sábado, 19 de abril de 2014

Winger - Better Days Comin' (Deluxe Edition) (2014) USA






Faz 5 anos que um autêntico terramoto abalou com o mundo do hard and heavy; Winger voltavam com um disco deveras monstruoso. "Kharma" é um disco que quem ouviu nunca vai esquecer, é um dos melhores no género melodic hard rock com um ambiente dark\classic hard rock quiçá um pouco alternativo com power e andamento até às veias. Volvido este tempo, e que eu acho excessivo um ano, dois no máximo, seria o tempo ideal para nos deixar a derreter de ansiedade, mas 5;... podia ter sido pior; voltam com quase a mesma definição anteriormente descrita.
Este novo disco é,... e com rodeios, uma incógnita. Não é bom? Imaculado! Então?!... então temos aqui um mix de "Kharma" com o que ficou dos gloriosos anos 80 em que Winger foram uma das bandas de top 5. Se gostaram de anterior disco e da época dourada da banda, então vão adorar este. Não é um disco tão directo como o anterior, ou os anteriores; tem muitas influências, ambient (no tema "storm in me"), mesmo até fusão; (experimentem "tin soldier"); e com tanta diversidade faz-nos perder tempo a descodificar e só em repetição é que começa-mos a interiorizar e a gostar da totalidade, porque há temas que se agarram logo ao primeiro riff e outros que não. Existem demasiados temas lentos, não baladas, lentos; lembra a carreira a solo de Kip. Podemos então dizer que este é um disco dos anos oitenta mas devidamente actualizado? Não! É uma nova formula musical com muito do que foi feito pela banda e muito do que pode fazer com outras ideias que vagueiam por todo o espectro musical. Quase experimental, então? Sim, em certa medida. não tão aberta e afirmada mas com bons e bem identificáveis indícios disso.
Que dizer dos músicos intervenientes? Nada! Até arrepia só de pensar em procurar por defeitos. Um disco diferente e de classe superior. Lufada de ar fresco a quem procura algo de "swirl" ou "twist" nas suas escolhas musicais; o mesmo mas diferente e igualmente saboroso.
Terrificamente recomendado!!!! 
McLeod Falou!




Тemas:
01. Midnight Driver of a Love Machine
02. Queen Babylon
03. Rat Race
04. Better Days Comin'
05. Tin Soldier
06. Ever Wonder
07. So Long China
08. Storm In Me
09. Be Who You Are, Now
10. Another Beautiful Day (Deluxe Edition Bonus Track)
11. Out Of This World

Banda:
Kip Winger – Lead vocals, Bass guitar, Acoustic Guitars, Keyboards
Reb Beach – Lead & rhythm guitars, Backing vocals
Paul Taylor – Rhythm guitar, Keyboards, Piano, Backing vocals
John Roth – Rhythm & lead guitars, Bass guitar, Keyboards, Backing vocals
Rod Morgenstein – Drums, Percussion, Backing vocals





sexta-feira, 18 de abril de 2014

Starchild - Starchild (2014) Alemanha






Álbum de estreia de Starchild. Como convidado, Michael Kiske - (ex-Helloween, Unisonic, Place Vendom). Um álbum melódico de qualidade alemã.

Temas:
1. Starchild Theme (0:37)
2. Starchild (4:16)
3. It’s My Race (4:57)
4. Still My Planet (4:07)
5. Eyes of History (5:22)
6. Thief of the Crown (4:59)
7. Reaching the Land (4:39)
8. Black and White Forever (5:18)
9. Morningstar (4:16)
10. Forever (4:49)
11. Visions (3:24)
12. Runner (3:14)
13. Atalya (3:36)
14. Underwaterworld (6:47)

Line-up:
Sandro Giampietro – Lead Vocals & Guitars (Zillion)
Jens Becker – Bass (Zillion, Grave Digger)
Michael Ehré – Drums (Love Might Kill, Gamma Ray)
Esmeralda – Electric Violin

Guests:
Michael Kiske – Vocals (ex Helloween, Unisonic, Place Vendom)
Helge Schneider / Organ




quinta-feira, 17 de abril de 2014

Electrik Dynamite - Hair,Denim,Sex,Metal (2011) Austrália




Dynamite Electrik com álbum de estreia Hair Denim Sex Meta estão trazendo de volta o heavy metal, e você está convidado para a festa!
Misturas de pop com riffs clássicos, Combinando uma energia que não se via desde Guns n 'Roses, o jovem impetuoso virtuosismo musical de bandas como Van Halen, Def Leppard e Iron Maiden, com um som moderno, a produção e a atitude que lembra de Avenged Sevenfold e Trivium, que proporciona um som totalmente original e inédito.
É uma hora de solar gratuita, o duelo de guitarra, sintetizadores e vocais dos anos 80. Liricamente há algumas verdadeiras jóias, " Your vodka eyes match my whiskey lips / Straight on ice do I take the risk? ", Vocalista Ryan 'Maverick' reflete sobre Midnight Runner. O álbum, no entanto, é hilariante divertido. O épico de oito minutos da balada Ik Hou Van Jou, é a cereja no topo deste bolo.

Temas:
01 Eternal Serenade 1:24
02 So Alive 4:35
03 Love Tonight 4:06
04 Midnight Rider 5:46
05 After Dark 4:35
06 Hotter Than Hell 5:10
07 Night Lights 5:31
08 Madsnakes 3:42
09 Built To Rock 5:21
10 Love Is Fire 5:25
11 Ik Hou Van Jou 7:47
12 H.D.S.M 5:08


Banda:
Maverick - Vocals
Circus - Guitar & BVs
Flexx - Guitar
Ice - Bass
Cougar - Keys, Synth, Keytar & BV's
Stinger - Sticks & Skins





quarta-feira, 16 de abril de 2014

SNAKECHARMER – SNAKECHARMER (2013) U.K.



O que dizer de um grupo de músicos que já correu este mundo e o outro no topo da fama? Supergrupo! É excessivo mas não é mais do que a pura realidade, senão vejamos; Mick Moody e Neil Murray (Ex-Whitesnake no auge da carreira); Laurie Wisefield (Whishbone Ash); Chris Ousey (Heartland, Virginia Wolf e a solo); Harry James (Thunder, Magnum); Adam Wakeman (Ozzy, Black Sabbath), digam-me então o que chamar a isto senão supergrupo!?! Antes de se prepararem para editar este àlbum, o grupo actuava com o nome de "Monsters of British Rock" o que a meu ver, apesar de se lhes poder chamar de supergrupo não acho que o seu som seja suficientemente forte para isso. Se fosse tipo Judas Priest ou Iron Maiden era mais que bem aplicado mas para uma banda de blues rock, melodic rock moderno com muita melodia e solos a encher cada musica e com Hammond Organ, SnakeCharmer até que foi bem escolhido. Podemos apreciar várias imagens neste disco, desde Thunder até Whitesnake e Bad Company, se bem que a linha principal seja "cobrabranca", e daí o Snake(Charmer), mas consegue-se ouvir outras influências.
E sabem que mais? É um tipo de musica que não me leva a buscá-los todos os dias mas que neste momento me está a saber muito bem, podem ter a certeza de que está. Ao principio estranha-se a voz de Chris mas como eximio vocalista que é, começa-mos lentamente a ver coisas de Foreigner ou Eric Martin numa onda Whitesnake, senão atentem na faixa "A Little Rock'n'Roll", em que apesar de dissimulada a última parte do tema é "Judgement Day". Chris Ousey sabe bem como não imitar Coverdale e deixar a sua marca, e isso sim é de um GRANDE vocalista.
Não é aquele blues rock sujo virado para o barril da cerveja, mas este tem muita classe e melodia o que faz dele um disco altamente recomendado e mesmo um dos melhores que irê-mos ter este ano, por isso deixem-se de peneiras e toca a ouvir!
McLeod Falou!


Temas:
01 - My Angel
02 - Accident Prone
03 - To The Rescue
04 - Falling Leaves
05 - A Little Rock & Roll
06 - Turn Of The Screw
07 - Smoking Gun
08 - Stand Up
09 - Guilty As Charged
10 - Nothing To Lose
11 - Cover Me In You
12 - White Boy Blues (Euro bonus track)

Musicos.
CHRIS OUSEY - lead and backing vocals
MICKY MOODY - guitar, slide guitar, vocals
NEIL MURRAY - bass
LAURIE WISEFIELD - guitar, vocals
HARRY JAMES - drums, vocals
ADAM WAKEMAN - keyboards, vocals



W.E.T. - RISE UP (JAPANESE EDITION) (2013) USA\SUÉCIA





Há musicos e há musicos, e depois existem os musicos! Como eu que está para aqui a dar musica e não vai directo ao assunto. Bom quero eu dizer que em todas as regras existem as excepções e como tal, ter regularmente Jeff Scott Soto em edições discográficas, seja a solo ou noutros projectos é algo que a mim particularmente me agrada, sendo eu apreciador de rock melódico. 2º disco de originais para os W.E.T.; banda composta por iluminados musicais de bandas como Eclipse e Work Of Art, bem como a presença do já referido Jeff Scott Soto. Li algures que este disco ía mais além do que o anterior, o 1º àlbum; quem quiser acreditar nisso está no seu direito, mas desde já vos aviso que caminham para uma decepção. Então este disco não presta!?. Claro que presta! É excelente; mas sem o impacto musical do anterior onde tinhamos uma orientação mais heavy e sólida com temas de fazer salivar de tão apetitosos que eram a quem gosta de riffs com pujança. Neste novo disco temos uma abordagem com muito açúcar e arranjos mais mid-tempo orientados para a lágrima. Se é esse o vosso gosto, então aqui está algo perfeito para vós. As influências clássicas estão cá todas, desde Journey até Bon Jovi, temos aqui uma superior produção musical. Apesar da minha divergência não tenho porque não dar uma nota máxima a este disco, com tamanha qualidade, não fazê-lo era dar um tiro no pé. Espero que apreciem porque eu, nem sei bem...
McLeod Falou!

Temas:
01. Walk Away
02. Learn to Live Again
03. Rise Up
04. Love Heals
05. What You Want
06. The Moment
07. Bad Boy
08. On The Run
09. Broken Wings
10. Shot
11. Still Believe In Us
12. Still Unbroken
Japanese bonus track
13. Victorious - 4:29

Banda:
Jeff Scott Soto: Lead Vocals
Erik Martensson: Guitars, Bass, Keyboards, Vocals
Robert Sall: Keyboards, Guitars
with:
Robban Back: Drums
Magnus Henriksson: Guitars

Saxon – Sacrifice (2013) UK




O 20 álbum dos Saxon, Sacrifice, Editado nos Estados Unidos em 26 de fevereiro de 2013. O álbum foi produzido pelo vocalista dos Saxon Biff Byford, com Andy Sneap na mistura e Lehmann Jacky na engenharia. Se você tem gostou dos Saxon ao longo de seus outros álbuns, você vai sem dúvida encontrar algo para gostar do mais novo lançamento. O Sacrifice é tão hard como qualquer um de seus outros trabalhos.
Outros companheiros de Byford nos Saxon são Paul Quinn e Doug Scarratt nas guitarras, Nigel Glöckler na bateria e Nibbs Carter no baixo. Saxon foi criado em 1976 como um dos líderes de uma nova onda de bandas de heavy metal britânica, compartilhando a cena com bandas como Iron Maiden. Eles já venderam mais de 13 milhões de álbuns em todo o mundo. Bandas de heavy metal formandas nos últimos anos, incluindo Megadeth e Metallica, afirmam ter Saxon como uma de suas influências.
Sacrifice parece um pouco mais pesado do que alguns de seus álbuns anteriores, o que melhor lhes convier. Cada música do álbum consistentemente apresenta grande quantidade de trabalho de guitarra. Riffs de guitarra são robustos, e soam como se as guitarras estivessem a "falar", contando a sua própria história. Guitarristas Quinn e Scarratt sem dúvida que contribuíram com muito trabalho em Sacrifice. A faixa Walking The Steel é uma das poucas canções que é um pouco menos heavy nas guitarras, e por isso soa mais comparável com faixas de alguns dos outros álbuns da banda. Ela também pode apelar para os fãs mais velhos e mais novos.
A atmosférica de música Procession, uma faixa de introdução com sons de riachos borbulhantes, pássaros, sons nocturnos e chamadas tribais, parece um pouco deslocado no álbum, você vai querer pular esse tema. Por outro lado fãs de Saxon têm um CD capaz de desfrutar e ouvir do princípio ao fim.

Temas:
01. Procession
02. Sacrifice
03. Made In Belfast
04. Warriors Of The Road
05. Guardians Of The Tomb
06. Stand Up And Fight
07. Walking The Steel
08. Night Of The Wolf
09. Wheels Of Terror
10. Standing In A Queue

Bonus CD:
01. Crusader (Orchestral version)
02. Just Let Me Rock (Re-recorded version)
03. Requiem (Acoustic version)
04. Frozen Rainbow (Acoustic version)
05. Forever Free (Re-recorded version)

Banda:
Paul Quinn - Guitars
Biff Byford - Vocals
Nigel Glockler - Drums
Nibbs Carter - Bass
Doug Scarratt - Guitars





Krokus - Dirty Dynamyte (2013) Suiça




Depois de trabalhar por dois anos no lendário estúdio Abbey Road com o baixista e produtor Chris Von Rohr, Krokus roqueiros suíços estão de volta! Seu último lançamento, o excelente 2010 Hoodoo, foi disco de platina no seu país de origem e este álbum é impressionante. É um bom disco, sempre em frente com 12 faixas explosivas de rock, todas com um tempo de 3-4 minutos de duração. A banda também recebe de volta o guitarrista Mandy Meyer após uma ausência de 30 anos! Dirty Dynamite é o 17 álbum de estúdio da banda, e depois de quase quatro décadas de rock, eles não mostram sinais de desaceleração.
Como qualquer um que tenha acompanhado a banda ao longo da sua longa carreira sabe, eles sempre foram inspirados por AC / DC. Por isso, não é nenhuma surpresa que muitas das músicas do seu mais recente lançamento tenham a vibe do ritmo e blues dos roqueiros australianos. Como o vocalista Marc Storace já fez antes em canções como " Long Stick Goes Boom ", ele canaliza seu interior de Bon Scott. Mas desta vez, ele faz mais do que o som como o ex-homem de frente AC / DC, ele se torna Ronald Belford Scott. A única coisa que falta é um kilt e algumas gaitas de foles. Canções como "Go Baby Go" e " Better Than Sex " são ritmicamente e vocalmente tão semelhante ao vintage AC / DC era Bon, bandas como Airborne e Rhino Bucket em comparação som como Air Supply. É absolutamente estranha, num incrível caminho "Bad Boy Boogie".
O álbum começa com o apropriadamente intitulado " Halleluja Rock n Roll." É um up-tempo, bluesy rocker que define o tom para o resto do álbum, desde os primeiros sons de um cão rosnando cuja imagem enfeita a capa do álbum. Ele é um resistente, bulldog sujo, completo com cigarro e tatuagem obrigatória. Ele é uma metáfora perfeita para esta versão agradável.
A segunda faixa é o " Go Baby Go", que é parte de "Dirty Deeds" e parte de Little Richard "Ready Teddy". Isto é seguido por outro agradável roqueiro, " Rattlesnake Rumble ", onde os músicos encontram no seu interior ZZ Top.
Em seguida é a faixa título, " Dirty Dynamite ". Interessantemente, isto é um pouco mais lento de uma faixa com um groove, bluesy vibe. É uma música simples de blues de 12 compassos que ainda apresenta um bom acompanhamento de piano ao fundo. Em comparação com as outras músicas apresentadas, é um pouco surpresa a escolha como faixa título, primeiro single e vídeo. Não é má, apenas não é representativa do resto do álbum nem a canção mais forte no trabalho.
" Let The Good Times Roll " retorna ao hard Rock com a arrogância das faixas anteriores. Ela começa com alguém dizendo também ", cortou a faixa" ou "cortar a merda". De qualquer forma, ela funciona, ao mesmo tempo homenageia os AC / DC "corta este" prefixo "Problem Child". E sim, é " cut this " não as quatro letras favoritas que as pessoas mais gostam de cantar.
Em seguida é uma das faixas mais interessantes sobre do CD. Como eles são conhecidos por fazer, eles incluíram uma música cover clássica. Lembre-se quando eles fizeram a sua cover de The Guess Who com "American Woman"? Desta vez eles vão para um verdadeiro clássico, "Help", dos Beatles. O que o torna tão interessante é que além das letras, você mal pode dizer que é a mesma música. Eles realmente colocam sua própria rotação sobre a música e ela sai grande. Vocalmente, é mais Rod Steward do que Bon Scott por isso é um pouco atípico, mas torna-se mais agradável com cada audição seguinte. Ele também tem um pouco de tom dos Pink Floyd. Eles provam convincentemente que eles certamente não são só um truque.
Voltando às suas formas hard rock, " Better Than Sex " é outro rock estridente com um riff sedutor " Don’t Put Another Dime in the Jukebox " e um "Sin City" a meio caminho através de decomposição. Isto é seguido por um outro destaque, o curiosamente intitulado ". Dög Song ", com um cativante coro "All Night Long". "Yellow Mary" vê outro retorno de Rod Stewart e " Bailout Blues" apresenta alguns trabalhos de guitarra intensos. O álbum termina com a excelente, de alta energia "Live Ma Life " e "Hardrocking Man ", que, ironicamente, é mais pop e menos de rock.
Não é um lançamento perfeito, mas é imensamente agradável e parece ficar melhor a cada audição, filtrar lentamente na sua consciência musical, como uma xícara de café bem feito. Uma xícara de café com uma dose de uísque, talvez, mas o café, no entanto. Se você gosta de rock, você vai gostar deste álbum. Se você gosta de Krokus, você vai gostar deste álbum. Basicamente, se você gosta de boa moda antiga, blues, rock and roll, você vai gostar deste álbum.

Temas:
01. Hallelujah Rock N’ Roll
02. Go Baby Go
03. Rattlesnake Rumble
04. Dirty Dynamite
05. Let The Good Times Roll
06. Help! (The Beatles)
07. Better Than Sex
08. Dög Song
09. Yellow Mary
10. Bailout Blues
11. Live Ma Life
12. Hardrocking Man

Banda:
Marc Storace – Lead Vocals
Chris Von Rohr – Bass, Vocals + Producer
Fernando Von Arb – Guitar + Vocals
Mark Kohler – Guitar
Mandy Meyer – Guitar

Convidados:
Kosta Zafiriou – Drums
Mark Fox + Tommy Heart – Vocals


Lillian Axe - One Night In The Temple (2014) USA





Membros Louisiana Music Hall of Fame LILLIAN AXE estará lançando seu décimo terceiro álbum, o acústico ao vivo duplo CD / DVD "One Night In The Temple" no próximo mês, maio de 2014.
Lillian Axe escolheu uma abordagem criativa para este show, como o desempenho ocorreu num verdadeiro templo maçónico que proporcionou um ambiente especial para a gravação.
Produzido pelo guitarrista Steve Blaze, "One Night In The Temple" apresenta todos os êxitos de Lillian Axe incluindo True Believer, Show A Little Love, Crucified, Misery Loves Company, Ghost of Winter, The Great Divide, Bow Your Head, Waters Rising e um dos favorites do publico Nobody Knows.
Blaze reflete; "Quando eu tive a ideia de fazermos este show juntos, ele estava inicialmente inclinado para ser um show particular de 20 pessoa com guitarras acústicas, vocais e sem produção, no entanto, ganhou vida própria."
Bem, parece que as coisas tomaram uma vida de facto, como "One Night In The Temple" não soa como uma gravação de "sem produção". Tudo sai polido e muito bem misturado.
As performances são bastante orgânicas, bem ensaiadas e sente se que a banda está se divertindo. E também os fãs incondicionais com a sorte de assistir ao show.
Algumas músicas são entregues numa forma verdadeiramente unplugged 'electric', muito enérgica e vital. Talvez a única desvantagem é a introdução falada em todas as músicas, mas esta é uma cópia promocional e eu sou suspeito a masterização final no CD do será alterada.
"One Night In The Temple" é um que deve ter para os fãs de Lillian Axe, mas também um suplemento bem digno de sua colecção se gostou dos fortes álbuns unplugged de Tesla, Dokken, etc divulgados no passado.

Temas:
CD1:
01. Waters Rising
02. Death Comes Tomorrow
03. Ghost Of Winter
04. See You Someday
05. The Great Divide
06 Nocturnal Symphony
07. Sad Day On Planet Earth
08. Bow Your Head
09. Show A Little Love
10. Misery Loves Company

CD2:
01. Crucified
02. The World Stopped Turning
03. Dyin' To Live (Shades Of Blue)
04. Until The End Of The World
05. The Day I Met You
06. The Promised Land
07. Nobody Knows
08. My Apologies
09. True Believer
10. Nobody Knows (Crowd Version)

Banda:
Brian Jones (lead vocals)
Steve Blaze (guitar and vocals)
Sam Poitevent (guitar and vocals)
Eric Morris (bass)
Ken Koudelka (drums)



terça-feira, 15 de abril de 2014

Mr. Big - Raw Like Sushi Live in Japan 100th Anniversary (2012) USA




"MR. BIG - Raw Like Sushi 100th Anniversary" comemora concerto nº 100 de Mr. Big no Japão realizado em Osaka-jo Hall em 7 de abril de 2011.
Esta é uma gravação completamente nova, com estupendas músicas ao vivo do último álbum 'What If'.
Assim, podemos ouvir pela primeira vez as versões quentes de "Undertow" ou " American Beauty" e uma versão emocional e vibrante de "Stranger In My Life", ao lado de clássicos de Mr. Big "Green-Tinted Sixteens Mind", "Just Take My Heart "ou" Daddy, Brother, Lover, Little Boy ", cantada por todos os membros da banda.
O CD 2 incluem algumas versões acústicas excelentes, mas o meu favorito é o longo, solto, duro rockin elétrica assumir "Addicted To That Rush".
" MR. BIG - Raw Like Sushi 100th Anniversary " não é apenas mais um CD duplo ao vivo.
Mixado por Pat Regan e com uma masterização K2HD + de alta fidelidade formato HQCD (compatível com leitores de CD standard), a dinâmica do som é incrível.
O trabalho marca a volta da formação original: Eric Martin (vocal), Pat Torpey (bateria), Billy Sheehan (baixo) e Paul Gilbert (guitarra).

Temas:
CD 1
1. Undertow (4:47)
2. American Beauty (3:42)
3. Daddy, Brother, Lover, Little Boy (3:49)
4. Green-Tinted Sixteens Mind (3:40)
5. Take Cover (5:04)
6. I Won't Get In My Way (5:03)
7. Stranger In My Life (4:49)
8. Once Upon The Time (4:10)
9. A Little Too Loose (5:44)
10. Road To Ruin (4:32)
11. Still Ain't Enough For Me (3:29)
12. Just Take My Heart (4:28)
13. Merciless (4:05)
14. Paul Gilbert's Guitar Solo (5:26)
15. I Get The Feeling (5:15)



CD 2
1. Where Do I Fit In? (5:20)
2. The World Is On The Way (4:33)
3. Voodoo Kiss (4:07)
4. Carry On (6:42)
5. Around The World (4:08)
6. All The Way Up (5:17)
7. As Far As I Can See (4:16)
8. Billy Sheehan's Bass Solo (10:02)
9. Addicted To That Rush (7:45)
10. To Be With You (4:40)
11. Colorad Bulldog (5:06)
12. 30 Days In The Hole (4:57)
13. Baba O'Riley (6:46)
14. The World Is On The Way (3:53)

Banda:
Eric Martin – lead vocals
Billy Sheehan – bass guitar, backing vocals
Paul Gilbert – guitar, backing vocals
Pat Torpey – drums, percussion, backing vocals





MOB RULES – CANNIBAL NATION (2012) Alemanha

 


Oitavo disco para os power metallers Mob Rules. Qualidade e refinamento é o lema do perfeccionismo musical desta banda. Já com 13 anos de edições e de estrada, já quase não precisam de qualquer apresentação, é daquelas bandas que apesar do 2º plano onde estão integradas são musicalmente do 1º. Neste novo disco baralharam um pouco mais as cartas e deram uma mão um pouco diferente mas dentro do mesmo estilo de metal melódico e enérgico. Estou a gostar do que estou a ouvir, melódico e cativante, bem compassado e com coros de ficar no ouvido, estou seriamente a pensar em colocá-los no top 5 para os melhores do ano. Da produção e arranjos, nada a dizer; dos musicos, são operários germânicos e está tudo dito. Sinfonismo e power metal com um gigante vocalista, um ambiente dark e guitarras arrastadas na faixa "Lost", são um prato forte e da melhor qualidade. Só vos posso dizer que é um dos melhores para este ano e por isso toca a correr a comprá-lo e ouvir até à exaustão.
McLeod Falou!

Temas:

1. Close My Eyes
2. Lost
3. Tele Box Fool
4. Ice & Fire
5. Soldiers Of Fortune
6. The Sirens
7. Scream For The Sun (May 29th 1953)
8. Cannibal Nation
9. Sunrise

Banda:

Klaus Dirks - Vocals
Matthias Mineur - Guitars
Sven Lüdke - Guitars (ex-Murder One)
Markus Brinkmann - Bass
Jan Christian Halfbrodt - Keyboards (Experience X)
Nikolas Fritz - Drums (Savallion Dawn)

 

Honky - 421 (2012) USA




Assim, 421 representa o mais recente trabalho do Texas trio Honky. Esta banda inclui JD Pinkus no baixo (Butthole Surfers), Bobby Ed Landgraf nas guitarras (GMC) e o baterista Justin Collins. Este álbum foi gravado no Willie Nelson famoso Pedernales studio. Então, o que temos é uma selecção de músicas que fornecem alguns sulcos activos frequentemente twangy. Eles misturam batidas pesadas e ritmos simples com alguns dança infecciosa impulsionado passagens ainda assim conseguem mantê-lo simples. Acho que eu estava esperando planeamento mais ocidental e menos energia, mas ele definitivamente se inclina para uma entrega poderosa. Eles até misturaram muito bem com vários andamentos aqui e ali. Por isso as primeiras seis ou sete músicas eles realmente estavam me puxando e eu estava muito mais impressionado do que eu achei que iria acontecer. No entanto, eles perderam o vapor nas últimas faixas e perdi minha atenção, mas senti que eles estavam ficando sem ideias e até mesmo foram para área que podiam fazer algum material acima da média. Isso diminuiu seu ímpeto, mas a maior parte deste álbum consegue puxar alguns dos elementos mais emocionantes de alguns estilos diferentes e fazer com que pareça muito fácil.

Temas:


01 WFO
02 Just A Man
03 Riddle Cap
04 Erson
05 Walton County
06 4:21
07 All For Nothin
08 Over Easy
09 Woke Up Dead
10 Handful Of Nails
11 Black Joe's Bitch


Midnight Priest - Midnight Priest (2011) Portugal




Nascidos em meados de 2008 em Coimbra, os Midnight Priest são hoje, porventura, um dos mais apreciados projectos de heavy metal português. A esse facto não será certamente alheio o opção do grupo de ter optado por tocar um metal clássico muito ao estilo dos Iron Maiden, Mercyful Fate ou Judas Priest da década de 80, na verdadeira tradição da NWOTHM (New Wave of Traditional Heavy Metal), mas onde se notam também algumas influências do punk de rua. Em Setembro de 2008 a banda estreia-se ao vivo . Dois meses mais tarde, em Novembro, entram no Studio 231, no Porto, com vista à gravação da demo-tape de estreia "The Priest Is Back" que contou com a produção de Bruno. Os Midnight Priest registam então cinco músicas em sete horas: "Rainha da Magia Negra", "No Calor do Inferno", "Numa Campa de Cristal", "O Conde" e "Chamamento Infernal". Essas faixas serão recuperadas no seu primeiro longa duração. A cassete original terá uma tiragem de 400 exemplares que rapidamente se esgotam e animam os membros do grupo a retornar a estúdio para gravarem mais três temas, o que ocorre em Abril de 2009. Essa sessão dá-se em Corroios com o produtor Paulão a liderar a mesma. 2009 foi assim o ano da afirmação da banda, com a edição do seu primeiro longa duração, "Rainha da Magia Negra", editado pela norte-americana Stormspell Records. A curiosidade é que os temas são cantados em português, com evocação directa às velhas temáticas do metal tradicional, o que não deixa de surpreender. Antes disso, em Portual, só os Ironsword haviam sido capazes do mesmo. O grupo é formado por Murderface (baixo), War Tank (bateria), Pita (aka Iron Fist, guitarra), Eduardo (aka The Priest, voz) e Nasty Nightmare (guitarra), este último apenas desde 2010. Os temas do projecto, ainda que apelando às referências já indicadas, apresentam, porém, algo de original e apelativo, mesmo para quem não consiga entender as suas letras. Os riffs são memoráveis e o grafismo das capas também ajuda para quem é realmente apreciador do género. Em 2011 retornam com um novo trabalho novamente pela Stormspell Records.
Fonte: Under Review


Temas:
1. Sábado Negro 06:45
2. Feitiço Do Cabedal 04:16
3. Ferro Em Brasa 04:50
4. A Uma Caveira Dourada 00:57
5. Segredo De Família 03:14
6. Triunfo Do Aço 04:46
7. No Calor Do Inferno 04:34
8. Cidade Fantasma 04:21
9. À Boleia Com O Diabo 03:39

Banda:
The Priest - Vocals
Pita "Iron Fist" Commander - Guitars
Rod Wolf - Guitars
Joe "Murderface" Dalton - Bass
Alex "War Tank" Animal - Drums


Night Ranger - 24 Strings And A Drummer (2012) USA




Em 1982, o Night Ranger lançou seu álbum de estreia, "Dawn Patrol", que produziu faixas clássicas como Don’t Tell Me You Love Me”, “Sing Me Away” e “Call My Name”. Este registo foi o início de uma história de sucesso com mais de 16 milhões de discos vendidos em todo o mundo, dois Top Ten singles e vários discos de ouro e platina.
Como uma celebração de seu 30 º aniversário, Night Ranger estão lançando um álbum muito especial gravado ao vivo num cenário todo-acústico intimista com um número selecto de fãs nas instalações The Studio D Recording em Sausalito, Califórnia, em maio de 2012.
O resultado é um desempenho verdadeiramente excitante e estimulante ao vivo de temas clássicos da banda através de um ponto de vista novo e revigorado. Canções como "(You Can Still) Rock In America", "Sister Christian", " This Boy Needs To Rock " e "Four In The Morning" assumiram uma nova vida na sua forma acústica.
Disponível em um pacote CD / DVD " 24 Strings and a Drummer " é um lançamento excelente que mostra a unidade musical incrível de como actuam os NIGHT RANGER.

Temas:
1. This Boy Needs To Rock
2. When You Close Your Eyes
3. Sing Me Away
4. Growin’ Up In California
5. The Secret Of My Success
6. Sentimental Street
7. Four In The Morning
8. Let Him Run / Goodbye
9. Forever All Over Again
10. Don’t Tell Me You Love Me
11. Sister Christian
12. (You Can Still) Rock In America
13. Boys Of Summer [bonus track]

Banda:
Jack Blades: lead vocals, guitar, bass
Kelly Keagy: lead vocals, drums, percussion
Brad Gillis: guitars, background vocals
Joel Hoekstra: guitars, 12 String guitar, background vocals
Eric Levy: keyboards, background vocals



segunda-feira, 14 de abril de 2014

The New Black 7 - Hangovers & Heartbreak (2013) USA



The New Black 7 baseados em Iowa recém-chegados com Southern Rock lançaram seu novo mini-álbum, Hangovers & Heartbreak ", em 22 de janeiro de 2013 pela etiqueta Vanity Music Group.
As oito canções, registrado em Chandler Limited Studios em Shell Rock, IA, foi produzida pelo vocalista / guitarrista Tory Stoffregen e Wake Goeke e mixado por Cedrick Courtois (Destinys Child, Beyoncé, Earshot). Com canções como 'Crazy All Over Me "(" Ao contrario do relacionamento da música que todos se podem relacionar! Crescer e viver numa cidade pequena, todos nós sabemos essa pessoa e talvez seja mesmo um de nós que fica um pouco louco quando trata do sexo oposto. Nós todos vimos os amigos e têm certamente foi esse amigo em um momento ou outro »), ‘That Don’t Sound Like Country’ (« Inspirado por um dJ de rádio que nos disse que não era Country o suficiente no primeiro CD, que se transformou em rádio Country e até hoje me pergunto o que ele estava ouvindo.
Ao crescer todos nós fomos expostos a todos os tipos de música e tudo se mistura em conjunto para fazer The New Black 7. Chame o que quiser »), e" Closing Time "('A brincadeira escandalosa através de cada bar na América numa noite de sexta-feira! uma música divertida que faria Dwight Yoakam ou The Beatles igualmente tão orgulhoso»), bem como uma cover de terra vermelha estilo clássico de Motley Crue em 'Kickstart My Heart'. Composta com partes iguais de Shooter Jennings, Blackberry Smoke e38 Special, “Hangovers & Heartbreak " foi projetado para lhe dar com força na cabeça.

Temas:
01 Crazy All Over Me 03:20
02 That Don’t Sound Like Country 04:03
03 Closing Time 03:14
04 Fly Me to Freedom 04:55
05 Outlaw 03:00
06 Can’t Go Home 03:59
07 Fly Me to Freedom — Acoustic 04:55
08 Can’t Go Home — Acoustic 03:58

Banda:
Tory Stoffregen
Brentt Arcement
Jason K. Herman
Wade Goeke
Erik Olson


domingo, 13 de abril de 2014

Three Lions - Three Lions (Japanese Edition) (2014) UK




Reunidos pelo presidente da Frontiers ,Serafino Perugino e pelo produtor Alessandro Del Vecchio no festival Firefest 2012, os três "leões" de Three Lions são músicos veteranos britânicos Vinny Burns (Dare, Ten, Asia) na guitarra, Greg Morgan (Dare, Ten) na bateria e Nigel Bailey nos vocais e baixo.
Considerando as experiências anteriores de Burns e Morgan com Ten e Dare, tens alguma expectativa do que podes ouvir de Three Lions. Este é um clássico AOR melódico hard rock, na forma de um power trio. Embora certamente não descartando a seção rítmica, ao ouvir este álbum coloca o trabalho de guitarra de Burns na vanguarda. De riffs de líderes, a sua obra é nítida e divertida. Mas a seção rítmica é robusta e poderosa, impulsionando as músicas com grooves doces. Trabalho de baixo de Bailey é brilhante, mas sua voz é provavelmente o seu melhor trunfo: lisa, clara, com uma ponta de rock apenas o suficiente. Muitas vezes, ele me lembrou um pouco de da Ásia e John Whetton.
Tudo isso não seria nada sem boas canções, e os Three Lions criaram algumas músicas de rock cativantes. O primeiro single Trouble in a Red Dress, traz groove e slick licks, e gira em torno de um fantástico refrão cativante. Mas isso pode definir quase tudo aqui. Melodia e harmonia estão num casamento permanente com hard rock groove, e isso é o coração e a alma de boa música. No entanto, Three Lions não têm medo de ficarem barulhentos, rodar os botões e ficar heavy. Eles fazem isso com Twisted Soul, mas tu não poderias saber porque o início é suave, antes dos jams serem expulsos. Just A Man é outro tema similar, oferece um turbulento, rock cativante. Outra é Hellfire Highway que rasga, juntamente com um pouco de velocidade, alimentando, possivelmente, os riffs mais pesados de Burns.
Alternativamente, Three Lions podem transformar as coisas. Made for One Another, Winter Sun, e Two Hearts Beat As One corre o caminho familiar do hino rock até a balada. Don't Let Me Fall e Kathmandu tendem mais para o hino lado das coisas, mas por algum motivo lembra de algo de Ásia. Eu acho provável porque som o é grande, três músicos que criam uma parede épica do som. Eles também são óptimos exemplos da profundidade e força de Bailey nos vocais. Tudo somado, a estreia de Three Lions é belo e fantástico melódico hard rock, grandes músicas com muito groove, entusiasmo e trabalho de guitarra explosivo.

Тemas:
1. Trouble In A Red Dress (3:43)
2. Hold Me Down (4:49)
3. Twisted Soul (5:12)
4. Winter Sun (3:36)
5. Just A Man (Not Divine) (4:14)
6. Holy Water (3:39)
7. Two Hearts Beat As One (5:18)
8. Kathmandu (5:15)
9. Made For One Another (5:06)
10. Magdalene (4:22)
11. Don't Let Me Fall (5:00)
12. Hellfire Highway (4:05)
13. Sicilian Kiss (3:36)
14. Don't Let Me Fall (Acoustic Version) (Bonus For Japan) (4:11)

Banda:
Nigel Bailey - Lead Vocal, Bass
Vinny Burns - Guitars, Keyboards (Dare, Ten, Asia)
Greg Morgan - Drums (Dare, Ten)
Alessandro Del Vecchio - Keyboards