sexta-feira, 30 de maio de 2014

Sleazy RoXxX - Dangerous Obsession (2014) Republica Checa





Tudo bem. Sem olhar para o género, apenas o nome da banda, diga-me que tipo de música Sleazy Roxxx toca. Isto é melódico anos 80 tradicional sleaze / Glam. Tenho certeza que você notou o triplo X no nome da banda. Parece que Sleazy Roxxx quer levá-lo um pouco mais longe chamando seu hard rock, glam porno. Por essa razão a canção, Porn To Be Wild. Eu pensei que era inerente à tradição sleaze.
As observações iniciais à parte, os Roxxxsters soam como uma mistura de Motley Crue com Guns N Rose. O seu guitarrista, Jan Vandervell, tem um estilo e guitarra como Slash, e toca com um cigarro pendurado nos lábios. Até mesmo seu estilo de guitarra tem algumas semelhanças tiopo Slash. A imitação é a forma mais sincera ...
Assim, essencialmente, se estás familiarizado com sleaze metal anos 80, já ouviste isso antes. E na Europa, parece haver uma ondulação permanente no terreno de bandas semelhantes, Hardcore Superstar, Crazy Lixx, Party Animals, e mais. Felizmente, enquanto derivado, Sleazy Roxxx funciona muito bem no género, criando alguma música decente. Como deveriam, além do sexo, drogas, álcool, pornografia, pitinhas reflexões líricas, a banda faz melodia e harmonia, groove rock, refrões cativantes e ganchos, e solos de guitarra de fogo são obrigatórios.
Às vezes é surpreendentemente interessante, com a mais diversificada Live Fast - Die Young ou Bastard, a rápida Long Way to México, ou o monstrosa groove, a patetica Sex Drugs & Ice Cream. Principalmente se não consegues entender muito do que o vocalista está cantando, o que provavelmente é uma coisa boa, porque ele cai mais do que alguns bombas. Mas isso não é nada novo para o género.
Simplesmente, Sleazy Roxxx entende o melódico sleaze hard rock e o faz correctamente, mesmo se já ouviste isso antes. Eles podem até ter uma vantagem sobre alguns outras bandas europeias que vieram à tona recentemente como Party Animals e Eyes N Lips da Itália.

Temas:
1. Innocent Memories
2. Porn To Be Wild
3. Draw The Lion
4. Lima Sierra Delta
5. Long Way to Mexico
6. Sex Drugs & Ice Cream
7. Live Fast – Die Young
8. Bastard
9. Girl from 80s
10. Kentucky Highway
11. White Gold
12. Under Magenta Sky (2012 Bonus)

Banda:
Lee Glambert – Vocals
Steve St. James – Guitar
Jan Vandervell – Bass
George O’Lingerie – Drums




Dragon's Kiss - Barbarians of the Wasteland (2014) Portugal




Dragon's Kiss é uma nova entidade de peso nacional representada pelo guitarrista Hugo Conim [Dawnrider, Sons Of Misfortune, Leather Synn] e o vocalista norte-americano Adam Neal [The Hookers, Brothers Of Conquest, Blade Of The Ripper], também conhecido como baterista fundador dos Nashville Pussy. Para além desses, estão Paulo Vieira no baixo, Pedro Pita na guitarra, Rafael Maia na voz e "Gato Estropiado" na bateria.
A estreia em álbum do projecto, intitulada "Barbarians Of The Wasteland", tem lançamento agendado para Janeiro. Exclusivamente em Portugal, é lançado a 25 de Dezembro o single "Your Time Will Come" com a participação de Rafael Maia dos V12, em que o lado B se trata de uma versão de "Somewhere Up In The Mountains" dos extintos britânicos Marquis De Sade. Para Fevereiro está ainda agendada a edição de um single por uma editora australiana, enquanto um videoclip também já está no horizonte.
Em entrevista realizada ontem por António Freitas no Hipertensão, Hugo Conim falou sobre as origens do projecto, entre vários assuntos relacionados com a sua carreira. Seguem alguns excertos.
"A minha banda principal é os Dawnrider, mas apesar de os adorar e me darem muito prazer, não me completam totalmente. Daí os outros projectos todos, dos quais me orgulho. Basicamente, Os Dragon's Kiss é como se fossem a junção dos meus projectos todos, estão lá as minhas influências e os meus gostos. É o projecto em que tento englobar tudo num e fazer mostrar ao público o que realmente gosto.
Este disco nasceu num concerto dos The Hookers na Holanda. Fui vê-los e a beber uns copos com o Adam e ele virou-se para mim e disse: "Porque é que não fazes um disco para eu cantar?" E naquela altura, no frenesim de umas quantas cervejas a mais, disse: "Claro que faço o disco, é para já." E aquilo ali não passou de uma conversa. Passado um mês, recebo um mail dele com uma letra... "Tenho já uma letra para o projecto, vê lá se gostas." E aquela letra fez-me vontade de trabalhar realmente e arregaçar as mangas. O gajo levou aquilo a sério e quase me encostou uma "faca" para eu fazer o disco. Depois desse mail falei com o Paulo Vieira, grande amigo e produtor dos meus últimos trabalhos, expliquei-lhe o projecto os parâmetros e o tempo que tinha, os temas (que são seis originais e duas covers que adoro desde sempre e que fiz questão de estarem neste disco). Quando chegava do trabalho ia compondo, mandava as ideias para ele, e ele dava a suas opiniões. Num dia juntámo-nos na minha sala e durante dois dias gravámos a base do disco [com o Paulo], a estrutura do instrumental. Entretanto, mandei o esboço para o Adam (que não era nada do que está agora) e ele foi fazendo letras. Quando veio cá fazer o concerto de The Hookers e Dawnrider no Algarve gravou logo quatro temas, ficando os restantes quatro para gravar (os quais gravou há um mês atrás nos Estados Unidos e mandou-me por mail). Depois juntei-me com o "Paulão", trabalhámos as vozes, produzimos o disco e o resultado final é o que vão ouvir.
Ele [Adam Neal] ao ter tomado a coisa a sério, forçou-me a mexer e trabalhar, e sabendo do seu nível não podia fazer um disco medíocre. Isto está um grande disco de heavy metal, com garra - há thrash, heavy, punk, letras apocalípticas... escolham. É metal a sério. Metal to the bone!"
Hugo Conim avança também na mesma entrevista que estará presente em dois temas do próximo disco dos Hookers e que os Dawnrider estão a preparar um split com a banda hardcore/punk de Kentucky.
Entretanto, os Dragon's Kiss divulgaram a faixa "I Embraced The Serpent And The Devil In The Dark" e um teaser sobre o disco. Confira tudo abaixo.
Fonte: http://www.soundzonemagazine.com/2013/10/dragons-kiss-saiba-tudo-sobre-novo_993.html

Temas:
1. Barbarians Of The Wasteland
2. Ride For Revenge
3. Ride Till We Die
4. Wild Pack Of Dogs
5. Somewhere Up In The Mountains (Marquis De Sade Cover)
6. Castle Of The Witch
7. Rock 'n 'Roll Soldiers (The New Order Cover)
8. I Embraced The Serpent And The Devil In The Dark







quinta-feira, 29 de maio de 2014

Helix - Bastard Of The Blues (2014) Canadá





"Bastard of the Blues" é o 13 º CD de estúdio de Helix, sem contar vários CDs ao vivo e várias compilações, e desenhado a partir de vastas influências de blues / Rock / metal que têm impulsionado os dois escritores ao longo dos anos. Escrito principalmente por Sean Kelly, o CD é uma continuação de 2008 "Vagabond Bones" e também contém duas músicas do EP " Skin in the Game." Já se passaram seis anos desde que Kelly e Vollmer combinaram forças na escrita e em shows. As músicas são mais focadas e som é maior, as letras mais concisas e cativantes. A canção "Bastard of the Blues", descreve Helix música para um "T", a co-mistura profana de blues e rock and roll para produzir o filho bastardo heavy metal; pelo menos a variedade que Helix foi lançando para fora nos ultimos 40 anos.
Convidado nos vocais background na pista B.O.T.B. é Cheryl Lescom, a quem Brian descreve como "... a melhor cantora de blues no Canadá ..." In "Even Jesus (Wasn't Loved In His Hometown)" Vollmer descreve como a banda pode tocar em todo o mundo (este ano têm datas marcadas em Espanha, Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia e nos EUA e já estão reservadas em 2015 no Monsters Of Rock Boat Cruise, com algumas das maiores estrelas e mais brilhantes do metal / hard rock dos anos 80 '), mas não pode fazer um show ou qualquer respeito em sua cidade natal, Londres, Ontário. Vai entender! "Screaming at the Moon" e "Metal At Midnight" a certeza de serem grandes sucessos europeus como a cena metal continua a prosperar por aqui. "Screaming at the Moon" também apresenta Nick Walsh de Slic Toxic nos vocais de back-up.
A 6 ª faixa do CD, " Hell Bound For A Heartbreak", fala de um jogador viciado, algo que Brian deve saber o que é, tendo vivido muitos anos com um apostador. "... Eu vi pessoas que vêm para pegar seus prémios na noite e sair na manhã seguinte com mais de 1.000 dólares no buraco ...", comenta Vollmer. A primeira para a banda é a balada "When All The Love Is Gone", cantou e escrita por baixista de longa data e membro da banda Daryl Gray. Tem muito uma sensação tipo Gary Moore. A oitava faixa, "Axe to Grind", continua a angústia com uma raiva e sentimento tipo Alice Cooper, seguido por "Skin in the Game" e " The Bitch is a Bullet", ambos da S.I.T.G. EP. "Skin in the Game" fala muito sobre o compromisso da Vollmer para permanecer no negócio da música contra todas as probabilidades, ou como o estado das letras, "... ve got some skin in the game, I'll be staking my claim, I got my balls on the line, I've got some skin in the game... "A idéia de" The Bitch Is a Bullet "veio de um comentário que ouviu um amigo fazer que estava passando por um divórcio particularmente desagradável. A última faixa do CD, "Sticks & Stones" é uma reminiscência do início de Aerosmith, e fala sobre os indivíduos que tomam atitudes perigosas pensando que são invencíveis e acabam se matando ou ficando tetraplégicos numa cadeira de rodas. Até agora Vollmer foi capaz de dizer que .... Bastard Of The Blues é editado via Perris Records em maio.



Тemas:
01. Bastard of the Blues
02. Even Jesus (Wasn't Loved In His Hometown)
03. Winning is the Best Revenge
04. Screaming at the Moon
05. Metal at Midnight
06. Hellbound for a Heartbreak
07. When All the Love is Gone
08. Axe to Grind
09. Skin in the Game
10. The Bitch is a Bullet
11. Sticks & Stones

Banda:
Kaleb Duck (guitar, vocals)
Daryl Gray (bass, vocals, keyboards)
Brian Vollmer (vocals)
Chris Julke (guitar, vocals)
Gregory "Fritz" Hinz (drums)




Christopher Lee - Metal Knight (EP)(2014)UK




O actor britânico Christopher Lee, ícone do cinema de terror, celebra o seu 92º aniversário com o lançamento de um novo álbum de heavy metal, informou a Sky News.
Reconhecido por dar vida ao Conde Drácula nos anos 50 e 60, Lee celebrou o seu aniversário com o lançamento de «Metal Knight», o seu terceiro trabalho musical a solo, que já se encontra à venda em portais digitais.
«Metal Knight tem quatro canções e três versões alternativas das mesmas. Duas delas são originais do musical «O Homem de La Mancha», «I, Don Quijote» e «The Impossible Dream», baseadas no clássico personagem de Miguel de Cervantes.
As outras são «The Toreador March», da ópera «Carmen», de George Bizet, e «My Way», popularizada por Frank Sinatra.
Num vídeo publicado no YouTube, o actor britânico fala sobre o seu novo trabalho e explica que, na sua opinião, «Don Quixote é o personagem de ficção mais 'metaleiro' que conhece. Ele só está a tentar mudar o mundo sem se importar com as consequências pessoais».
«Don Quixote é um grande homem e cheio de atrevimento, coragem, determinação, romantismo e sonhos», apontou o actor.
Além de ter dado vida ao Conde Drácula, Lee também é reconhecido por ter interpretado personagens como Frankestein, Saruman («O Senhor dos Anéis») e o Conde Dookan, presente na segunda e terceira entrega da trilogia «Star Wars».
Apesar da sua avançada idade, Christopher Lee continua activo e já esta há uma década no mundo musical a desenvolver a sua paixão pelo heavy metal.

Тemas:
01. I, Don Quixote
02. The Impossible Dream
03. The Toreador March
04. My Way (Radio Edit)
05. I, Don Quixote (Extended Version)
06. The Impossible Dream (Extended Version)
07. The Toreador March (Extended Version)

Banda:
Christopher Lee - Vocals
Hedras Ramos Sr. - Bass
Ollie Usiskin - Drums
Hedras Ramos – Guitars


quarta-feira, 28 de maio de 2014

W.E.T. - One Live - In Stockholm (2014) USA\SUÉCIA




One Live In Stockholm é primeiro álbum/DVD ao vivo da banda W.E.T., lançado em fevereiro de 2014 pela gravadora Frontiers Records. O CD duplo e DVD foram gravados do show ocorrido em 17 de Janeiro de 2013 no Clube Dabaser em Estocolmo, Suécia. Além da performance ao vivo das próprias músicas e hits das bandas que originaram W.E.T., o DVD traz dois vídeo-clips e o segundo CD traz duas faixas bônus inéditas.

CD1:
01. Walk Away
02. Learn To Live Again
03. Invincible
04. I'll Be There
05. Love Heals
06. Rise Up
07. Bleed & Scream
08. Bad Boy
09. Still Unbroken
10. Broken Wings
11. I'll Be Waiting
CD2:
01. If I Fall
02. Shot
03. Comes Down Like Rain
04. The Great Fall
05. What You Want
06. Brothers In Arms
07. Mysterious
08. One Love
09. Poison (Numbing The Pain) (bonus studio track)
10. Bigger Than Both Of Us (bonus studio track)

DVD:
01. Walk Away
02. Learn To Live Again
03. Invincible
04. I'll Be There
05. Love Heals
06. Rise Up
07. Bleed & Scream
08. Bad Boy
09. Still Unbroken
10. Broken Wings
11. I'll Be Waiting
12. If I Fall; Shot
13. Comes Down Like Rain
14. The Great Fall
15. What You Want
16. Brothers In Arms
17. Mysterious
18. One Love
19. Love Heals (bonus videoclip)
20. Learn to Live Again (bonus videoclip)

Banda:
Jeff Scott Soto – Vocal
Robert Säll - Guitarras e Teclados
Erik Mårtensson - Guitarra base, Baixo, Teclados, Backing vocals e vocal em "Bleed & Scream" e "Learn To Live Again"
Magnus Henriksson Guitarra solo
Robban Bäck – Bateria

Músicos Convidados:
Lars Säfsund - Vocal em "The Great Fall"
Andreas Passmark – Baixo





terça-feira, 27 de maio de 2014

The Killerhertz - A Killer Anthem (2014) Dinamarca




O Untergrund dinamarquês está fervendo. Bandas como SATURNUS, PITCHBLACK e USIPIAN da Dinamarca têm sido capazes de levantar poeira. Agora, os Rocker THE KILLERHERTZ estão perfeitamente nesta série e terem o início de sua carreira com "A Killer Anthem" é uma boa fatia na bagagem. Para se maravilhar hà ao lado de um hard rock enérgico, tempo de temas melódicos, alguns riff pesados, todo um conjunto de melodias cativantes que irá inflamar-te desde o início. Isso pode ser em termos de masterização o recurso a Flemming Rasmussen, do METALLICA e BLIND GUARDIAN que já trouxe para dentro do barco e agora tem em mãos um som de rock extremamente suculento e direto para THE KILLERHERTZ. Este "A Killer Anthem" tem um ligeiro charme de METALLICA. "Rebel Heart 'faz com que os pés se mexam,'Let The Game Begin' se implanta e 'The Fall' na primeira passagem pelos ouvidos, no fundo de seu coração uma disposição perfeitamente ensolarada. No entanto, "A Killer Anthem" não é apenas no início que consegue convencer, porque com "Feeding The Damned ',' Youth Inc. ' e o golpe duplo 'Swansong'/‘Redeem Me' THE KILLERHERTZ tem muitos outros trunfos na mão. Quem está à procura de Hard Rock tranquilo com paixão e energia, deve ficar envolvido com estes dinamarqueses no lugar certo. Assim, "A Killer Anthem" certamente não será o último sinal de vida de uma banda de quatro membros que sabe como manter as massas em fervura. Estou certo de que THE KILLERHERTZ entendeu e vai fazer isso até mesmo ao vivo.

Temas:
1. RebelHeart (4:03)
2. Let the Game Begin (3:47)
3. The Fall (3:58)
4. Better Days (3:39)
5. Feeding the Damned (3:32)
6. Shattered (5:51)
7. Youth Inc. (3:05)
8. Shine a Light (4:29)
9. SwanSong (4:17)
10. Redeem Me (5:09)
11. A Killer Anthem (3:29)

Banda:
Thomas "Trold" Pedersen - Vocals, Guitars
Tais Pedersen - Guitars
Rune Gregersen - Bass
Kent Rasmussen – Drums




segunda-feira, 26 de maio de 2014

Night Ranger - High Road (Japanese Edition) (2014) USA




NIGHT RANGER rockers lançam seu novo álbum de estúdio, "High Road", em 10 de junho na América do Norte via Frontiers Records. Produzido pelos próprios membros da banda, o trabalho estará disponível em dois formatos - uma versão em CD padrão e uma versão deluxe, que inclui duas faixas bônus e um DVD com um olhar de fundo no making of do álbum, juntamente com videoclipes.
A arte da capa de "High Road" incorpora elementos da obra de arte a partir de versões anteriores da banda.
Do novo álbum, Night Ranger baixista / compositor Jack Blades, comentou: "É quase verão e um grande momento para fazer uma viagem até 'High Road'!
"Nosso novo álbum apresenta o clássico Night Ranger sente-se bem, alta energia kick-ass rock 'n' roll. Nós não podemos esperar para que os nossos fãs possam ouvir." O baterista / vocalista Kelly Keagy acrescentou: "Estamos muito orgulhosos deste novo disco e é excitante voltar ao caminho e trazer nova música para os nossos fãs."
Sucessos lendários do Night Ranger "Sister Christian", "(You Can Still) Rock In America" e " Don't Tell Me You Love Me" são canções que têm impacto significativo na cultura popular e ampliaram a sua base de fãs cada vez maior desde o início da banda há trinta anos. Ao longo dos anos, a música da banda tem feito contribuições notáveis e foi destaque em diversas áreas de mídia e cultura popular.
As músicas de Night Ranger podem ser ouvidas nos jogos de vídeo Rock Band e Guitar Hero; "Rock Of Ages" hit musical da Broadway e do cinema; o filme indicado ao Oscar "Boogie Nights"; Programa de TV da Fox "American Dad"; JBL de " Hear The Truth" da campanha; e muitos mais.
Até o momento, Night Ranger já vendeu 17 milhões de unidades em todo o mundo e possui vários álbuns de platina e ouro.

Тemas:
01. High Road
02. Knock Knock Never Stop
03. Rollin' On
04. Don't Live Here Anymore
05. I'm Coming Home
06. X Generation
07. Only For You Only
08. Hang On
09. St. Bartholomew
10. Brothers
11. The Mountain Song (bonus)
12. Lay It On Me (Live from M3 Rock Festival)

Banda:
Jack Blades - vocals, bass
Kelly Keagy - drums, vocals
Brad Gillis - guitars, vocals
Joel Hoekstra - guitars
Eric Levy – keyboards


The Mighty Swine - Last Man Standing (2014) USA




Tudo começou em 2007, quando o baixista e vocalista Chastain, Mike Skimmerhorn decidiram formar a sua própria banda. Em 2009, eles lançaram o debut "Layin' Down the Law" e excursionaram extensivamente por um par de anos. Desde então, o line-up mudou totalmente quando os guitarristas Stacey Donahue e Jeff Tong, juntamente com o baterista Rory Faciane chegaram a bordo.
Depois de uma pausa devido ao novo álbum de Chastain, "Surrender to No One", que contou com Leather Leone nos vocais, Mike estava pronto para lançar o segundo álbum do The Mighty Swine em 2014.
"Last Man Standing" é um álbum que foi feito com o velho e bom material de metal dos anos 80, mas que não soa retro ou datado. Riffs Heavy, bateria poderosa e fortes linhas de baixo estão envolvendo a música deste álbum. A voz de Mike é uma daquelas vozes que amas ou odeias. Eu gosto disso porque ele me lembra de amor ou ódio a voz de outro vocalista, o Sr. Dave Mustaine, de quem eu gosto muito.
Em geral, a composição tem um sentimento Megadeth, Metallica, Judas Priest e Black Sabbath. Provavelmente devido a voz de Mike, é mais que uma influência Megadeth, mas isso não é tudo uma coisa má, especialmente agora que o Megadeth está "perdido no espaço". No geral, a música deste álbum é uma mistura fina de hard & heavy, hard rock, doom metal, heavy metal, metal clássico e metal melódico. A produção é um pouco forte, mas pesada e enérgica.
Este álbum aborda em primeiro lugar para os amantes de metal clássico e para aqueles que cresceram com as bandas mencionadas. Isso faz revelar a verdadeira natureza deste álbum; "Last Man Standing" é um álbum de heavy metal puro. Nada mais ou menos. Por isso, se gostas de heavy metal deves ouvi-lo custe o que custar ...
O álbum também contém uma cover do Judas Priest "Hell Bent for Leather" & a demo original de "Pool of Emptiness", que foi dada à etiqueta em 2009, com um solo atualizado feito por Stacey.

Тemas:
1. All That Is Evil
2. Two Graves
3. Empty Shell
4. Last Man Standing
5. Tomorrow
6. Rite Of Passage
7. Dead Man's Stare
8. Thick As Thieves
9. Vengeance Is Mine

Banda:
Mike Skimmerhorn - bass-vocals (Chastain)
Stacey Donahue - guitars-vocals
Rory Faciane - drums
Jeff Tong - guitars – vocals


Monument - Renegades (2014) UK





A faixa título abre o álbum e já nos mostra o que podemos esperar ao longo do trabalho: Muita competência, arranjos bem feitos e técnica. Os refrões são tão pegajosos que na segunda audição você já sai cantando junto. A energia e os vocais poderosos de Peter Ellis são simplesmente contagiantes como em “Crusaders” e “Runaway”, que tem uma levada no melhor estilo DEEP PURPLE.
As guitarras de Dan Baune e Lewis Stephens, que mais parecem uma orquestra, se completam com solos harmonizados e riffs muito bem elaborados e sem exageros. O competente e melódico baixo de Matt “Mira” Scott, que deixou a banda e acabou sendo substituído por Chris Dale (TANK, BRUCE DICKINSON, TRIBUZY), não passa despercebido pois a bateria e em especial os bumbos duplos de Matt C, são uma atração à parte.
A ótima instrumental “Red Dragon” nos leva de volta aos anos dourados do estilo na década de 80 esbanjando toda a técnica da banda. E a sensação com a faixa seguinte, “Carry On”, é de que continuamos na mesma década com suas cavalgadas e melodia envolvente. Talvez a minha favorita se tivesse que escolher apenas uma em todo o disco.
Algumas faixas soam mais familiares do que outras pra quem já conhece a banda. E a mais conhecida é com certeza “Rock the Night” devido ao EP de mesmo nome lançado em 2012. Mas a diferença é que todas as músicas foram regravadas pela formação atual da banda. E percebe-se uma certa evolução nas mesmas.
“Save Me” seria a faixa mais próxima de uma balada com seu refrão cativante que vai grudar na sua cabeça.
Se a influência de IRON MAIDEN não estivesse clara até aqui, a última faixa deixará isso bem claro. “Omega” é uma ótima composição para fechar o álbum e nos deixar na vontade por mais.
Isso sem mencionar a produção impecável de Peter Ellis e Akis K. e a masterização de Scott Atkins (CRADLE OF FILTH / AMON AMARTH / BEEMOTH), que deu os últimos retoques para o álbum que se fosse de uma banda bem estabelecida, já poderia ser considerado um clássico. A capa com o mascote da banda, Jack, feita por Stan W. Decker (BLACKMORE'S NIGHT / STRYPER / TIMO TOLKKI'S AVALON prova toda a determinação da banda em trazer algo muito bem feito em todos os aspectos do trabalho.
“Renegades” pode agradar tanto aos fãs modernos quanto aos mais tradicionais. Fica então a certeza de que a “nova onda do” NWOBHM estará em boas mãos e longe de qualquer perigo de extinção.

Fonte: whiplash Resenha - Renegades - Monument 

Temas:
1. Renegades 4:57
2. Fatal Attack 4:17
3. Crusaders 4:46
4. Runaway 3:51
5. Midnight Queen 5:51
6. Red Dragon 3:11
7. Carry On 4:37
8. Rock The Night 3:20
9. Save Me 5:48
10. Omega 7:05

Banda:
Peter Ellis - Vocals (2011-present) (ex-The More I See, ex-White Wizzard)
Matt C. - Drums (2012-present) (Chaosanct, ex-Solsikk, ex-Mystic Prophecy (live), ex-Biomechanical)
Lewis Stephens - Guitars (lead) (2012-present) (ex-White Wizzard)
Dan Baune - Guitars (lead) (2013-present) (Day40, ex-Calatrilloz)
Chris Dale - Bass (2014-present) (Tank, ex-Atom Seed, ex-Balance of Power, ex-Bruce Dickinson, ex-Sack Trick)





Rik Priem's Prime - Rik Priem's Prime (2014) Bélgica





Embora possivelmente não seja o guitarrista mais conhecido da Europa, eu suspeito que podes ter ouvido falar de Rik Priem. Ele foi o principal guitarrista do projeto AOR de Kurt Vereeke, Frozen Rain e o seu segundo álbum de 2012 Ahead Of Time. Agora Priem conecta-se com o vocalista da banda o veterano, Carsten "Lizard" Schulz para criar seu próprio projeto Rik Priem's Prime.
Este álbum de estréia auto-intitulado é um álbum voltado para a guitarra, com riffs de Priem a liderar a condução das músicas. No entanto, graças à sua experiência, e provavelmente a natureza AOR de Frozen Rain passando para ele, seu qualificado trabalho de guitarra é embrulhado no geral em fortes arranjos melódicos, embora definitivamente no lado mais pesado, se aproximando de metal. Ambos Hungry At Heart e Blindfolded são exemplos de músicas melódicas cativantes crivadas de solos de guitarra slick de Priem. Quanto a esses solos e seu estilo, pode-se chamá-lo de mistura sólida de clássico hard rock e metal com um toque do estilo neo-clássico. O que eu desejava era ter ouvido alguma influência de blues. Tu podes ouvir isso em Looks Like Trouble, mas que poderia ser um exagero.
Fundamentalmente, como mencionado no início, este álbum é uma vitrine para habilidades na guitarra de Priem. Assim, em certo sentido, há pouca variação entre as músicas (e pode, para alguns, permitir a monotonia). No entanto, podes encontrar algumas temas interessantes, além de todas essas ligações. Tu podes encontrar algumas desagregações leves sutis dentro do power metal de Child of Anger. Ou os teclados Calliope no início de In With The Freaks. Ou o mais leve trabalho de guitarra no terceiro inicio de Kneel Before The Peices, a canção mais próxima de uma balada. No entanto, no final, é tudo sobre o trabalho rapido de Priem. Então, se tu desenterrares uma abundância de riffs e um barco cheio de solos que voam de seus alto-falantes, o primeiro disco de Rik Priem é definitivamente bom.

Temas:
01. Sunset Over Agartha 2:23
02. Babylon Rising 4:43
03. The Future Is Now 4:30
04. Hungry At Heart 4:30
05. Blindfolded 4:53
06. Chameleon (instrumental) 4:22
07. Flirting With An Alien 4:38
08. Kneel Before The Pieces (Of A Broken Heart) 4:27
09. In With The Freaks 4:20
10. Looks Like Trouble 4:31
11. Run Angel Run 4:34
12. Bloodrush 4:23
13. Child Of Anger 6:21

Banda:
Rik Priem – all electric & acoustic guitars, bass on “Chameleon”
Carsten ‘Lizard’ Schulz (Dead End Heroes, Frozen Rain, Lavalle, Evidence One, Midnite Club) – lead vocals
Geert Margodt – keyboards
Vincent De Laat – bass (except on “Chameleon”)
Ramy Ali (Freedom Call, Iron Mask, Lavalle, Frontline, Evidence One) – drums


sábado, 24 de maio de 2014

Ambush - Firestorm (2014) Suécia






AMBUSH banda Sueca apresenta a sua estreia com o álbum Firestorm, e não decepciona. Honra os ancestrais de sua terra natal e almas de inspiração como: OVERDRIVE, HEAVY LOAD, TRASH, BISCAYA, SILVER MOUNTAIN, MIDNIGHT SUN, e ZONE ZERO, AMBUSH entrega uma mistura de mescalina induzida em loucura e veneno viscoso; um Molotov Cocktail de energia frenética, a velocidade de alta voltagem, um momento vicioso e ambição ardente.
O seu trabalho de estreia para High Roller records, apropriadamente chamado "Firestorm" realmente faz jus ao seu homónimo. Mesmo que o excepcional novo álbum de Iron Savior ser no geral mais rápido, com canções amplas, incluindo uma chamada "Firestorm", almas vigilantes de Växjö abandonam o terror teutónico para uma aspiração alimentada pelo inferno mais a Norte e pulverizados por motores de inspiração.
Com a abertura da faixa título, claramente as notas “Neon Nights” são herdeiros aparentes, mas, em seguida, como o álbum começa a girar em tua cabeça, instantaneamente, tens a sensação de que estes thrillers suecos têm o objectivo de mantê-lo mais perto do coração de seu património, hard, heavy, e honesto. "Hellbound" é um pouco mais atenuada e menos explosiva, mas apenas para se prepararem para a crescente " Don't Shoot (Let 'Em Burn) " que eles fizeram um vídeo ingénuo, repleto e cheio de todas as coisas de metal.
Como já foi mencionado anteriormente, as características de cadência de Oskar são muito semelhantes aos do vocalista Jonny Aune do TWISTED TOWER DIRE. Muitas das faixas são mid-paced, mas no velho estilo do metal sueco. "Close My Eyes" tem letras atentas, mas a paixão não é suficiente para persuadir. "Molotov Cocktail" é um pouco mais fomentada e agitada, com imaginação melancólica. O místico "Master Of Pain" tem uma caminhada penosa juntamente com um ardil de consternação, entre assombrações contenciosas que enfeitiçam. Este esquema mais lento mais pesado é uma reformulação sólida da faixa demo de 2013. Eu ainda tenho que ter ouvido "Fading To Black". No geral, as duas selecções do single ainda continuam a ser as duas faixas que se destacam.
Se aprecias a abordagem dos jovens de hoje, que incessantemente se esforçam para trazer de volta o glorioso vinil de frontier dos anos 80 defendida por tais trabalhos vibrantes como de ARMOR ou RANGER da Finlândia, BLADE KILLER, MIDNGHT HELLION, VOLTURE, SPELLCASTER, da América, etc.

Temas:
1. Firestorm
2. Ambush
3. Hellbound
4. Don't Shoot (Let 'Em Burn)
5. Close My Eyes
6. Molotov Cocktail
7. Heading East
8. Master Of Pain
9. Natural Born Killers

Banda:
Oskar Jacobsson – Vocals
Adam Hagelin– Guitars
Olof Engkvist - Guitars
Ludwig Sjöholm – Bass
Linus Fritzson – Drums




FM - FUTURAMA [EP] (2014) UK





Rapazes; esta semana foi prolífica em edições, e gostaria de dizer que todas são muito boas, mas como não tive possibilidade de as ouvir a todas, sentia-me um batoteiro se me tenta-se enganar e decidi-se por uma qualquer. Por isso, é que deliberadamente vou deixando um disco de reserva para uma altura como estas; um plano B. Neste caso é o plano F, F de FM. Para os menos elucidados, a banda FM foi, e é; uma das melhores coisas que saiu de inglaterra no que ao Hard Fm, melodic rock AOR se refere; para muitos, mesmo a melhor. Uma banda com muita classe e de extrema qualidade, que irrompeu já no auge da febre do Glam\Hair metal e conquistou a critica e os mais aficionados do género, entre eles os Iron Maiden.
A banda formou-se em 1984, e depois de uma promissora demo que apresentaram às editoras, foram contratados pela CBS que logo os colocou em tourné com Meat Loaf. A banda estava bafejada pela sorte e tours com nomes como Foreigner, Tina Turner, Reo Speedwagon, Gary Moore, Magnum, Status Quo e Bon Jovi foram o prémio para a edição do primeiro disco "Indiscreet" em 86, que chegou ao UK Album Chart, incluindo os singles que também tiveram o seu lugar no UK Singles Chart. Mas o seu maior êxito comercial foi o álbum "Tough It Out". levou 4 anos a ser editado incluindo a mudança para a Epic, subsidiária da CBS e também uma mudança para os States, onde juntamente com Desmond Child, o famoso produtor e compositor; produziram essa pérola do Hard FM\Melodic Rock\AOR. Corria o ano de 1989, em plena febre do Glam\Hair e o sucesso era imenso, um disco ainda hoje muito procurado, "Tough It Out" continha um êxito gravado também por Mark Free; agora Marcie Free (há gostos para tudo e há que respeitar...); "Someday", escrito por Judithe e Robin Randall e Tony Sciuto (Little River Band\Player). depois deste disco, as orientações musicais ficaram um pouco confusas e Chris Overland (Guitar), irmão de Steve Overland (Frontman), um dos membros fundadores do grupo e principal força compositora, deixa a banda. Pouco tempo depois e um disco pelo caminho; "Takin' It To The Streets" de 91; é a vez de Didge Digital (Keyboards), deixar a banda. Ambos os dissidentes não voltariam, pelo menos até ao dia de hoje; a integrar a banda. Mais dois discos, em 92, "Aphrodisiac" e em 1995, "Dead Man's Shoes" deram por finalizada a sua carreira. Ambos os discos já mais numa orientação menos melodic e mais hard rock, isto numa altura em que o famigerado grunge era explorado pelas promotoras até ao tutano para infelicidade minha e de muitos de vós. Das algumas certezas que ficaram, "That Girl" é uma delas, para aqueles que desconhecem, este tema foi regravado pelos Iron Maiden como um B-Side; não acham que esta é uma das melhores marcas que uma banda pode ter?
15 anos e muitos trabalhos paralelos depois, a banda decide voltar a reunir-se, numa altura em que a retromania ataca em força, todos os membros do último line-up aparecem para nos oferecer "Metropolis", o 6º de originais e o primeiro em 15 anos. Bem aceite pela critica e pelo meio melodic Rock enthusiasts, leva a banda a continuar a produção, e em 2013 surge um disco duplo mas editados em duas partes, "RockVille". Não perdendo a essência mas embarcando numa onda mais hard rock, apesar de mais melódica, Rockville conquista de novo as hostes e mantém o ímpeto para uma nova entrega, este "Futurama".
Este disco não é mais do que um EP em formato Long Play, onde são oferecidos 4 novos temas e 7 gravações ao vivo de temas do anterior disco e da outra época. a volta ao estilo mais Hard FM é notória e é certo que será essa a sequência a seguir no novo disco, os quatro temas não enganam. assim mesmo sem a força e a jovialidade de Há 25 anos atrás em que os teclados davam um ambiente de classe e creditação à capacidade dos rapazes que os colocava a par dos grandes nomes, e era nesse meio onde viviam, se leram bem as bandas que eles acompanharam. Eram tempos de mistério de sábado à noite que hoje querem recuperar. Foi muito bom ouvir este disco, trouxe de volta memórias já esquecidas e fiquei com expectativas para o disco final. E é isto mesmo o que faz um disco ser evidenciado no meio de toneladas de muitos outros, espero que consiga o mesmo com muitos de vós, apesar de que para os desconhecedores desta banda, aconselho iniciarem vossa aventura pelo "Tough It Out", de seguida mais um ou outro disco da época dourada e só depois abrilhantarem a vossa audição com as mais recentes edições; e aquela sensação dualista de "eram bons mas agora também são mas gostava mais daquilo e gosto menos disto, mas até gosto", vai assaltar-vos durante muito tempo.
McLeod Falou!

Temas:

01 - Futurama
02 - Cold Hearted
03 - Bad That's Good In You
04 - Preying On My Mind
05 - Tough Love (Live)
06 - All Or Nothing (Live)
07 - Closer To Heaven (Live)
08 - Crosstown Train (Live)
09 - Story Of My Life (Live)
10 - Breathe Fire (Live)
11 - Cold Hearted (Extended Remix)


Banda:

Steve Overland - lead vocals, guitar
Merv Goldsworthy - bass, backing vocals
Pete Jupp - drums, backing vocals
Jem Davis - keyboards
Jim Kirkpatrick - lead guitar, backing vocals

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Mother Road - Drive (2014) USA





'Drive', o disco de estreia de Mother Road de Austin, com base no Texas é uma coleção de hard, blues com sabor a rock, que é cru e carregado de emoção. Mother Road é composta por Keith Slack (Steelhouse Lane/MSG) nos vocais, Chris Lyne (Soul Doctor) na guitarra, Frank Binke no baixo, Alessandro DelVecchio nos teclados e Zacky Tsoukas na bateria. A voz de Keith Slack é perfeitamente adequada para o genero, apresentando uma vasta gama, numa variedade de estilos, em que os rockers põem tudo fora, como o tema de abertura do álbum "The Sun Will Shine Again", o rock de bater o pé ", Feather In Your Hat" e a batida com arrogância de "Drive Me Crazy" para iniciar um lento bluesy como, "Out Of My Mind", "These Shoes", uma canção poderosa que tem uma vibração de Bad Company misturado com Whitesnake. Todo o álbum é incrível! Outras faixas garantidas para satisfazer o seu apetite rock, "Highway Dangerous", "Poor Boy (Long Way Out)", "Dirty Little Secret" e "Blue Eyes". Capacidade baixa para infundir sentimento genuíno na música, é uma das chaves para o seu apelo. Esta é a música que toca nas raízes do blues com base hard rock. Chris Lyne tem a chance de colocar seus talentos em exposição e faz um trabalho incrível no ritmo e guitarra solo. Os músicos rock hard com seu ótimo timbre e fraseado agressivo. Ele soa muito cru, batendo diretamente na sua cara, arrancando tudo a sua volta, quando é hora de deitar para fora um solo chamativo, enquanto os riffs fortes são constantes quase todo o tempo restante. Complementando Slack e Lyne com uma base sólida de rock estão Frank Binke, Zacky Tsoukas e Alessandro DelVecchio. No geral, 'Drive' por Mother Road é uma versão bluesy hard rock, com influências evidentes de Bad Company, Whitesnake e algumas outras bandas britânicas de hard rock. Essas músicas também são cativantes e são tocadas com um sentimento e uma atitude profunda, embora eles não estejam quebrando qualquer fundamento, para ser sincero. Numa frase: um grande disco de estreia com vocais incríveis, guitarras soberbas e musicalidade estrelar.


Temas:
1. The Sun Will Shine Again
2. Feather In Your Hat
3. Drive Me Crazy
4. Out Of My Mind
5. These Shoes
6. Dangerous Highway
7. Poor Boy (Long Way Out)
8. Dirty Little Secret
9. Blue Eyes
10. Still Rainin
11. On My Wa

Banda:
Keith Slack – vocals
Chris Lyne – guitars
Zacky Tsoukas – drums
Frank Binke – bass
Alessandro DelVecchio – Hammond & piano
 

Unisonic - For The Kingdom (EP) (2014) Alemanha





O Unisonic lança o seu novo EP, “For The Kingdom”, no dia 23 de maio, via earMUSIC/Edel.
Produzido pelo baixista Dennis Ward, o trabalho contém a rápida “For The Kingdom”, a exclusiva “You Come Undone” (somente neste lançamento), e mais quatro músicas ao vivo: : “Unisonic”, “Never Too Late”, “Star Rider” e “Souls Alive” – todas elas registradas durante o festival Masters Of Rock 2012, na República Tcheca.
A arte da capa do EP foi criada pelo artista gráfico Martin Hausler, que já trabalhou com o Unisonic no design da capa do álbum de estréia da banda.
“For The Kingdom” estará disponível em CD, uma edição limitada em vinil de 12 polegadas

Temas:
1. For The Kingdom (New Song)
2. You Come Undone (New Song)
3. Intro & Unisonic (Live)
4. Never Too Late (Live)
5. Star Rider (Live)
6. Souls Alive (Live)

Banda:
Michael Kiske - Vocals (Kiske / Somerville, Avantasia (live), ex-Ill Prophecy, Michael Kiske, Place Vendome, ex-Helloween, ex-SupaRed)
Kai Hansen - Guitars (Gamma Ray, ex-Helloween, ex-Iron Savior, ex-Avantasia (live), ex-Gentry, ex-Iron Fist, ex-Second Hell)
Mandy Meyer - Guitars (Krokus, ex-Ashton, ex-Asia, ex-Cobra, ex-Gotthard, ex-House of Lords, ex-Katmandü, ex-Stealin Horses, ex-Van Zant)
Dennis Ward - Bass (Missa Mercuria, Pink Cream 69, Wicked Sensation, D.C. Cooper, Place Vendome, ex-Bob Catley, ex-Dezperadoz)
Kosta Zafiriou - Drums (Krokus (live), D.C. Cooper, ex-Pink Cream 69, ex-Kymera, ex-Place Vendome)




21 Octayne - Into The Open (2014) Alemanha





O início do 21 Octayne foi em 2008, quando Axxis estava procurando por um novo baterista. Esse foi o momento em que Marco Wriedt e Alex Landenburg se reuniram na sala de ensaios. Eventhough Landenburg não se juntou à instituição alemã de melódico hardrock e ficou claro para ambos fazerem alguma música juntos.
Depois de algumas sessões 21 Octayne tornou-se mais realista do que nunca. Depois de adicionar Hagen Grohe, que também canta para o guitarrista Joe Perry do Aerosmith, o line-up da banda ficou completo.
Como primeiro lançamento da estreia "Into the open" vê a luz do dia. A música pode ser descrita como hardrock com alguns elementos reais de metal. O tema de abertura "She's killing me", no qual o riff se mistura com refrão melódico, é uma boa prova. O início lento de "Dear friend" é uma boa secção enganadora. Enquanto esperava uma balada a música se transforma num heavy riff baseado em música metal, que tem alguns sons reais poderosos de guitarra metal modernos. Outra faixa interessante é "Don't turn away". Quando ouço a boa linha de baixo no começo poderia até mesmo ver as sessões na frente dos meus olhos. "My teddy bear" é um dirty street rocker, enquanto a faixa-título é uma balada com um grande coro. Tu podes sentir a abertura nesta canção. O altamente melódico "Me, myself and I" lembra com é o lindo coro de Gotthard antes de "Your life" fecha um incrível álbum de estreia.
Eu estava curioso acerca o álbum e eu tenho que dizer que ele cumpriu minhas expectativas. Hardrock poderoso com grandes linhas melódicas e uma sensação indescritível para ganchos e harmonias. Eu gosto do álbum.


Temas:
01. She's Killing Me
02. Dear Friend
03. Turn the World
04. Don't Turn Away
05. My Teddy Bear
06. Into the Open
07. Me Myself and I
08. The Heart (Save Me)
09. Your Life
10. I Will Always Be Right There
11. Leave My Head
12. Come Alive

Banda:
Hagen Grohe (The Joe Perry Project) - Vocals
Marco Wriedt (Axxis) - Guitar
Alex Landenburg (Rhapsody) - Drums
Andrew „The Bullet“ Lauer (Paul Gilbert) – Bass




quinta-feira, 22 de maio de 2014

Outloud - Let's Get Serious (2014) Grécia





Uma das grandes bandas de melódico hard rock da Europa, Outloud, está de volta com seu terceiro álbum, Let's Get Serious. Para ser mais correto, é mais uma colaboração grego/americano com o incrível vocalista Chandler Mogel na frente do quarteto de músicos gregos.
Como te pode lembrar dos dois álbuns anteriores, Outloud cria algum danado saboroso e cativante melódico hard rock enrolado num invólucro AOR. No entanto, ao ouvir a primeira música, Death Rock, eles podem jogá-lo fora. Ela sai como uma mistura enigmática do heavy rock com, por vezes, o ritmo de speed metal. É ainda tem melodia, mas é mais rasgado e heavy do que se poderia esperar de Outloud. Toy Soldiers ataca um acorde semelhante: heavy, quase se movendo como uma música power metal, com um solo poderoso de Mike Orlando de Adrenaline Mob.
Mas entre eles, há o clássico AOR melódico hard rock que fazem tão bem. I Was So Blind, o primeiro single, Like A Dream, One More Time, e Bury The Knife movem-se como uma poderosa arena de groove firme e melodia. Bury The Knife é uma das músicas mais longas, e cerca de dois terços de rajadas nesse mencionado power metal groove. No meio tens um pouco de descanso, com uma balada em guitarra acústica a marcar as coisas.
Mas o cativante melódico rock regressou com All In Vain, A While To Go, e Let's Get Serious, e instrumental, graças ao trabalho de alguma das melhores partes da guitarra afiada Bob Katsionis. Mas todos os músicos se destacam aqui, com elogios ao Nilo baterista George Kollias que lida com todo o que tem neste álbum. Finalmente, numa escolha interessante para um cover, Outloud reinterpreta Enola Gay de 1980 da banda new wave Orchestral Manoeuvres In The Dark (OMD), dando à canção um groove mais hard e rápido, com a guitarra basicamente a tomar a linha de sintetizador. Let's Get Serious é um forte retorno para Outloud, oferecendo genuíno e cativante clássico AOR melódico hard rock.


Temas:
1. Death Rock!
2. I Was So Blind
3. One More Time
4. Bury The Knife
5. Like A Dream
6. It Really Doesn’t Matter
7. A While To Go
8. All In Vain
9. Another Kind of Angel
10. Let’s Get Serious
11. Toy Soldiers
12. Enola Gay

Banda:
Chandler Mogel – vocals
Bob Katsionis – guitars, Keyboards
Sverd – bass
Kostas Milonas – drums
Jim Scordilis – guitar
Special Guest: George Kollias (Nile) – all drums on album
Special Guest: Mike Orlando (Adrenaline Mob) – guitar solo on “Toy Soldiers”





TAKIDA - All Turns Red (2014) Suécia




Takida é um sexteto sueco que tem vindo a fazer algum impacto significativo nas paradas escandinavas. Os rapazes tocam Modern Rock, mas que acabou poe ser interessante para mim é a inclusão de forte senso melódico rock em seu estilo de composição.
Os dois álbuns anteriores do Takida estavam disponíveis apenas na Suécia, finalmente, o seu novo CD "All Turns Red" é o primeiro a ser lançado e distribuído em toda a Europa por MusicBuyMail.
"All Turns Red" é um álbum bastante suculento que não vai parar Takida de subir nas paradas, bem como na rádio Modern Rock. Há refrões comerciais e alguma inspiração de bandas americanas do género, ainda Takida acrescenta um senso pessoal de melodia para seus rockers instantâneos.
Eu ouço tons dos anos 90 de hard rock, bem como e felizmente, nem tudo é grunge. Não, Takida é Modern Rock, mas cativante, baseado em riff e em geral mais do que as bandas desse estilo focado na guitarra.
Basta ouvir tema de abertura "I Am The World", este é rock hard, saltos e tem substância. "Fail" é outro tema saltitante com um grande groove e seção ritmo.
Outras faixas são mais melódicas, perto de melódico rock, como "I'm Coming Home", "As We're Falling Down" e "It Saved Me".
É claro que há uma balada direcionada para rádio, "To Have And To Hold", mas, como disse antes, isso é muito melhor do que o lixo de Modern Rock do costume, com uma melodia forte, instrumentação constante e vocais agradáveis.
Se você quer ouvir Rock bem feito, arranjado, tocado e produzido (tudo soa polido e cristalino) é dar uma chance a Takida.
Na verdade, "All Turns Red" vai agradar a muitos fãs ouvintes de Melodic Rock do lado moderno do género, e aficionados do rock sueco em geral.


Temas:
01 - I Am The World
02 - Brimstone
03 - One Lie
04 - Purgatory (Live And Let Die)
05 - As We're Falling Down
06 - It Saved Me
07 - I'm Coming Home
08 - To Have And To Hold
09 - Daylight
10 - Fail

Banda:
Robert Pettersson - Vocals
Tomas Wallin - Guitar
Fredrik Pålsson - Bass
Kristoffer Söderström - Drums
Mattias Larsson - Guitar
Chris Rehn – Keyboards




NIGHT RANGER - High Road [single] (2014) USA




Talvez a melhor banda de Melodic rock arena de sempre, Night Ranger irá lançar seu novo álbum "High Road" próximo dia 9 de Junho no Frontiers Records. Fica aqui uma amostra do que está para chegar.
Produzido pela própria banda, "High Road" promete ser um CD fantástico.
Parece Night Ranger voltou ao seu estilo de 83-86, o que todos nós gostamos. Não só a capa do álbum incorpora elementos a partir de versões anteriores da banda (dê uma olhada profunda e você vai encontrá-los), mas essas músicas são simplesmente impressionantes, na veia de sua melhor época.
Título faixa "High Road", com vocais de Jack Blades, é, uma música hino arena maravilhoso com um selo Eighties Night Ranger. O solo de guitarra de Brad Gillis é para morrer!
"I'm Coming Home" - cantada por Kelly Keagy mas Blades também faz parte - é ainda melhor; um melodic hard rocker monstroso com muitos riffs quentes, teclados, harmonia nos vocais e um ritmo de bombeamento que soa como “7 Wishes”, um dos álbuns mais famosos da banda.
Mal posso esperar por este CD.

Temas:
01 - High Road (3:55)
02 - I'm Coming Home (4.51)

Banda:
Jack Blades: Lead Vocals, Bass
Kelly Keagy: Drums, Lead Vocals
Brad Gillis: Guitar, Vocals
Joel Hoekstra: Guitar, Vocals
Eric Levy: Keyboards



terça-feira, 20 de maio de 2014

The Radio Sun - Wrong Things Right (2014) Austrália





The Radio Sun pode lançar seu álbum de estréia, no entanto, o ansioso fã de pop rock vai notar que o núcleo da banda é nada menos que o saudoso Square One (vocalista Jason Old, o guitarrista Steve Janevski e o baterista Ben Wignall estavam todos na banda), que lançou o excelente álbum 'Supersonic' há alguns anos atrás. Este álbum foi produzido por Paul Laine (Danger Danger), que sabe quando ouve uma boa música e o álbum está repleto de ganchos memoráveis e refrões.
A faixa título dá uma boa idéia do que esta banda é tudo sobre a introdução da harmonia vocal através dos acordes de guitarra power pop e teclados adequados adicionados aqui e ali. O vocalista Jason Old tem um vocal altamente melódico e traz à mente Rick Springfield, às vezes. Numa música como “Don’t Judge A Book By It’s Cover" os riffs de guitarra e harmonia vocal fazem-te cantar junto! A banda é como Vega no fato de que eles adicionam um som moderno ao clássico som dos anos 80 melódico rock / pop rock, apesar de Vega ser um pouco mais pesado em geral. Na verdade, as doces melodias nunca param: "Let’s Talk About Love" é uma alegria ouvir e Nelson adoraria uma música como “Goodbye”.
Um álbum seguro e agradável de estreia e imaginar se esta banda tocou com Vega e Nelson, tu estarias no céu do melódico rock!

Temas:
01. Wrong Things Right
02. Don't Judge A Book By It's Cover
03. World's Crazy Now
04. No Ordinary Star
05. Let's Talk About Love
06. Julie
07. Do It Again
08. Take A Look Around
09. Summer Girl
10. Goodbye
11. Head Over Heels
12. Beginning Or The End

Banda:
Jason Old - Vocals
Stevie Janevski - Guitars
Robbie Erdmanis - Bass
Ben Wignall – Drums



TOSELAND - Renegade (2014) UK





A faixa de abertura do álbum poderia muito bem resumir a carreira de James Toseland até à data, um bicampeão mundial de Superbike e agora uma carreira musical florescente, “Life Is Beautiful" muito suficiente. Este álbum foi escrito por James e ex-Little Angels, Toby Jepson, que também cuidou da produção, e é um trabalho talentoso e polido.
Toseland é mais do que uma banda de um homem e embora James reunisse um grupo de excelentes músicos ao seu redor, incluindo Zurab Melua, irmão de Katie e irmão de James, na guitarra para manter as coisas na família.
Como eu disse, o álbum abre com "Life Is Beautiful", em que todos os riffs irregulares e atitudes definem bem o caminho. Talento vocal de James não está em questão, ele tem uma voz forte que pode levar consigo as baladas mais suaves, bem como os temas de rock.
“Gotta Be A Better Way" segue na mesma forma de balanço que é seguida pelo autobiográfico “Singer In A Band” que acho que foi escrito em tom de gozação. Recentes single 'Crash Landing' é o próximo, a uma curta, rock nitido com a ênfase firme no sucesso, podes ver por que razão foi lançada como single.
O ritmo, em seguida, diminui para 'Just No Way ", que também mostra o trabalho de teclado de Toseland, sim isso é outro talento que o homem possui e que fornece tudo que é piano e teclado para o álbum. Possivelmente a melhor faixa do álbum e que mais uma vez apresenta grande piano é "Kingdoms", que tem um grande gancho no refrão e um riff de condução para complementar o hábil trabalho de teclado.
Fechando o álbum é outra faixa que foi lançada como um single e novamente é atingido o exito. 'Renegade' é definido para tornar-se um clássico ao vivo e uma música que estará para sempre no set list e merecidamente. Isto é melódico rock do melhor.
Como um álbum de estreia este é um trabalho altamente impressionante. Toby Jepson tem feito um grande trabalho para orientar o Sr. Toseland através da escrita inicial e processo de gravação, mas sem o talento de James e da banda toda os esforços seriam em vão. Eles têm a habilidade e atitude para ir para coisas maiores e, a julgar pelo interesse mostrado até agora na banda o sucesso não deve estar longe.

Temas:
01. Life Is Beautiful
02. Gotta Be a Better Way
03. Singer in a Band
04. Crash Landing
05. Just No Way
06. Comin’ to Get Ya
07. Good Eye Blind
08. Kingdoms
09. Burning the System
10. Emergency
11. Renegade

Banda:
James Toseland (vocals, piano)
Zurab Melua (guitar)
Rabea Massaad (guitar)
Dave Hollingworth (bass)
William Stokes (drums)




segunda-feira, 19 de maio de 2014

Loud Lion - Die Tough (2014) USA




Como se fosse dois últimos álbuns de Grand Design " orçamento Leppard " não foram suficientes ... Loud Lion está tomando um passo adiante - até mesmo o nome da banda é uma homenagem ao Def Leppard. Lembre-se, o homem principal do projecto, o produtor / compositor Bleu não está mesmo a tentar vender isso como nada mais do que uma homenagem ao DL: "Def Leppard não colocou nada tão bom quanto o Loud Lion em pelo menos uma década. Se gostas de Pyromania e Hysteria, então vais adorar este disco. Uma homenagem nunca soava assim tão majestoso ". Ok ... se tu o dizes.
Eu gosto "Pyromania" e "Hysteria", como a maioria dos nossos leitores também, mas se todos nós nos apaixonar-mos por "Die Tough" continua a ser visto. Eu já sei que eu não. Claro que é um disco divertido, com algumas boas músicas, mas ainda é apenas uma homenagem. Apesar dos avanços na tecnologia de gravação, ainda é impossível de imitar o som maior do que a vida de "Hysteria". Esta é uma boa tentativa embora ... boas harmonias vocais, fino trabalho de guitarra inspirado de Clark/Collen, para não falar muito de vocais semelhantes a Joe Elliott.
Com apenas 9 faixas, o álbum é um pouco o lado mais curto, especialmente quando duas das faixas são mais ou menos "brain-liquidating shred-fests" ... fora das canções "reais", o meu favorito absoluto é " The Hills Have Eyes" do filme com o mesmo nome. Isto é Leppard como o resto das músicas, mas não tão evidente uma "re-escrita", como as outras. Em outros lugares tens "Die Tuff" ("Love Bites"), "Lion Eyes" ("Photograph" talvez?), "Lion's Den" ("Women"), "Love Will Break Your Heart" ("Pour Some Sugar On Me ") e" Sunset Strip "(" Rocket ") ... a "shred-fest" "None More Fast" com a sua narração soa para mim como se escapasse de um musical pateta como "Rock Of Ages" ...
Fãs de Leppard anos 80 certamente iram receber um choque quando ouvirem estas faixas, embora tenha certeza que há um ou dois fãs mal-humorados em algum lugar, pensando que isso é uma blasfêmia ... mas não se pode agradar a todos.


Тemas:
01. Love Will Break Your Heart
02. Lion’s Den
03. Lion Eyes
04. Die Tuff
05. Loud Lion Theme Song
06. Dawn Of The Dead
07. The Hills Have Eyes
08. Sunset Slip
09. None More Fast

Banda:
Robbie Royce - Lead Vocals
Bleu Mcauley - Rhythm Guitar, Keyboards, Background Vocals
Taylor Locke - Electric Guitar
Adam Ross - Lead Guitar
Allison Robertson - Lead Guitar
Maclaine Diemer - Rhythm Guitar
John Fields - Bass
Dylan Halacy – Drums





Johnny Crash - Fight The Cause (2014) Alemanha




Man, como isto é bom? Dê uma pitada de Australian blues rock estilo AC / DC, a temporada inteira com o Hard Rock por Rose Tattoo e o estilo do Southern de Molly Hatchet pegue nas canções de Johnny Cash e ponha tudo num pote. Saiba mais sobre a banda que surge, então, é um som pode iluminar o fã de rock. Estes heróis misturam: as canções de Johnny Cash que parecem ser tocadas por AC / DC.

Тemas:
01.Fight The Cause
02.Ain´t No Grave (Coverversion Johnny Cash)
03.Redemption Day (Coverversion Sheryl Crow)
04.Rock´n Roll Generation
05.Man In Black (Coverversion Johnny Cash)
06.37408 (Get Laid)
07.Ghost Riders In The Sky (Coverversion Johnny Cash)
08.Mary Jane
09.One (Coverversion U2)
10.Rhythm Stick
11.Personal Jesus (Coverversion Depeche Mode)
12.Get Rhythm (Coverversion Johnny Cash)
13.Next In Line (Coverversion Johnny Cash)

Banda:
Rooby Rubner - Throat
Andy Schneider - Guitar/ Vocal
Hardy Harth - Guitar
Jens Trogisch - Bass / Vocal
Mike Stokan – Drums




DeWolff - Grand Southern Electric (2014) Holanda




DeWolff é um power trio de blues rock psicodélico da Holanda. A banda foi formada em 2007 e teve sua estréia com o álbum chamado “Strange Fruits and Undiscovered Plants” lançado em 2009. Seu álbum seguinte "Orchards/Lupine" foi lançado em 2011 e até chegou a posição onze nas paradas holandesas. DeWolff toca um tipo de música que eu não posso relacionar com a sua antiga escola (normalmente eu gosto de velha escola), mas o som global está se inclinando para bandas de heavy dos anos 60 e 70 e eu definitivamente gosto da década de 1980 o melhor para eu subir a bordo, não importa onde os arranjos me levam.
Normalmente eu gosto de exagerar nos comentários para que cada leitor interessado receba um monte de detalhes e informações, infelizmente, estes músicos são iniciantes quando se trata de Facebook ou seu site. A música é bem feita e o som é bom para esse tipo de música, mas às vezes isso não é suficiente para desfrutar de um registro. Esses músicos vão fazer o seu caminho, devido a promoção retro, no momento as suas chances são boas.

Temas:
01. Stand Tall
02. Evil Mothergrabber
03. Ride with you
04. Wealthy Friend
05. Satilla No.3
06. Restless Man
07. Dance of the Buffalo
08. Ripple Faced Thing
09. Working like a Dog
10. (Ain`t nothing wrong with) A little bit of Loving
11. It`s about Time

Banda:
Robin Piso - Vocals, Keyboard, Bass
Pablo van de Poel - Vocals, Guitar
Luka van de Poel – Drums





Bad Radiator – Shanghai (2014) Suécia






No ano passado, os suecos BAD Radiator apresentaram o álbum de estréia, e agora eles estão de volta com outra fina fatia de músicas melódicas no seu novo CD "Shangai".
Se perdeu o primeiro álbum (um altamente recomendado), ou nunca ouviu falar sobre Bad Radiator, estes músicos experientes foram anteriormente conhecida como Grace, que subiu alguma popularidade com o single 'Ingen Kan Alska Som Vi' (No One Can Love As Do) usado no filme sueco de mesmo nome de 1988.
"Shangai" segue o caminho eficaz da estréia; canções curtas adornadas com soberbas melodias, ganchos agradáveis, harmonias ventosas e momentos bastante cativantes. Bad radiator é uma mescla de estilos que vai do brilho pop de Cutting Crew ou Rick Springfield ao a luz AOR do Stage Dolls e Spin Gallery, embora parando em Richard Marx numa boa medida.
Como eclético tal como isso soa, os resultados finais são nada menos do que excelentes. Basta ouvir as melodias agradáveis destes roqueiros, como "Tell Me What You Want", "My House Is On Fire", e o pumping " Don't Need the Money ".
Mais poppy ainda não menos cativante temos "What Are We Fighting For", "The World Is Changing", "I've Had Enough", mas onde Bad Radiator mostra pedigree anos 80 é em temas tipo AOR: como The Stage Dolls "Can't Let Go", "Your Love" (semelhante a Street Talk), e uma grande balada midtempo "Do You Remember".
"Shangai" de Bad Radiator é uma audição obrigatória para os amantes do lado mais leve do AOR com um aroma escandinavo. Estes músicos têm andado por aí desde o final dos anos 80 e nas provas apresentadas aqui eles usaram sua experiência com sabedoria.
Bad Radiator sabe como criar uma melodia instantanea, às vezes iluminam como o ar fino, e em seguida, equilibrado por uma cativante, pulsante vibração Rockin. Este álbum é um verdadeiro prazer do início ao fim.

Temas:
01 - Tell Me What You Want
02 - Don't Need the Money
03 - What Are We Fighting For
04 - My House Is On Fire
05 - Don't Know Which War To Fight
06 - Can't Let Go
07 - Shanghai
08 - Your Love
09 - The World Is Changing
10 - Do You Remember
11 - Is It Too Late To Say I'm Sorry
12 - I've Had Enough

Banda:
Mikael Lundgren: Vocals, Keyboards
Klas Bergvall: Guitars
Roger Hansson: Drums
Janne Persson Bass

domingo, 18 de maio de 2014

Black Tora - Black Tora (2014) USA




Black Tora postaram um novo single, intitulado "Fuel My Hunger", o primeiro do próximo álbum de estúdio do Texas trio. "O próximo álbum está soando fenomenal", disse a banda em relação ao seguimento ao seu EP de 2012 'Raise Your Fists '. "Vai ser um disco de rock / metal verdadeiro que leva você a uma montanha russa!" Não precisas de ser do Texas para gostar deste CD ele está repleto de energia e é necessário ouvir para quem procura algo novo no género heavy metal. "

Тemas:
01. Attack
02. Hearts on Fire
03. Feed My Ego
04. Freedom Rider
05. Fuel My Hunger
06. Break Down the Wall
07. Born to Play Loud
08. The Rocker

Banda:
Nicky X - Drums
RazorDave - Guitars (ex-Warryor)
Chris Daniel - Vocals, Bass (ex-Warryor)


sábado, 17 de maio de 2014

CALIFORNIA BREED - CALIFORNIA BREED (2014) UK






Eis a nova coqueluche para os próximos tempos! Glenn Hughes! Uma das mais fabulosas vozes do Hard Rock desde que a história da musica pesada começou. Já pensaram que nós somos da geração em que, apesar de ter começado uns anitos antes; viu a supernova do rock? Pois agora temos outra supernova, California Breed!
Black Country Comunion foi-se, e agora os ares são do oeste americano, absorvidos por três brits; Glenn, Jason Bonham, sim, esse que é também o substituto do pai, John Bonham nos Led Zeppelin; e o ilustre desconhecido Andrew Watts nas guitarras, que se revelou uma excelente surpresa.
Doze temas de bluesy hardrock, com bastante groove e muito directo, mesmo assim não consigo deixar de pensar em Trapeze, banda de Glenn nos anos 70. Um disco revivalista mas com muita estrutura do século 21. se conseguirem pensar em Blues rock, heavy rock, psych rock, funk rock e classic hardrock dos seventies, e isso vos agrada, pois então este é o vosso disco. Apenas referir mais uma vez que Andrew é um fabuloso jovem guitarrista, grande futuro que tem pela frente. Claro que não podia esquecer-me de mencionar o "monstro" de um baterista que é Jason, o seu instrumento preenche o disco; e finalmente, Glenn; nem parece que já passaram 40 anos, a sua interpretação vocal, e VOZ, estão melhor que nunca, merece um grammy.
Obrigatório!
McLeod Falou!

Temas:
01. The Way
02. Sweet Tea
03. Chemical Rain
04. Midnight Oil
05. All Falls Down
06. The Grey
07. Days They Come
08. Spit You Out
09. Strong
10. Invisible
11. Scars
12. Breathe

Banda:
Glenn Hughes (bass, vocals)
Jason Bonham (drums)
Andrew Watt (guitar)