sábado, 17 de maio de 2014

NEAL SCHON - SO U (2014) USA




Eis mais uma preciosidade. Neal voltou a gravar a solo, mas como ficava mal não mencionar os amigos que o acompanharam neste projecto eis que surge em capa os nomes de Marco Mendoza, Bass Guitar e vocals e Deen Castronovo, Drums e Vocals. Este trio apresenta-nos um trabalho de HardRock do melhor que poderemos alguma vez escutar. todos os três musicos dividem as funções de lead vocals e de referir que Deen quase que reencarna Steve Perry, e este ainda está bem vivo! um disco diferente do seu ultimo trabalho a solo em 2012. Neste temos uma pequena e selectiva lista de temas que vão desde o Blues rock ao melodic rock de Journey, a temas com alguma progressividade como é o caso do fenomenal 2º tema e titulo do àlbum, "So U"; ou à fusão do tema "Exotica". o som da guitarra é inconfundível, Neal é uma imagem de marca já contemporânea. Menção para Jack Blades (NightRanger; Damn Yankees) que compôs conjuntamente com Neal esta obra de arte. Mais um disco de 1ª qualidade para alegrar a nossa primavera.
Obrigatório!
McLeod Falou!


Temas:
01. Take A Ride
02. So U
03. Exotica
04. What You Want
05. Love Finds A Way
06. On My Way
07. Serenity
08. Shelter
09. Big Ocean

Músicos:
Neal Schon (Journey) - vocals, guitar
Marco Mendoza (Black Star Riders) - bass, vocals
Deen Castronovo (Journey) - drums, vocals



Timo Tolkki's Avalon - Angels Of The Apocalypse (2014) Finlândia





Timo Tolkki, mais conhecido por ter sido o principal obreiro do projecto Stratovarius, parece ter assentado de vez as ideias neste seu projecto Avalon. 2º capitulo intitulado "Angels Of The Apocalypse", onde apenas Elise Ryd (Amaranthe), é repetente. Não traz algo de novo, refiro-me ao panorama musical, mas neste novo projecto sim, o som é menos pop e mais power, e agora posso mesmo dizer, quase Stratovarius e com uma pitade de Nightwish.

desta vez temos Fabio Lione (Rhapsody Of Fire), David DeFeis (Virgin Steele), Zak Stevens (Savatage), Floor Janssen (After Forever), Simone Simons (Epica), Elise Ryd (Amaranthe) e Catherina Nix nos vocais. No instrumental além de Timo, dois ex Stratovarius, Antti Ikonen (Keyboards) e Tuomo Lassila (Drums) e que contam com a ajuda do maestro Nicholas Jeudy nas Orquestrações.
Um disco épico e conceptual, bastantes arranjos orquestrais e choros operáticos, para os amantes do género, um bom disco com 11 capitulos, mas se tivesse uma melhor produção do tipo Avantasia, com Sasha e Miro, aí sim era um disco inesquecivel, porque os temas até são muito bons.
McLeod Falou!


Тemas:
01. Song for Eden 00:46
02. Jerusalem Is Falling 05:19
03. Design the Century 04:25
04. Rise of the 4th Reich 04:43
05. Stargate Atlantis 03:51
06. You'll Bleed Forever 04:16
07. The Paradise Lost 05:44
08. Neons Sirens 04:42
09. High Above of Me 05:20
10. Angels of the Apocalypse 09:07
11. Garden of Eden 02:10

Banda:
Timo Tolkki - Guitars, Bass, Keyboards (ex-Revolution Renaissance, ex-Symfonia, ex-Stratovarius)
Antti Ikonen - Keyboards (Timo Tolkki, ex-Cartes Art Machine, ex-Juhlavammat, ex-Stratovarius)
Tuomo Lassila - Drums (Conquest, Timo Tolkki, ex-Black Water, ex-Chrism, ex-Stratovarius)

Convidados:
Floor Jansen - Vocals (Nightwish, ReVamp, Mayan (live), Star One, ex-After Forever)
Fabio Lione - Vocals (Rhapsody of Fire, Angra, Hollow Haze, Vision Divine, ex-Symmetry, ex-Labÿrinth, ex-Kamelot (live), ex-Athena, ex-J. Storm)
Simone Simons - Vocals (Epica, Kamelot (live), Mayan (live), ex-Sahara Dust)
David DeFeis - Vocals (Virgin Steele, ex-Exorcist, ex-Jack Starr's Burning Starr, ex-Carnival of Souls, ex-Mountain Ash, ex-Phoenix)
Elize Ryd - Vocals (Amaranthe, Kamelot (live))
Zak Stevens - Vocals (Circle II Circle, ex-Machines of Grace, ex-Wicked Witch, ex-Trans-Siberian Orchestra, ex-Savatage)
Caterina Nix - Vocals
Nicholas Jeudy – Orchestrations



sexta-feira, 16 de maio de 2014

Arch Enemy - War Eternal (2014) (Promo) Suécia





Conforme anunciado, o Arch Enemy introduziu um novo membro: Alissa White-Gluz, ex-vocalista da banda canadense The Agonist . Angela Gossow, que se juntou ao Arch Enemy em 2000 e fez sua estréia no agora clássico Wages of Sin (2001), deixará o cargo como vocalista e focará na gestão da banda.
Arch Enemy vai lançar o seu nono álbum de estúdio, War Eternal, em todo o mundo via Century Media Records e Trooper Entertainment no Japão no início de junho de 2014. "War Eternal" foi gravado em vários estúdios durante o inverno 2013/2014 e produzido pela própria banda. Jens Bogren (Opeth, Paradise Lost, Kreator) mixou e masterizou o álbum no Fascination Street Studio. A capa digital do single "War Eternal" foi criada por Gustavo Sazes, enquanto Costin Chioreanu (twilight13media.com) trabalhou na capa do álbum.

Тemas:
01. Tempore Nihil Sanat (Prelude in F minor) 01:12
02. Never Forgive, Never Forget 03:43
03. War Eternal 04:21
04. As the Pages Burn 04:01
05. No More Regrets 04:05
06. You Will Know My Name 04:37
07. Graveyard of Dreams 01:10
08. Stolen Life 02:58
09. Time Is Black 05:23
10. On and On 04:05
11. Avalanche 04:38
12. Down to Nothing 03:47
13. Not Long for This World 03:29

Banda:
Alissa White-Gluz - Vocals (Kamelot (live), ex-The Agonist, ex-Nightwish (live))
Michael Amott - Guitars (Spiritual Beggars, ex-Carnage, ex-Candlemass, ex-Carcass, ex-Disaccord)
Nick Cordle - Guitars (ex-Arsis, ex-This Means You)
Sharlee D'Angelo - Bass (Spiritual Beggars, The Night Flight Orchestra, Witchery, Mercyful Fate, ex-Illwill, ex-King Diamond, ex-Facelift, ex-Sinergy, ex-Dismember (live))
Daniel Erlandsson - Drums (Brujeria, ex-Eucharist, ex-The End, ex-Armageddon, ex-Carcass, ex-Revengia, ex-Diabolique, ex-Liers in Wait)





quinta-feira, 15 de maio de 2014

Existance - Steel Alive (2014) França





Dois anos depois de seu segundo lançamento, uma gravação demo de oito canções, auto-intitulado, a banda francesa EXISTANCE está de regresso com "Steel Alive", o seu primeiro álbum no estúdio próprio. A banda tem estado no ativo desde 2008, começando com covers de músicas clássicas Hard Rock e Heavy Metal antes de atrair atenção da gravadora com sua segunda demo. O grupo assinou contrato com a Mausoleum Records em janeiro de 2014.
"Steel Alive" é corajoso, trabalho de metal na veia do final dos anos 70 / início dos anos 80 de titãs como JUDAS PRIEST, SAXON, Y & T, e ARMORED SAINT. Esses nomes chamam sua atenção? Enquanto aqui o material pode não alcançar as alturas sublimes de obras mais clássicas dessas bandas, soa como um disco do calibre que uma dessas bandas poderia ter lançado nos seus anos de primeira linha, que é definitivamente um elogio.
EXISTANCE têm o direito de "feel" muito bem, com certeza, e musicalidade da banda é grande em todo o caminho. Guitarristas Antoine Poiret e Julian Izard atacam o som cheio com dupla-guitarra e crocante por toda parte, e os seus riffs são consistentemente no pontos. Suas ligações são fortes também, sem serem realmente deslumbrantes, mas definitivamente bem tocadas, bem como estão conscientes em que lugar estão colocando a sua música. Os vocais de Izard são fantásticos, e a seção rítmica uns pontos a cima cheia de confiança.
"Legends Never Die", a faixa de abertura, empurra as coisas com um riff facil de ouvir que é quase tão metal quanto ele pode, e realmente memorável, também. A música como um todo, bem como todo o álbum, tem esse grande senso de urgência, e realmente podes sentir isso neste riff em particular, com a bateria martelando em segundo plano. "Black Viper" é uma canção mid-tempo que chega juntamente com mais um riff contundente e outra impressionante performance vocal do talentoso Izard.
Coisas de nivel tipo "Dead or Alive", que possui um dos melhores solos do álbum, mas rapidamente agarra de volta com a combinação um-dois de "Slaughter" e "Burning Angel". "Slaughter" é outra cunduzida por adrenalina, a oferecendo batida hard, enquanto o cativante, mais suave "Burning Angel" ganha com a sua melodia e riffs poderosos. A segunda metade do álbum é forte faixa-a-faixa em muitas das formas mencionadas acima, com destaques incluindo "Get Away", "Close to the End" e "From Hell".
De cima para baixo, EXISTANCE têm juntos uma boa estréia com "Steel Alive". Suas habilidades de composição mostram um polimento considerável, a banda toca muito bem, e mantêm-se fortes em todos os momentos. Há muito pouco material não essencial aqui. Eu recomendaria esse disco para todos os fãs de clássico Heavy Metal, é definitivamente vale a pena ouvir.


Temas:
1. Legends Never Die
2. Black Viper
3. The SireN
4. Dead or Alive
5. Slaughter
6. Burning Angel
7. Steel Alive
8. Get Away
9. Prisoner
10. Close To The End
11. From Hell

Banda:
Julian Izard - Lead Vocals, Guitar
Antoine Poiret - Guitar, Vocals
Thomas Drouin - Bass, Vocals
Alexandre Revillon – Drums





quarta-feira, 14 de maio de 2014

Diesel - Into The Fire (2014) UK




Que é feito dos grandes nomes do rock britânico? Daqueles nomes que enchiam estádios? Sem dúvida que as novas tendências musicais (e mesmo do rock) não lhes deixaram espaço. Ficamos contentes por saber que Robert Hart (Bad Company/ Manfred Mann’s Earth Band) e Jim Kirkpatrick (FM) estava juntos num novo projeto: Diesel. O seu álbum está aí, chama-se Into The Fire e tem o selo da (quem haveria de ser?) Escape Music. E para quem procurava este rock da velha tradição britânica (seja mais hard rock, mais hard FM, mais AOR) tem aqui uma cabal e impressionante demonstração de classe. Os Diesel ainda fazem melhor: injetam blues, funk e soul neste conjunto de 12 temas rockeiros. Em algumas fases, os britânicos puxam pelas suas guitarras, mostram-se agressivos e criam fortes doses de hard rock. Love Under Cover, Into The Fire, Brand New Day ou Bitter & Twisted são alguns dos melhores exemplos. Noutras altura são mais soft, um rock aligeirado, com um acentuado radio appeal: Starting Over, So What Is Love, Coming Home, Let’s Take The Long Way Home. Os coros são sempre muito bem conseguidos; as melodias são agradáveis; os solos espalham-se de forma livre e aleatória ao longo das faixas. Sendo certo que é o disco de estreia dos Diesel, o know-how acumulado ao longo dos anos por estes elementos permite que aqui não ocorram falhas. Só grandes músicas a relembrarem os majestosos momentos do rock britânico de há alguns anos. E que tão bem sabe recuperar…
Fonte: via nocturna

Tema:
01 Love Under Cover
02 Into The Fire
03 Starting Over
04 Fortune Favours The Brave
05 Brand New Day
06 Bitter & Twisted
07 So What Is Love
08 Lets Take The Long Way Home
09 Told You So
10 What You See Ain't What You Get
11 Skin & Bone
12 Coming Home

Banda:
Robert Hart – vocais
Jim Kirkpatrick – guitarras, teclados, percussão
Jimmy Copley – bateria
Pat Davey – baixoBass.

Convidados:
Adam Wakeman – teclados
Steve Overland – Backing vocals, e guitarras em Coming Home.
Alisdair McKenzie – Sopros em Brand New Day.



StOp sToP! - Join The Party (2014) USA





Hard Rockers STOP STOP! é uma banda curiosa. Não por sua música, uma mistura americana do final dos anos 80 início dos anos 90 Hair Metal, L.A. Glam e Hard Rock californiano como o ouvido no seu segundo CD, recém-lançado "Join The Party", mas para o trio de gestação errante.
A história de Jacob AM, fundador, vocalista e baixista, tem sido um selvagem. Nascido em Menorca (Espanha), ele se mudou de Barcelona através de Milano (Itália) para Los Angeles, EUA. Ele morava numa van em Sunset Boulevard logo atrás do lendário Whiskey A Go Go sempre à procura de encontrar as pessoas certas para sua banda, o que fez em outubro de 2009 ... mas quando ele voltou para a Espanha!
O primeiro a aderir foi o guitarrista Vega, que tocou em muitas bandas, mas cansado pela actual cena musical chata, estava prestes a deixar a música, e quando conheceu Jacob AM ele encontrou um músico com a mesma visão.
Logo depois, um nativo da Bulgária, o baterista Danny Stix apareceu, um rapaz magro com cabelo grande e um bad ass, alto estilo de tocar bateria, a maquina de som perfeita para os três músicos.
O grupo lançou seu primeiro trabalho independente em 2010, mas estavam apontando para coisas maiores.
StOp sToP! encontrou na Grã-Bretanha um novo lar onde eles construíram uma grande base de fãs e contactos para a produção do segundo álbum, este "Join The Party". Um título apropriado para o CD, como, aliás, é um convite para aceitar.
A primeira coisa que me impressionou foi a excelente produção. É brilhante e clara, ajudado pelo mix também muito bem feito.
E então a coisa mais importante: o que é uma grande coleção de músicas!
"Lost In The UK" abre a festa com um som dum motociclo Harley e um riff de guitarra a la Cinderela, o primeiro era 'hairy' da banda. É um bombástico hard rocker com baixo pulsante, bateria forte e um trabalho de guitarra fantástico. Vega, como o ouvido em todo o disco, aprendeu perfeitamente os livros de Warren DeMartini (Ratt), Jeff Labar (Cinderela) e Vito Bratta (White Lion)! O rapaz é uma fera nas seis cordas, não muito técnico, mas com muito sentimento e garra.
E Jacob A.M. é um cantor de arrasar, perfeito para este modelo. Seu timbre é uma mistura rouca de um Kevin DuBrow (Quiet Riot) e Lizzy Borden, mas muito mais melódico.
Na verdade, muitas das músicas que estão para vir são realmente orientadas ao Melodic Hard Rock, sempre com a marca do Hair Metal / L.A. Glam / Hard Rock californiano. E é difícil encontrar um ponto fraco!
"Love Machine", lembra Diamond Rexx com seus riffs crus, a faixa título "Join The Party!" é um roqueiro irresistível cativante com riffs secos durante os versos e um refrão contagiante (muito bem compostos os backing vocals), e em seguida, "Poser", acrescenta o groove para o produto, mas de uma forma bastante original.
Eu estava esperando um hard rocker perverso com um título como "Pigs Falling Down", mas não, esta é uma canção midtempo de melódico rock soberbamente organizada com muito estilo e classe, embora as letras sejam um manifesto contra políticos corruptos. Fantástica sintonia.
Apenas cinco músicas e eu estou à venda. Este é um grande e sólido álbum divertido para o verão!
Mas há mais; " Toilet Party" é uma matadora estilo Skid Row (solo incrível), enquanto o saltitante "Bad Hair Day", "In'N'Out" (com alguns sons tipo Ratt) e "Lola" é puro Sunset Blvd hair metal .
É claro que há baladas; "Coming Home" num ritmo médio na veia de Cinderela, "With You", onde Mr. Big reunido com Tesla, e mais perto de "My Friend", apenas com guitarras acusticas de fundo e harmonia vocal.
Fãs do final dos anos 80 / início dos anos 90 Hair Metal, L.A. Glam e Hard Rock californiano, vão se surpreender com StOp sToP! " Join The Party".
É uma abundância de canções bem escritas, arranjadas e tocadas na melhor tradição do género, e a melhor parte dela; tudo muito feito.
A sério, estes músicos soam impressionantemente, ganchos, cativante, melódico.


Тemas:
01.Lost In The U.K.
02.Love Machine
03.Join The Party!
04.Poser
05.Pigs Falling Down
06.Toilet Party
07.In´N´Out
08.Coming Home
09.Lola
10.With You
11.Diane
12.Bad Hair Day
13.My Friend

Banda:
Jacob A.M. (Lead singer & Bass guitar)
Vega (Guitarist & Backing vocals)
Danny Stix (Drums & Backing vocals)


terça-feira, 13 de maio de 2014

Diamond Lane - Terrorizer (2014) USA





Este CD está talvez um pouco mais perto do hard rock do que do metal, mas ele definitivamente tem alguns elementos de metal tradicional. Basicamente, este é o tipo de coisas que eu chamaria como metalrock. De qualquer forma é muito bom! A minha primeira pergunta num trabalho como este é porque eles não estão numa grande gravadora? A produção é lisa e a música é muito radio friendly com faixas como The Enemy e Cheating Death, por exemplo, sendo espectaculares.
É claro que esta música não é tão popular nos Estados Unidos como costumava ser, há tantos outros rótulos top de linha lá fora, como Pure Steel ou AFM que deve ter arrebatando isso num LA Minute! Isso soa como algo que poderias ver sair da Suécia nos dias de hoje, pois é melódico e tem um pouco de agradável, ao mesmo tempo! Com dois CDs anteriores e dois EPs sob o seu nome, eles são praticamente uma banda nova e com um pouco de atenção pela FOX Network atrás deles eu estou apenas espantado!
Ouça faixas como Life To Lose, Kiss The Ring e Drift e tem metade de um CD que faria excelentes singles em canais de rádio ou de metal tradicionais igualmente! Isto é simplesmente uma diversão um lançamento rocking que leva o caminho certo. Ouvi-lo no som do carro quando estiveres na estrada e vais encontrar-te voando pela estrada em pouco tempo!
Chame-os de hard rock, heavy metal ou o que quiser, Diamond Lane são o verdadeiro negócio!


Temas:
1. The Enemy
2. Favorite Kind Of Victim
3. Cheating Death
4. Slow Destruction
5. Life To Lose
6. Kiss The Ring
7. Hopeless Romantic
8. New Model
9. Drift

Banda:
Brandon Baumann – Vocals
Jarret Reis – Guitars
Ray Zhang – Bass
Frankie Lindia – Guitars
Dave Vandigitty – Drums





segunda-feira, 12 de maio de 2014

Terry Brock - Diamond Blue (2010) USA




Quatro anos depois do anúncio de que gravaria um segundo álbum solo, o vocalista Terry Brock apresenta "Diamond Blue" que foi lançado pela Frontiers Records.
Acompanhado do amigo Mike Slamer - também responsável pela produção do álbum - Mr. Brock declarou que o álbum aborda a sonoridade mais clássica do melodic rock, o que certamente vai agradar aos mais exigentes amantes do estilo. Ainda, não podemos esquecer que Terry Brock declarou seu retorno ao Strangeways no ano passado e atualmente é o frontman do Giant.

Temas:
01. Diamond Blue
02. It's You
03. Jessie's Gone
04. No More Mr. Nice Guy
05. The Rain
06. Broken
07. Face in the Crowd
08. Why
09. Too Young
10. Soldier Falls
11. Face The Night

Banda:
Terry Brock (vocals, guitar)
Mike Slamer (guitar, bass, keyboards)
Andy Bigan (drums)





WAMI - Kill the King (2014) Internacional





Hoje em dia, as colaborações artísticas entre músicos conhecidos não são nada raros e o número de projetos cravejado de estrelas brotam como cogumelos. Ainda assim, WAMI é uma formação única por muitas razões - a ideia para este projeto foi iniciado por Marco Mendoza (de Thin Lizzy e Black Star Riders, ex-Whitesnake) há dois anos. Realizando shows na Polônia, na época Thin Lizzy foi apoiado pelo trabalho heavy metal de Anti Tank Nun - e, ao que parece, o extraordinário talentoso guitarrista da banda de abertura, Iggy Gwadera, deixou Mendoza encantado.
A ideia para a colaboração musical entre os dois seguiu e logo evoluiu para um projeto completo (e sim, repleto de estrelas), envolvendo Mendoza e Gwadera bem como Doogie White (Rainbow, Michael Schenker, Yngwie Malmsteen) nos vocais e Vinny Appice (Black Sabbath, Heaven & Hell, Dio) na bateria.
Para fazer com que um perfeito conto de fadas heavy metal saia, deve-se acrescentar que o impressionante Gwadera tem agora apenas 16, o fato de que pode realmente restaurar a fé no final dos anos 90 " generation Z", como eles chamam. Claro, o conto de fadas não seria completo sem a entrada da Fada Madrinha (s), ou, neste caso, a equipa de produtores. Aqui vamos nós da seguinte forma: Jarek 'Chilek' Chilkiewicz (conhecido guitarrista polonês), bem como os compositores do álbum Wojtek e Piotr Cugowski (os talentosos dois filhos da lenda Polonesa do clássico rock Krzysztof Cugowski que seguiram os passos de seu pai artisticamente). O resultado desta colaboração multi-dimensional, um álbum Kill The King, está prestes a ser lançado via Metal Mind Productions.
Chega de conversa - deixa a música tocar. O primeiro lançamento de WAMI é perfeito equilíbrio entre o hard rock versus heavy metal, as raízes clássicas versus som contemporâneo, a agressividade versus melodia. "Exodus (The Red Sea Crossing)" é a abertura do álbum conduzida com o lento, pesado, riff Sabbath-estilo e seguiu pela faixa dinâmica "The Rider", com o deslumbrante galope de guitarra. Alguns tons blues rock devem ser distinguidos em " Wild Woman (You Oughta Know)," um exuberante pedaço de groovy hard rock (acho inico de Whitesnake). A quarta faixa é o destaque absoluto - a balada "Guardian of Your Heart" é onde as ações vocais Doogie White brilham com o supracitado Piotr Cugowski. Um resultado de sua colaboração atrás do microfone é brilhante, o desempenho emocionalmente carregado, e a conjugação surpreendentemente perfeita destas duas vozes traz a música para um nível totalmente novo.
A próxima música é um pouco de auto-apresentação, como White canta "we are rock’n’roll believers" em sua voz rouca, mas poderosa; é "One More For Rock'n'Roll", outra faixa na veia e estilo da marca registrada Sabbath com sabores psicadélicos. O acompanhamento "Heart Of Steel" é um Groovy mas parte de melódico hard rock, impulsionado pelo riff bastante moderno. A introdução suave para "The Resistance" é apenas alguns segundos antes da faixa se transforma numa matadora de heavy metal, com riffs musculosos e exuberantes, vocais agressivos, mas ao mesmo tempo, ainda melódico. Curiosamente, esta canção é uma referência óbvia da herança escocesa de White - confirme e vai tê-lo alto e bom som.
Num poderoso, otimista mid-tempo "Young Blood" harmonias vocais estelares complementam a melodia, em contraste com "Get Out Of My Way", que se desenvolve numa faixa de hard rock dinâmico com o diálogo agressivo entre os vocais principais e os de fundo. O penúltimo é "Transition", uma faixa que é muito heavy e straight-in-your-face, mas ao mesmo tempo melódica e que precede a última "I Don’t Wanna Lose You", uma elevada balada acústica com parte de violoncelo interpretado pelo músico convidado Dorota Wozniak-Mocarska.
Kill The King, acima de tudo, revela um fato indiscutível - este , projeto internacional de hard rock WAMI realmente funciona. E ainda mais, a colaboração artística sensacional entre um talentoso grupo de músicos poloneses e as três lendas do hard rock seria seriamente desvalorizado se referido apenas como uma curiosidade nas vastas discografias de Appice ou de White. É assim por causa de muitas razões não só a qualidade do desempenho previsível pelos lendários músicos do Rainbow, Dio ou Whitesnake, mas também as composições bem elaboradas escritas pela dupla criativa de irmãos Cugowski . O verdadeiro ladrão de cena é no entanto, o guitarrista Iggy Gwadera que nem tendo idade suficiente para votar e ainda assim, capaz de atender a tal desafio. Seu talento e coragem, surpreendente em tão tenra idade, realmente brilha por todo o álbum e é quase certo que vamos ouvir falar deste jovem talentoso no futuro, talvez mencionado novamente ao lado de grandes nomes da indústria da música. Também espero que Kill The King não seja o último álbum sob o nome WAMI - embora com a fasquia tão alta com o primeiro trabalho, vai ser difícil superar isso.


Temas:
1. The Rider
2. Young Blood
3. One More For Rock’n’Roll
4. Guardian Of Your Heart
5. Transition
6. The Resistance
7. Exodus (The Red Sea Crossing)
8. Heart Of Steel
9. Wild Woman (You Oughta Know)
10. Get Out Of My Way
11. I Don’t Wanna Lose You

Banda:
Doogie White – lead vocals
Vinny Appice – drums
Marco Mendoza – bass
Iggy Gwadera – lead guitar

Convidados:
Jarek ‘Chilek’ Chilkiewicz – additional electric & acoustic guitars
Wojtek Cugowski – additional electric & acoustic guitars, backing vocals (tracks 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10)
Piotr Cugowski – guest lead vocals (track 4), backing vocals (tracks 4, 5, 8, 9, 11), additional acoustic guitar (track 11)
Darek Switala – backing vocals (track 5)
Tomasz Golab – bass (track 5)
Szymek Synowka – drums (track 9)
Marek Trojanowicz – all keyboards
Dorota Wozniak-Mocarska – cello (track 11)
Eliza Cugowska, Krystyna Cugowska & Ewa Chilkiewicz – backing vocals (‘The Shouting Wives Choir’, track 5)




Count's 77 - Count's 77 (2014) USA





Aqueles que amam Las Vegas, carros personalizados, e motorcylces pode conhecer a " count" de Count’s 77. É Danny "Count" Koker do reality show do History Channel, Counting Cars. Parece que Koker também é um amante do clássico hard rock, especialmente o tipo infundido com blues.
Isso é essencialmente o conteúdo de seu álbum auto-intitulado. Para obter este som, Koker recrutou dois guitarristas, John Zito e Stoney Curtis. O primeiro tem uma vasta experiência no rock de LA e traz rhytm e guitarra slide para o trabalho. Curtis é um guitarrista de blues nacionalmente conhecido com vários CDs em seu currículo, também na etiqueta Shrapnel. Também digno de nota é o teclista Tommy Paris (aka Don Jillson), que você pode se lembrar dos anos 80 a banda de hair metal Britny Fox.
Fora homem da frente Koker, que é surpreendentemente bom cantor de rock, as músicas giram principalmente em torno dos guitarras Zito e Curtis, especialmente do último. Seus blues infectados licks emparelhados com o canal clássico rock groove numa era musical passados quase 30 a 40 anos, quando o estilo era significativo. Pense em momentos de Free, Humble Pie, Foghat e outros. (Se não me falha a memória, creio que um vídeo caseiro do Count's 77 cobrindo Slow Ride.) Excetuando o blues lento ardente em sintonia Save A Little Something For Me, mais que tudo aqui é simplesmente rock com intensos riffs blues como Your Love Ain't Right, Working for the Man, ou Riding with the Sons of Perdition. Alternativamente, às vezes à beira do blues toma um lugar ao lado para um pouco de cativante rock and roll como com Let the Rockin' Do the Talkin' ou Stand Tall.
Falando mais uma vez para a influencia de Count's sua banda covers de Rick Derringer Rock and Roll Hootchie Coo e Pat Travers 'Snortin' Whiskey, com ambos os lendários guitarristas a fazer as ligações. Eu tenho certeza que alguns irão apenas moldar Count's 77 e este álbum com algumas músicas de retorno ou retro-rock, mas blues rebentando com clássico hard rock nunca sai de moda. Keith Richards disse que é melhor: "Se você não sabe o blues ... não há nenhum sentido em pegar a guitarra e tocar rock and roll ..."


Temas:
01. Love Ain't Right
02. Let the Rockin' Do the Talkin'
03. End of the Day
04. Lovin' Like This
05. Shame On Me
06. Stand Tall
07. Riding With the Sons of Perdition
08. My Machine
09. Workin' for the Man
10. Good Boy
11. Save a Little Something For Me
12. Rock & Roll Hoochie Koo feat. Rick Derringer (Bonus Track)
13. Snortin' Whiskey feat. Pat Travers (Bonus Track)

Banda:
Danny "Count" Koker (lead vocals)
Stoney Curtis (lead guitar)
John Zito (guitar)
Tommy Paris (keyboards)
Barry Barnes (bass)
Paul Disibio (drums)




Sunset Boulevard - Hungry Hearts (2012) Finlândia




Sunset Boulevard é uma banda recém-nascida na Finlândia, no final de 2009, fundada por compositores e multi-instrumentistas Juha Vornanen e Simo Sainio.
Os rapazes tocam juntos desde que eram adolescentes, e seu amor para o clássico Melodic Rock e AOR é mais do que evidente na estreia " Hungry Hearts".
Tanto o nome da banda e o título do álbum diz tudo... isto é pura Melodic Rock / AOR Europeu com muitos teclados, riffs melódicos e vocais suaves.
Sunset Boulevard é tipicamente escandinavo influenciada por músicos suecos, noruegueses e finlandeses orientados para o lado mais batido do espectro, como Talk Of The Town, Heartbreak Radio, Deacon Street e projetos AOR de Tommy Denander.
Há faixas uptempo, com algumas sugestões de melódico hard como " Hungry Hearts" e " Love Eruption ", mas a maioria são orientadas ao AOR como os teclados impulsionados em "Sunset Boulevard", "Hungry For Love", ou a pouco americanizada " It's True".
Claro Sunset Boulevard oferece midtempos como a doce " "Been Alone Before" e a elegante "Breaking Down My Heart", bem como uma balada melódica "Annie".
" Hungry Hearts" foi gravado de forma independente no ano passado, mas a banda está agora mostrando o material à procura de um contrato com uma etiqueta. A qualidade dessas faixas e a musicalidade é muito boa nos Sunset Boulevard, certamente vai encontrar uma empresa de gravação em breve.
Este é o puro AOR / Melodic Rock ao estilo escandinavo.

Temas:
01 - Hungry Hearts
02 - Sunset Boulevard
03 - Love Eruption
04 - Breaking Down My Heart
05 - Been Alone Before
06 - It's True
07 - Annie
08 - Heartbreaker
09 - Hungry For Love


Banda:
Juha Vornanen: vocals, drums, guitar
Simo Sainio: bass, keyboards, backing vocals
Aki Kola: bass
Kimmo Puhakka: drums



Sunstorm – Emotional Fire [2012] USA



Emotional Fire, terceiro álbum do projeto Sunstorm (Joe Lynn Turner).
Algumas das faixas para este disco foram resgatadas de sessões dos anos 80, assim como colaborações realizadas por Joe Lynn Turner com outros artistas. A produção ficou mais uma vez a cargo de Dennis Ward.


Temas:
01. Never Give Up
02. Emotional Fire
03. Lay Down Your Arms
04. You Wouldn’t Know Love
05. Wish You Were Here
06. Torn In Half
07. Gina
08. The Higher You Rise
09. Emily
10. Follow Your Heart
11. All I Am

Banda:
Joe Lynn Turner (vocals)
Dennis Ward (bass, guitars)
Uwe Reitenauer (guitars)
Justin Dakey (keyboards)
Chris Schmidt (drums)



sábado, 10 de maio de 2014

Stormzone - Zero To Rage (2011) UK



Banda formada em 2005 em Belfast pelo vocalista Harv, STORMZONE gravou logo depois seu álbum de estreia e consegue um acordo com o U.K. rótulo de rock Escape Music que lançou " Caught In The Act" em 2007 (também lançado pela Avalon/Marquee no Japão no mesmo ano). O LP foi que um soberbo disco de hard rock também foi essencialmente um álbum da banda de "studio" com Harv e amigos tocando todos os instrumentos. A arte da capa de " Caught In The Act" foi pintada pelo famoso artista de fantasia Rodney Matthews. Rodney contribuiu também o trabalho artístico para o novo álbum " Death Dealer" de STORMZONE.
Não era até mais tarde em 2007 que a programação completa do STORMZONE foi formada, essencialmente a turnê de promoção do álbum de estreia com todos os músicos sendo de Belfast. A maioria já tinha tocado em bandas locais excepto baterista Davy Bates. Ele foi o homem da lendária banda de Belfast SWEET SAVAGE (imortalizando METALLICA abrangendo seu "Killing Time" opus como o b-side de "The Unforgiven").
Há dois anos STORMZONE estavam na estrada tocando na Europa, incluindo slots de suporte com Y & T, WHITE LION, TESLA, GEORGE LYNCH e L.A. GUNS. Eles também fizeram aparições em vários festivais, como Firefest (UK), Suécia Rock, Rock Lorca (Espanha), Z Rock (UK) e Raismesfest (França), antes de reentrar no estúdio no Verão de 2009 para gravar seu segundo álbum.
STORMZONE atraiu muitos fâns com o álbum de estreia incluindo a admiração do lendário produtor DJ Neal Kay , que viu na banda os mesmos sinais precoces de estrelato mostrado por outro grupo que descobriu, IRON MAIDEN! Com a banda tocando ao vivo constantemente eles inevitavelmente foram endurecendo o seu som e as novas gravações saíram muito mais agressivas do que o primeiro álbum, mas mantiveram a qualidade, melodia e harmonia de antes. Co-produzido por Neal Kay, "Death Dealer" foi concluída no final de 2009 e lançado em abril de 2010.
Agora Terceiro CD de estúdio do Stormzone, mantendo toda a qualidade dos trabalhos anteriores.

Temas:
01. Where We Belong
02. Zero To Rage
03. Jester’s Laughter
04. This Is Our Victory
05. Fear Hotel
06. Hail The Brave
07. Uprising
08. Last Man Fighting
09. Empire Of Fear
10. Monsters
11. Voice Inside My Head
12. Cuchulainn's Story


Banda:
Graham McNulty - Bass, Vocals (backing)
David Bates - Drums
Keith Harris - Guitar, Vocals (backing)
Chris Polin - Guitars
John Harbinson – Vocals





sexta-feira, 9 de maio de 2014

STRANGEWAYS - Where Do We Go From Here [Live At Firefest] (2011) USA




Strangeways subiu ao palco ao fim de 22 anos e a mágoa foi dissipada para a multidão que aguardava o retorno. Mistura de clássicos como Love Lies Dying’, ‘Where Do We Go from Here’, ‘Empty Streets’ e o mega clássico ‘Only a Fool’ com novo material, como a faixa-título de seu álbum de estúdio atual 'Perfect World', o 'Time' sublime e monstruoso Zeppelin-esque ‘Bushfires’. Se você estava no show, isso é sua lembrança pessoal, se você não esteve presente, o melhor é para a próxima estar lá. "Where Do We Go From Here" foi gravado no Firefest em domingo 31 de Outubro na frente de uma plateia adorando o que levou a banda a entregar uma das melhores performances do fim de semana e tendo em conta a qualidade das bandas que tocaram no fim de semana, que é um elogio.

Temas:
01 - Love Lies Dying
02 - Breaking Down The Barriers
03 - Perfect World
04 - Only A Fool
05 - Empty Streets
06 - Time / After The Hurt Is Gone
07 - Borderlines
08 - Where Do We Go From Here
09 - Never Gonna Lose It
10 - Bushfires


Banda:
Terry Brock : Vocals
Ian J. Stewart : Guitars
David "Munch" Moore : Keyboards
Warren Jolly : Bass
Jim Drummond : Drums




Hellgun - Soul For Sale (2014) Alemanha





O segundo álbum da banda Hellgun “Soul For Sale”. Para os fãs de Motörhead, AC / DC!
E tu estás pronto para vender a tua alma?

Temas:
01. Intro
02. Soul For Sale
03. Cheap Champagne
04. I Feel Good
05. Bad Boy
06. Good Morning Miss Sexy
07. On My Knees
08. Death Train
09. Rock & Roll Night
10. Guys On Drugs
11. Never Give Up

Banda:
Michel Hehmann - Vocals
Kai Großkreutz - Guitar / Backing Vocals
Mirco Plasger - Bass
Holger Gans – Drums