing vocals
Pasi Laakkonen – bass
Jani Nyman – drums

NITROGODS - RATS & RUMOURS (2014) ALEMANHA



Já por aqui falei deles, mas para aqueles que estão distraídos quanto a estes rapazes, aqui vai uma brevissima sintese. O que são Nitrogods? MotorHead! O Thunderhead, Henny Wolter; juntamente com Klaus Sperling dos Primal Fear e Oimel Larcher; juntaram-se num sábado à noite, durante uma bebedeira daquelas de matar cachorro com o bafo; e decidiram dar uns toques para desopilar. Vai daí, quando ficaram sóbrios, descobriram que não sabiam se tinham ido a um concerto de Lemmy & CIA, ou se tinham gravado umas demos a curtir uma de acetilico. Depois de desfeitas as dúvidas, decidiram editar o material. Mas isto foi em 2012. Agora em 2014, a bebedeira continua, e esta rapaziada só sabe fazer isto; puro, duro e sujo Hard Rock & Roll sem palermices.
Podem parecer copycats de Motorhead, mas de notar que estes musicos, além dos seus projectos principais, já participaram em bandas e projectos como Dan MacCafferty dos Nazareth, Lou Gramm dos Foreigner; Bastards De Fast Eddie Clarke, e partilharam o palco com lendas como os próprios Motorhead, Status Quo e Kiss; por isso fica-nos um dilema para descurtinar; serão copycats ou copycats? Ou só gostam mesmo do género? Eheheheheh, Eu por mim adoro isto, para uma 6ª feira ou um sábado à noite é fantástico, agora convosco, ...
Recomendado!
McLeod Falou!




Tracklist:

01. Rats And Rumours
02. Got Pride
03. Irish Honey
04. Automobile
05. Damn Right (They Call It Rock n Roll)
06. Nothing But Trouble
07. Back Home
08. Dirty Old Man
09. Ramblin' Broke
10. BMW
11. Lite Bite
12. Nitrogods
13. Whiskey Supernova

Line Up:

Henny Wolter - Guitar & Vocals (THUNDERHEAD, PRIMAL FEAR, SINNER)
Oimel Larcher - Bass, Vocals
Klaus Sperling - Drums (FREEDOM CALL, PRIMAL FEAR)

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Vega - Stereo Messiah (2014)UK



Talvez devêssemos ir direto ao ponto no início. Compre este álbum.
Se você gosta de clássico AOR melódico hard rock, terceiro CD de VEGA "Stereo Messiah"é bastante fantastico.
A banda saiu balançando, com outro prato cheio de hinos de rock de arena. Este álbum pode ser o messias para salvar seu aparelho de som da merda do rock moderno.
Tudo neste álbum é bom.
Os arranjos são bons, com guitarras e sintetizadores cheios de melodia, a seção rítmica é firme e coração acelerado, e os arranjos vocais exuberantes e emocionais. (Nick Workman tem uma das melhores vozes do rock de hoje.)
Tudo isso é embrulhado em groove, e alguns dos melhores ganchos cativantes, em letras e arranjos que vais encontrar em qualquer lugar.
Em grande parte, do início ao fim, cada canção é simplesmente fantástica. Doces de ouvir, puro e simples. Vocais são a sua coisa? Então agarra "The Wild The Weird The Wonderful", "Neon Heart", ou a incrível "Ballad of the Broken Hearted".
Os solos de guitarra? Encontra-os em todas as músicas, mas notáveis em "Neon Heart", "Messias Stereo", "Ballad of Broken Hearted" ou "All Or Nothing".
Precisa de uma grande balada? Aqui está "Tears Never Dry".
Eu poderia continuar, mas tu sabes o que fazer para AOR rock melódico brilhar em grande. Ainda melhor, aqui não há enchimentos.
Mesmo a canção mais fraca aqui ", 10X Bigger Than Love", escrita por Joe Elliot dos Def Leppard (que faz um dueto com Workman), não pode diminuir a força deste álbum.
Tudo no álbum "Stereo Messiah" de Vega é impressionante, poderoso e imediatamente divertida.



Temas:
01. Stereo Messiah
02. All Or Nothing
03. Wherever We Are
04. Ballad Of The Broken Hearted
05. Gonna Need Some Love Tonight
06. The Fall
07. Neon Heart
08. With Both Hands
09. 10 X Bigger Than Love
10. My Anarchy
11. The Wild, The Weird, The Wonderful
12. Tears Never Dry

Banda:
Nick Workman - Vocals
Tom Martin - Guitars
Daniel Chantrey - Drums
James Martin - Keyboards
Marcus Thurston – Guitars






Bulletride - Morphine (2014) Alemanha



"Vendemos nossa alma ao diabo para Rock'n'Roll" ... diz o texto da canção "The Devil You Know" da banda de Hard rock de Osnabrück, Bulletride. Este é o lema da carismática banda que dedicou 100% ao rock'n'roll. 2014 é o ano da banda Bulletride. O álbum de estreia da banda, "Morphine". Até ao momento, a banda através de seus explosivos shows ao vivo poderiam ganhar um bom nome e correr de portas abertas com seu rock and roll típico.
Bulletride Foi fundada pelo seu baterista e compositor Arne Mattick (Nutellica). Através de seus muitos anos de experiência no negócio da música, ele formou com seus recém companheiros de banda cujo foco principal não é apenas as canções cativantes de melódico rock, mas nos seus emocionantes e inesquecíveis shows ao vivo. O álbum de estreia "Morphine" foi gravado no conhecido Osnabrück DocMaKlang Estúdio, sob a direcção de Matthias Lohmöller. "Morphine" está cheio de cativantes linhas vocais, dirigindo batidas de bateria e bons riffs de guitarra que saem a cada momento e, em seguida, seus principais ídolos australianos brilham.
A próxima data de estúdio para o 2º álbum já está reservado. Em janeiro de 2015 Bulletride jogar a placa para DocMaKlang estúdio com o produtor Matthias Lohmöller.




Temas:
01. Dead Man
02. Bulldozer
03. Death Train
04. The Road
05. Morphine
06. The Devil You Know
07. World Coming Down
08. Into the Fire
09. Bright Light
10. Black Star Rider

Banda:
Maximilian Witte - Vocals
Raphael Aufderlandwehr - Guitars
So-Kumneth Sim - Guitars
Nicolas Brinkhege - Bass
Arne Mattick - Drums

Fabian Mattick - Session Bass




Allen Lande - The Great Divide (2014) Noruega/USA



O que esperas quando ouves que há um novo álbum de Allen / Lande no seu caminho? Exatamente - Metal clássico com paixão e melodia. E é isso também que recebes. Não há muitas coisas que tenham mudado desde o último álbum. Esta é uma boa notícia.
Os lançamentos da banda Noruega / America / projeto na forma de registos constantes num nível elevado. O que começou em 2005 com "The battle" tornou-se uma colaboração bem sucedida ao longo do tempo. Algo que é novo neste momento é o fato de que os dois extraordinários cantores estão trabalhando em conjunto com o ex-membro Startovarius Timo Tolkki. Olhando para trás as últimas produções criativas do guitarrista Finish eu tinha minhas dúvidas sobre o novo álbum Allen / Lande. Mas depois de ouvir "The Great Divide" elas foram se dissipando.
Mais um novo álbum Allen / Lande de uma continunação lógica do "The Showdown" a partir de 2010 Os músicos estão focando suas marcas registadas, que são hinos do melódico metal com heavy guitarras, arranjos de espaçoso teclado e surpreendentes hooklines. Estas são refletidas em canções como o tema de abertura "Come dream with me" e "Dream about tomorrow" muito bem. Especialmente o último mencionado, mostra alguns paralelos maiores com o poderoso Ronnie James Dio. Não inesperado, mas sempre agradável de se ouvir.
Outro destaque para mim é o tema "Lady of winter". É uma música lenta com uma abordagem épica. A forma como a música é desenvolvida, incluindo as partes de piano, que lembra Savatage pelo menos eu pensei assim, quando eu ouvi a música pela primeira vez. "The hymn to the fallen" mostra os dois vocalistas com um lado mais tipo Whitesnake. Também uma faixa de melódico metal por excelência com um verso harmónico e um refrão cativante. A canção é um hino real, não só devido ao título.
Por último, mas não menos importante mencionar a faixa título. "The Great Divide" é uma canção lenta e redonda. É a partir do ritmo quase doom com um riff tipo Sabbath.
As outras músicas podem facilmente manter o mesmo alto nível. "The Great Divide" é um álbum muito bom dos dois conhecidos vocalistas. E é depois de todos os infortúnios de Tolkki, finalmente, um álbum que mostra que ele pode fazer melhor do que aquilo que temos ouvido dele.
Fãs dos antigos discos de Allen / Lande também vão gostar deste.



Temas:
01. Come dream with me
02. Down from the mountain
03. In the hands of time
04. Solid ground
05. Lady of winter
06. Dream about tomorrow
07. Hymn to the fallen
08. The great divide
09. Reaching for the stars
10. Bittersweet

Banda:
Jorn Lande: vocals
Russell Allen: vocals
Timo Tolkki: guitars, bass, keyboards
Jami Huovinen: drums




quinta-feira, 16 de outubro de 2014

The Butcher - 33 Stones (2014) USA


Nós somos uma banda de três peças de Grand Forks ND. Temos um blues sólidos baseados no som de rock que tem uma base heavy em Riff-ologia do The School of Hard Knocks. Com membros Bryon B. no baixo / Vox, Cale B. on Drums / Vox, Josh S. Guitarra / Vox.



Temas:
1. Can't See
2. Fell In Love With A Witch
3. Let The Devil Deside
4. Luminous
5. No Good
6. Preachers Of Doom
7. Pull The Trigger
8. Runaround Man
9. Superbeas

Banda:
Bryon Burdick - baixo / Vox,
Cale Burdick - Drums / Vox,
Josh S. Starke - Guitarra / Vox.





Bullfrog - Clearwater (2014) Itália



Bullfrog trio Blues rock Italiano está de volta com seu quarto álbum de estúdio, "Clearwater". Bullfrog é composto por, Francesco Dalla Riva (Bass & Vocals), Silvano Zago na guitarra e Michelle Dalla Riva na bateria. Do início ao fim '"Clearwater" é absolutamente alucinante, com o trio a misturar com sucesso uma heavy dose de blues e soul com full-speed rock and roll. Faixas como "No Salvation" e "Too Bad For Love" conseguem dominar um poderoso punch, enquanto canções como "Monster (Give Me Something Mean)" mostram como o trio sabe expulsar os jams, que pode mudar com um iniciativa descontraída como: "Say Your Prayers" e reproduzi-lo tão bem. Guitarrista convidado especial, Jimi Barbiani empresta seu talento a faixa título do álbum. "Clearwater" é um álbum incrível por uma banda incrível. Não há aqui uma canção de enchimento! Isso é raro na música de hoje. Excelentes músicos, ótimas letras, o nome que eles têm. Para quem ainda tem de entrar na 'heavy blues rock experience,' eu digo hoje é o seu com os rapazes dos Bullfrog. Será uma viagem que nunca vai esquecer. Uma dos segredos mais bem guardados do rock... não é mais! Vamos passar a palavra !!! Esta banda de rock como ninguém! Para todos aqueles que acreditavam que este corajoso, rock adrenalina estava morto, só tenho uma palavra para ti: BULLFROG!



Temas:
01. No Salvation [0:03:05.48]
02. Too Bad For Love [0:03:43.48]
03. Isolation [0:03:57.48]
04. Slow Trucker [0:04:35.48]
05. Clearwater [0:06:45.48]
06. Monster (Give Me Something Mean) [0:05:00.48]
07. Say Your Prayers [0:06:51.48]
08. Lorraine Lorraine [0:04:34.48]
09. South Of The Border [0:05:22.48]
10. Long Time Boogie [0:05:02.48]
11. Better Days [0:04:35.48]

Banda:
Francesco Dalla Riva - vocal e baixo
Silvano Zago - guitarra e guitarra acustica
Michele Dalla Riva bateria

Convidados:
Jimi Barbiani,
Nicolò Carozzi (Black Mama),
Fabio Serra (Rosenkreutz),
Simone Bistaffa (Tolo Marton Band),
Andrea Ranfa
Bruno Marini


Unruly Child - Down the Rabbit Hole (Side One) (2014) USA



UNRULY CHILD americanos do Melodic Hard Rock / AOR estão de volta com seu quinto álbum de estúdio com material original, "Down the Rabbit Hole - Side One". A edição de sete canção marca o primeiro álbum da banda desde a sua célebre reunião em 2010 com 'Worlds Collide ".
Lançado peloa sua gravadora recém-formada, Unruly Records, "Down the Rabbit Hole - Side One" atualmente o álbum está disponível apenas digitalmente, embora haja planos para lançar uma coleção de CD duplo físico com possivelmente 16-17 faixas.
O núcleo de Unruly Child; vocalista Marcie Free, Bruce Gowdy (guitarrista) e Guy Allison (tecladista) começaram a trabalhar em novas músicas há três anos.
Apesar de Marcie & Co words, "Down the Rabbit Hole - Side One" é puro Unruly Child, isso significa melódico rock com um sentimento e espírito dos anos 80 / 90.
Há alguns pequenos (muito poucos) toques progressivos na faixa-título, mas mesmo neste tema as melodias comandam. Estas músicas são absolutamente gloriosas, com muitas harmonias, por vezes cativantes, e sempre, extremamente melódicas.
Certamente Unruly Child não está obcecado para revisitar os 'velhos tempos' se falamos de estilos de composição, mas sonoramente, este é Melodic Hard Rock na pura tradição Marcie / Mark Free.
E Melodic Hard Rock de primeira classe, digo eu.



Temas:
01. This Is Who I Am
02. Down The Rabbit Hole
03. She Can't See Me
04. Breaking Hearts
05. Kindred
06. For All We Know
07. Say I Love You

Banda:
Marcie Michelle Free (King Kobra, Signal) - Vocals
Bruce Gowdy (Stone Fury, World Trade) - Guitars, Bass
Guy Allison (Lodgic, World Trade) – Keyboards




quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Vengeance - Crystal Eye [2012] Holanda


Vengeance banda formada em 1983, na Holanda, agora retorna com novo album Crystal Eye, o nono álbum de estúdio. Considerando-se o desigual, por vezes com natureza peculiar, do anterior Soul Collector (2009), esta gravação parece um retorno ao rock mais duro e heavy metal, que definiu a banda nos anos oitenta.
Por outro lado, pode-se dizer que os Vengeance não é o certo tipo de banda que não sabe o que deseja ser, hard rock ou heavy metal. Temas como Me and You, Bad to the Bone e Desperate Woman, tem um forte groove rock, às vezes quase AC / DC, boogie rock. Whole Lotta metal, ou mais claramente, a faixa-título oferece nos um épico heavy metal clássico. Mas não é só uma ou outra situação, pois todos os temas dos Vengeance são interessantes e divertidos. Com uma verdadeira balada de metal Promise Me, você tem um álbum basicamente bem composto.
Em última instância e honestamente, o Vengeance com Crystal Eye é talvez, o mais fiel à história da banda e ao estilo, que deve agradar aos fãs de longa data.




Temas:
1. Me And You 04:02
2. Bad To The Bone 04:51
3. Barbeque 03:31
4. Shock Me Now 03:28
5. Five Knuckle Shuffle 04:10
6. Desperate Women 04:03
7. Whole Lotta Metal 04:11
8. Promise Me 03:43
9. Crystal Eye 06:13
10. Missing 04:51
11. Jans End Piece 01:16


Banda:
Leon Goewie – vocals
Keri Kelli – guitar
Chris Glen – bass
Chris Slade – drums

Musicos convidados:
Michael Voss – guitar, vocals
Timo Somers (Delain) – guitar
Jan Somers – guitar, artwork; cover and illustrations.


AMARANTHE - MASSIVE ADDICTIVE (2014) SUÉCIA\DINAMARCA



E aí vão eles de novo! A banda sensação da nova geração, edita o seu 3º long play a 21 deste mês. É óbvio que não estaria aqui a falar disso se,... já não estivesse na posse dele prontinho para repartir convosco, eheheheh. Rapazes, a culpa não é minha e isto não é um lavar de mãos tipo pilatos, se caiu na net, a culpa é de alguém que quis que assim fosse, e suspeito que a editora não será assim tão inocente, tentando ver o feedback, mas isto é apenas uma teoria da conspiração, por isso vale o que vale; Nada!
Industrial metal na onda da banda. é mesmo uma mudança que temos desta vez, apesar de todos os predicados que os tornaram únicos, mas agora o som e direcção musical até parece Marylin Manson.
Não gostam? Então passem à frente, temos aqui no blog muito por onde escolher; e no Roxx2Metal também; a vossa rádio do momento. Se é o vosso som, então avancem sem medos. Melódico, gutural, feminino, pesado e com muito techno arrangements. Não tem o impacto dos anteriores, isso é garantido, porque o poder sónico baixou e orientou-se para outras modas mais pop. Deve ser por isso que vão ser a banda de suporte dos Within Temptation na eminente tour americana. 
"Massive Addictive", assim se chama este disco, é mesmo o que descrevi; mais pop, definitivamente orientado para atraír mais audiências tentando explorar o filão que está na moda, bandas jovens com som poderoso e cativante tentando elevar a fasquia financeira bem mais alto; e se rende,... toca a fazer dinheiro, é que com esta crise é preciso um bom pé de meia.
Se Gostei? não muito. Perdeu aquela força metálica e desceu ao mundo digital, é quase chiclete, depois de ouvir 2 vezes já fiquei satisfeito. As vozes guturais já não são verdadeiras, do fundo dos pulmões, parecem digitais e com batida techno a marcar o ritmo; ouçam "Digital World" e terão a confirmação do que digo. Não gosto de coisas nova e modernas? Claro que sim! Sou um progressista ajuramentado; como diria a nosso saudosíssimo Odorico Paraguaçu, prefeito de sucupira; eheheheh,... mas quando se perde algo e o que substitui não convence, fica difícil de aceitar. É que não sou frequentador de discotecas, festivais techno, raves e coisas do género, apesar de que gosto do maluco do Skazi. Agora, se é bom? Decidam vocês, porque eu já tenho a minha resposta ...
McLeod Falou!



Temas:
1. "Dynamite"
2. "Drop Dead Cynical"
3. "Trinity"
4. "Massive Addictive"
5. "Digital World"
6. "True"
7. "Unreal"
8. "Over and Done"
9. "Danger Zone"
10. "Skyline"
11. "An Ordinary Abnormality"
12. "Exhale"
13. "Trinity" (Acoustic)
14. "True" (Acoustic)

Banda:
Jake E - Vocals
Olof Mörck - Guitars, Keyboards
Elize Ryd - Vocals
Andy Solvestrom - Vocals
Morten Lowe - Drums
Johan Andreassen - Bass