segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Houston - Relaunch II (2014) Suécia




Houston é uma banda de AOR da Suécia, que está a usar uma estratégia de marketing muito estranha, na verdade, seu novo álbum "Relaunch II" é composto por 6 covers de John Farnham, John O'Banion, One Republic, Rick Springfield, Florida Georgia Line, Lady Gaga e apenas quatro novas canções originais ... Curioso, não é?
HOUSTON sofreu algumas mudanças de pessoal, eles têm um novo line-up e afirmam que querem mostrar com o "Relaunch II" que ainda estão fazendo bom rock, e pagando tributo à música que os inspirou, em primeiro lugar a formar a brilhante banda que HOUSTON é hoje, usando a mesma receita intemporal com muito mais experiêcia e à forte vontade de prová-lo ao ser confrontada com diferentes géneros.
Eles já usam truque semelhante para o primeiro disco "Relaunch" em 2011, e foi imensamente bem sucedido, então por que não?
O álbum é mais uma vez é produzido com maestria por Mastermind Rick B. Delin (exPRISONER) e o óbvio ativo vencedor ainda é claramente o vocalista Hank Erix que entrega outro desempenho sólido e impressionante, uma interpretação vocal perfeita, nesta grande tradição estilística dogmática que uma vez dominou as ondas de rádio em todo o mundo.
O problema, tanto quanto eu estou preocupação, é que covers como “Counting Stars”/ ”Do What You Want” ou "Cruise" estão fora do lugar, neste registro, mas eu suponho que é por isso que o botão de pular foi criado, Por outro lado algumas composições surpreendentes, como o tema de abertura "Justice For One" ou "Souls" de Springfield são interpretações soberbas e adições fortes para o valor deste disco!
Não vamos esquecer os novos temas frescos, uma primeira gama de West Coast/AOR no método mais primitivo, como o mel para os meus ouvidos de metal chamuscados e um verdadeiro deleite para qualquer fã deste estilo amigável de rádio, mesmo que os melhoramentos prometidos não sejam todos evidentes, pelo menos nas suas próprias faixas, os princípios lendários e da integridade do género com etiquetas sejam plenamente respeitados.




Temas:
1. Justice For One (Originally by John Farnham)
2. Love Is Blind (Originally by John O’Banion)
3. Counting Stars * (Originally by One Republic)
4. Souls (Originally by Rick Springfield)
5. Don't Look Back
6. Cruise (Originally by Florida Georgia Line)
7. Do What You Want ** (Originally by Lady Gaga)
8. Our Love
9. Downtown
10. Standing On The Moon

Banda:
Hank Erix - Lead vocals
Ricky Delin - Keyboards/Backing vocals
Soufian Ma'Aoui - Bass
Calle Hammar - Guitars/Backing vocals
Victor Lundberg - Keyboards/Backing vocals/Duet Vocals on*
Oscar Lundström - Drums
Lizette Von Panajott – Duet Vocals on* *




domingo, 7 de setembro de 2014

Night Ranger - Somewhere In California (2011) USA


É impossível falar da ascenção do hard rock nos anos oitenta sem comentar o Night Ranger. Os discos do quinteto californiano já venderam mais de dez milhões de cópias por todo o mundo, e hits como "Don't Tell Me You Love Me", "Sister Christian" e "Sentimental Street" ajudaram a escrever o nome dos caras na história da música.
As crises após a década de 1980 deixaram a banda em um hiato, mas a partir da metade da década de 1990 novos álbuns foram lançados, chegando até o mais recente Hole in the Sun (2007), o primeiro através da Frontiers Records - a gravadora italiana responsável por manter muita gente boa e roqueira ainda na ativa. Quatro anos depois esse, o Night Ranger apresenta mais um trabalho de inéditas.
Somewhere in California, décimo da discografia do Ranger, retoma a proposta altamente rocker que consagrou o conjunto nos bons tempos (seu antecessor acrescenta pitadas modernas além do costume). A maioria das faixas apresentam um hard rock grandioso, muitas vezes melódico e digníssimo de arenas e estádios, desde os riffs grudentos até os refrães de fácil assimilação.
As características musicais de Somewhere in California, mesmo com dois novos integrantes, se assemelha bastante ao que já se tornou padrão para o Night Ranger. Os vocais cativantes de Jack Blades, às vezes divididos com o batera Kelly Keagy, são o ponto forte no registro, e a dupla não se intimida ao mandar, também, uma bela cozinha. As guitarras cruzadas ainda marcam presença em várias nuances, e Joel Hoekstra não se apresenta nem um pouco intimidado ao trabalhar com Brad Gillis, um verdadeiro monstro no instrumento. O tecladista Eric Levy cumpre bem o seu trabalho e traz até um visual de maloqueiro semelhante ao de Alan Fitzgerald!
Entre os destaques, estão o single "Growin' Up in California", a sugestiva paulada "Rock N' Roll Tonite", a quase-balada "End of the Day" e a grudenta "Bye Bye Baby". Mas vale a pena conferir do início ao fim com o som alto, pois é um disco vibrante e notavelmente isento de 'fillers'.

Fonte: Van do Halen

Temas:
1. Growin- Up in California
2. Lay It on Me
3. Bye Bye Baby (Not Tonight)
4. Follow Your Heart
5. Time of Our Lives
6. No Time to Lose Ya
7. Live For Today
8. It's Not Over
9. End of the Day
10. Rock N' Roll Tonite
11. Say It With Love
12. L.A. No Name
Banda:
Jack Blades – vocals, bass guitar
Kelly Keagy – vocals, drums, percussion
Brad Gillis – guitars, vocals
Joel Hoekstra – guitars, vocals
Eric Levy – keyboards, piano, vocals




Alicate - Free Falling (2013) Suécia


Nascido em 1985, Alicate, projecto de melódico hard rock de origem sueca que em 15 de janeiro de 2013 lançou o álbum, chamado Free Falling e distribuído pela Heart of Steel Records.
E atenção, queridos leitores, porque, embora a navegação em muitos aspectos da música underground, este álbum é realmente um grande produto, com canções muito eficazes e de produção que talvez não seja perfeita, mas quente e cheia de emoções como podemos ouvir em poucos casos. O som destes quatro músicos escandinavos tem ideias muito claras, atraindo influências da discografia de gigantes do hard rock, como Magnum, Whitesnake, Ten e Treat, mas evoluiu para uma dimensão muito pessoal e uma abordagem original. Para fazer uma melhor ideia, a voz do bravíssimo cantor e guitarrista Jonas Erixon tem tom e timbre, muitos pontos em comum com David Coverdale, mas especialmente com Jorn Lande, enquanto a música de apoio, dominada pelas bonitas guitarras, mas ainda mais precioso são os teclados Glenn Ljungkvist, que soa como um trecho de música do velho Bob Catley e parceiros.
Uma mistura explosiva, o que leva a 10 canções cheias de emoção e sentimento, absolutamente diferentes e inspiradas, ouvir com o coração e não apenas com as orelhas, puxando entre hard rock melódico de grande profundidade e baladas semiacústicas de atmosfera sempre inebriante. Um álbum de idade que também é maravilhosamente desempenhado por uma grande seção ritmo, com o baixista Fredrik Ekberg fundamental para dar profundidade e amplitude a essas músicas e o baterista Jesper Persson sempre com o cuidado de gerir melhor, com precisão e atenção a algumas mudanças de ritmo quase progressivas que permeiam o ritmo do disco. E você o que vai fazer é fechar os olhos e sonhar..
É difícil negar o quanto é bonito para um fã de música, mesmo antes de o usuário ouvir através de registros como este, onde você pode sentir uma forte paixão pelo género e onde cada nota é tocada em primeiro lugar para si, e em seguida, numa tentativa de emergir no cenário musical que próspera hoje. O álbum de ALICATE conseguiu acertar graças à sua qualidade e intensidade, e pelas suas influências importantes.



Temas:
1. Still standing
2. Wake me up
3. When night falls
4. Out of bounds
5. Forevermore
6. I believe
7. Make a wish
8. Can’t change it
9. Free falling
10. Carpe diem

Banda:
Jonas Erixon – Vocals and guitar
Fredrik Ekberg – Bass
Glenn ljungkvist – keyboards
Jesper Persson – drums

sábado, 6 de setembro de 2014

MISS BEHAVIOUR - DOUBLE AGENT (2014) SUÉCIA



Esta nova obra prima vinda da suécia começa viajando numa variação mais melodic rock e moderna de Deep Purple. Aqui os teclados e sintetizadores dominam esta excelente obra de rock melódico. Muito 80's, senão totalmente 80's, está mesmo em voga a sequência que abruptamente terminou com a imposição do grunge, e esperemos que mesmo que uma nova moda venha, ainda fique muito por escrever na história do hard rock melódico para uma nova investida daqui por alguns anos, e que estejamos todos vivos para nos divertir-mos como vamos fazendo por estes dias ouvindo o que essa nova geração terá para acrescentar ao que já está feito. 
Dizem por aí que este é um dos melhores discos destes últimos tempos vindo das terras do norte, no que ao rock melódico se refere, estou inclinado para concordar com isso, mas, ... ainda falta alguma coisa. Não basta soar a Journey, Toto ou Survivor, ou ter aquele tom euro de Fair Warning, é preciso viver isso com a sua própria identidade, e ainda noto uma timidez em se libertarem dos clichês com medo talvez de falharem,... mesmo assim, estes jovens suecos editam o seu melhor disco até à data. Merecem bem pelo menos 2 audições vossas, senão mais; porque qualidade aqui não falta, mas acima de tudo é um trabalho competente vindo de uma outra época com muitos clichés já gastos pelo uso mas que soam sempre bem, e sabem sempre melhor. Achei um disco imenso de longitude e latitude, leva-me onde já me tinha esquecido. Ao nível de H.E.A.T. entre outros. Excelente! 
MacLeod Falou!


Temas:

01. On With The Show
02. Double Agent
03. Cold Response
04. Magical Feling
05. Corporation Arms
06. Love Reflector
07. Edge Of The World
08. Don't Let It End
09. Midnight Runner
10. The Cause Of Liberty
11. Dancing With Danger
12. Silver Rain

Sebastian Roos - Lead Vocals
Erik Heikne - Guitars
Henrik Sproge - Keyboards
Nicky Bloom - Bass
Magnum Jacobs - Drums


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

KISSIN' DYNAMITE - MEGALOMANIA (2014) ALEMANHA



Esta semana confesso-vos que me foi extremamente difícil escolher o post maior. o disco dos Bullet é fenomenal; o disco do Slash é 5 estrelas, Crucified Barbara também podem entrar nesta disputa; Miss Behaviour é outro grupo cujo lançamento é sensacional; mas foi com Kissin' Dynamite que me deparei com  maior dificuldade. Se por um lado Bullet me cativaram logo ao 1º riff, com KD a coisa estava mesmo no DNA. (Isto fazendo referência ao tema de apresentação deste novo trabalho dos germânicos). para ser parcial, decidi pelos Bullet, porque de outro modo iria decidir-me por KD que é um dos jovens projectos com enorme futuro meu preferido. E para me sentir mal, fosse de que modo fosse, então dei a oportunidade aos suecos. Já repararam que das 5 melhores edições desta semana, 3 são suecas? Isso quer dizer algo,...
Quarto disco de originais para estes jovens cujo hard rock bem metalizado, leva uma cor notóriamente Sleaze e um Glam moderno. è isto mesmo, estão reunidas aqui as melhores qualidades que se podem encontrar num disco de heavy metal; uma base bem hardrock, uma expressão sleaze e glam fabricada na 2ª década do 3º milénio DC. Apesar de tudo, e tendo a itália e a grécia a crescer nesta àrea, com a inglaterra a ficar-se pelo clássico e os estados unidos a passear o seu legado, fico com a certeza de que entre a suécia, a finlândia e a alemanha é que está a verdadeira disputa para o ceptro da nova geração no que ao heavy metal se refere. 
Dez temas sem falhas, todos de alto nível e mais do que bem trabalhados com arranjos do mais profissional e capaz que há. O molde é o heavy metal, onde se coloca no geral este disco, mas as construções apesar de variadas não saem de dentro do molde o que faz deste disco um monstro de profissionalismo e qualidade. Desde solos que fazem lembrar Neal Schon, Coros com melodias vindas do pop dos anos 60 e 70; pelo menos em semelhanças; poderosos riffs técnicos e muito tech da nova vaga de modern metal; mas a corrente não salta da bicicleta, é fabuloso. Tudo trabalhado até ao mais pequeno pormenor, este merece bem os euros.
Disco de melodic metal com elementos modernos muito hi-tech que agrada a todos. poderoso vocalista, Hannes Braun leva este disco para um patamar só acessível aos imortais. Estes rapazes têm uma capacidade de composição já equiparada a gente como Tobias Sammet, Kai Hansen, Deris, entre outros; brevemente passarão para a outra sala, aquela que tem aqueles botões todos, onde irão compor e produzir outros.
Este é o meu post do mês. Apreciem-no bem porque de qualidade está ele cheio do ínicio ao fim. Nota 11!
DNA! uma das melhores musicas que ouvi em anos! Podia muito bem ser o hino que falta à seleção portuguesa de futebol para ganharem um bom par de tomates e mostrarem realmente o que valem esses falhados.
McLeod Falou!


Temas:

01 - DNA
02 - Maniac Ball
03 - VIP in Hell
04 - Fireflies
05 - Deadly
06 - God in You
07 - Running Free
08 - Legion of the Legendary
09 - The Final Dance
10 - Ticket to Paradise

Hannes Braun: vocals
Ande Braun: guitars
Jim Miller: guitars
Steffen Haile: bass
Andreas Schnitzer: drums


BULLET - STORM OF BLADES (2014) SUÉCIA



Se o vosso sonho é viver nos gloriosos anos 80 ao som de Judas Priest, Accept e AC\DC, pois este é o vosso disco! Bullet, são um grupo sueco com 7 discos editados desde 2002; a contar com este, é claro. nos 6 primeros, o repetitivo clonar do modelo AC\DC já era fastidiante, e se calhar a banda também o sentiu e por isso, decidiu agora mudar a sua orientação. em boa hora o fizeram porque meus irmãos de armas, este disco está condenado a ser agrilhoado às correntes da poderosa etiqueta de classic rock album. è isso mesmo, um disco muito bem feito e trabalhado e que ninguém pode passar despercebido ao esforço deste quinteto sueco. Assim que terminarem a 1ª audição, não vão querer parar, parece mesmo que voltamos atrás no tempo. Poderá parecer um exagero, porque desde a actualização sonora aos arranjos mais recentes não é tão retro como estou a dar a entender, só que depois de ouvir e de começarem a passar as imagens de outras andanças pela cabeça, é que o factor máquina do tempo revela o sua verdadeira posição no tempo.
Bom Hard & Heavy, perdão; Excelente Hard & Heavy a bombar nas colunas do hi-fi. 11 temas do mais puro e bem elaborado Heavy Metal! Autêntica tempestade de lâminas lacinantes nos nossos ouvidos! É um disco que recomendo a todos sem excepção, porque é uma peça fundamental do momento em que vivemos relativamente à musica que nos diverte. Este disco é o template; o modelo de como se faz boa música, e de como o trabalho trás a sua recompensa. Este vai com toda a certeza ficar para a história. Do melhor do ano, e em muitos anos,...  Nota 10!
McLeod Falou!


Temas:

01. Uprising
02. Storm of Blades
03. Riding High
04. Tornado
05. Hawk Eyes
06. This One's for You
07. Hammer Down
08. It’s On
09. Crossfire
10. Run with the Hunted
11. Coming In Loud

Dag Hell Hofer - Vocals
Hampus Klang - Guitars
Alexander Lyrbo - Guitars
Adam Hector - Bass
Gustav Hjortsjö - Drums

Slash - World On Fire (2014) USA


World on Fire é o terceiro álbum solo de estúdio do guitarrista rock Slash, e o segundo álbum de estúdio com Myles Kennedy e The Conspirators. Produzido por Michael "Elvis" Baskette (ALTER BRIDGE, FALLING IN REVERSE, INCUBUS)., que está agendado para lançamento em 16 de setembro de 2014.
Um total de 17 músicas, incluindo uma instrumental, foram estabelecidas para o seguimento "Apocalyptic Love" de 2012.
'World on Fire' nome do primeiro single e do novo álbum de Slash é um rock escaldante com alguns vocais impressionantes de Kennedy. Parece que ele vai trazer ainda mais sucesso ao guitarrista, tendo já recebido uma reação muito positiva até agora através de comentários no YouTube.




Тemas:
01. World on Fire
02. Shadow Life
03. Automatic Overdrive
04. Wicked Stone
05. 30 Years To Life
06. Bent To Fly
07. Stone Blind
08. Too Far Gone
09. Beneath The Savage Sun
10. Withered Delilah
11. Battleground
12. Dirty Girl
13. Iris Of The Storm
14. Avalon
15. The Dissident
16. Safari Inn
17. The Unholy

Banda:
Slash – lead guitar and rhythm guitars
Myles Kennedy – vocals
Todd Kerns – bass, additional vocals, shouts on "World On Fire"
Brent Fitz – drums, percussion


XEX - Vier (2014) USA


Em 2014, XEX celebra seus 17 anos como uma banda. "VIER" marca seu quarto álbum de estúdio, a primeira vez que as suas vidas foram mudadas para sempre com a quase morte do baterista Pete Wadams.
Hoje, o seu laço de amizade e música nunca foi tão forte. 8 anos em construção, a música deste álbum reconhece a frágil beleza de viver e a vontade de vencer - e, claro, o poder do heavy metal.



Тemas:
1. In
2. Thunder Of Ages
3. Recome
4. Dimms
5. Fade
6. Shame
7. Sludge
8. Apart And Away
9. Forward
10. Turk
11. Disgraced
12. Glass Of Pain II
13. Ascend
14. Out

Banda:
Alfred deVarona - Bass/Vocals
Bryan Maddox - Guitar/Vocals
Pete Wadams - Drums/Vocals


HATE; DEATH; KILL - SERENADES OF THE NETHERWORLD (2014) NETHERLANDS



Dark Modern Power Metal com elementos Prog e Goth. Chamar a isto melodic death metal não me parece muito correcto, é que para isso há que imprimir uma violência "de morte" a todos os níveis nestes temas, e definitivamente pouco disso se evidência aqui, apesar de no tema "mortal zombie" quase se distinguem. Amanda Somerville empresta a estes Hate,Death,Kill a sua operática performance sempre a um nível difícil de atingir, o que faz dela a mais valia deste disco. Por outro lado, o outro vocalista não sabe bem a que se propõe, se quer seguir caminhos de uns Amaranthe, falha redondamente, se quer dar ideia de um Hetfield, perde-se nessa tentativa. A nível musical está aqui um disco com uma qualidade musical invejável. Temas bem construidos com elementos das mil e uma noites, quero dizer influências arábicas em alguns arranjos. Talvez num género onde se enquadra Kamelot seja o ideal. Se gostam de bom metal erudito, com composições complexas mas ao mesmo tempo totalmente acessíveis, eis um bom disco para o vosso fim de semana. E porque a moda é usar e abusar do gutural, neste caso tornou-se totalmente desnecessário e irrelevante, talvez uma abordagem vocal mais ao estilo Andy B. Franck; (Brainstorm); ficásse melhor aqui.
2º disco para estes musicos de referência do panorama metálico europeu; Geert Kroes, Vocals (Dead Man's Curse); Sander Gommans, Guitars & Bass (Trillium, ex-After Forever); Uri Dijk, Keyboards (Textures, Ethereal); Erik Van Ittersum; Keyboards (Ethereal (live), Insomnia (live)) e Koen Herfst, Drums (Dew-Scented, ex-Epica (live), ex-After Forever (live)) confundiram o propósito comercial com a ideia fulcral de apresentar ideias concretas e verdadeiras, vindas de uma vontade própria de se afirmar com a sua identidade. Perde por ser excessivo, excessivo na tentativa de ser brutal e remeterem-se a variações descompensadas de géneros. posso estar a dar-vos uma ideia confusa e ao mesmo desconhecedora sobre o que estou a ouvir já pela terceira vez seguida, mas garanto-vos que se fizerem o mesmo que eu e tentarem imparcialmente entenderem este disco vão chegar à mesmas conclusões que este vosso amigo aqui. Querem ser violentos e brutais quase a imporem uma tentatva de Thrash, Technical Death Metal e no entanto jogam com outras variáveis que desfazem essa intenção. A carreira musical destes musicos é maioritáriamente aquilo a que defino para mim de "extreme", e daí surgirem vários elementos comuns e muitas vontades em fazer algo diferente, mas ficou perdido no limbo ou num sitio qualquer que ninguém se preocupou em expôr, o que me dá a ideia de que o factor comercial foi imposto, numa altura em que o Modern Melodic Death metal comanda a vontade de compra dos jovens e é neste momento a par do género Hard Rock "Bad Boys" o que mais está a fazer vibrar a europa do Heavy Metal; e não só! por agora ficamos assim, esperemos pelo próximo disco para se verificar se isto foi mesmo um acaso experimental ou se vai continuar este ideal. outro ponto de crítica é o facto de se tivesse sido uma outra qualquer vocalista, faria o mesmo trabalho que Amanda mas o disco passaria ao lado; é que durante o disco o grunhidor de serviço abafa por completo a sua presença nos temas mais "excessivos, e com a americana como frontman, apesar de ser uma mentira, engole-se melhor; ou não! Por mim, uma nova experiência, e depois se verá; para vós, o que quiserem...
McLeod Falou!



Temas:
01. Revelation
02. Electric Soul
03. Mortal Zombie
04. Serenade of the Netherworld
05. Return from Tomorrow
06. Let Life Be Done
07. Eternal Journey
08. Witness
09. Book of Lies
10. Omega

Line Up:
Amanda Somerville - Vocals (Kiske / Somerville, Trillium, Avantasia (live), Aina, ex-Epica (live))
Geert Kroes - Vocals (Dead Man's Curse, ex-Blind Sight)
Sander Gommans - Guitars & Bass (Kiske/Somerville, Trillium, ex-After Forever, ex-Mayan, ex-Scheepers)
Uri Dijk - Keyboards (Textures, Ethereal, The Ulex, ex-Mortar)
Erik Van Ittersum - Keyboards (Ethereal (live), Insomnia (live))
Koen Herfst - Drums (Dew-Scented, I Chaos, ex-Xenobia, Bagga Bownz, ex-Cypher (live), ex-Epica (live), ex-After Forever (live))

Guest Musicians:
Paul Owsinski - Guitar (Trillium)
Mark Burnash - Bass (Trillium)

CRUCIFIED BARBARA - IN THE RED (2014) SWEDEN



As 4 pitas suecas estão de volta com um novo método de ataque ao machismo, trazendo de volta a atitude muito Girlschool e muita "Punkaria" a esta nova sua entrega de Hard & Heavy. Para malta que gosta de cruxificar a Bárbara, até pode ser a Guimarães, eheheh; com aqueles programinhas não admira que ande metida nos copos e na ausência espiritual deste mundo, mas isso é lá com ela, que a nós interessa-nos mesmo é este novo disco destas violentissimas flores das tundras nórdicas.
Hard Rockers potentes e descaradas, sem complexos de qualquer espécie, atiram a matar num disco que até tem temas de como matar um homem; (To kill a man). Disco para um sábado à noite a descer as avenidas de bicicleta e com o cantante a desaparafusar a carroceria com tanta potência a queimar, eheheh
Recomendado!
McLeod falou!



Temas:
01. I Sell My Kids For Rock 'N' Roll
02. To Kill A Man
03. Electric Sky
04. The Ghost Inside
05. Don't Call On Me
06. In The Red
07. Lunatic #1
08. Shadows
09. Finders Keepers
10. Do You Want Me
11. Follow The Stream

As Pitas:
Ida EvilEye - Bass
Klara Force - Guitar, Backing Vocals
Mia ColdHeart - Lead Vocals, Lead Guitar
Nicki Wicked - Drums, Backing Vocals


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Freak Kitchen - Cooking with Pagans (2014) Suécia



Da Suécia Freak Kitchen, a ideia brilhante de virtuoso guitarrista Mattias "IA" Eklundh voltaram com outro marco rasgando de loucura musical, intitulado " Cooking with Pagans ".
Este 12 faixas, um álbum de rock progressivo simultaneamente com cultura contemporânea e explora novas formas, de subtil auto-expressão musical.
Nem o metal puro nem progressiva puro, esta música heavy é cuidadosamente composta e fantasticamente tocada. As músicas têm uma entrega moderna, digital, super crocante, parecendo evitar o movimento analógico a tendência actual.
A música é fresca, muito acessível, mas experimental em alguns pontos e séria. A maior parte dos riffs são compostos com staccato. Isso contrasta com os solos que têm uma fantástica variedade de texturas, tons e passagens escorregadias.
Mas o mais importante em tudo, tu sabes Freak Kitchen não vai entregar material comum.
Há uma abundância de camadas, sobrepostas coros vocais, e a idéia se desloca para manter os ouvintes satisfeitos. No entanto, a música de Freak Kitchen não é "sobre-orquestrada'com instrumentos supérfluos ou partes.
Influências tão amplas como prog rock, clássico metal, free jazz e música East Indian combinada com composição ocidental ultra-moderna para animar os ouvidos e agradar a fantasia.
Para os ouvintes que procuram música mais acessível, algumas faixas são rock mais regular como "Sloppy" com ele é ocidental, o bonito prog metal "Professional Help", e a grande "Private Property", um hino de melódico hard rock repleto de solos loucos .
Letras, como de costume, são muito "viver no aqui e agora"; sempre tão bem-humorado, exagerado, efêmero e inconstante. Isso é o que faz Freak Kitchen: transmitir suas mensagens de uma, maneira 'estranha' engraçada.
Como se resume Freak Kitchen em poucas palavras? É um desafio, mas eu diria; subtil, progressivo, divertido e muito cativante. Mas como a maioria enigmática, música altamente instrumentalizada, em algum momento, a palavra escrita não consegue descrever é a riqueza.
A música é chamada de prog rock, art rock, prog metal e avant-garde, mas com Freak Kitchen, géneros não significam tanto quanto eles são verdadeiramente únicos. O núcleo de música da banda é técnico e difícil, mas eles conseguem quase disfarçar a complexidade, mantendo as músicas do lado mais curto e atando-as com um tom de guitarra surpreendentemente heavy e groovy, grandes melodias e letras divertidas, que muitas vezes me rir ou cantar em voz alta como se estivesse ouvindo uma banda rock de estádio.
Um feito impressionante, que muito poucos poderiam fazer com um resultado tão surpreendente.
"Cooking With Pagans" é uma viagem divertida, guitarra impulsionada por música heavy. É irreverente, tentando não pisar ninguém, mas não esquizofrênico; apenas interessante e muito agradável.



Temas:
01 - Professional Help
02 - Freak of the Week
03 - Sloppy
04 - Goody Goody
05 - (Saving up for an) Anal Bleach
06 - Private Property
07 - Mathematics of Defeat
08 - I don’t Want to Golf
09 - Hide
10 - Come back to Comeback
11 - Ranks of the Terrified
12 - Once Upon a Time in Scandinavistan

Banda:
Mattias "IA" Eklundh - vocals, guitars
Christer Örtefors - bass, vocals
Björn Fryklund – drums


Jimi Jamison - Never Too Late [2012] UK


Em 2011, a lenda Jimi Jamison começou a trabalhar em conjunto com o compositor e produtor sueco Erik Martensson (WET, Eclipse, etc), que estabelece as bases para o seu novo álbum solo "Never Too Late", e foi lançado em 02 de Novembro na Europa e, 06 Novembro na América do Norte.
O processo levou uma boa parte de 2011 e 2012 para ser concluído, mas os resultados finais brilham.
Este é verdadeiramente um monumental álbum de rock melódico, onde a impressionante composição contemporânea de rock melódico de Martensson reúne as excelentes habilidades vocais de Jamison e uma produção em massiva.
" Never Too Late " realmente hard rock às vezes, provavelmente, o mais pesado que Jamison já esteve envolvido, as melodias vão assombrá-lo e ficar na sua mente por muito tempo.



Temas:
01. Everybody's Got A Broken Heart
02. The Great Unknown
03. Never Too Late
04. I Can't Turn Back
05. Street Survivor
06. The Air I Breathe
07. Not Tonight
08. Calling The Game
09. Bullet In The Gun
10. Heaven Call Your Name
11. Walk On (Wildest Dreams)

Músicos:
Jimi Jamison - Lead Vocals
Erik Mårtensson - Guitars, Bass, Keyboards & Backing Vocals
Magnus Ulfstedt - Drums
Jonas Öijvall - Hammond B3, Piano & Analog Synthesizers
Magnus Henriksson - Lead Guitar on 5 & 10




Stampede Queen - A Night At The Cockfights (2004) Canadá


Se o pensamento de Gene Simmons dos Kiss frente a lendas do rock australiano AC / DC vira teu estômago então podes querer ficar longe desta realização. Tão nauseante como essa combinação poderia soar para algumas pessoas (eu incluído), estranhamente A Night At The Cockfights é um lançamento incrível. Do Canadá Stampede Queen consegue combinar três acordes de guitarra rock com letras irónicas para uma irresistível audição.
Dão pontapé de saída com "Never Turn Your Back On Rock 'N' Roll", um rock sem frescura que tem um refrão que lembra Britny Fox. Eu não tenho idéia o que passava pela cabeça da banda quando "Daisy Mae" foi escrito, com letras como "she's looking so out of sight, and I know she's my sister, I couldn't stop when I kissed her", ("ela está olhando tão longe da vista, e eu sei que ela é minha irmã, eu não conseguia parar quando eu a beijei"), mas que importa - é uma grande canção e prova que esses meninos têm um senso de humor. "Dee Dee Dominator" começa com um bom riff de guitarra antes de Zodiac Mindwarp influenciar os vocais. Quanto ao restante, o disco nunca cessa, expelindo riffs de guitarra que nada rivaliza com o que AC / DC tem feito nos últimos anos.
A verdadeira jóia que é "Woman In A Fast Car". Esta é a música mais viciante que eu ouvi nos ultimos tempos. Se Kiss ainda tem o fogo e desejo isso é como o que eles poderiam soar (se tivessem sorte). Eu não posso dizer coisas boas o suficiente sobre A Night At The Cockfights. Fãs de rock puro vão.




Temas:
01. Never Turn Your Back On Rock 'N' Roll
02. Woman In A Fast Car
03. Sunshine Annie
04. Mister Saturday Night
05. Daisy Mae
06. Get Up
07. Dee Dee Dominator
08. Freewheeler
09. Devils Glove
10. High Till I Die
11. Wet Velvet
12. Animal Love
13. Livin On Ten 24/7
14. Stampede Queen

Banda:
Zack Daniels - lead vocals and guitar
Daniel Lee Damage - guitar and vocals
Ian Marshall Knox - bass and vocals
Lynyrd DeVille - drums and vocals




STAMPEDE QUEEN - Stampede Queen (2006) Canadá


Stampede Queen uma banda com verdadeiras raízes no rock. A sonoridade deles é uma mistura dos anos 70 era AC / DC e KISS e acrescenta-lhe uma dose de Cheap Trick e Gun's & Roses. Os resultados? Real ROCK 'N' ROLL!…
Este é o segundo álbum dos Stampede Queen e tem o poder e energia do OLD SCHOOL ROCK .
Eles têm partilhado o palco com uma variedade de grandes artistas, lendas do rock como David Lee Roth, Vince Neil, e de Londres QUIREBOYS.



Temas:
01. Kari Baby
02. In It For The Money
03. Liquor Store Girl
04. Beard Garden
05. The Bitch Is Back
06. Midnight Fever
07. Gone
08. Ain't Lookin For Love (Lookin For A Lickin')
09. Shes Got The Ace

Banda:
Zack Daniels - lead vocals and guitar
Jon Bent - guitar and vocals
Ian Marshall Knox - bass and vocals
Lynyrd DeVille - drums and vocals


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Separator - Never Back Down (2013) República Checa



SEPARATOR jovem banda foi formada em 2008 e vem de Milotice, República Checa.
A banda toca hard rock clássico e heavy metal com base nos anos 80 - musicalmente, imagem específica, show selvagem e grande comunicação com o público.



Temas:
1. Road of the Death 05:22
2. Fuck Me More 04:32
3. Rock 'n' Roll Show 03:28
4. Bleeding Savage 03:30
5. Moonlight 04:55
6. I Wanna Go 04:15
7. Kill Your Enemies 04:36
8. Never Back Down 07:55

Banda:
Honza "Havja" Haviernik - guitarra, vocais
Andrej "Kimla" Kimlička - guitarra, backing vocals
Patrik Fialka - bateria
Tomáš "Dantes" Gregorovič - baixo, backing vocals