domingo, 22 de junho de 2014

Private Angel - Nailed (2011) Alemanha


Terceiro álbum para o coletivo germânico nascido a partir de elementos dos Maggie’s Madness/Wildcat, Vacancy e Talon/Frontline e formado por um veterano e experiente quarteto de músicos. Os amantes do clássico hard rock tem aqui um trabalho apetecível, com um conjunto de 12 temas feitos como manda a tradição: vocais rasgados, bons solos, melodias catchy, muito groove. Temas como Nailed! (excelentes coros), Tomorrow Is Today’s Yesterday, Tramp Stamp Boogie, ou Valiant Song são trechos de puro hard rock do mais interessante que se tem feito nesta matéria nos últimos anos. Uma boa produção associada ao desempenho técnico perfeito dos quatro executantes fazem deste Nailed! um trabalho clássico de tal modo adequado aos tempos modernos que até a temática afegã é abordada em Kush, uma faixa com um agradável ligeiro sentimento étnico.




Temas:
1. Human Wreck
2. Nailed!
3. Tomorrow is Today´s Yesterday
4. Last Chance
5. Kush
6. Shine on
7. Tramp Stamp Boogie
8. My Haunt
9. Valiant Song
10. Private Shelter
11. Upside Right
12. With a little Help from my Friends

Banda:
Robbo Stoeltzel (Lead Vocals)
Dazz Shepherd (Guitars and Vocals
Peter Tobolla (Bass and Vocals)
Jochen Schmidt (Drums and Vocals)


sexta-feira, 20 de junho de 2014

Shadow Gallery - Digital Ghosts (2009) USA




A vida nos coloca em situações delicadas de tempos em tempos. Quando menos esperamos, somos sacudidos por momentos que mudam a nossa trajetória. O grupo norte-americano Shadow Gallery passou por uma encruzilhada em 2008: no dia 29 de outubro daquele ano, o vocalista Mike Baker sofreu um ataque cardíaco fulminante e faleceu.
O que fazer diante de uma situação como essa? Dois caminhos se desenhavam à frente da banda. O mais seguro seria encerrar as atividades e dar um ponto final na carreira. Já a escolha mais arriscada era tentar seguir em frente, encontrando outro vocalista e reconstruindo sua história depois de um momento tão extremo como esse.
O Shadow Gallery escolheu a segunda alternativa, anunciou Brian Ashland como vocalista e seguiu em frente. O resultado é Digital Ghosts, lançado em 23 de outubro de 2009, praticamente um ano após a morte de Baker. Sexto álbum do grupo, Digital Ghosts sai agora no Brasil via Hellion Records, e irá agradar em cheio quem gosta de um prog metal repleto de classe e bom gosto.
O álbum conta com várias participações especiais. Ralf Scheepers, do Primal Fear, solta a voz em “Strong”. Clay Barton, do Suspyre, canta em “Venom”. O guitarrista Srdan Brankovic, do Expedition Delta, toca em “Strong”. Mas o que se destaca é o incrível poder de superação do quinteto formado por Gary Wehrkamp (guitarra e teclado), Brendt Allman (guitarra e vocal), Carl Cadden-James (baixo e flauta), Joe Nevollo (bateria) e o já citado Ashland. O resultado disso tudo faz de Digital Ghosts um dos melhores discos da carreira do Shadow Gallery.
Como era de se esperar, o álbum tem uma aura densa devido aos acontecimentos vividos pelo grupo. As faixas são longas - não existe nenhuma com menos de seis minutos - e bastante pesadas, com várias passagens instrumentais interessantes, que levam o ouvinte ao transe. Surpreendentemente, um dos principais destaques de Digital Ghosts são os vocais de Brian Ashland, limpos e cristalinos, que remetem ao timbre de Geoff Tate, do Queensryche.
Digital Ghosts é um trabalho sólido e forte. Com ele, o Shadow Gallery superou o momento mais delicado de suas duas décadas de carreira. Um álbum que reafirma o status do grupo como um dos principais nomes do prog metal em todo o mundo, ao lado do Dream Theater e do Symphony X.
Fonte: http://www.collectorsroom.com.br/2011/03/shadow-gallery-review-do-album-digital.html

Тemas:
01 With Honor
02 Venom
03 Pain
04 Gold Dust
05 Strong
06 Digital Ghost
07 Haunted
08 Two Shadows
09 Gold Dust (Demo)
10 In Your Window
11 World Of Fantasy (Demo)

Banda:
Brian Ashland - Vocals
Gary Wehrkamp - Guitar, Keyboards (Explorers Club, Star One, Expedition Delta, Amaran's Plight, Roswell Six)
Brendt Allman - Guitar
Carl Cadden - James - Bass
Joe Nevolo - Drums (Fragrant Experiment, Rogosonic)

Convidados:
Ralf Scheepers (Primal Fear)
Clay Barton (Suspyre)




Pretty Maids – It Comes Alive (Maid In Switzerland) (2012) Dinamarca



Os dinamarqueses mestres do metal melódico Pretty Maids estão de volta com outro CD ao vivo este ano, o primeiro ao vivo desde 2003. It Comes Alive - Maid in Switzerland é o título, e está sendo lançado em conjunto com o DVD da banda pela primeira vez ao vivo. O DVD, sem dúvida, regra geral, mas esta revisão abrange apenas metade o áudio do show.
Abrangendo dois discos e 21 faixas, Comes Alive é o álbum mais abrangente ao vivo que a banda lançou até à data e portanto abrange todas as eras da longa carreira da banda. Eles não chegam a tocar musicas de todos os álbuns, mas você tem músicas de álbuns dos anos 80 Red Hot and Heavy and Future World, álbuns dos anos 90 Lethal Heroes (a.k.a. Jump the Gun), Sin-Decade, Scream and Anything Worth Doing is Worth Overdoing, bem como mais recentes álbuns Carpe Diem, Wake Up to the Real World e Pandemonium. Future World e Pandemonium são os mais fortemente representados aqui, e isso não é uma coisa má porque são indiscutivelmente os melhores álbuns da banda.
Além de ser um conjunto de temas abrangente ao vivo, o desempenho capturado on It Comes Alive é simplesmente incrível. Esta não é uma banda que está apenas passando as moções ou simplesmente tocando nota por nota, ou simplesmente reproduzindo suas canções de estúdio. Pretty Maids tem uma energia fantástica ao vivo que se vê através de cada canção. Cada música soa quase como nova, e entre a energia da banda e o feedback que está recebendo da multidão é quase como estar presente.
Notas de Edição: Se você está comprando vem vivo em formato MP3, você terá uma faixa extra - "Nightmare in the Neighborhood" - que não está na versão CD.

Temas:
CD1
01 - Pandemonium
02 - I.N.V.U
03 - Hell On High Heels
04 - Wake Up To The Real World
05 - Destination Paradise
06 - Another Shot
07 - Scream
08 - Walk Away
09 - It Comes At Night
10 - Queen Of Dreams
11 - Savage Heart
12 - Clay
CD 2
01 - Yellow Rain
02 - Rock The House
03 - Back To Back
04 - Rodeo
05 - Love Games
06 - Future World
07 - Little Drops Of Heaven
08 - Please Don't Leave Me
09 - Red Hot And Heavy
10 - Nightmare In The Neighborhood [iTunes exclusive Bonus Track]
Banda:
Ronnie Atkins: Vocals
Ken Hammer: Guitar
Rene Shades: Bass
Allan Tchicaja: Drums
Morten Sandager: Keyboards




Pretty Maids - Pandemonium (2010) Dinamarca




Pretty Maids banda de heavy metal é inspirada em NWOBHM (New Wave Of British Heavy Metal) e formada em Horsens, Dinamarca, por Ronnie Atkins e Ken Hammer em 1981. Foi o primeiro disco da banda depois de 4 anos sem gravar.
A banda escolheu uma dezena de músicas para fazer parte do álbum. Além disso, a edição limitada, em embalagem ‘digipack’, trará como bônus uma versão remixada de “It Comes at Night”.
Produzido por Jacob Hansen (Volbeat, Rob Rock, Beyond Twilight), "Pandemonium" é uma volta a era de 'Red Hot & Heavy' e ' Future World', mas com um update no som que consolida que a banda está mais forte do que nunca.
"Eu acredito que o novo disco é nosso melhor momento", fala o vocalista Ronnie Atkins. "Definitivamente nosso melhor material em muitos anos, e o espírito da banda está melhor do que nunca.".
A partir deste álbum o tecladista Morten Sandager passa a ser um membro fixo do grupo. completam a formação os músicos Ronnie Atkins (voz), Ken Hammer (guitarra), Kenn Jackson (baixo) e Allan Tschicaja (bateria).

Temas:
1. Pandemonium
2. I.N.V.U.
3. Little Drops Of Heaven
4. One World One Truth
5. Final Day of Innocence
6. Cielo Drive
7. It Comes at Night
8. Old Enough to Know
9. Beautiful Madness
10.Breathless
11.It Comes at Night (remix) Bonus track

Banda:
Ronnie Atkins - vocals
Ken Hammer - guitars
Kenn Jackson - bass
Allan Tschicaja - drums
Morten Sandager – keyboards



Ivory Tower - IV (2011) Alemanha



Quarto álbum para Ivory Tower, uma banda de Kiel, na Alemanha, formada em 1990, tocando um estilo de metal melódico progressivo e clássico. O grupo já lançou vários álbuns para a música 'label Limb e tocou na Europa com Motorhead, Edguy e Doro. "IV" é um álbum que reflecte claramente a influência de Dream Theater (especialmente os do primeiro período), Symphony X e Fates Warning.



Temas:
1. Rape Of Time
2. Expelled From Heaven
3. Catatonic Sleep
4. Hands To The Sky
5. Loss
6. What If
7. Wailing Wall
8. Child Of Burden
9. We're Lost
10. Moments Of Delight

Banda:
Andre Fischer - Vocals
Sven Böge - Guitars (Z-Iron, Ritual Steel)
Björn Bombach - Bass (Ritual Steel, Steel Maid)
Heiner Risthaus - Keyboards
Florian Tabbert - Drums (Titan Steele, Redamntion)

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Automag - deep in the ditch (2012) USA




Automag banda formada em 1996 na área rural de tobacco criação de Johnston County, Carolina do Norte. Com um arsenal de hard rock, heavy metal e Southern rock, os rapazes estabelecidos na cena da música da Carolina do Norte como um óbvio outsider.
A música varia de baladas do estilo country até seu rosto duro de metal e rock. Inicialmente, muitos pensaram que a fusão estilística do género seria um problema para o público que foram exatamente utilizados para saber o que eles estavam recebendo. Bandas de metal só tocam metal. Bandas de Southern rock só tocam Southern rock.
Automag fez deste tipo de diversidade a sua marca e encontrou um público muito mais amplo do que muitos tinham previsto inicialmente.

Temas:
1. In the County 3:55
2. 4 Lo 5:05
3. Drink On 3:51
4. Think of Me 3:40
5. Do It 3:17
6. Burn It Down 3:56
7. Raise Hell 2:39
8. In Your Arms 3:13
9. Hell Yeah 3:34



quarta-feira, 18 de junho de 2014

Brainstorm – On the Spur of the Moment (2011) Alemanha



Andy B. Franck, uma das melhores vozes do Power Metal que vocês ouviram e chegarão a ouvir, é também um dos mais profissionais. A sua referência é nada mais nada menos do que Bruce Dickinson. Muitos de vocês dirão: "grande coisa", e eu digo-vos, gostem ou não, Bruce, é do mais profissional que hà. Respeita a sua ferramenta de trabalho com a maior das exigências. Deste, nunca ninguém dirá que foi despedido porque perdeu a voz devido a ter bebido demais ou metido uns xutos antes do concerto.
Ivanhoe, Symphorce e Brainstorm, são os exemplos mais conhecidos e activos da vida profissional de Andy. Desta vez, foi Brainstorm quem acabou de editar o 9º álbum de originais. "On The Spur Of The Moment", é Power Metal refinado de Prog com arranjos fabulosos. Esta é a minha escola. Força que não consegues impedir que tome conta de ti, power potente e acima de tudo europeu da melhor escola, a alemã!
Posso dizer-vos como começa e acaba, que em "in these walls" te faz lembrar Queensryche, mas aqui a força é grande, obi-wan! Não é necessário, basta por o disco a rodar e vão logo perceber o que quero dizer-vos. Power Metal com arranjos de teclados que fazem a música progredir para outros mundos. Alta qualidade, de superliga. Os músicos podem ser-vos desconhecidos, mas a competência é alemã. Mercedes, Porche, VW, Audi, BMW; está tudo dito. Seria injusto comparar Brainstorm com outras bandas. Já existem desde 1997, e criaram algo de muito próprio. Esta banda é daquelas que influência novas gerações. Não precisam de ir a correr porque este tipo de som corre por ele, mas é indispensável que ouçam este disco e se tiverem oportunidade outros desta banda. Aqui vive a parte séria da indústria musical. Profissionalismo, alto desempenho e muita qualidade.
Mcleod Falou!

Temas:
1. Below The Line
2. In The Blink Of An Eye
3. Temple Of Stone
4. In These Walls
5. Still Insane
6. Dark Life
7. No Saint – No Sinner
8. Where Your Actions Lead You To Live
9. A Life On Hold
10. My Own Hell


Banda:
Andy B. Franck - Vocals
Antonio Ieva - Bass
Dieter Bernert - Drums
Milan Loncaric - Guitars, Vocals (backing)
Torsten Ihlenfeld - Guitars, Vocals (backing)




Witchcraft - Legend (2012) Suécia




Os suecos Psychedelic rockers dos Witchcraft estão finalmente de volta depois de cinco anos desde seu último lançamento, com um álbum heavy intitulado "Legend". Nesta versão altamente antecipada a banda oferece nove faixas de excelente Psychedelic Rock que irá impulsiona-los de volta para os altos escalões do género re-emergente. Rotulado como uma das bandas que impulsionaram o renascimento do género de volta em meados de 2000, os Witchcraft mostram sua qualidade musical convincente em cada canção que eles apresentam nesta versão.
Com um som mais pesado desde a abertura da "Deconstruction", a banda oferece poderosos Doom riffs que são bem adornados por excelentes vocais de Magnus Pelander. A vibe psicadélica é imediatamente presente com o trabalho de guitarra funky e a percussão bem executada. As coisas realmente pick-up com o cativante super "It’s Not Because Of You", na verdade uma faixa muito bem trabalhada que possui vocais excelente, o trabalho de guitarra intrincada, e uma secção com super refrão cativante. Não há dúvida de que esta faixa é a única indiscutível do primeiro lançamento.
Com um pouco de sotaque sulista, a melodia Stoner "An Alternative to Freedom" bem muda o ritmo das coisas, com uma atmosfera muito suave e descontraída, tornando-se a nossa música preferida da gravação. O épico " White Light Suicide " tem uma natureza muito grave para ele, tornando-se um trilho bastante agradável para relaxar. Nós particularmente gostamos dos vocais solenes e muito bem trabalhados com as guitarras tocando.
Fechando com "Dead End", a banda faz um pouco de experimental e oferece uma mistura estranha de seu tradicional som psicadélico, com influências mais Stoner / Sludge que fazem esta canção bastante interessante e uma experiência muito agradável de 11 minutos. No geral, "Legend" é um grande retorno de Witchcraft de sua banda quase totalmente renovada. A banda tem grandes habilidades quando se banda trata de fazer música psicadélica com um pouco de vibe, criando um som muito original para eles.

Temas:
01. Deconstruction
02. Flag Of Fate
03. It's Not Because Of You
04. An Alternative To Freedom
05. Ghosts House
06. White Light Suicide
07. Democracy
08. Dystopia
09. Dead end

Banda:
Magnus Pelander - Vocals
Simon Solomon – Guitars
Tom Jondelius – Guitars
Oscar Johansson – Drums
Ola Henriksson - Bass




Kobra And The Lotus - Kobra And The Lotus (2012) Canada



KOBRA AND THE LOTUS no ano passado, fechou um acordo com o baixista / vocalista dos Kiss Gene Simmons ' revivido Simmons Records através de uma parceria com a Universal Music Canada. Simmons confirmou a assinatura de contrato, no seu perfil no Twitter, chamando KOBRA AND THE LOTUS " real metal."
KOBRA AND THE LOTUS no álbum de estreia, "Out Of The Pit", produzido por Kevin Shirley, foi lançado em março de 2010. Nos 16 meses seguintes, a banda fez 168 shows, em cinco países, incluindo sete festivais. Agora o segundo álbum foi produzido por Kevin Churko (FIVE FINGER DEATH PUNCH, OZZY OSBOURNE), juntamente com Julius "Juice" Butty. Um vídeo para a canção "Welcome To My Funeral" aponta para uma evolução indiscutível na banda, a música é mais forte, agressiva e mais pesado.
"Os shows com 'Out Of The Pit" teve uma enorme influência sobre nós em termos de perceber qual a direcção que queríamos tomar para as novas músicas ", diz cantora Brittany Paige. "Nós realmente queríamos criar novas músicas que retratassem a grande quantidade de energia que colocamos numa performance ao vivo."

Temas:
01. 50 Shades Of Evil (3:21)
02. Welcome To My Funeral (3:56)
03. Forever One (3:36)
04. Heaven's Veins (4:08)
05. Nayana (My Eyes) (4:06)
06. Sanctuary (4:22)
07. No Rest For The Wicked (4:49)
08. Lover Of The Beloved (4:16)
09. Calm before The Storm (4:39)
10. Ana Of Karmika (4:40)


Banda:
Brittany Paige - Vocals
Jasio Kulakowski - Guitar
Griffin Kissack - Drums
Peter Dimov - Bass
Timothy Vega – Guitar





terça-feira, 17 de junho de 2014

Blackberry Smoke – Leave a Scar Live North Carolina (2014) USA




Baseando-se no modelo de Southern rock tipo Lynyrd Skynyrd, com uma boa dose de outlaw country honky tonk e um pouco de bluegrass, gospel e R & B misturado, Blackberry Smoke é composto por (vocalista / guitarrista Charlie Starr, o guitarrista / vocalista Paul Jackson, o baixista / vocalista Richard Turner, o teclista Brandon Still, e o baterista Brit Turner), formado em Atlanta, Geórgia, em 2000 e rapidamente construiu uma base de fãs leais no Southern circuito turístico, abrindo para bandas de nível superior como Lynyrd Skynyrd, ZZ Top, o Zac Brown Band , George Jones, e outros. O grupo lançou um álbum de estréia, Bad Luck Ain't No Crime, em 2004, em Cock of the Walk Records, em seguida, seguiu com a auto-lançado EP New Honky Tonk Bootlegs em 2008. Um segundo EP, Little Piece of Dixie, apareceu de Big Karma Records no mesmo ano. Um álbum completo, este também chamado Little Piece of Dixie, foi lançado em 2009 por BamaJam Records. A banda então assinou com Southern Ground Records de Zac Brown, que lançou The Whippoorwill em 2012.


Temas:
CD1:
1. Shakin’ Hands With The Holy Ghost
2. Sanctified Woman
3. Testify
4. Good One Comin’ on
5. Six Ways To Sunday
6. Ain’t Got The Blues
7. Lucky Seven
8. Pretty Little Lie
9. Restless
10. Up In Smoke
11. Crimson Moon
12. The Whippoorwill
13. Son Of The Bourbon



CD2:
1. Everybody Knows She’s Mine
2. One Horse Town
3. Lesson In A Bottle
4. Ain’t Much Left Of Me
5. Leave A Scar
6. Sleeping Dogs
7. Payback’s A Bitch
8. Up The Road
9. Shake Your Magnolia

Banda:
Vocalista / Guitarrista Base: Charlie Star
Guitarrista Solo: Paul Jackson
Baixista: Richard Turner
Baterista: Brit Turner
Tecladista: Brandon Still




THE QUIREBOYS - BLACK EYED SONS (2014) UK




Ei-los! 1 ano após a última edição, os meninos feios do hard rock britânico estão de regresso com um discaço! Hard rock'n'roll com o familiar orgão; o hammond ou o da igreja e não o "orgão". Epá, vocês são mesmo depravados, eheheheh
Se bem que esse é uma consequência deste tipo de musica "party all night long", booze, SEX e rock'n'roll; isto para ser muito bonzinho e ingénuo. Baseados no classic blues rock, estes rapazes foram durante a febre da "golden era" um fenómeno. A par de bandas como Dogs D'Amour, The Black Crowes entre mais alguns, eram muito requisitados por uma classe apreciadora muito fiel ao bom e velho blues rock and roll, quase elitista e nostalgico, no fundo, um modo de vida é o que é, seja lá qual for a idade. Essa rapaziada vive este género musical pelos poros, como ciganos (nómadas); daí não ser de estranhar a sua enorme procura.
Já lá vão 30 anos desde que apareceram pela 1ª vez, e para festejar essa data, eis aqui um fiel testemunho desses dias.
O seu primeiro disco só foi editado em 1990, no auge da era do glam\hair metal e as vendas foram de ouro, nº 2 nas listas do reino unido, mas isto só depois da mrs. Sharon Osbourne, os ter tomado debaixo da sua asa; e assim um novo mito surgiu. "A bit of what you fancy" foi considerado como a resposta britânica aos americanos Poison; apesar de serem mais bluesy, os Quire nunca escaparam dessa comparação.
depois do 2º disco em 93, a banda separou-se por um par de anos e regressou com a estrutura musical que hoje conhecemos, definitivamente uma banda de blues\hard\rock'n'roll, apesar de que nunca o deixaram de ser, a vertente comercial imposta no 1º disco ditava outra coisa menos pura de intenções mas que agradou a milhões, este vosso amigo incluido. Depois de dezenas de mexidas no line-up só Spike, o ronco vocalista e Guy Griffin, guitarrista; restam da formação original, e penso eu que serão o suficiente, afinal é a voz de Spike; que continua igual a si próprio;  que reconhece-mos como imagem de marca desta banda, os verdadeiros ciganos do rock'n'roll.
Se The QuireBoys é a vossa onda, rapazes, é a não perder. Eu sou um rockofilo inveterado, um pouco como o Jamie Oliver, marcha tudo para dentro do tacho, eheheheh, bom, quase tudo... por isso, não vos cai nada ao chão se ouvirem esta banda clássica.
McLeod Falou!

Temas:
01. Troublemaker (Black Eyed Son)
02. What Do You Want From Me?
03. Julieanne
04. Double Dealin'
05. Stubborn Kinda Heart
06. Lullaby of London Town
07. The Messenger
08. You Never Can Tell
09. Mothers Ruin
10. Monte Cassino (Lady Lane)

Banda:
Spike - Vocals
Guy Griffin - Guitars
Keith Weir - Keyboards
Paul Guerin - Guitars
Pip Mailing - Drums
Nick Mailing - Bass


Outloud – Love Catastrophe (2011) (USA | Germany | Greece | UK)




Os Gregos do Outloud começaram em 2004 e lançaram seu primeiro registro (We'll Rock You To Hell And Back Again) em 2009. Love Catastrophe é o segundo trabalho deles, muito bom por sinal, mostra que eles vieram pra levar o Hard Rock a sério.
Lançado pela AOR Heaven Records (www.aorheaven.com) este álbum continua mostrando o poderoso Hard, como já anuncia a voz alucinada na intro de "We Came To Rock" "...i wanna see some asses shaking..." aí a música é outra, no bom sentido, e nos envia aquele som que se ouve em bandas como White Lion, Poison, Winger...mas bem longe do visual Hair Metal, aliás o visual da banda em todos termos tanto graficamente como o dos integrantes, nos passa esse lado profissional, são excelentes músicos, entre eles está o tecladista do firewind Bob Katsionis.
O desempenho memorável nas canções "Waiting For Your Love"(que é o clip de estréia), a comovente balada "Someday", "Live Again", a modernosa "Isolation Game" onde me deu um certo 'medo' quando ouvi a voz com aquele efeito de Cher - Believe... mas passou, são alguns destaques deste Disco.
Além disso os músicos estão com uma grande divulgação no seu país, fazendo grandes shows, abriram até para Twisted Sister, e fizeram a turnê para esse álbum...

Temas:
1. We Came To Rock
2. Falling Rain
3. Live Again
4. Waiting For Your Love
5. The Night That Never Ends
6. Someday
7. Underground
8. Isolation Game
9. Clean Hands
10. Love Catastrophe
11 - Someday [Extended version]

Banda:
Chandler Mogel - Vocal (Talon, Until Destiny, Cities, NYC Outlaws, Legion (US))
Bob Katsionis - Guitar (Nightfall (Grc), Imaginery, Zion (Grc), Karmic Link (Guest), Overlord's Perpetual, Star Queen, Skyward (Grc), Septicflesh, Fatal Morgana, Mirage (Grc), Firewind, Encomium (Grc), Casus Belli (Grc), Francesco Fareri, Mike Dimareli Artical, Ioannis Anastassakis)
Tony Kash - Guitar
Sverd - Bass (Silent Rage, Bare Infinity)
Mark Cross - Drums (Metalium (Ger), Winters Bane, At Vance, Nightfall (Grc), God's Army, The Supremacy, Firewind, Magna Carta, Spitfire (Grc), Helloween)





segunda-feira, 16 de junho de 2014

7th HEAVEN - Spectrum (2014) USA





Bio:
7th heaven é uma banda de rock com sede em Illinois Chicago, criada pelo guitarrista Richie Hofherr, Tony Di Giulio e Michael Mooshey. Formada em 1985, continuou até os dias de hoje com a mudança members. A banda 7th heaven foi gerida por Alec John Such de Bon Jovi e James Young de Styx em 1997-1998. 7th heaven é actualmente gerida pela Administração NTD, que também gerencia bandas como "1 Speed Go" e HiFi Superstar. Eles são assinados para NTD Records, escrevendo mais de 3000 músicas até agora, fazendo muitos shows e vendendo 25.000 CDs até o momento. Seu aclamado disco de Prata com 30 faixas CD duplo lançado em 2004 tem sido um lançamento favorito e muito popular. O título do CD de 2008 do álbum com 14 faixas USA-UK vem da união do cantor da Irlanda do Norte, Keith Semple de se juntar a banda americana de AOR.
Semple tinha vencido Popstars: The Rivals uma competição de canto Reino Unido e tornou-se um membro da boy band One True Voice, durante o período 2002-2003, antes de a banda se separar. Semple tinha um disco de ouro com One True Voice principalmente através de seu duplo lado Sacred Trust/After You're Gone que tinha alcançado o nº2 nas paradas musicais britânicas. A banda lançou o álbum intitulado "Jukebox", em 2010, por ocasião dos 25 anos da banda. Ela contém mais de 700 músicas da banda desde o seu início até então. Eles também gravaram outro álbum com Semple intitulado "Pop Media" em 2011, contendo 22 músicas novas. Em janeiro de 2013, a banda acolheu Anthony Fedorov como vocalista. Em junho do mesmo ano, eles lançaram o álbum "Synergy". Em 22 de agosto de 2013 a banda anunciou que Fedorov não estava mais na banda. Depois da partida de Federov, Keith Semple se tornou vocalista temporário da banda.
Sobre o CD:
Um CD agradavel com 20 músicas de 7th heaven saiu agora! Spectrum é descrito como "várias canções Pop / Rock, com elementos de música Alternativa, Dance, Country e Hip-Hip polvilhado throughout. Este CD irá transcender as gerações com a habilidade de tocar vários emoções e letras de conexão." "Eu, pessoalmente, sinto que este é o melhor CD que fizemos como banda. Ele realmente mostra os talentos de todos os 5 membros da banda e sua contribuição para o produto final vai certamente ser ouvido. Estou muito satisfeito com as músicas deste CD, e eu, pessoalmente, pesso que cada um de você dê uma olhadela. Se gostar do CD, eu peço para contar isso aos outros. Num mundo onde temos influência muito negativa em toda a parte, estou orgulhoso de que este CD serja uma influência positiva e esperamos tocar uma emoção, como me fez a mim mesmo a trabalhar nele. Quero agradecer aos membros da minha banda por colocarem um grande esforço neste CD, especialmente Keith. Também quero dar uma mensagem de saída para o nosso vocalista original, Tony DiGiulio, por nos ajudar escrevendo algumas músicas com a gente.
Aproveite este grande CD "- Richard Hofherr/7th heaven. Establecida no Pop-Rock, 7th heaven é uma banda de Chicago com 5 membros e têm mais de 250 shows por ano, já venderam dezenas de milhares de CDs, tem uma base de fãs em todo o Mundo e toca para mais de um milhão de pessoas a cada ano. Em 2011, 7th heaven foi cartografado em três músicas na Billboard, e foi nº1 na região de Chicago por quatro semanas consecutivas. em 2012, 7th heaven traçando novamente nas paradas da Billboard, e foi nº1 na região de Chicago por sete semanas seguidas. 7th heaven tem sido capaz de desenvolver o seu próprio estilo único de música rock que comprova que os fundamentos da grande canção pop rock ainda soa verdadeiro com seu novo lançamento "Spectrum"

Temas:
1. Stoplight
2. It's You
3. Dance In The Rain
4. In The City
5. Living In Danger
6. Once In A Lifetime
7. We Live Life Young
8. Magic
9. Are We Up
10. When You Say My Name
11. Walk Another Mile
12. Join The Party
13. I'm Your Addict
14. Livin Life
15. Holding My Breath For You
16. Last Chance
17. Illusion
18. Until The Day I Die
19. Heads Or Tails
20. Jump Start

Banda:
Keith Semple - Lead Vocals
Richard Hofherr - Lead Guitar, Keys, Vocals
Nick Cox - Guitar, Piano, Vocals
Mark Kennetz - Bass, Vocals
Michael Mooshey - Drums


LYNCH MOB - WICKED SENSATION (1990) [Remastered 2014] USA





Já sei que cheguei atrasado, desculpem; mas o motivo foi e é, relevante para ser desculpável. quando alguém próximo de nós nos deixa, ficamos sempre parados no tempo e no espaço com todos os lamentos e mais algumas questões do foro transcendencial para as quais teima-mos em querer obter respostas. é isso o que faz de nós humanos seres superiores; e tenho a certeza que um dia teremos as respostas para todas as nossas misteriosas dúvidas, e penso que será quando finalmente atingirmos a imortalidade, e aí, provávelmente já não a vamos querer; é somos assim difíceis de contentar.
alguém de quem gostava muito, deixou-nos. apesar de octogenário, era uma pessoa de ideias modernas progressistas, gostava de coisas novas e acima de tudo acreditava na juventude. tinha sempre uma palavra para nós, mais novos, uma palavra paternal mas não de conforto conservador ou diminutiva, era de força e de apoio, de acreditar. um apologista do lema; "se erraste, é optimo, desde que aprendas com o erro, vais ver que a seguir tudo vai ser melhor". não era homem de desistências nem de casmurrices, era um lutador das causas e de inteligência, pensar antes de agir e nunca desistir. "Busca o teu ideal, e se isso é visto como algo de mau para os outros, lembra-te que muito do que os outros fazem também é mal visto por nós; apenas sê humilde e honrado"; um homem com H grande". "Only the good die young", é verdade, apesar da sua idade a sua pessoa não podia ser mais jovem. Onde quer que estejas, obrigado por tudo e mete uma cunha por nós, inconsequentes jovens de agora, para que Deus nos de um empurrãozinho, não para o pricipício mas para um futuro mais brilhante.
E o que é que isto tem a ver com Lynch Mob - Wicked Sensation (Remastered) 2014?
Bom, é um dos melhores discos de Hard and Heavy saídos da "golden era", e aparece-me assim num momento destes, em que me sinto melancólico, e arrasa comigo e me eleva a um novo estado de espirito. Apesar de o ter em vinil, k7 e CD, de o ouvir imensas vezes, de ter uma das melhores capas e que faz umas fabulosas T-shirts, que eu aprecio no mundo da arte gráfica, esta sua remasterização agarrou-me com tal fulminância, que ainda estou combalido. Mais uma vez, e o que é que isso tem a ver com...? Sim, claro! Wicked Sensation, foi aquilo que me ficou destes 2 últimos dias de velório, não uma sensação groovy de cariz sexual, nesse caso isso seria algo de mórbido e doentio; mas sim uma sensação de "ride free" rumo ao desconhecido que é o segundo\minuto seguinte. Sem lágrimas, sem carpições, mas com um espirito confiante e de força, que é a herança que me deixa este meu ente querido sobre este curto espaço de tempo que ele teve o prazer de viver nesta face terrena.
Isto da vida não é uma "Bed Of Roses", Temos que batalhar nas ruas a nossa prevalência literalmente como um "Street Fighting Man"; Afrontarmos e afastarmos a "Dance Of The Dogs", refugiarmo-nos no conforto dos braços da "Sweet Sister Mary", Amar-mos como se isso fosse um "River Of Love", banhar-mo-nos na "Rain" como se isso fosse uma benção divina, deixar-mos de lado os preconceitos e abrir-mos o nosso coração a qualquer uma, mesmo que ela seja "So Evil But She's Mine". E isto "Is All I Want" "For A Million Years" mesmo que seja um "Hell Child", porque "Through These Eyes" sou tão humano como qualquer um de vós, e vice versa, e viver no respeito pelo próximo, amando e honrando a vida é a nossa libertação espiritual e a redenção para a nossa imortalidade.
Quem não conhece George Lynch? Ex-Dokken e guitar virtuoso, após a sua saida desse multimilionário supergrupo americano em 87, escolheu um grupo de rapazes capazes de nos oferecer esta majestosa obra de hardrock melódico, bem heavy, e deixar para a posteridade algo de seu. Se pudesse, esta é uma das obras que ia comigo para o "outro lado". Fabuloso disco com a grande surpresa que foi Oni Logan, até aí, ilustre desconhecido, e que, com a sua enorme interpretação levou mais além este disco com um groove derradeiro. Mick Brown, amigo de "Furious" George e companheiro de banda nos Dokken, foi o responsável pelo excelente trabalho de percursão, e Anthony Esposito, também este um desconhecido na época, foi outro dos responsáveis pelo êxito desta obra com uma fabulosa prestação musical com o seu baixo em que junto a Mick, fizeram uma secção ritmica "infernal". Albúm de estréia desta gigante banda da indústria musical, mas cujos membros principais já não eram nenhuns estreantes nestas andanças, muito pelo contrário, eram mesmo superestrelas!
de que é que estão à espera para ouvir este polimento, que no meu ver, não era tão necessário assim, mas deixou qualquer coisa mais a esta obra, coisa que já por si era dificil de fazer. Nota 11! (em 10)
McLeod Falou!
Dedicado a Alvaro Soares (1934-2014), um verdadeiro Jovem!

Temas:

01 - Wicked Sensation
02 - River Of Love
03 - Sweet Sister Mercy
04 - All I Want
05 - Hell Child
06 - She's Evil But She's Mine
07 - Dance Of The Dogs
08 - Rain
09 - No Bed Of Roses
10 - Through These Eyes
11 - For A Million Years
12 - Street Fightin' Man

Banda:

Oni Logan - lead and backing vocals
George Lynch - guitar
Anthony Esposito - bass, backing vocals
Mick Brown - drums, percussion


Zodiac - A Bit of Devil (2012) Alemanha




Zodiac é um projecto paralelo (ou uma banda de verdade?) Do baterista Janosch Rathmer, que todos conhecemos de Long Distance Calling. Enquanto alguns músicos muitas vezes apenas repetem o que eles fazem na sua outra banda mas Rathmer com Zodiac faz algo completamente diferente. Onde Long Distance Calling explora os limites do instrumental post-rock, prog rock e um toque de metal, Zodiac leva o ouvinte em uma viagem musical aos pântanos dos Estados Unidos. Para Louisiana. Mas também a fazer uma visita a Dublin. Alguns meses atrás a banda já lançou um EP muito bom e agora podemos ouvir o seu primeiro full lenght, " A Bit of Devil. Oito músicas de puro prazer.
Homem mais notável ao lado Rathmer é o vocalista / guitarrista Nick Van Delft. Esse músico tem uma grande voz que se encaixa perfeitamente na música. Sua voz soa madura e também é poderosa, pura e cheia de emoção. Às vezes ele parece irritado, às vezes triste ou melancólico. Van Delft também é um grande guitarrista com um grande som. Ambos com os seus riffs e solos de sons perfeito. E quando ele faz um solo assistido pelos Flying V-partes de Stephan, por vezes até penso que estou ouvindo Thin Lizzy do 'China Town' ('Carnival', 'Horror Vision'). O álbum abre com a incomparável Groovy riff da faixa-título (uma reminiscência de House Of Broken Promises). Esse é um riff doce também usado em ‘Diamond Shoes’, um riff que Molly Hatchet e Lynyrd Skynyrd desejavam ter tocado.
Zodiac é perfeitamente mestre em vários estilos que é demonstrado num cover de 'Blue Jean Blues' (ZZ Top). Essa é a forma como os Blues devem soar! Além disso, quando eles tocam semi acústico soam em grande, como no escuro, convincente 'Thunder', em que a banda evoca uma atmosfera que até recentemente era reservado para bandas como Danzig e Kyuss. 'Assembly Line' já conheciamos do EP lançado anteriormente, mas esta nova versão é ainda mais convincente. Especialmente o Zakk Wylde - solo é fenomenal. O meu favorito é 'Coming Home' a peça final, uma música com um groove irresistível que vai lhe dar arrepios. Para mim esta é uma das grandes descobertas de 2012 até agora.

Temas:
1. A Bit of Devil (4:37)
2. Carnival (5:12)
3. Blue Jean Blues (6:48)
4. Horror Vision (4:54)
5. Assembly Line (6:52)
6. Thunder (4:45)
7. Diamond Shoes (4:52)
8. Coming Home (10:09)

Banda:
Nick van Delft - Vocals, Guitar
Stephan Gall - Guitar
Robert Kahr - Bass
Janosch Rathmer - Drums